O Diabo veste terno
31 Ombres du passé
Notas iniciais
POV Edward
— Maldito!
O verme estava estirado no chão, sua máscara estava torta, mas o sorriso sínico ainda continuava em seu rosto.
É claro que toda aquela movimentação logo começou a se transformar em um grande espetáculo, e a julgar pela quantidade de repórteres que estavam aqui, não me admiraria se essa briga estivesse estampada em algum jornal logo pela manhã.
Isabella parecia paralisada de choque, assim como todos ao seu redor. A ultima coisa que eu queria, era vê-la envolvida em qualquer coisa com esse lixo.
Eu sabia desde o inicio que era ele.
Depois do segundo lance eu já havia notado de quem se tratava. Era a cara dele fazer esse tipo de cena, ele adora uma exposição em público.
Quando me virei para sair de perto, fui pego de surpresa por um golpe dele, que me desequilibrou por um momento, tive que me agarrar a um dos pilares para não cair.
— Acha mesmo que as coisas vão ficar assim, Cullen? – Ele falou com a boca sangrando, seus olhos brilhavam de fúria.
Avancei novamente nele, desta vez nós dois fomos parar em uma das mesas, que quebrou uma das pernas nos lançando para o chão. Ele rolou por cima de mim, acertando um golpe em meu maxilar onde a máscara não cobria.
Agarrei-o pelo colarinho, dando um soco nele, ele tentou desviar, mas acertei o golpe em seu rosto, até sermos separados pelos seguranças.
— Assez! Assez! – Um deles começou a gritar.
O segurança que segurava Jasper o arrastou para fora do salão, então o segurança que havia me separado dele, finalmente me soltou.
— Je suis désolé monsieur. – Ele se desculpou.
— C'est bon.
Ele continuou a falar, mas eu já não estava mais prestando atenção nele. Comecei a procurar por Isabella, mas ela já não estava mais parada no mesmo lugar.
Ela havia saído.
POV Bella
A realidade de toda aquela cena me deixou transtornada.
O modo como Edward e Jasper estavam se golpeando era mais do que eu podia suportar. Não suportei mais nenhum segundo daquela cena, então virei as costas, me desviando de todas aquelas pessoas curiosas, escapando por um corredor que levava a um pátio externo.
O pátio estava iluminado com pequenas luzes de LEDs brancos enroladas nas árvores que acompanhavam um caminho de tijolos.
Quando finalmente sai para fora, dei um grande suspiro, respirando o ar fresco da noite.
Eu estava tonta, meus dedos estavam formigando, meu corpo tremia igual a um pinscher nervoso, e eu sabia, por experiência própria, que estava a um passo de hiperventilar.
O ar frio se esparramou por minha pele, que agora estava coberta por uma camada fina de suor, um resquício dos últimos minutos de pura tensão.
— Bella.
Alice veio correndo atrás de mim, os olhos cheios de preocupação.
— Você está bem?
— Não! — Sacudi a cabeça e então, pensei melhor na minha reação. Alice não merecia a minha raiva. A razão estava lentamente retornando a mim. — Desculpe Alice. Só preciso de um pouco de ar.
— Venha, sente-se aqui.
Ela me conduziu delicadamente pelos ombros e me guiou até um canto vazio no pátio. Nos sentamos em um banco de ferro forjado. Todo meu corpo parecia pesado, letárgico.
Passei as duas mãos no rosto.
Eram várias sequencias de acontecimento em uma única noite.
Primeiro todo aquele leilão ridículo, se já não bastasse aquela exposição desnecessária, Jasper de repente aparece, e logo já colocou as manguinhas de fora, e quando eu achei que as coisas não podiam ficar piores, Edward e Jasper começaram a se atracar no meio do salão, causando um grande alvoroço.
Era muitas coisas para processar.
— Alice, Bella. – Kate veio andando em nossa direção. – Edward está procurando por vocês duas.
— Como ele está? – Alice perguntou.
— Está com a lateral do rosto machucada, e parece muito irritado, mas tirando isso ele parece bem. – Ela disse. – O problema maior agora é com a imprensa. Eles não vão nos dar paz tão cedo.
Alice suspirou.
— Vou tentar arrumar essa bagunça. – Então ela olhou para mim. — Acho que Bella não está se sentindo bem. Chame o carro para levá-la de volta ao hotel.
— Tudo bem.
(...)
Voltei para a frente do salão, Kate me ajudou a sair pelos fundos, ela já havia chamado o carro. Eu não vi mais Edward, ou qualquer outra pessoa. Fiquei em frente a escadaria para esperar pelo motorista.
Então vi Tanya parada. Ela veio andando em minha direção.
Parecia furiosa.
— Você! – Ela disse apontando o dedo em minha direção. – Tem ideia do que fez?!
— O que...
— Você é uma sonsa mesmo! – Ela disse irritada. – Acha que eu não sei o que você e o Edward andam fazendo? – Ela riu. — Quem daria 100 mil dólares para uma empregadinha como você? Francamente!
— Sai daqui! – Disse. – Você não tem direito de...
— Eu ainda não terminei! – Ela disse. Então se aproximou de mim. – Só espero que saiba que Edward gosta de brincar com mulheres estúpidas e ingênuas como você. — Ela sussurrou friamente. – É apenas uma questão de tempo. – Ela lançou um sorriso irônico.
— Para que? – Disse.
— Para ele te descartar como as outras. – Ela respondeu.
— Isabella. – Edward chamou e começou a andar em nossa direção. Seu rosto estava manchado onde Jasper o havia golpeado.
— Edward querido, você está terrível!
— Poupe-me de seus comentários Tanya! – Ele disse seco. – Vá para o carro.
Ela deu de ombros e antes de sair me lançou um sorrisinho zombeteiro.
— Você está bem? – Perguntei.
— Eu pareço bem, Isabella? – Ele disse friamente.
Cassete.
– Acabo de dar um espetáculo de graça para esses repórteres famintos por notícias, a imprensa está em cima de mim igual urubu em cima da carniça, amanhã provavelmente serei manchete do Le Figaro*, estou fodidamente irritado e ainda por cima, meu rosto está doendo. Então não Isabella. Não estou bem!
— Me desculpe. – Disse.
Ele parou por um minuto, apertando entre o meio das sobrancelhas. Então deu um longo suspiro me encarando.
— Pelo que exatamente está se desculpando?
— Eu não sei. – Disse. – Mas ao que parece tudo isso é culpa minha, não é mesmo? – Elevei minha voz. – Esse leilão ridículo para começar. Eu não queria estar nele. Eu não deveria mesmo ter participado. – Balancei a cabeça. — Mas Alice insistiu e, bem, não tem como dizer não para sua irmã.- Disse. — Depois aquele estranho me abordou, e eu não fazia ideia de que era Jasper, e eu sinto um clima muito pesado a cada vez que ele está por perto. – Edward franziu o rosto. — E depois do que aconteceu hoje, o modo como as coisas saíram de controle, eu o detesto por razões que nem eu mesma posso entender! Então sim Edward, eu acho que lhe devo um pedido de desculpas!
— Isabella... – Ele disse.
— Eu só quero ir embora daqui. – Disse tentando me controlar para não desmoronar.
(...)
Estávamos dentro do carro. Ficamos em silencio durante todo o trajeto, trocando apenas alguns olhares, mas a cada vez que isso acontecia, desviávamos um do outro.
Tanya, Alice e Kate também se mantiveram caladas durante o trajeto, mas depois de todo o carnaval que havia acontecido, não me admirava que todos estivessem calados.
(...)
Quando chegamos no hotel, haviam alguns repórteres e paparazzi na recepção. Saímos da limusine, e literalmente fomos atacados por eles. Todos falavam euforicamente, os idiomas de misturando em uma confusão de palavras.
Alice tomou a frente.
— S'il vous plaît, nous ne voulons pas être dérangés!
Os repórteres continuavam a nos atormentar enquanto entravamos no hotel.
— Gardes de sécurité! – Alice gritou.
Dois guardas bem altos e com expressões ameaçadoras vieram na mesma hora, nos ajudando a entrar no hotel.
Mesmo quando a porta de vidro foi fechada, eles continuavam a falar, empurrando uns aos outros na esperança de conseguir alguma coisa.
Fomos direto para o elevador.
Assim que entramos Alice falou.
— Conversei com um dos responsáveis da TF1* e eles me garantiram que não vão passar nada a respeito do ocorrido.
— Quantas emissoras existem na França afinal? – Tanya disse ácida. – Por que privar apenas o principal canal não vai adiantar...
— Quer calar a boca? – Alice disse irritada. Então se direcionou a Edward. – Kate e eu entramos em contato com alguns jornais locais, mas ainda não tivemos retorno.
— O executivo da M6* prometeu me retornar. — Kate disse.
— Aposto como o nome da Runway irá aparecer amanhã em todos os lugares. – Tanya disse acida. – E não vai ser pelo sucesso do evento... – Ela disse me encarando.
Edward não disse nada. Apenas mantinha uma linha fina entre os lábios.
(...)
Depois de todos estarem em seus respectivos quartos, tomei um longo banho na esperança de que isso pudesse me deixar mais relaxada, mas é claro que isso não aconteceu.
Eu não gosto de Tanya, e é obvio que o sentimento é mutuo. Mas não conseguia parar de pensar em suas palavras, e isso estava começando a me perturbar mais do que eu gostaria.
“ É apenas uma questão de tempo, para ele te descartar como as outras”.
Eu estava profundamente perturbada e irritada. Eu odiava como suas palavras me atingiam.
Então repassei toda a noite em minha mente.
A maneira como tudo saiu de controle. Jasper nunca havia me dado motivos para detesta-lo. Mesmo quando Edward reagia estranho a sua presença, eu frequentemente me questionava sobre o que poderiam significar. Eu sabia que havia algo de errado, só não sabia o que era.
E ainda continuo sem saber, e isso me deixa ainda mais perturbada.
Vesti meu hobby da Victoria Secrets que Alice havia me dado, pensei em dar uma volta pelo hotel. Quando abri a porta, vi Edward parado em frente a minha porta.
— Ah! – Disse surpresa.
Ele vestia uma calça de moletom cinza, e uma camisa branca de algodão, seu cabelo estava úmido.
— Estou tão ruim assim? – Ele disse. Parecia ter recuperado seu bom humor.
Seu rosto ainda continuava vermelho, e parecia inchado. Mas mesmo assim ele continuava parecendo um deus grego.
— Acho que deveria colocar um gelo nesse machucado. – Disse ignorando seu comentário.
— Eu estou bem. – Ele disse.
Ele entrou no quarto, fechei a porta.
Ficamos nos encarando em silencio.
— Isabella. – Ele chamou.
— Sim?
— Eu...- Ele me encarou. – Me desculpe como eu falei com você. Eu estava muito irritado, eu não queria descontar em você.
— Tudo bem. – Disse.
Ele franziu a testa.
— Não faça isso.
— Fazer o que? – Disse confusa.
— Dizer que está tudo bem depois de eu tê-la tratado mal.
Suspirei.
— E o que você quer que eu faça Edward? -Disse levantando as sobrancelhas. – Que eu me descabele e comece a chorar a cada vez que você levantar a voz para mim?
— Claro que não! – Ele disse transtornado.
— Então para de falar como eu devo ou não agir droga!
— Eu não... – Ele disse. – Não foi isso que eu quis dizer.
— Então o que você quis dizer, Edward?
Ele franziu a testa.
— Por que você está agindo dessa forma tão explosiva? – Ele questionou.
Bufei.
— O que foi? Só você pode ficar furioso e descontar nas pessoas? – Disse.
— Não... Eu...
— Eu estou irritada Edward! – Disse finalmente explodindo. — Eu estou me sentindo mal com toda essa situação. – Disse deixando finalmente as lagrimas de raiva escaparem. – Eu odeio toda essa situação. Eu não queria...- Não consegui continuar.
Ele se aproximou de mim, me abraçando.
— Shhh. – Ele disse afagando meu cabelo. – Não precisa se preocupar com nada.
— Mas Tanya disse...
— Não de importância ao que ela fala. – Ele disse beijando o topo da minha cabeça.
Bem que eu gostaria. – Pensei.
Ele continuava me abraçando, então me afastei um pouco para encara-lo.
— Você precisa colocar gelo nesse ferimento.
(...)
Improvisei uma bolsa de gelo com uma fronha e gelos do frigobar. Edward se sentou no sofá, fui me sentar em sua frente, pressionando o gelo pela lateral de seu rosto.
Ele fez uma careta quando o gelo encostou em seu machucado.
— Está doendo muito?
— Não. – Ele disse, mas eu sabia que ele estava mentindo.
— Espero que ele também esteja sentindo dor. – Desejei com raiva.
— Pode apostar que está. – Edward sorriu de leve.
Eu esperava que sim.
Fiquei olhando para ele.
— O que foi? – Ele perguntou.
Eu tinha que saber.
— De onde vocês se conhecem? – Perguntei.
Ele suspirou.
— Nós conhecemos quando estudávamos em Harvard. – Ele disse.
Ele parou de falar, então continuou.
– Quando eu estava no último ano, prestes a me formar, meu pai queria que eu assumisse a Runway, mas... – Ele parou.
— O que? – Disse.
Ele encarou as mãos.
— Eu era um idiota, e não queria saber de nada. Não dava a mínima para a Runway, ou para qualquer outra coisa que não fosse eu mesmo. – Ele disse e parecia perturbado. – Quando Carlisle adoeceu, ele precisava de alguém para assumir os negócios, e Jasper estava de olho na empresa nessa época. Os sócios de meu pai sugeriram que ele devesse assumir a empresa, já que nessa época eu havia literalmente fugido das minhas obrigações.
Então me lembrei do que Tanya havia dito em nossa primeira noite aqui, e como Edward ficou perturbado com isso.
— Foi nessa época que você e Tanya vieram para Paris. – Disse.
— Sim. – Ele suspirou. – Mas depois de um tempo, comecei a pensar o quão idiota eu estava sendo, então peguei um avião, e retornei no dia que ele assumiria a empresa.
Franzi a testa.
Então foi por isso que ele disse “Novamente Edward teve que estragar meus planos” Ele se referia a Runway!
— Desde essa época Jasper inferniza minha vida. – Edward disse. – Sempre que surge alguma oportunidade ele tenta me atingir. – Ele parecia irritado. – Já estou cansado disso!
Balancei a cabeça.
— Não pode lidar com tudo sozinho. – Disse.
Ele suspirou.
— Estou acostumado a lidar com isso Isabella. Só não quero que você se machuque. – Ele disse passando as pontas dos dedos pelo meu rosto. — Eu não suportaria.
Senti um aperto no peito. Eu queria poder fazer alguma coisa. Mas era difícil, quando eu mesma não sabia o que fazer.
— Escute. – Disse colocando o gelo novamente em cima do seu machucado. — Você pode falar comigo sempre que precisar, sabe disso.
Edward cobriu minhas mãos com as dele, apertando-as de leve.
— Estou cansado. Foi uma noite muito estressante. – Ele disse mudando de assunto.
Suspirei e concordei com a cabeça.
Ele me puxou para que me sentasse em seu colo, colocando a trouxa de gelo de lado.
— Pensei que estivesse cansado. – Disse provocativa.
Ele riu.
— Nunca estou cansado para isso. – Ele disse puxando meu rosto para o seu.
Tomei cuidado para não encostar em seu ferimento.
Seus lábios se demoraram nos meus, sua língua me provocando.
Ele me segurava com firmeza, mas com ternura, me ancorando contra ele. Eu podia sentir sua ereção dura contra minha perna.
Ele passeou suas mãos para dentro do meu Hobby, puxando a fita de seda lentamente fazendo-o abrir. Sua boca desceu para meu pescoço, sua respiração quente provocando arrepios por toda minha pele.
Ele deslizou o hobby de meus ombros, deixando-me apenas com a fina camisola que eu vestia. Ele continuou com um caminho de beijos quentes em minha pele, descendo para minha clavícula até parar no meio dos meus seios. Então ele deslizou uma alça da camisola de cada vez, até passear com sua língua em meus mamilos.
Arfei quando ele circundou o mamilo com a língua, um após o outro. Ele sugou cada mamilo, arrancando gemidos de minha garganta, estendendo sua atenção a cada pedacinho de pele exposta.
Ofeguei com a sensação da sua língua provocando e demorando em minha pele.
Passei as mãos em seu peito, eu sentia uma imensa necessidade de sentir sua pele contra a minha. Deslizei minha mão por sua camisa, ele se afastou brevemente, atirando a camisa pelo quarto, voltando a provocar meus mamilos.
Ele mordeu gentilmente um dos mamilos e eu gritei.
— Ah!
Ele parou por um momento, então saiu do sofá, me puxando para o lado. Ele se ajoelhou em frente a mim, puxando minhas pernas para frente fazendo com que eu ficasse deitada. Então ele abriu minhas pernas para ele. Ele deslizou minha calcinha para baixo, deixando-me exposta. Senti minha respiração acelerar.
Sua língua tocou meu sexo, fazendo-me retorcer no sofá.
Sua mão pousou em meu quadril. Senti sua língua quente e habilidosa circular meu feixe de nervos, rodeando-os com movimentos lentos e precisos, antes de se enterrar no meu sexo. Não havia um milímetro de mim que ele não estivesse explorando. Inclinei meu quadril para frente, sua língua me provocando. Comecei a agarrar as almofadas do sofá quando ele começou a acelerar o ritmo. Então ele deslizou o dedo dentro de mim, lento o suficiente para me deixar levemente maluca. Prendi a respiração, então ele retirou, e colocou novamente. Ele provocou meu clitóris com a língua, enquanto dava estocadas com os dedos.
Gemi e um fogo se espalhou pelas minhas veias. Eu podia sentir o clímax se aproximando cada vez mais. Comecei a sentir minha respiração oscilar.
— Edward! – Disse quase sem folego.
— Goze Isabella. – Ele disse com a voz carregada de desejo.
Ele deu mais três estocadas fortes com o dedo, minha mente ficou em branco, e fui levada ao êxtase.
— Isso mesmo. – Ele disse satisfeito, retirando o dedo de dentro de mim, sua respiração quente soprando meu clitóris.
Senti meu coração acelerado, estava ofegante.
Me sentei no sofá, Edward ainda estava ajoelhado, olhando para mim.
Puxei sua boca para minha, sua língua passeando pelo meu lábio inferior.
Sua boca fazia movimentos sutis contra minha língua. Entrelacei meus braços em torno do seu pescoço, meus dedos presos em seus cabelos.
Ele desviou sua boca da minha, fazendo uma trilha de beijos até minha orelha. Soltei mais um gemido, minhas mãos se agarram ainda mais fortes as mechas de seus cabelos quando ele mordeu o lóbulo da minha orelha.
— Ah!
Nos separamos brevemente, ele ficou em pé, então eu o puxei para mais perto de mim. Ele riu.
— O que você vai fazer? – Ele disse provocativo.
Puxei ele ainda mais para perto, passando a mão por cima do volume de sua calça.
Ele estava duro.
Puxei sua calça para baixo, em seguida sua cueca, liberando sua ereção.
Seus olhos cintilaram de prazer.
Agarrei sua ereção, apertando a base o acariciando sem pressa antes de leva-lo para minha boca.
Sua cabeça pendeu para trás.
— Ah! – Ele arfou.
Retirei-o da minha boca, continuando os movimentos de vaivém controlados e o coloquei na boca novamente, afundando seu membro em minha garganta. Ele se contorceu e gemeu novamente, sua glande brilhando.
Passei a língua pela cabeça pulsante de seu pau, desenhando círculos na superfície úmida com a ponta da língua.
Ele deu um gemido sufocado.
— Isabella! – Ele falou sufocado.
Sorri, e calmamente deslizei a língua pelo seu mastro, dando mais investidas à frente, antes de fechar os lábios ao redor da glande e engoli-lo até o fundo da garganta.
Ele perdeu o fôlego.
— Cristo Isabella! — Ele ofegou.
Fiz uma pausa, sentindo a pulsação na língua e, expirando lentamente, repeti o movimento de volta até a ponta. Seus dedos se agarram aos meus cabelos, acompanhando os movimentos que eu fazia, deixando escapar um gemido de prazer.
Ele estava quase lá.
Ele retirou a mão dos meus cabelos, segurando a base do pênis. Seus olhos estavam dilatados de prazer.
Sem tirar os olhos dos seus, chupei sua glande, e ele quase parou de respirar.
— Isabella! – Ele gritou. – Eu vou gozar!
Afundei-o novamente em minha boca, o levando para mais fundo da garganta.
Edward jogou a cabeça para trás, dando um grito gutural de satisfação, liberando finalmente seu prazer para dentro da minha garganta.
Sua respiração estava ofegante, ele me olhou com os olhos verdes sem foco e então se inclinou para mim, me puxando do sofá, chocando os lábios contra os meus, em um beijo fervoroso.
— Você me deixa louco, sabia disso? – Ele sussurrou entre meus lábios ainda com a respiração oscilante.
Sorri de satisfação.
— Eu posso dizer o mesmo. – Disse.
Sem nos desgrudarmos, nos encaminhamos para cama.
Quando paramos em frente a ela, Edward se deitou, me puxando para cima dele.
Mais uma vez seus lábios aprisionaram os meus em um beijo urgente, seus lábios possuindo os meus com ferocidade, cobrindo-os calmamente, sua língua varrendo minha boca sem pressa.
Senti sua mão passar em minha espinha, acariciando lentamente minha coluna. Ele posicionou seu corpo, se sentando de joelhos e me puxando para ele, uma perna de cada lado do seu corpo.
Ele passou o braço entre nós para se posicionar na entrada do meu sexo.
— Incline-se para trás e apoie-se nos braços – ele disse com a voz grave, os olhos intensos nos meus.
Fiz o que ele disse, seu braço livre me sustentou pela cintura.
Ele me penetrou lentamente, soltou uma lufada de ar, os lábios entreabertos e úmidos.
Dei um gemido de total e completo êxtase quando senti ele me preencher, meus braços fraquejam por um momento, o que me faz enlaçar sua cintura com mais força com as pernas.
A sensação de tê-lo dentro de mim era maravilhosa.
Sua outra mão também foi parar na minha cintura.
Ele guiou meu quadril em círculos sobre ele, com um lento movimento de vaivém.
Dei um suspiro longo e cheio de ar, entregue às sensações que ele despertava em mim.
Ele começou a aumentar o ritmo de seus movimentos. Perdi o fôlego ao ser mais uma vez levantada e abaixada com força.
Ele me penetrou ainda mais fundo, seus quadris batendo nos meus com movimentos vigorosos.
A cada estocada, eu sentia o clímax se aproximando.
As mãos dele deixam meu quadril por um momento e deslizam pelas minhas costas, até me segurarem com força pelos ombros e minha cabeça pender para trás.
Ele estava me levando a loucura.
Ele continuou a investir contra mim e, com um rugido ensurdecedor, me penetrou com tanta força que quase doeu.
— Goze para mim Isabella!
Suas palavras e seu toque desencadearam uma carga de pressão. Cada músculo do meu corpo se contraiu inteiro, fazendo com que finalmente eu explodisse com um gemido longo e alto.
— Isabella! — Edward urrou.
Seu corpo tremeu sobre o meu. Suas mãos seguraram meus quadris com mais força enquanto ele encontrava seu próprio êxtase.
Ele ficou tenso e então desabou em cima de mim. Seu corpo estava escorregadio sobre o meu, enquanto ele expirava pesadamente.
Ele se deslizou para fora de mim, me puxando para seus braços.
A intensidade do que fizemos foi absorvida por mim e minha mente rodopiou com o significado daquilo tudo enquanto eu finalmente cai no sono em seus braços.
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