Notas iniciais
Esse capítulo está mais para um prólogo..Mas tudo bem rsrsrs

Aquele lugar parecia um grande inferno, na verdade, era o próprio inferno, e aquele era o demônio de mãos ensangüentadas. Um homem estirado no chão, praticamente morto. Um garoto machucado gritava em desespero:

- Vá embora, nos deixe em paz!

De repente, nove jovens que pareciam zumbis apareceram do nada em direção ao rapaz desesperado, como se quisessem devorá-lo vivo. O garoto saiu correndo em desespero, naquele lugar com várias passagens, vários corredores com tochas, e os garotos zumbis e o homem-demônio o perseguiam. De repente se sentiu cair de cara no chão, olhou em volta e estava no jardim de sua casa, sentado na cadeira de praia ao seu lado alguém que ele amava muito, uma pessoa que lhe fazia muita falta.

- Como está o meu sobrinho favorito?

O menino assustou-se e lhe deu uma grande vontade de abraçar aquele homem que para ele era o seu herói, mas quando se deu por si, ele havia desaparecido e no seu lugar estava o homem-demônio.

-Nãoooo!!! Você nãooooooo!!!

O garoto correu em disparada enquanto o monstro o perseguia. Chegou ao parapeito mais alto de sua casa, e o homem-demônio o encurralou. Sem saber o que fazer, seu coração batia forte, o desespero tomou conta de sua mente e não pensou, não raciocinou, simplesmente, se jogou do parapeito de encontro ao chão...

- Nãoooo!! Ahhhhhh!

Crânio acordou atordoado naquela madrugada, estava suando, suas pernas tremia, seu coração batia acelerado. Olhou no relógio do criado-mudo, marcava 03h05min da manhã, dali a algumas horas, seria o primeiro dia de aula do Colégio Elite. Teria que descansar, pois o segundo ano seria pesado e cansativo...

Levantou-se e andou pelo quarto, acalmou-se e suspirou, não passara tudo de um pesadelo. Mas, aquelas imagens horríveis continuavam em sua memória, como um filme de terror. Deitou-se de novo e tentou dormir e aproveitar o que ainda sobrava de sono. Por fim, conseguiu dormir tranqüilo. Entretanto, mal sabia ele que nos próximos dias, não conseguiria nem andar na rua, tranqüilo, pois o pior estava por vir...

Notas finais
Obrigada por lerem!