Notas iniciais
Bom, tudo começou quando estava em casa sem nada pra fazer, bom ainda estou, então me veio essa ideia idiota, espero que gostem, afinal é a minha primeira fic.
Obrigada pela compreensão.

Olá.

Meu querido Diário.

Vou contar uma História, para você, antes de começar a escrever, o que esta acontecendo comigo.

Bem... Ah... O que posso dizer?


Bom, tudo começou, quando o Brasil se tornou independente, ele era jovem e eu nem havia, sido descoberta.

Bom...

O Brasil sempre foi neutro,sempre ajudando os mais fracos, mais também sempre fazendo besteira, mais ele sempre foi uma bom País.

Quando me descobriram, eu fiquei surpe feliz, pensei que logo, seria um enorme país, com uma grande economia.

Mais não foi isso que aconteceu.

Brasil me forçou, a ficar com ele e me convenceu que, eu era parte dele,depois de um tempo, ele me deu minha liberdade, minha indepedencia.

Porem...

Logo ele volto a me perseguir, me tornei uma ilha do Brasil.

Afinal ninguém sabe que eu existo.

Todos me chamam de Ilha-Sul ou até mesmo de Ilha SUl do Brasil

Meu nome humano é Angelina.

Sempre Obedeço o meu Irmão.

Mais pra falar a verdade eu tenho medo dele.

Sempre que eu vejo, ele esta rindo, alegre, jogando, mais sempre estar em guerra contra ele mesmo e quando ele segura em uma arma.

Ele parece um demonio descontrolado.

Por isso sempre aceitei a fazer o que ele manda.

Eu só o vi uma vez assim e não quero ver de novo.

Eu lembro muito bem, pois foi o dia que eu quis me tornar um pais.

Porem eu o perdou.

Mais eu já disse, que não sou Brasil.

Sou... Sou...

Quem eu sou?

Nem os propios moradores, assumem que sou um pais diferente do Brasil.

O que eu faço.

Eu preciso que me reconheçam.


Bom, eu não sou um pais , nem nada assim, sou apenas uma pequena ilha, perto do Brasil.

Antes era propiedade do Brasil, porem me tornei idependente, mais não é o que parece.

mais quase faço parte dele, o que me faz quase invisivel.

Bom eu sou invisivel, as pessoas quando chegam, em mim, dizem.

"que bela parte, do Brasil"

E outra coisa, a mamãe nunca me deu um nome.

Pra eles, eu sou Brasil.

Parece que ainda sou propiedade dele, droga, sempre mandando em mim, me escondendo, ne obrigando a fazer o que eu não quero.

O que me da inveja sempre tão visivel, enquanto eu, tenho apenas 52 familias, de 6 pessoas no maximo, em mim e uma pousada de turistas, duas industrias, uma de papel e a outra de cosmedicos Naturais, tudo feito po ele.

O que eu faço, Brasil sempre me ajuda, eu mal posso me sustentar, sem ele.

Além do mais....

–Brasil. — escutei uma voz feminina e bonita, quase tão quanto a dona dela.

–Eu não me chamo Brasil, de qualquer forma.Bom dia. — sorrir ou pelo menos tentei. — você só pode ser, uma das mulheres que o meu irmão chamou, para "guerra" de tres dias, ne?. — sorrir.

–Sim mais isso não importa,O senhor Brasil, esta muito doente e quer falar com você. — Ela terminou de falar, me entregando um bilete, saindo rebolando.

–Uauuuu! As mulheres brasileiras são tão.... Ai.. Nunca serei assim, Ai mais uma prova, que não sou, um Brasil, da vida. — li o bilhete, onde estava o endereço de onde, ele estava.

– que estranho, ele nunca fica doente, principalmente no carnaval. — suspirei com medo de me meter em uma encrenca.

E as que o sr. Brasil me mete ,são de mais, para mim.

–Tomara que ele não me mande vestir o Portugal de mulher, de novo e nem corta o cabelo, do argentina.-suspirei- O que esta acontecendo?


Assim que pude, fui para o Hotel, onde ele estava hospedado, parecia realmente, doente, estava deitado em sua cama, com os olhos abertos, o rosto palido e parecia mais magro.

–Thomas. — Corri até ele.

–An... — ele tociu.-Angelina... — Ele tentou se sentar.

–Thomas, mano, o que ta acontecendo.

–Eu, estou tendo, uma Gripe que veio da Russia.

–Ham? Você vai pra lá semana que vem

–Eu sei. — ele abaixou a cabeça.

–Não me diga que, esta com medo dele. — Crusei os braços.

–Eh? — Ele tinha se entregado.

–É isso? — Tentei faze-lo confessar.

–Não, Não, medo nem um pouco, ele não me assusta, apenas.... que... — ele pareceu palido. — O Ivan, o sorriso dele, me me.... não é nada.

–sei... — Continuei olhando ele.

–Angelina, por que, perto dos outros, você não demonstra sentimentos? — Aquilo me fez ficar palida.

–Não sei, eu faço isso? — Falei, vontando a minha cara, seria de sempre.

–Sim. — Ele se ajeito na cama. — Angelina.

–Hum... — Eu o olhei preocupada.

–Eu preciso que você vá, ver o Russia, estou doente é lá é muito frio, preciso que você vá.

–Ta maluco? — Pesei que fosse uma piada sem graça.

–Não.- Ele se sentou, segurando minhas mãos.

–Ele é assustador, ouvir dizer que, ele é pior que minha cara, sem emoção. -Dei dois passos para tras.

_Angelina, essa é a sua chanse, de se torna totalmente, independente, de ser reconhecida, como sempre quis, o que acha? — Ele sorriu.

–Sim. — Falei seria.

Aquilo mecheu comigo, não pude dizer não e também ele estava doente ou era o que aparentava.

–EBAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA... — Ele levantou da cama, em um pulo e começou a sambar. — até maninha, boa sorte com o Russia, te vejo, espero, CARNAVAL AI VOU EU... — Ele saiu correndo.- Auuuu, se divirta. — ele apareceu, na porta do quarto.

–THOMAS... — gritei mais, ele não volto.

Em cima da cama, tinha minhas malas prontas, umas instruções e você, meu diário.

–O que eu faço. -murmurei.

Notas finais
*Apareço chorando, que nem uma criança*
Obrigada por terem perdido seu tempo e terem lido até aqui, estão feliz que vou explodir.
Obrigada, Obrigada, espero me esforçar, para conseguir, chegar aonde jamais cheguei e agrada-los.
Até a Próxima.
*Sorrio enxugando as lagrimas*
Sei que ta uma merda, mais vou me esforçar.
Prometo, as minhas amigas não me ajudam, desculpa.