O Epílogo

12 Lâmia Traíra


Notas iniciais
Eu sei eu sei, demorei demais, mas....... eu tive a semana de provas e na semana seguinte das notas e depois começaram os testes pro segundo bimestre já, e estou correndo e me matando para conseguir ficar com um bom grau, fiz esse capítulo correndo e comentem por favor, que estou pouco motivado a escrever, exclui três fics minhas por causa disso e vou voltar a reescreve-las quando eu terminar essa e se der certo. Espero que gostem.

REYNA DESEJOU ESTAR EM sua cama quentinha no Acampamento Júpiter.

Mas Lâmia não dava tempo para descasarem, conforme o que ela dissera, estavam sem tempo para fazer paradas desnecessárias, como para dormir ou se alimentar, tanto Reyna quanto a outra semideusa estavam de saco cheio quanto a Lâmia, mas sabiam que era melhor obedecê-la a se arriscarem.

Já haviam cruzado um vale de rios e florestas, escalado três montanhas e atravessado um rio quando Reyna percebeu que se não dormisse, não iria servir de nada para Áiron. Tentou se arriscar e contou para a garota que tanto desprezava, iria aprender a conviver com aquela semideusa mais cedo ou mais tarde, com o acordo entre as duas, Reyna disse:

— Lâmia, temos que parar para descansar.

— Mortaisss inúteisss, vamosss parar para dessscansar aqui, masss não se acossstumem, ficaremos aqui apenasss por algumasss horasss. — a maior falou com olhar de menosprezo, Reyna sabia que ela não podia dormir mas ficou calada.

— Obrigada. — A outra garota agradeceu, jogando sua mochila na base de uma das árvores na pequena clareira que se encontravam e deitou-se em cima.

— Não deveríamos ficar escondidas? — Perguntou a pretora olhando ao redor. — Caso

Apareça alguém para nos atacar, ou tentar fazer-nos falhar a chegar em nosso Senhor.

— Não seja tola, se alguém quisessse nos atacar já o teriam feito. — A monstra chiou, quando se enrolou em um dos galhos da árvore. — E além disso, eu estou aqui para protege-las. Pelo menos, até o Senhor Elemental chutá-las.

— Como pode ter certeza que ele não nos aceitará? — A semideusa grega perguntou, cerrando os olhos.

— Veremos.

Reyna se deitou no gramado, usando sua mochila como um apoio de cabeça imitando sua companheira, pegou uma maçã e a devorou rapidamente, depois virou-se e caiu no mais profundo dos sonos, graças a Morfeu ou a Hipnos, não teve nenhum pesadelo.

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— Pretora, acorde, estamos com problemas. — Reyna acordou com a voz da companheira de viagem, ela ofegava e estava muito suada.

— Mas que diabos...? — A garota foi interrompida por um rugido.

Um monstro de quatro metros de altura com um machado estava em nossa frente, ele parecia feito de terra, não, ele era feito de terra, tinha um olho no meio da testa e dois buracos marrons no lugar que deveria estar os olhos, não possuía roupa, muito menos sua parte sexual.

— Onde está Lâmia? — Perguntou.

— Desapareceu, eu acordei agora a pouco e te acordei assim que vi ele, você sabe como eu não me dou muito bem com monstros, ou qualquer outra coisa acima de meu poder.

— Por que você não é igual aos campistas menos poderosos? — Reyna desviou de um ataque ao fazer a pergunta, tirou de seu cinto uma adaga de ouro imperial e se aproximou do mostro pela traseira.

— Não tenho culpa de ter nascido assim, minha mãe é contra a luta física. — Ela disse, pegando, assim como a pretora, uma adaga, porém de bronze celestial e apenas correndo de um lado para o outro.

— Tente ao menos distraí-lo, ele não deve ser inteligente, conforme vemos ele deve ser apenas uma criação de Áiron para nos testar.

A grega correu para a floresta deixando Reyna sozinha com o monstro, ela bufou com raiva, só podia se esperar isso de uma garota como ela, sempre fugia da batalha. Reyna correu em direção ao monstro e pulou em suas costas, com uma força incomum conseguiu derrubá-lo, sabia que sua mãe, a deusa da guerra romana Belona, estava a ajudando naquele momento.

Mas ao atacar novamente, um punho de terra a golpeou, levando-a ao encontro de uma árvore. A fera se levantou e como se fosse um imã, se jogou contra Reyna, que por pouco desviou e caiu no meio da clareira, foi quando escutou um barulho vindo da floresta.

— Monstro idiota! — A semideusa grega gritou, quando pombos endoidados atacaram a fera, que tentava desviar deles, foi quando a garota aproveitou o momento para pegar alguns cipós que tinha na mão e enrolar os pés do ciclope gigante e começou a puxar, mas nem sua força era o suficiente. — Reyna, ajuda!

A garota que acreditava ter deslocado o braço, fechou os olhos e se concentrou em passar sua energia para a garota que batalhava em seu lugar. Como um dos dons que ela possuía por ser filha de Belona, podia passar suas forças para seu exército os incentivando a lutar cada vez mais, e os fortalecendo.

E foi isso que aconteceu.

A semideusa grega sentiu-se renovada e agradeceu aos céus quando puxou o cipó e o monstro caiu no chão amarrado, a menina pulou em cima dele e amarrou seus braços, pegando a adaga e enfiando em todos os lugares que podia feri-lo, mesmo quando o golpeava, não via sair nenhum sangue, ou até aquele pó que os monstros se transformavam ao se encontrarem com aqueles metais, a areia simplesmente jorrava de suas feridas e se cicatrizavam mais ainda, foi quando o monstro se virou, esmagando a semideusa que estava embaixo dele.

Então Reyna usou o seu último recurso, levou a mão boa a boca e assoviou.

Os dois cães saíram da floresta como se tivessem aparecido das árvores, Aurum e Argentium haviam se recuperado bem da batalha contra Gaia, mesmo ficando com cicatrizes horríveis em seus corpos, a menina sabia que eram permanentes.

Os cães conseguiram conter a restauração do ciclope ao começarem a cavar seu corpo, até transformá-lo em pequenos montes de terra.

— Obrigada, meus preciosos. — A pretora disse ofegante, quando se levantou para ver como estava a filha da deusa do amor. — No máximo um tornozelo fraturado e alguns cortes, não muito profundos, isso é bom...

— E amador. — uma voz majestosa disse atrás dela, a mesma voz que aparecera em seus sonhos, que pedia ajuda, a voz do ser que ela traíra o acampamento para ajudar, a pessoa que a conquistara com sonhos e canções, era aquele que a juntara com a grega para testá-la e ter certeza que seria uma boa aliada, confiável e obediente, aquele era Áiron, que as olhava das sombras com um sorriso de deboche em seus lábios rosados, sua pele pálida intocável e seus olhos multicoloridos viciantes, pronunciando as palavras que mudariam sua vida dali em diante. — Mas, por enquanto, dá para o gasto.

Notas finais
Sinceramente eu fiquei muito entediado escrevendo sobre Reyna, mas finalmente vou trocar o personagem..... QUEM VOCÊS ACHAM QUE É ESSA SEMIDEUSA DE AFRODITE? QUEM VOCÊS QUEREM QUE SEJA O PONTO DE VISTA DO PROXIMO CAP? QUANTO MAIS RAPIDO RESPONDEREM MAIS RAPIDO FAÇO O CAP PRA VCS. Se tiver erros me avisem, fiz esse correndo só pra descontar minha demora.