O Diário Da Minha Mãe.
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Ponto de vista: Pedro:
Mais uma manhã de diversão na escola, como de costume andei até o ponto de ônibus, fiquei uns 20 minutos esperando o mesmo e fui até o ponto que é praticamente na frente da minha casa. Hoje é um dia especial, triste talvez. A exatamente 14 anos minha mãe morreu. Entrei no prédio e o porteiro em chamou.
Porteiro: Bom dia Pedro!
PEdro: Bom dia, o que foi?
Porteiro: Bom, a exatamente 14 anos sua mãe me entregou isso aqui-Ele falou me entregando um papel amarelado. — Ela pediu para que eu lhe entregasse hoje. No dia que ela me entregou Pedro, ela estava a caminho do hospital com uma parada respiratória. Eu lembro exatamente das palavras dela dizendo a mim:"Entregue isso a Pedro, daqui 14 anos."E, eu estou atendendo o pedido dela.
Pedro: Brigada mesmo!
Porteiro: Tchau.
Estranho. Um envelope de carta amarelado, nem li o que havia por fora, nem sequer por dentro. Cheguei na minha casa que normalmente estava vazia, joguei a mochila no meu quarto e me sentei na cama. Só então tive coragem para ler. No envelope estava escrito com a letra dela:
Para Pedro Gabriel, meu filho.
20/07/1998, o dia de minha morte.
Me deu uma dor no coração ao ler"o dia de minha morte."desde a morte dela eu não tive contato com nada a respeito dela, como o cheiro de suas roupas, a sua letra. A única coisa que eu tenho é a foto dela, que eu levo comigo para todos os lugares. Respirei fundo e abri o envelope. Desdobrei um outro papel amarelado que havia dentro do envelope e li.
“Oi meu filho, como você tá? Superando a minha morte? Você deve estar com dezessete anos agora, e talvez nem esteja lendo isso. Eu posso parecer uma louca escrevendo uma carta para uma criança de três anos, mas sei que no futuro você vai ler isso.”
Filho, eu preciso te fazer um pedido. Provavelmente você não entrou no meu quarto, mas tem a chave dele. Eu quero que você entre nele, e, em baixo da cama há uma caixa. Dentro dela há várias fotos nossas e um diário escrito pra você. Quero que você leia-o.
Você deve estar se perguntando por que eu pedi para o porteiro lhe entregar isso, e só quando você tivesse dezessete anos.
Sabe por quê? Hoje, depois que eu terminar de escrever isso eu vou ir a caminho do hospital e, a pessoa que eu confiei para lhe entregar isso é o porteiro pois, sempre que eu precisei, tanto eu quanto você, em motivos de saúde, de segurança, foi ele quem esteve presente. Por que não seu pai? Pois sei que ele vai ler isso e vai pegar aquele diário e, eu não quero isso. O diário é escrito para você e não para ele.
E por que só com dezessete anos? Pois agora você tem uma opinião formada, deve estar cursando o terceiro ano do segundo grau. Entendeu meu filho?
Agora peço que você pegue aquele diário e leia-o com atenção.
“E não esquece que eu te amo e, aonde quer que eu vá, te levo comigo.”
Já estava chorando quando toquei o papel para o lado e fui até meu quarto pegar a chave do quarto dela. Abri a fechadura e inalei o cheiro dela. Senti saudades desse cheiro. Abaixei-me e puxei a caixa que realmente estava de baixo da cama. Havia várias fotos mas eu não vi nenhuma. Peguei o diário e voltei à sala.
Tirei a poeira de cima do diário e abri-o. Lágrimas caíram do meu rosto só ao ver a letra dela. Antes de ler fui até a cozinha e preparei uma comida para mim. Comi e depois voltei a sala onde o diário estava aberto e, por causa do vento, em uma página em branco, apenas Com um"PEDRO GABRIEL. " escrito e eu não entendi, obviamente por que tenho que ler as outras páginas. Voltei a primeira folha do diário, me acomodei no sofá e comecei a ler.
“Pelo visto você achou o diário. Quero te explicar cada coisa da tua história, por que provavelmente teu pai não te falou.
Você sabe por que tem esse nome? Pedro Gabriel? Sabe como eu conheci o teu pai?
Você se chama Pedro Gabriel por causa de um ídolo meu, o Pedro Gabriel Lanza Reis. Foi quando eu tinha a tua idade... Um pouco mais nova. Eu me apaixonei por ele e pela banda dele, talvez você já tenha ouvido falar. a Restart. Eu sempre fui fã, fã mesmo dessa banda, desde o começo dela. A banda era de 4 meninos, o Pedro Gabriel, que chamavam de Pe lanza, o Pedro Lucas, que chamavam de Pe Lu, o Lucas que chamavam de Koba e o Thomas. Você deve estar pensando nos teus amigos, não é? Eles se chamam Lucas, Pedro Lucas e Thomas né? Vou te explicar por que.
Eu e minhas três amigas éramos muito fãs dessa banda, nós tínhamos fã clube, passávamos horas na fila para um show, já brigamos tanto com os seguranças para entrarmos no camarim, etc..
Em um desses shows, eu já tinha meus 19 anos, eu e minhas amigas conhecemos quatro meninos que também eram fãs, eles tinham a nossa idade. Um deles era seu pai. Eu o conheci no show e nós viramos amigos, bons amigos. Depois de certo tempo começamos a namorar e, minhas amigas e os amigos do teu pai também.
Talvez você se pergunte o porquê de seu pai ser tão distante. Antes de escrever isso eu briguei com ele. Não faz três horas que eu briguei com ele. Briguei por você. Eu estava sentindo que algo ruim iria acontecer comigo e, ele queria viajar e eu não deixei. Pedi a ele que procurasse cuidar de você até daqui quatorze anos. Ele provavelmente não atendeu aos meus pedidos né?
Pedro, eu quero pedir desculpas por ter te deixado assim tão pequeno, tão indefeso. Queria pedir desculpas por ter sido uma mãe ausente, mas meu filho. Eu não podia. Eu fiz uma promessa. Pelos meninos daquela banda. Talvez você não entenda esse amor que eu sentia por eles filho, mas esse amor era maior que eu.
Naquele show que eu conheci seu pai, foi o dia mais feliz da minha vida. Não pelo fato de ter conhecido o seu pai, mas sim, pelo fato de ter, pela primeira e púnica vez a chance de abraçar meus ídolos, de sentir o cheiro deles e de dizer o quanto eu os amo. E foi nesse dia que eu fiz uma promessa. Eu prometi que iria estar com eles, pra sempre. Pra sempre. Por mais que o tempo passe, aonde quer que eles estejam eu estaria com eles.
E filho, ontem a noite aconteceu uma tragédia. Eu estou em choque até agora e, decidi fazer isso por causa da minha promessa.
Ontem a noite aconteceu um acidente onde um carro com 4 meninos capotou a caminho de um show. Me dói lembrar disso. Nesse carro estavam eles, meus 4 ídolos, meus 4 anjos. E eu? Eu decidi fazer isso. Provavelmente a única coisa que você sabe é que eu morri de parada respiratória. Não, eu me matei. Mas filho, eu estou num lugar melhor e você tem que acreditar nisso. Eu estou aqui em cima olhando você todos os dias, estou junto com as quatro pessoas que mais me fazem sorrir.
Você deve se perguntar por que eu fiz isso. Eu tinha um filho pra criar, e foi loucura. Sim, foi loucura, mas amor e filho, acredite, o amor de fã é o mais sincero. Você também deve se perguntar por que as minhas amigas, que são as mães dos teus três melhores amigos também não fizeram o mesmo. Elas nunca prometeram, por que tinham medo de não poder cumprir.
Filho, eu queria te ver crescer, queria ver teus dentes de leite caírem, queria estar do teu lado quando se apaixonasse pela primeira vez e quando tivesse pela primeira vez o coração partido. Queria poder te ensinar a ler e a escrever. Queria estar contigo quando você aprender a dirigir, queria vibrar de alegria quando tivesse o primeiro fio de barba no rosto. Queria estar do teu lado quando tu vesse me dizer que não é mais virgem, queria ver você se casar, ter filhos. Queria ver meus netos, queria mimá-los e ver você e sua mulher tirar o mimo deles. Queria ter tido um pouco mais de ti. Queria ter visto você crescer, queria estar contigo quando você aprendeu a andar de bicicleta, e quando você caiu o primeiro tombo. Queria estar sempre contigo meu filho. SEMPRE. Mas eu sempre vou estar, aqui ou em qualquer lugar.”
Eu por incrível que pareça acreditei nela. Mas ela não me ama? Quem ama cuida e nunca abandona. É, talvez seja por isso que ela se matou, para estar com os ídolos dela. Mas deixar um filho? Talvez um dia eu entenda todo esse amor. Agora é hora de saber mais sobre esses tal meninos. Talvez na internet... Não. Eu já sei. Eu vou até a casa do Thomas falar com a mãe dele. Que por sinal eu nem sei o nome.
Era isso. Lá estava eu, na frente da porta da casa do Thomas quando ele abriu.
Thomas: E aí mano!
Pedro: Velho, tua mãe tá ai?
Thomas: Sim leke, por que?
Pedro: Mano, tu sabe da minha mãe né? Então eu descobri umas coisas aí e eu tenho que ver com ela.
Thomas: Beleza irmão. MÃÃE. VEM CÁ!
Mãe: Tô indo. O Que que é?
Thomas: Vem logo!
Ela chegou, eu cumprimentei-a e ela pediu para mim sentar e Thomas sentou do meu lado. Queria ter uma conversa só com ela.
Pedro:É.. Mano, dá pra sair uns minutos?
Thomas: Vixe! Tá né..
Ele falou e saiu. Em seguida a mãe dele sentou-se no sofá da frente.
Pedro: oi dona...
Mãe: Simone!
Pedro: Oi dona Simone.. Bom, eu vim até aqui pra..
Simone: Eu sei Pedro. Eu sei. Sua mãe, uma das minhas melhores amigas falou pra mim que provavelmente hoje, exatamente hoje você viria aqui, ou na casa da Suelí que é a mãe do Lucas, ou na casa da Rosa que é a mãe do Pedro Lucas.
Pedro: Então... A senhora sabe de tudo?
Simone: Senhora tá no céu meu filho! Me chame de Simone, ou de você por favor.
Pedro: Desculpe.. Simone. Então, Você sabe de tudo?
Simone: Não. De tudo não. Eu fui uma das melhores amigas da sua mãe. Ela contou apenas pra mim, pra Rosa e pra Suelí isso. Ela contou-nos do diário e do bilhete para o porteiro. Só não falou do que se tratava.
Pedro: Quero que você me conte sobre.. Sobre aqueles quatro meninos pela qual um deles eu carrego o nome, o Thomas, o Pedro Lucas e o Lucas também. Quero saber mais coisas sobre essa tal banda Restart, sobre o acidente e sobre minha mãe.
Simone: Então ela te falou tudo no diário?
Pedro: Sim. Pra mim não é nada fácil falar dela, muito menos da morte dela pela qual em menos de duas horas eu pensava que fosse de parada respiratória.
Simone: Meu filho, eu te entendo. Bom. O que você quer saber?
Pedro: Da onde começou esse amor pela banda e, o quão fã ela era para me deixar. Com apenas 3 anos.
Simone: Ela sempre foi a mais louca de todas nós. Sempre quis mostrar pra todos esse amor, que muitas vezes eu e as outras tínhamos vergonha pois..
Pedro: Pois... ?
Simone: Essa banda era uma banda colorida e sofria certo preconceito por causa disso. Era uma banda não exatamente de rock, por isso a sociedade julgavam-os e também julgavam os fãs. Quem se dizia fã de restart para um rockeiro, ou dizia que restart era rock, sem mentira Pedro. O grupo de rockeiro batiam, as vezes até matar uma pessoa, só por ser fã.
Pedro: Nossa.
Simone: Eu tinha vergonha de dizer pra minha turma de aula que eu era fã de restart. Diferente da tua mãe, que sempre falava pra todo mundo, mostrava fotos... Ela já brigou com muita gente e eu a entendo. As pessoas julgavam aqueles quatro meninos que usavam roupas coloridas, assim como você e os teus amigos. Julgava, chamavam-os de gay, viados, e por aí vai. Tua mãe como uma fã defendia eles e muitas vezes se meteu em briga, levou suspensão várias vezes.
Pedro: Mas ela era tão fã? O amor dela por esses meninos era maior do que pelo próprio filho?
Simone: Ah... Pedro, você quer comer alguma coisa? Eu vou chamar Suelí e a Rose aqui.
Pedro: Não, não precisa chamá-las.
Simone: Ok, já que você prefere...
Pedro: Agora me diga sobre esse acidente.
Simone: A exatamente 14 anos e um dia atrás um carro capotou e milhares de sonhos capotaram junto. Esses 4 meninos estavam indo embora de um show, dentro da van, quando de repente capotou. Milhares de fãs, assim como eu quase enlouqueceram. Algumas delas, como a sua mãe... Bom...
Ela fez uma pausa, talvez com medo de falar pra mim.
Pedro: Se mataram?
Simone: É. Eu confesso que pensei em fazer isso mas eu tinha um filho e..
Pedro: Sim sim, pula essa parte.
Simone: Como você consegue menino? Ser engraçado até nessas horas? Ou, como você consegue ser assim? Passa por dificuldades em casa e está sempre sorridente na escola, feliz.
Pedro: Eu aprendi a lidar com isso. Eu tive que aprender. Na escola eu sou eu de verdade, é lá que eu sou feliz. Com meus amigos. Na escola eu não me importo com nada, lá eu esqueço de tudo. Eu penso só na minha felicidade, e penso em fazer os outros felizes.
Simone: Ei, não deixe de sorrir, tá?
Pedro: ok, mas, por que isso agora?
Simone: Pensa na tua mãe. Mesmo sofrendo com a perda de quatro pessoas mais importantes da vida dela ela sorriu. Sorriu ao ver você. Ela estava a caminho do hospital depois de tentar se matar. Mal ela sabia que em menos de uma hora depois a luz dos olhos dela iam se apagar. Para sempre.
Pedro: Então é isso?
Simone: Sim. E Pedro, seja lá o que está escrito naquele diário, acredite, pois sim, sua mãe sempre foi muito verdadeira. Ela nunca iria mentir. Não pra ti, desse jeito. Acredite.
Pedro: Ér... Obrigado! Posso falar com o Thomas?
Simone: Claro meu filho. Ele tá no quarto dele.
Ela falou isso e eu me levantei em direção ao quarto quando ela segurou minha mão.
Simone: Espera.
Pedro: Sim?
Simone: Mesmo sem você saber, eu sempre cuidei de você. Mesmo de longe. Eu, Rosa e Suelí. Esse foi o pedido da tua mãe.
Pedro: Mesmo?
Simone: Sim. Agora vem cá.
Ela me deu um abraço e um beijo na testa. Fui em direção ao quarto de Thomas.
Pedro: Mano, vou pra casa, quer ir lá?
Thomas: Bombô! Bora?
Fomos pra minha casa, passamos pelo porteiro que piscou o olho pra mim e eu assenti. Chegamos em casa e, por sorte eu tinha guardado o diário em baixo da minha cama. Thomas ficou até anoitecer lá. Eu não quero mais ler aquele diário por hoje. Assim que Thomas foi embora eu preparei qualquer coisa pra comer, que por sinal estava com fome. deitei-me na cama e meu pai me ligou.
Ligação on.
Pai: Eu não vou voltar mais pra casa.
Pedro: Hã? Oi pra ti também.
Pai: Oi Pedro. Eu vou morar aqui em Londres agora. Você já tem 17 anos e se vira.
Pedro: Eu já imaginava. Foi até os dezessete anos que minha mãe pediu né? 14 anos depois da morte dela.
Pai: Como você sabe?
Pedro: não interessa.
Pai: Então tá. Você vai se virar bem. Daqui um ano vai ser independente. Mas sua mãe me pediu até os dezessete e ah, eu vou te chamar pro meu casamento aqui em Londres tá?
Pedro: To pouco me fudendo pra onde você tá, com quem você tá e o que vai fazer.
Pai: Assim é bom, menos um pra mim pagar comida.
Pedro: Tchau.
Ligação off
Odeio falar com meu pai. Como ele consegue ser tão cara-de-pau? Eu acho que nunca perdoaria ele. Ele deixou minha mãe se matar assim, sem fazer nada?
Dormir agora para amanhã ir pra minha diversão e bom... Quando voltar ler.
(depois da aula, quando ele chega em casa)
Cheguei em casa e fui comer. Depois me sentei no sofá e abri o diário. Fui até a página que tinha parado, que já era no meio dele e li o último parágrafo.
“Filho, eu queria te ver crescer, queria ver teus dentes de leite caírem, queria estar do teu lado quando se apaixonasse pela primeira vez e quando tivesse pela primeira vez o coração partido. Queria poder te ensinar a ler e a escrever. Queria estar contigo quando você aprender a dirigir, queria vibrar de alegria quando tivesse o primeiro fio de barba no rosto. Queria estar do teu lado quando tu vesse me dizer que não é mais virgem, queria ver você se casar, ter filhos. Queria ver meus netos, queria mimá-los e ver você e sua mulher tirar o mimo deles. Queria ter tido um pouco mais de ti. Queria ter visto você crescer, queria estar contigo quando você aprendeu a andar de bicicleta, e quando você caiu o primeiro tombo. Queria estar sempre contigo meu filho. SEMPRE. Mas eu sempre vou estar, aqui ou em qualquer lugar.”
Passei a folha e naquela folha estava escrito apenas o PEDRO GABRIEL que eu li sem querer ontem. Depois virei a folha novamente e aquela era a última. Depois dela tinham mais umas riscadas, outras cortadas na metade. Comecei a ler a última folha.
“Pedro, desculpa rasgar as próximas folhas. Eu não tenho mais forças pra continuar escrevendo. Não agora. Acaba de passar no jornal outra notícia do acidente e meu filho, essas são minhas últimas palavras.
Eu vou te esperar, aonde quer que eu vá. Te levo comigo.
Eu te amo Pedro.”
E foi essas as palavras? Só essas as últimas palavras dela? Não. Tinha mais aquelas fotos. Era isso.
Fui até o quarto dela e peguei a caixa com as fotos. Tinham apenas cinco fotos, numeradas e com texto atrás.
Fui ver a primeira. Era uma foto de quatro meninos coloridos. Fui ler o que dizia atrás.
Pedro Lanza, Pedro Lucas, Lucas Henrique e Thomas Alexander. Esses são os quatro meninos da restart. Esses são mesu ídolos. Aquele com a calça azul é o Pedro Gabriel Lanza, pela qual você leva o nome dele.
Depois uma outra com quatro meninas a trás
Eu, Rosa, Suelí e simone. Minhas melhores amigas.
E outra com o mesmo texto atrás.
Depois eu peguei uma foto com um bebê.
MEu filho. Esse é você. Choro toda a vez que vejo essa foto. Filho, lembre-se: Aonde quer que eu vá, te levo comigo. SEMRPE!
Uma lágrima caiu dos meus olhos quando vi aquela foto. MAs foi interrompida por um sorriso apertado ao ver outra foto.
Meu filho. Essa foto... Foi meus últimos momentos com você. Depois de ler essa história eu te pus na cama e tudo aconteceu. O acidente... E depois minha morte.
Depois dessas fotos tinha um bilhete.
Filho, guarde essas fotos contigo e nunca esqueça que eu te amo!
Aonde quer que eu vá, te levo comigo.
Notas finais
A moral da história: Aproveite bem uma pessoa enquanto você tem ela, pois amanhã pode ser tarde demais.
Outra coisa é que você não pode esquecer daqueles que você ama. NUNCA deixar eles também.
Beijos, Mauren!
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