O Diário da Secretária

21 📓🖋️20. O segundo Date (Senhor Lee) Parte II.


Notas iniciais
A autora se encontra em frangalhos... (nada de mais não se preocupem) mas é a minha desculpa para avisar que não consegui revisar o capítulo, estou com zero concentração. E só espero que o cap. tenha ficado pelo menos legal. Espero que curtam. Avisos: ⚠️+18 Capítulo contem HOT (mais de um) então é naquelas, se não se sente a vontade em ler coisas assim, por favor não leiam, o bem estar de vocês é o que vale para mim. Porém ler será por sua conta e risco okay?⚠️ Aqui é uma fic, fic vem de ficção então... já sabem, sem insinuações ou insultos aos idols, nem a vocês. Boa leitura amores!


Depois de alguns minutos de viagem, finalmente chegamos ao nosso campo de flores, onde eu tinha plano de passar o dia com a Yoonah.

Ela olhava a tudo muito encantada e eu? Eu estava somente sendo um babão por ela.


— Minho... aqui é tão...

Os olhinhos dela brilhavam e eu estava amando ver aquilo tão de perto.

— Lindo? — ela sorriu largo para mim.

— Sim, lindo amor... e tão colorido...

— É... nosso campo de flores é o mais belo de todos desta região, amor.

— E dá para entender o porquê...

Ela sorria e eu também sorria largo, uma plena satisfação me tomava só de vê-la daquele jeito e tudo que eu queria era mais, mais dela, mais de nós e eu iria garantir que nosso dia fosse assim...

Repleto de “nós” por todos os lados.

— Vem, gatinha, vamos arrumar as coisas para podermos andar um pouco.

— Está bem, Lino.


[...]


Yoon POV.


Eu já havia entendido que o Lino estava me levando para um piquenique, mas nem de longe imaginei tudo isso.

Estávamos debaixo de uma árvore que parecia muito antiga devido à grossura de seu tronco e do alcance de sua copa.

De um lado dela, o mais belo campo de orquídeas que em dado momento se misturava com tulipas, girassóis... todas as cores em uma bela mistura, e do outro uma espécie de mini cachoeira, diferente da primeira que fomos, mas com muita água e sombra, o lugar era esplêndido.

— A água ali é que rega e molha toda a terra dos campos, é diferente da cachoeira que fomos, mas dá para se refrescar ali também se quiser.

Ele falava me encarando e eu sabia estar com um semblante bobo na cara.

— Pode falar, Lino...

— O que, gata?

— Eu sei que está pensando em como sou boba...

— Não, gatinha, você errou feio...

— Ah, é? Então, em que você está pensando?

— Mais tarde, você vai saber...

O semblante dele era cheio de dualidade, sexy, fofo, instigante... eu estava perdida com ele e isso era nítido.

— Hum... está com fome, amor?

Perguntei sem jeito e ele gargalhou com a minha tentativa de mudar o rumo da conversa.

— Claro, estou sim e você está também, vamos comer um pouco e relaxar, está bem?

— Certo... vamos ver o que a Willou preparou para nós.


Abrimos a cesta e seu interior estava farto, repleto de comidinhas gostosas e coloridas, parecia até que passaríamos semanas ali nos campos.

Sorri boba pelas frutas cortadas em formatinhos fofos, todo o cuidado dela com o Lino era algo muito especial de se ver.

— Quer melancia, amor?

— Quero, sim, gatinha, deve estar bem docinha...

Peguei um potinho e dei um pedaço a ele diretamente em sua boca e nós dois sorrimos, pois eu, toda desajeitada, quase derrubei o pedaço que eu daria a ele.

Mas ele me salvou e eu dei o pedaço em sua boca, esse que ele apreciou em puro deleite.

— Docinho, nível Yoonah... perfeito! Vem, sua vez, gata.

Ele pegou um pedaço de melancia e me deu, estava mesmo bem docinha e eu sorri boba com o olhar hipnotizado dele sobre mim.

— Amor...

— Oi?

— Posso te perguntar sua história com a Willou?

Ele sorriu e o conhecendo como o conheço, já sabia o que esperar.

— Sabe, Yoonah, — ele me olhou nos olhos e se aproximou de mim — Às vezes, mulheres mais velhas também me encantam, a Willou me deu mole e bom... nós nos pegamos.

“Uma resposta típica do senhor Lee.” — pensei e sorri, revirando os olhos.

— Se ela te ouvir falando assim, ela certamente vai te bater; e eu vou deixar Minho.

Ele gargalhava alto, quase rolando no chão.

— Você fica tão fofinha quando faz essa cara de indignada.

— E você é um bobo.

— Bicudinha, ela... minha Bicudinha... — Ele se sentou direito e me encarou. — Bom, o que posso te dizer é que a Willou foi para mim a mãe que a minha mãe de sangue se recusou a ser e, quando os pais do Binnie morreram e eu me juntei a ele e ao Channie, ela largou minha família e veio cuidar de mim, alegando que eu não saberia me virar sem ela.

Ele falou tudo o mais simplista possível e eu me apaixonei ainda mais pela Willou, afinal, ela cuidou do meu amor.

— Se quer saber, ela não mentiu... você precisa dela em sua vida, gatão.

— E eu não sei?... olha isso, gatinha, ela corta o melão em formato de estrelinha, eu adoro isso... — ele comeu um pedaço do melão e quase soltou um gemido. — Uaaau come um pedaço, amor, está docinho demais.

Ele veio me dar o melão na boca e, quando fui pegar, ele colocou o pedaço na boca dele, forçando um beijo entre nós, que foi docinho e refrescante, pois as frutas ainda estavam geladinhas.

Nós meio que continuamos o beijo sem pensar demais e, quando dei por mim, ele mordia meu lábio, arrastando a minha carne entre os seus dentes enquanto suas mãos hábeis soltavam meu sutiã.

— Lino...

— Hum?

— Ao ar livre assim?

— Não seria nossa primeira vez, gata.

Me lembrei da cachoeira e me senti arrepiar.

— Não, mas lá era mais escondido, Lino... aqui estamos um tanto expostos demais, não acha?

— Amor, não vem ninguém aqui sem uma ordem minha ou da Willou, não se preocupe demais com isso, sim?

Eu mal sabia o que dizer, ele havia pego uma uva e a estava levando para um lugar um tanto inusitado do meu corpo.

— Aaah...

Senti seus dedos adentrando minha calcinha e arfei.

— Tão sensível... você foi feita para mim, sabia?

— Eu fui?

Falei já ofegante e ele sorriu.

— Sim, minha gata, feita para mim, pois amo ver sua sensibilidade, suas reações aos meus toques...

Ele me deitou, me deixando à vontade sobre a sombra daquela enorme árvore.

— Sabe o mais legal aqui?

— O que, amor?

Ele me encarou erguendo o meu vestido e descendo minha calcinha e eu estremeci com aquilo.

— Estamos isolados, você pode gritar se quiser.

Assim que ele falou, ele sumiu entre minhas pernas e agora eu sentia ele colocando a uva em minha intimidade.

Não demorou nada, comecei a sentir a língua dele levando a pequena fruta para passear em mim e estranhamente aquilo estava bom demais.

Tentei me mexer, mas ele segurou meus pulsos, pelo jeito ele gosta mesmo de me torturar.

Tudo que eu queria era poder pegar em seus cabelos...

E ele, parecendo ouvir meus pensamentos, deu uma longa e deliciosa chupada em meu íntimo, levando a fruta gelada para sua boca e me encarando em seguida.

Ele mordeu a uva e a comeu com gosto.

— Gosto de testar limites, lembra?

— Lembro, sim, senhor Minho.

Ele mordeu seu lábio, aparentemente amou muito me ver rendida a ele daquela forma.

— E você é uma boa menina, mas gosta de tocar...

— Sim, eu gosto... E-euu não posso?

— Não enquanto eu não permitir.

Ele foi categórico e ainda segurava meus pulsos.

— Mas isso é...

— Tortura? — balancei a cabeça, dizendo que sim, toda contrariada e sorriu, vindo até próximo ao meu rosto. — Não, amor, eu estou elevando o nível do seu prazer, se entregue a isso e se deixe levar, obedeça aos meus comandos e você será muito bem recompensada.

Ele fez que me beijaria, mas não o fez e eu revirei os olhos.

Ele me encarou um tanto contrariado.

— E nós vamos ter que acertar sobre essa sua mania de revirar seus olhos...

— Por que isso te irrita?

Ele abria o zíper do seu short e sorria ladino para mim.

— Um pouco, mas mais me excita do que qualquer outra coisa.

Ele se deitou sobre mim e foi logo se encaixando em meu meio, me fazendo ter um prazer urgente e eu o sentia todo duro dentro de mim.

— Senhor Minho...

— O que, gatinha?

— O senhor vai me beijar agora?

Ele mordeu seu próprio lábio, se entregando a tudo o que sentia.

— Eu vou, amor, vou te beijar e te amar até gozarmos juntos, então apenas relaxe, huh?

Eu não tinha o que dizer, estava completamente perdida em toda essa aura sedutora do meu namorado, ele estava entregue a mim e eu não poderia querer mais nada.

As mãos possessivas dele me apertavam e me colavam contra seu próprio corpo e em um desses seus movimentos pude sentir com precisão o quanto o Lino me queria.

Arfei em seus braços e ele seguia com suas provocações, descendo beijos pelo meu pescoço e mordiscando meus seios por cima do pano leve do meu vestido.

Eu gemia baixo seu nome e ele respirava ofegante contra minha pele. Tudo estava tão intenso que eu mal pude notar que meu vestido estava todo aberto e já quase completamente fora do meu corpo.

Senti a brisa da colina onde estávamos quando ele me ergueu um pouco para poder se encaixar mais ainda em mim e um pouco antes de o fazer, ele removeu sua camisa e eu me peguei me deliciando com aquele tronco desnudo.

— Você gosta de ficar assim ao ar livre, né?

Perguntei ofegante.

— Sinceramente?

— Uhum...

— Só com você, gatinha, acredite, fazer assim é algo que eu só gosto com você.

Ele apenas sussurrou em meu ouvido e só aquilo terminou de me render nos braços dele.

— Por favor, Minho...

Não o chamei de senhor, aquele não parecia o momento para tal tratativa e o sorriso em seu rosto só me comprovou isso.

— Toda manhosa, minha gatinha... — Ele se arrumou, se colocando na minha entrada e assim que encontrou o ponto certo, ele me encarou. — Você me quer, amor?

Claro que ele ainda me testaria um pouco mais.

— Sim, amor... eu... e-eu te quero muito, Minho...

— Gostosa... — Ele desceu seus lábios aos meus e falou bem encostado neles. — Vou te dar o que quer, então seja uma boa menina para mim.

— Sim... eu serei...

Nosso encaixe se completou e ele mal esperou qualquer tipo de costume e já foi se movimentando com precisão dentro de mim, aumentando seu ritmo sem se importar se eu gritaria por seu nome. Na verdade, tenho certeza de que é exatamente isso o que ele quer.

— Minho...

Por mais que eu tenha me segurado, não resisti quando ele começou a me estimular junto as suas estocadas.

A vista era linda, principalmente se eu olhasse para o homem ali comigo.

— Yoonaah... aaahh...

Ele não estava muito diferente de mim, seu gemido saiu alto e eu sorri em resposta.

Era simplesmente incrível ter o Minho em mim daquele jeito.

Sua força dentro de mim aumentou, causando um arrepio intenso por todo meu corpo e eu comecei a sentir meu orgasmo vindo, mas antes de me desmanchar nele, eu queria o enlouquecer um pouco mais.

Eu precisava disso, na verdade.

Me apertei contra seu corpo e comecei a me contrair no membro alheio e aquilo foi deliciosamente insano e pela reação dele não era só para mim.

— Puta merda, gatinha, assim você acaba comigo.

— Então goza para mim, Lee Minho.

Falei o mais arrastado possível e ele me apertou com tanta força que parecia que iriamos nos fundir em uma coisa só.

— Vamos gozar juntos, Yoon Arya...

Me derreti no mesmo instante, vindo nele com força e eu podia sentir com precisão os movimentos do seu membro que se derramava em mim com a mesma intensidade.

Ele tinha uma de suas mãos em meu seio e o apertou com vontade.

Nossas bocas se encontraram e, sem querer saber mais de nada, eu o beijei com todo meu desejo.

O beijo estava repleto de luxúria, estalos, gemidos, súplicas por mais, nem eu e nem ele queríamos nos afastar um do outro, mas como meros humanos que somos, o ar nos faltou e foi preciso interromper aquele ato voluptuoso.

— Você vai acabar comigo, Yoonah... o que foi isso, amor?

— Isso foi só meu corpo respondendo a você, meu gato gostoso.

Ele sorriu largo e me puxou contra seu corpo, me abraçando com carinho e selando minha testa.

— Vamos ficar assim mais um pouquinho? Depois vamos comer de verdade, pois quero te levar em meio às orquídeas ainda.

— Por mim, está perfeito, amor.

Ele me apertou mais um pouco e eu o respondi, o apertando também.

— Te amo, gata.

— Te amo também, gato.


[...]


Comemos e relaxamos mais um pouco, a comida estava uma delícia e o Lino estava muito carinhoso comigo, e eu estava adorando estar com ele assim.

A cada cuidado que tinha comigo, ele me mostrava que sim, ele poderia me amar de muitas maneiras distintas e eu estava completamente rendida a ele.

Enquanto falávamos da beleza das flores, ele se levantou me encarando.

— Vem, amor, sobe aqui.

Ele se abaixou para que eu subisse em suas costas e aquilo me pegou de surpresa.

— Amor, não precisa...

Falei tímida, mas também receosa.

— Confia no seu namorado?

— Confio...

— Então sobe, amor.

Fiz como ele pediu e agora ele andava comigo em suas costas, era fofo, romântico e eu parecia estar vivendo um sonho lindo ao lado dele.

Chegamos em meio ao campo de orquídeas e ele não parecia querer me deixar descer.

— Você vai mesmo ficar andando comigo assim?

— Vou... mais um pouco, pelo menos, estou gostando de ter você agarradinha assim em mim.

Me apertei nele e deixei selares no seu pescoço.

— Não vou reclamar, pois a minha posição é privilegiada.

Ele sorria alto.

— Você devia parar de ser fofa assim ou eu vou te morder toda...

Sorri e falei em seu ouvido.

— Hum... me morder toda? Isso não me parece nada ruim...

— Olha só para ela... — ele finalmente me desceu de suas costas e logo me puxou para um beijo. — Quer que eu morda você por todo o seu corpo gostoso?

— Quero! — falei já me rendendo ao nosso momento.

— Perfeito... vou providenciar isso de uma forma mais intensa, então se prepare, quando a hora chegar você terá que se render a mim, entendeu?

Sua voz me dominava, era incrível seu efeito sobre mim.

— Entendi, senhor Minho.

Falei ruborizando e ele segurou em meu queixo.

— Você foi mesmo feita para mim...

Nos beijamos em mio aos campos de flores por longos minutos.


[...]


Caminhamos por entre uma variedade imensa de orquídeas e ele me mostrava tudo, era realmente o campo mais perfeito e vasto que eu já havia visto.


— Sei que não tem nada a ver, mas minha mãe ia amar esse lugar.

— Como não tem a ver, gata, minha sogrinha fofa, claro que ela vai amar... depois vamos trazer ela aqui, e o Channie e o Binnie junto, podemos trazer o nosso puppy e seus noivos também, o que acha?

— Amor, eu amei sua ideia...

— Yoonah eu amo você! Se eu puder ver esse seu sorriso, eu vou estar feliz.

De mãos dadas, andamos mais um pouco, alcançando os outros tipos de flores daquele vasto campo e, em uma cena tipicamente clichê, ele tirou uma linda rosa e a colocou em meus cabelos.

Quem diria... o mesmo senhor Lee que eu achava ser o maior cafajeste do mundo, sendo todo romântico, apesar de que eu sempre acreditei que ele era muito mais do que demonstrava... E estava aí a prova.

— Em que minha gata está pensando?

— Que você é muito maior e muito mais bonito do que eu sempre imaginei e que eu estou amando ver todos os lados que você possui.

— Você que sempre tira o melhor de mim, Yoonah...

Ele segurou em minha mão e começamos a voltar.


[...]


O nosso final de dia foi... intenso?

Fizemos amor, completamente nus e ao ar livre, mais algumas boas vezes e o lance das frutas pelo meu corpo se mostrou ainda mais interessante, ele sabe bem o que e como fazer, eu não posso negar isso.

Antes de voltarmos, nós estávamos perto das águas, vendo o pôr do sol se mostrar em um dos mais belos tons de laranja que eu já vi.


— Uau... que dia...

Ele falou em um suspiro.

— É... que dia... foi tudo tão perfeito... e essa vista? Nossos pés tocando a água... isso está muito lindo, Lino...

— Você que é perfeita...


Ficamos juntinhos vendo o pôr-do-sol e assim que ele se foi no horizonte, nós também fomos embora. Aquele lugar agora guardaria muitas lembranças de nós dois e eu o levaria em meu coração, pois tudo o que vivi com o Minho aqui nada poderá apagar de mim.


[...]


Já em casa, jantamos, a Willou fez um monte de comida gostosa e eu a convidei para jantar conosco, o que fez o Lino se sentir ainda mais em casa, era nítido e eu estava adorando o ver assim.

Falamos sobre muitas coisas e agora estávamos em um banho relaxante.


— Olhar a água caindo assim sobre seu corpo está me dando ideias...

Sorri soprado... ele não para quieto...

— Você realmente não cansa, não é?

Ele sorriu com um semblante safado e me levou contra a parede.

— E você? Yoonah você cansa?

Inferno... meu cérebro parecia derreter com ele falando arrastado assim.

— Sou resistente, e se eu me cansar, sei que você cuidará de mim.

Ele mordeu seu inferior e me virou de costas para ele em um movimento limpo, fluido, mas de certa forma brusco, o que me fez ofegar.

— Tenha certeza de que sim... depois de te deixar toda molinha, eu vou cuidar de você.

Ele levantou meus braços acima da minha cabeça e sussurrou em meu ouvido.

— Deixe-os para cima, você não tem permissão para descê-los.

— Sim, senhor Minho.

— Agora afaste suas pernas.

Senti meu corpo estremecer com o tom intenso da voz dele em meu ouvido e assim o fiz.

— Boa menina... — ele desceu sua mão por minhas costas em um toque possessivo, parou em minha nádega e deu um tapa nela com força, o que me fez erguer o corpo... — Isso, fique assim empinada para mim.

Eu já tinha minha respiração totalmente desregulada e, com as pernas afastadas, me mantive empinada para ele, já sentindo o forte latejo do meu íntimo que pulsava loucamente.

— Senhor Minho...

Falei em um gemido e ele enfiou dois dedos em minha boca.

— Shiiiuu... quietinha, gata.

Lambuzei seus dedos como imaginei ser o que ele queria que eu fizesse e, sem se demorar mais, ele os tirou da minha boca e os introduziu em meu meio, me fazendo arfar.

Gemi baixinho e ele se colocou bem junto ao meu corpo, movimentando seus dedos em mim de um jeito que eu nunca havia sentido antes, era um novo tipo de toque e aquilo estava me fazendo pegar fogo.

Comecei a me mover em seus dedos e, com sua outra mão, ele apertou minha nuca.

— Quem mandou se mexer?

Uni minhas mãos e as apertei ainda, as mantendo para o alto.

— Eu... aaah... eu não consigo ficar quieta.

— Consegue... aaahh você consegue, — ele me mordeu no ombro e eu gemi baixinho — Fique quieta, Yoonah, é uma ordem.

— Sim, senhor Minho...

— Pode morder os lábios se achar que ajuda...

Ele voltou a mover seus dedos em mim, e depois de um tempo ele introduziu mais um, depois outro e agora eu gemia tão alto que agradeci aos céus por não ter empregados na casa. A Willou sempre voltava para a dela depois do jantar, então eu podia gritar.

— Senhor Minho... eu... a... isso.

Pelo reflexo do box, eu via a satisfação estampada na cara dele e era perfeito.

— Olha como geme, minha gata manhosa... e está sem se mexer... que cena linda... — ele se voltou com seus lábios em meus ouvidos e falou baixinho. — Sabe por que eu a proíbo de se mexer?

— Não sei, senhor Minho.

Ele começou a estimular tão forte que eu comecei a vir em seus dedos.

— Porque enquanto você se derrama para mim, eu posso ver seu corpo tremendo e isso, Yoonah, isso é o que eu quero de você, eu quero você atingindo seu máximo prazer e quero ver cada detalhe disso.

Ele se afastou, me estimulando ainda mais e parecia que eu nunca pararia de gozar em seus dedos.

— Aaah droga!

Ele me olhava em pleno deleite e eu o via se deliciar com a cena pelo reflexo do vidro molhado.

Assim que terminei de fluir em seus dedos, ele me virou contra seu corpo.

— Já pode abaixar seus braços, pode se segurar em mim...

Deixei que meus braços caíssem sobre o corpo molhado do Minho e ele me ergueu, se introduzindo em mim em seguida e me amando loucamente naquele banheiro.

Eu o mordia, o arranhava, eu precisava descontar toda a deliciosa tortura de antes sem ter contato algum e ele me estocava sem dó.

— Você é um fodido de tão gostoso, sabia Minho?

Eu já não estava mais em estado de submissão, ele mesmo me tirou dele.

— Nem de perto sou tão gostoso como você, gatinha — ele me tomou em seus lábios e falou em meio a um rosnado. — Geralmente, eu encerraria com o seu prazer em meus dedos, mas eu não resisto a você, não resisto a esse corpo quente cheio de desejo.

Nosso beijo seguiu repleto de entrega e avidez, e ele me estocava de um jeito firme e ritmado.

Não demorou muito, eu estava vindo outra vez, mas agora em seu membro longo e ele veio depois de um tempo, o que me deixou extasiada por ele.

Gemíamos feito loucos e agora que nossos corpos se derramaram em prazer, tentávamos terminar nosso banho sem ter um treco.

Meu corpo estava muito sensível, mas o Lino cuidou muito bem de mim.


[...]


— Vem, amor, deite no meu peito e descanse, amanhã será nosso último dia aqui e vamos aproveitar nossa piscina como eu sei que você quer desde que chegamos aqui.

Me aninhei em seu corpo e eu estava tão exausta que o sono já pesava em meus olhos.

— Você me conhece bem, Lino... Obrigada por hoje, o dia ao seu lado foi um lindo sonho.

— Foi um dia perfeito, mas longe de ser um sonho, gatinha, foi real, e essa é a nossa realidade agora, amor.

Ele deu um selar em minha cabeça e eu sorri...

— Minha realidade é perfeita com você, Lee Minho.

Meus olhos fecharam e eu adormeci.

— Dorme bem, gatinha linda...


[...]


Em Seul.

Momento atual.


Era sábado à noite e o Bang Chan e o Changbin saíram de “casal” com o trisal preferido deles.

— Você tem noção da última vez que fomos ao cinema, já que temos um em nossa casa, Binnie?

— Sim, foi na adolescência e o Lino estava puto porque o filme era meloso demais.

— Na adolescência? Não exagere, Changbin, nós fomos à premiação de cinema da Coreia, e isso não faz nem cinco anos.

— Mas Channie, eu estou falando assim, como um casal... trisal no caso, foi na adolescência e nós estamos nos descobrindo.

O Bang Chan sorriu com as lembranças que teve.

— Tem razão, amor... e dai para frente só descobertas...

— As melhores...

— Sim, as melhores.

Os dois andavam mais atrás, olhando para o trisal animado.

— Meu Deus, como conseguem ser tão fofos?

O Bang Chan falou, envolvendo seu braço no do Changbin.

— O Hyunjin parece ser o cabeça do trisal, o Felix é um anjinho e nosso Seung é o nenê deles.

— É isso, e os três são nossos bebês... temos filhos agora Changbin...

— Fale isso para o seu marido Lee, ele ainda pegaria todos os três, é só a Yoonah concordar e... como será que eles estão agora?

— Fodendo? Dormindo pela hora, mas tenho certeza de que o Lino está acabando com nossa namorada Binnie.

O Changbin sorriu fraco e deu um selar nos lábios do Bang.

— Namorada de vocês, a essa hora ela também aceitou o Lino, mas será que ela vai me aceitar?

— Você ainda duvida? Você não vê como ela te olha? Aliás, como ela olha para nós três? É um sonho ver como ela tem carinho pelos três, amor, e com você não é diferente, pelo contrário, acho que você é o que mais passa segurança a ela.

— Por que sou o segurança de vocês?

Ele falou e gargalhou.

— Idiota... você é o nosso chefe...


[...]


— Meus dois amores estão felizes? Nossa noite foi bem legal, não foi?

O Hyunjin disse abraçando seus noivos.

— Eu adorei, a última vez que saí assim foi com a minha anjinha e foi uma catástrofe.

— Ah, é amor? E por quê, Seung?

— A Lixie, meu ex babaca... ele fez questão de estragar tudo.

— Esquece ele, amor, agora você tem dois amores que te amam muito, né, Jinnie?

— Com certeza, sim, Lixie... olha só uma máquina de ursinhos, vocês querem tentar?

— A gente pode?

— Claro, Minnie, pera aí, vou avisar o casal ali que está só de olho na gente, vão indo lá, já me junto a vocês.

— Tá bom!

Os dois responderam e foram de mãos dadas até a máquina, e o Hyunjin levou a mão em seu peito simulando ser atingido por uma bala.

— Que fofos!


Ele se aproximou do casal que parecia estar igual a ele.


— Máquina de ursinho de pelúcia, vem Bang Chan, pegue um urso para o seu namorado fortão.

Os dois sorriram para o modelo e o Bang Chan olhou para o Changbin.

— Você quer amor? Um urso para você?

O Changbin sorriu tímido.

— Tá brincando? Eu é que vou pegar um para você, amor.

E eles correram para encontrar os demais como se fossem dois adolescentes, e novamente o Hyunjin levou a mão no peito como fez antes.

— Meu Deus, dois homões desses e parecem nenês... — ele sorriu e foi se juntar aos demais — Será que o Lino também é assim? Nããão... ele é quem pegaria os ursinhos para esses dois, os dois nenês dele.


E a noite deles se encerrou bem gostosa, o Seung e o Felix pegaram ursos para o Hyunjin que ficou muito feliz pelo gesto dos seus noivos, e o Bang Chan e o Changbin pegaram ursos para o Lee e para a Yoon e depois eles foram para casa.


E já em seus quartos distintos, todo o tipo de amor aconteceu naquela noite linda.


[...]

Na viagem.


O último dia deles apontava com o sol no horizonte e a Yoon e o Lee estavam abraçados na sacada vendo o seu nascer.

Eles usavam seus roupões e o café deles já estava em uma farta bandeja na mesa que havia no quarto.


[...]


— Hoje será um dia apenas para relaxar, Yoonah então vamos aproveitar, está bem?

— Sim, amor, vai ser um belo dia.

— Com certeza, vai, você estará de biquíni e eu poderei ver bem esse corpo lindo semi exposto só para mim.

Eu ri abertamente com a colocação do Lino.

— E eu vou poder ficar te olhando só de calção de banho... tem coisa mais gostosa?

— Tem, sim, você, o Binnie, meu Deus, o Channie...

Dei um tapa no ombro dele e ele resmungou manhoso.

— Bobo... você também é uma delícia, Lino...

— Continua assim que nem sairemos do quarto hoje...

Sorri toda boba para ele e o puxei pela mão.

— Vamos tomar café, amor...


[...]


Na hora de finalmente se arrumar para ir para a piscina, o Lino veio com o biquíni que ele queria que eu usasse.


— Isso ficou um espetáculo... porra, Yoonah que gata...

— Para Lino, que vergonha...

— Vergonha? Qual é... esse corpo gostoso aí já é todo meu há dias... não precisa ficar tímida... apesar de que tímida assim...

— Lino do céu... pare.

Ele sorria largo.

— Vamos, amor, a piscina está pronta e só nos esperando.


[...]


Muito além do que eu esperava, o Lino havia preparado “o” dia na piscina.

A piscina começava próximo à entrada da casa, mas havia uma passagem como se fosse uma cascata e ia para outro lado, digamos que bem mais reservado, íntimo, eu diria, isso, essa é a palavra, um canto muito mais íntimo.

No momento, estávamos na parte aberta, pegando um sol e relaxando.

— Yoonaahh...

Ouvi a voz do Lino e o encarei já sorrindo.

— Huum...? — falei um pouco manhosa e ele sorriu.

— Vamos fazer a cena clichê do protetor solar nesse seu corpo gostoso? Já está na hora de passar de novo...

Se aquilo não era um tipo de controle do Lino, eu nem sei...

— Você está mesmo calculando isso?

— Claro, não quero que pegue insolação ou que se queime demais, a marquinha é uma delícia, mas tem que ser saudável.

Sorri e me deitei de bruços, já abrindo a parte de cima do biquíni.

— Tem razão, amor, e nas cenas clichês é assim que a mulher fica, né? Aí o homem vem com sua mão enorme e...

Mal terminei de falar, ele já estava sentado ao meu lado, passando o protetor em minhas costas, exatamente como eu dizia, porém, com uma posse sobre minha pele que me fez arrepiar.

— Por que parou de falar amor? Minha mão é tão boa assim?

— Lino... fica quieto.

— Olha só... — ele sorriu — está perdendo o controle?

Ele levou a mão em minha nádega e a apertou com força.

— Lino!

— Fofa, e deliciosa... quem aguenta?

Ele terminou e fechou meu biquíni com precisão.

— Vire-se...

O Lee Minho estava mandando... e eu? Adorando...

Me virei e o encarei.

— Pronto, senhor Minho...

Ele sorriu e me olhou de cima a baixo como se fosse me engolir.

— Yoon... não brinca...

Sorri satisfeita, se ele me causa, eu também faço isso com ele... perfeito.

Ele passou o protetor em mim novamente, descendo em minhas pernas e brincando na parte interna da minha coxa e, sem querer, soltei um gemido.

— Olha como você se entrega... eu fico louco com esse seu jeito.

O olhei séria e tomei o frasco da sua mão.

— Vire-se...

Falei decidida e ele abriu um largo sorriso, se virando.

Passei o protetor nele por todo seu corpo e, assim como ele fez comigo, eu o provoquei, vendo logo sua ereção ficar aparente, e quando finalizei, me sentei em seu colo.

— Acho que não sou a única entregue aqui...

— Você...

Ele avançou em um beijo urgente e eu só me deixei levar, seus braços me envolviam como uma cobra apertando sua vítima e eu gemia em seus lábios.

— Minho... a Willou pode nos ver.

— Não, ela já foi... ela só preparou nossas refeições e disse que só voltará à noite para se despedir de nós.

Nosso final de semana estava acabando e eu já sentia saudades.

— Amor...

— Oi, gata.

Sorri e segui o beijando em meio à fala.

— Eu quero você...

Ele sorriu e se levantou comigo em seu colo.

— E você terá...

Ele pulou na piscina comigo nos braços e eu dei um gritinho abafado de excitação. Depois, ele foi indo em direção à cascata d’água e logo estávamos na parte íntima da piscina.

— Eu sabia que isso seria útil... — ele disse, me levando para o canto e me prensando na parede fria. — Sem joguinhos hoje, eu só quero te levar bem fundo e gostoso.

Mordi meus lábios e não demorou nada, eu estava sendo estocada por ele de um jeito um tanto novo, diferente de como ele já havia feito.

Realmente, ele não queria jogos, ele só queria uma boa foda.

— Eu adoro ver todos os seus lados, você é perfeito.

Ele sorria enquanto me estocava e, naquele encaixe insano, ele segurou em meu seio e o apertava com vontade.

— Porra... e você é gostosa em qualquer situação, se rende a mim toda molinha e eu adoro isso.

Eu gemia com a minha boca na dele e ele ia sem parar dentro de mim e depois de uns bons minutos nisso gozamos praticamente juntos, eu primeiro, o que fez meu corpo delirar e eu me roçar mais nele e por isso ele logo em seguida.

— Caralho, amor...

— Minho...


E aquela não foi a única vez que fizemos um amor intenso naquela piscina, posso dizer até que o dia foi curto para o tanto que nos pegamos.


[...]


Já de tarde, resolvemos sair, tomar um banho e curtir nosso último momento de casal naquela casa maravilhosa.


— Sabe, Yoonah era exatamente isso que eu temia tanto...

O olhei curiosa enquanto tomávamos nosso sorvete, dividindo um pote para os dois enquanto estávamos abraçadinhos no sofá.

— Não sei se entendi bem, Lino...

Ele deu uma colherada de sorvete em minha boca.

— Isso gata, te querer tanto que me entregar assim ainda parece pouco, eu tinha medo de me relacionar assim com uma mulher, os meninos são mais de boa, a gente fala a mesma língua quase, mas você... porra... eu quero te amar como nunca, quero te colocar em uma redoma e cuidar de você e isso é louco, eu quero ser apenas eu enquanto estou com você, quero ser o dono, mas quero ser fofo com você e eu sei que não vou medir esforços para te dar qualquer coisa que queira, isso é assustador.

Eu o olhei, o achando adorável e perfeito.

— Não sei se isso ajuda, mas quero que saiba que eu quero poder ser alguém incrível para você, quero te ouvir, te abraçar, cuidar de você e nossa, quero muito estar em todos os momentos íntimos que pudermos ter, e quero que me ensine, quero que seja meu dono quando quiser ser, eu realmente estou gostando dessa novidade, e quero aprender com você como podemos ser perfeitos um para o outro.

Levei uma colherada de sorvete para ele, mas antes sujei um pouco o seu nariz e ele sorriu.

— Ser clichê, mas ser o inusitado, eu estou gostando, amor... você me faz querer ser tudo isso, Yoonah e até mais.

Sorri boba.

— Se não parar de ser perfeito assim, vou ter que tomar sorvete de casquinha.

Sorri com a cara que ele fez.

— Sabe que eu te entendi e que agora eu quero isso, né?

— Sei sim...

Fui até ele e o beijei enquanto abria sua calça, e sem maiores supressas, ele já estava todo duro para mim.

Sorri ao ver o volume na box preta que ele usava.

Ele me viu o olhando e sorriu enquanto fazia um carinho em meu rosto.

— É, eu sei, estou sempre pronto para você, gatinha.

Não me aguentei e sorri.

— Você não existe gato... bom, onde eu parei? Ah sim!

Abaixei sua cueca e seu membro saltou para fora, quase batendo em meu rosto, o que me fez pensar em como ele era grande, mas é claro, não teci comentários sobre.

Com uma de minhas mãos, comecei a masturbá-lo e com a outra peguei uma colherada de sorvete.

— Prepare-se para o choque térmico.

Falei suave e passei o sorvete em sua glande, fazendo-o dar uns pulinhos contidos e suspirar.

— Aah-aah... caralho, por que isso está tão sexy?

Sorri e rapidamente o levei em minha boca, o chupando com gosto e arrancando vários tipos de gemidos dele, o que me levou à loucura.

— Caralho, Yoonaah que boquinha gostosa.

E, sem se aguentar mais, ele me pegou pelos cabelos e começou a estocar minha boca.

Fomos assim até ele gozar.


[...]


Depois disso, só esperamos a hora de ir, juntos, trocando carinhos, conversando e falando sobre...

O futuro.


— Quando você vai tirar férias?

— Não lembro, mas acho que só para o final do ano adiantamos minhas férias devido ao estado do meu appa lembra?

O Lino me abraçou com força.

— Sim, eu lembro... bom, quando você sair de férias, vou combinar com o Channie de cada um de nós pegarmos uma semana para viajar com você. O Binnie pode até ir primeiro, já que é o dono.

— Viajar?

— Claro, amor, quero te levar a tantos lugares, criar nossas memórias... — eu o olhava encantada — É, eu sei, estou todo bobo.

— Tá todo lindo, Lino, isso sim... mas sim, vamos fazer isso, vou amar viajar com cada um de vocês.

— E vamos viajar juntos os três, nem que seja por um final de semana, ou podemos colocar o Cha Eun-woo para cuidar da sede.

— Ele volta agora, né?

— Isso, se já não está por aí...

— Hum...

O Lino me encarou...

— Não tenho que matar ele, não, né?

— Lino! — sorri largamente — pare de maluquice...

— Sei... vou ficar de olho.

— Gato, ele é meu amigo...

— É, tô sabendo...

Ficamos mais abraçadinhos e, quando dei por mim, já estávamos indo.


[...]


— Willou foi um prazer enorme te conhecer e obrigada por cuidar tão bem desse Bebezão.

Dei um abraço apertado nela, que me retribuiu com carinhos nas costas, típico de vó.

— Ah, minha filha, a honra foi minha, espero te ver mais vezes, o Minho falou que trará sua mãe, vou amá-la e direi a ela que sua filha é a moça mais meiga e boa que já conheci.

— Eeeeh vamos parar as duas.

Ele se abraçou a ela.

— Obrigado, mãezinha.

— De nada, filho, e olha, case-se com ela, tá? Não seja idiota de perdê-la, Lee Minho, ou eu te bato.

— Não, a senhora não vai precisar me bater.

Sorrimos os três e enfim fomos embora.


[...]

O caminho de volta foi muito agradável, e depois de duas horas cheias, chegamos em casa.


— Eles chegaram! — O Seung falou, vindo todo animado me abraçar.

— Anjo! — Corri até ele e nos abraçamos com muito carinho.

— E eu? Ninguém corre até mim?

O Felix e o Hyunjin correram e abraçaram o Minho, o Chan e o Binnie sorriam genuinamente felizes.

Era nossa família reunida.

— Aaah gosto assim... Olá, coisinhas lindas.

— Oi, Lino!! — Os dois falaram e todos sorriram.

Depois eles trocaram e o Minho deu um selar carinhoso na bochecha do Seung, já eu, recebi dois selares simultâneos em minhas bochechas.

— Oi, Yoonah.

O Chan veio e me deu um beijo apaixonado, enquanto o Binnie fez o mesmo com o Lino e depois trocamos, porém, notei o Binnie um tanto...

Apreensivo?

— Tá tudo bem, ursão?

— Senti saudades, só isso...

— Olhe para mim, Binnie.

Ele me olhou e eu o encarei.

— Dorme comigo hoje?

Ele sorriu pequeno e me apertou.

— Só nós dois? E o Chan?

— Durmo só com ele amanhã.

— Então, tá bom.

Encostei meu nariz com o dele e fechamos os olhos.


— O Binnie está com medo mesmo dela não aceitar ele Channie? — O Minho cochichou ainda agarrado ao citado.

— Muito Lino, ainda mais quando ele for... você sabe ele mesmo com ela...

— Eu acho que é aí que ela vai gamar nele, nossa Yoonah é toda frágil, sim, mas ela tem muito fogo e personalidade.

— E eu não sei?

— Acho que eles vão subir sozinhos... você vai dar para mim hoje?

— Lino? Tu não cansa, não é?

— Entendi, eu que vou dar..., mas depois vou querer também.

— Claro...


[...]


Jantamos todos juntos, o Lino e eu ganhamos pelúcias do Channie e do Binnie em um momento mega fofo e eu contei para os meninos como é lá e o Lino disse que, se o trisal quiser, podem ir para lá no final de semana que vem e os três amaram a ideia.


— Podemos mesmo, Lino?

— Claro, puppy o que é nosso, é nosso... sabe disso, né? E depois marcaremos de irmos todos juntos, vamos levar nossa sogrinha também.

Todos adoraram a ideia, e o Felix falou todo empolgado.

— Então vamos mesmo?

— Por mim, está perfeito Lixie se o nosso Minnie quiser to dentro.

— Claro que quero Jinnie, vai ser demais!

— Esses três... — O Lino falou sorrindo.


[...]


Depois do jantar, falei com os três e o Chan e O Lino já pareciam prontos para ficarem só os dois.

— Amanhã fico com você, princesa. — O Channie me beijou e eu o respondi com o mesmo carinho.

— Tá bom, príncipe.

— Já estou com saudades da minha gata. — Ele me puxou um pouco mais intensamente e eu o respondi de igual forma.

— Eu também, Lino.

— Divirtam-se, pois nós dois vamos, não é Chan?

— É... é... claro.

Todos sorrimos e cada casal foi para um canto.


[...]


— Enfim, sós ursão!

Pulei na cama e o chamei com batidinhas no colchão, ele sorriu e veio até mim.

— Você é tão fofa...

— Você também é...

Ele sorriu e se sentou ao meu lado, eu ainda o sentia tenso, então resolvi fazer algo a respeito.

— Para onde você vai me levar no final de semana que vem?

Eu o vi arregalar os olhos, surpreso.

— V-você também quer passar um fim de semana comigo? Tipo, só você e eu?

O olhei confusa...

— Binnie, você tem alguma dúvida disso?

— Não sei bem, só que eu...

Fui até ele e o beijei, eu meio que já sabia o que ele ia me dizer.

— Olha ursão, eu não sei se você se lembra, mas foi você quem eu beijei primeiro e isso não foi ao acaso, sabe?

— Ah... é... não?

Sorri e selei seus lábios com carinho.

— Não, Binnie, eu me senti confiante e segura com você antes de me sentir assim com os outros, e antes que você traga objeções, eu acho que sei qual é o seu medo e Bin...

Fui até ele e segurei em seu rosto, aproximando bem o meu ao dele, quase encostando nossos lábios.

— Eu quero ser sua, quero que me mostre como quer me dominar e eu tenho certeza de que eu vou amar.

Ele fechou os olhos como quem precisasse daquilo para sobreviver e então me pegou e me colocou em seu colo com uma força que eu nunca senti antes.

— Eu vou cuidar de você, Yoonah com a minha própria vida se preciso for, você me quer como seu dono também? Ótimo, minha ursinha, perfeito, na verdade, e eu agradeço por me dizer isso e saiba que eu...

Ele me deu um aperto na nuca com tanta força que me levou ao delírio, sua voz saía em um rosnado gostoso de ouvir e eu me derretia em sua mão.

— Sim, Changbin.

— Eu tomarei sua posse em nossa viagem, serei seu dono e você será minha pequena e frágil joia, a joia mais preciosa que possuo.


[...]


“Naquela noite, eles não fizeram amor, mas se sentiram de um jeito único e entenderam que na última viagem dela, agora com o Changbin, o arco de novidades se encerrará.

Ela aprenderá como seu último amor funciona e mostrará a ele toda a sua ânsia em se entregar também a ele, pois isso é tudo o que ela mais quer agora.

Se entregar ao seu último dono e entender como ele será com ela e para ela.

Ela tem a plena consciência de que já pertence ao mundo deles, agora tudo o que eles precisam fazer é ensiná-la, e isso será interessante em muitos níveis diferentes.

Para ela.

E para eles.”


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Notas finais
O Binnie só estava inseguro mas já está okay tá. Dito isso, ele será o ultimo a passar um final de semana com ela mas talvez tenha um capítulo sem a viagem, um de rotina okay? "O diário" talvez volte a aparecer em breve. E o lance das mordidas que o Minho prometeu a ela, vai rolar... só que nem tão cedo. Sem previsão... estou tendo algumas dificuldades, mas volto assim que der. Amo vocês, e por favor não esqueçam de votar! Beijokas minhas joias. 📓🖋️ 📿💍💎 💙💜
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.