Notas iniciais
O Segundo Cap, espero que gostem, ebaaaa!

Oiii, sou eu a Angelina.

Como sabe, fui obrigada a ir passar um tempo, na casa do Rússia-sama, como diz o Thomas.

Bom ainda nem sair da minha casa e coisas estranhas começou a acontecer, bom hoje, o Matthew ligou para mim. Bom ele é meu único amigo, Além do Portugal e o Brasil.

Nós nos conhecemos, há mais ou menos dois anos. Ele é o único, que o Brasil deixa me visitar e eu gosto muito, afinal temos muito em comum, nós dois somos invisível e nosso brilho se ofusca na presença, de nossos irmãos.

Ele e eu ficamos horas no telefone, ele me disse umas coisas que haviam acontecido com ele, sempre com aquela voz meiga, falou que o seu ursinho, que por algum motivo, nunca me lembro o nome, ainda não o reconhecia, Que o América, ficou mais forte do que nunca, mesmo passando por algumas crises financeiras, ainda estava em alta, sempre melhor em tudo e por ultimo disse o quanto, o Rússia é assustador e que uma vez, o quase esmagou, me mandou tomar cuidado.

Mais ou menos na hora do almoço, me chegou um pequeno bilhete, bom ele parecia incompleto, eu estranhei aquilo, não era a letra do Brasil, nem do Portugal, muito menos do Matthew e por ultimo, não parecia com a do Argentina, o bilhete estava um pouco amassado e foi deixado no meu correio, nem chamou meus mensageiros, Nele estava escrito.

Regras, para sobreviver, na casa do Rússia.

1ª Sempre espere ele terminar, sua frase.

2ª Nunca levante muito a cabeça.

3ª Nunca fale das roupas dele.

4ª Nunca mecha nas coisas dele sem que ele mande.

5ª Se ele te mandar fazer algo, faça, mesmo que você não saiba o que é.

6ª Se ele beber se esconda.

7ª Se ele beber e pedir, sua companhia fique.

8ª Se ele quiser te atormentar, não diga nada.

9ª Se ele te bater não se defenda.

10ª Se Você, fazer algo errado, ADEUS, até sua outra vida.

11ª Fica longe da Beralus, porque ela é.....

Fiquei olhando, que o resto do papel havia sido arrancado, parecia um filme de investigação, mais eu não entendia muito bem, eu tinha medo do Rússia, mais nunca havia o visto, só sabia o que falavam dele.

-Doce e gentil por fora, uma besta demoníaca, sangrenta por dentro. – Falei tão baixo, que somente eu mesma pude ouvir.

-AHHHHHHHHHHHHHHHHH! ALEMANHÃ, SOCORRO! EU VOU MORRER, ESTOU SOZINHO, O QUE EU FAÇO! JAPÃO! AHHHHHHHH! – Uma voz fina e irritante, começou a ecoar por toda a ilha, o que eu pude fazer, foi ir até aonde ela vinha e ver o que estava acontecendo.
Quando cheguei lá, havia um homem de cabelos curtos, castanhos, segurando uma bandeira branca a balançando, de um lado para o outro, usando uma roupa Azul escura, chorando como um beber, seu rosto demonstrava, pura inocência ao mesmo tempo, medo e desespero.
-Eh? Quem é você? – Perguntei delicadamente o fazendo parar de chorar.

-Sou Itália do Norte, meu nome é Feliciano? – Ele choramingava, ainda segurando a bandeira.

Aproximei-me, para tentar conversar melhor.

-Sou... – Fui interrompido.

-AHHHHH! Não me bata! Eu me rendo eu juro! Ahhhhh! – Ele volto a chorar, a gritar, balançando aquela bandeira.

-Eu não vou te machucar. – Segurei a bandeira.

-Verdade?- Ele parou de chorar e me olhou nos olhos.

-Sim. – O olhei nos olhos.

-EBAAAAAAAAAAAAAAAAAA! – Ele me abraçou me fazendo rodar com ele. – Você é um garoto muito bonzinho. – Ele me olhou, mais uma vez. – Você parece com, o Alemanha.

-Alemanha? EIIIIII! EU NÃO SOU UM GAROTO! – Fiquei um pouco irritada.

-Desculpa. – Ele sorriu.

-Tudo bem, até meu irmão, se confunde um pouco. – Abaixei a cabeça, me conformando, que não era feminina.

-Vamos se amigos? – Feliciano estendeu sua mão, o que me deixou confusa.

-Sim. – A Segurei com a minha mão, o que o fez, sorrir, mais do que ele já estava.

Um silêncio se formou, durante alguns segundos, o que foi interrompido, por um barulho, que vinha do estomago do italiano, na minha frente.

-Tem PASTA?! – Ele sorriu.

-Hum... Vou ver.

Fomos para minha casa, onde ele passou a noite, ligou para seus amigos, Alemanha e o Japão, disse coisas incríveis, sobre eles, me contou um pouco mais sobre o Japão, do que do Alemanha, afinal eu sempre fui apaixonada, por ele, sempre que tenho tempo, leio livros, mangas, fiquei tão feliz em encontrar, alguém que o conhecia, mesmo.

Nos começos, jogamos um pouco, ele me perguntou um pouco mais sobre mim e eu disse o pouco que eu realmente sabia, mais não era interessante, ele apenas ficou sorrindo, dizendo que queria ter um pouco mais de tempo, com seu Irmão, disse que adoraria conhecer o nosso Carnaval e começou a Me chamar de ‘’Ilha-Sul’’, Porém me contou que não seria bom, se eu fosse assim, para casa do Rússia, afinal, existia a Belarus.

Ele me deu umas dicas, bom não foram muito inteligentes, mais me fez ficar muito feliz, nunca havia me divertido tanto, acho que o Brasil, nunca havia passado tempos assim comigo e também o Matthew sempre estava longe, de mais, a gente não conversa direito.

Bom o Feliciano dormiu na minha casa, no quarto que o Brasil usa, quando vem para cá, ele disse que estava esperando, o ''Resgate'' do senhor Alemanha de quem ele falou tanto.

Notas finais
Digam o que achou.