Notas iniciais
Agora sim deu pra entender tudo. Próximo capítulo é porrada -q

Depois da aula corri direto para casa e liguei o computador, queria muito contar que tinha acabado de ver o Lupus. Mas além de não poder fazer isso, ninguém acreditaria em mim. Tamanha foi a minha surpresa quando cheguei no chat e vi Carlos contando entusiasmado que havia encontrado e conhecido o Zero. Grandark o xingava toda hora, e mesmo irritada contou para ele o que estava acontecendo, agora eu não era mais a única que sabia.

Any disse que ouviu um grito vindo da sala, correu lá e viu a Arme estendida no chão. Provavelmente tinha levado um tombo. E o OOC da Elesis (Seu nome é Caio) disse ter encontrado a garota berrando irada, já cansada de ficar de tocaia. Aos poucos todos estavam encontrando seus respectivos personagens. E o Luvizotto, OOC do Frajo (Personagem inventado pelo mesmo, para participar do RP) estava reclamando por seu personagem não existir. O chat estava bagunçado e confuso com essa história dos personagens da Grand Chase serem reais.

Uma parte nessa história estava ainda mal contada. Como os vilões conseguiram chegar até o mundo real? A teoria da Mari não tinha base: Como era possível o Duel lançar uma maldição nos outros companheiros, sendo que algo desse tipo não estava na história do jogo? Estávamos esquecendo de um detalhe: Ambos os vilões eram interpretados por Teffy, Any e Luvizotto. Isso tornou os três OOCs dos vilões, e possibilitou a vinda deles ao mundo real. Mas isso ainda não os livrava completamente do perigo, pois se por exemplo Teffy morrer, Sieghart deixaria de existir, mas os vilões continuariam por ter outras duas pessoas que os interpretassem no RP. Chegamos a essa conclusão depois de tanto pensar, em meio a uma conversa no chat.

- Vocês parecem ter razão – Disse o Lupus, que estava logo atrás de mim lendo a conversa, me dando um belo susto.

- Lupus! Que susto! – Gritei

- Tch, medrosa.

- Você devia ir lá falar isso para a Mari e os outros.

- E te deixar sozinha aqui?

- Ora, não sou tão indefesa.

- Não me faça rir...

- Você devia mesmo ir falar o que descobrimos para os outros.

- Eles já devem ter lido isso, também são espertos.

- E o que nós vamos fazer?

- Nós?

- É, afinal também estamos envolvidos nessa, podemos morrer a qualquer momento.

- Vocês não podem fazer nada.

- Tem que ter algo que possamos fazer.

Nossa conversa foi interrompida por um grito do Luvizotto no Skype. Ele dizia ter acabado de ver o Frajo.

- GENTE, EU VI O FRAJO! ERA UM GATO PRETO DE OLHOS AMARELOS, ERA O FRAJO, EU TENHO CERTEZA – Ele gritava, alegre.

- Como isso é possível? – Lupus me perguntava.

- Não sei... – Eu respondia

- FRAAAAAAAAAJOOOOOO – Ouvia-se os gritos de Luvizotto, que estava provavelmente abraçando o pobre gato. Ouviu-se uma voz infantil, vinda de outro microfone.

- Quem é Frajo? – Dizia Arme.

- É um amigo nosso – Respondia Any.

- Mas como isso é possível? – Dizia Mari, em outro microfone.

- Desde quando você está aqui? – Perguntava Íris, OOC da Mari.

- Calem a boca, mortais – Dizia Sieghart, de outro microfone.

- Fica quieto e me deixa pensar – Retrucava Lupus.

- Será que dá pra todos vocês ficarem quietos?

Notas finais
Avaliem sempre u-u