Narrado por Roberta:

Fomos até ele.

- Roberta, eu não vou pra casa do meu pai nem morto.

- Morto é como você vai ficar se continua bebendo. – Afastei o copo dele.

- Roberta…

- Vem. – O puxei pela mão. – Liga pra um taxi Carla – Ela veio atrás com o celular já na mão.

Fomos pra fora e a Carla foi um pouco mais longe do barzinho por causa da musica alta e ela não conseguia fala no telefone.

- Agente vai pra onde? – O Diego me perguntou.

- Pra minha casa.

- Por quê?

- Você ta bêbado e não quero que se meta em confusão.

- Você é linda. – Rolei os olhos.

- Por que você bebeu hein?

- Você vai me achar um idiota se dizer.

- Não me importa, eu quero saber.

- Eu me apaixonei pela garota impossível.

- Aposto que ela não é impossível.

- Ela é sim, ela não acredita no amor, e eu penso nela todos os dias e sei que ela não pensa em mim.

- Azar o dela, mas você não precisa disso.

- Eu sei. Desculpe-me.

- Não peça desculpa pra mim peça pra você.

A Carla chegou.

- O taxi chega há alguns minutos.

Tentei não me importar por ele me dizer que está apaixona mais não deu, só de saber que ele não pensava em mim do jeito que eu penso nele e pior, ele pensa em outra garota.

Eu não tinha reparado (ta eu tinha reparado sim) que dês que puxei o Diego pela do bar eu estava segurando a mão dele, mas mesmo eu sabendo que a Carla reparou (eu a vi olhando depois rindo) eu continuei segurando me fazendo de desentendida. Der repente o Diego começa do nada, a dar vários beijinhos no meu rosto e a Carla começou rir e eu soltei a mão dele.

- Para Diego para.

- Não. – Ele continua beijando meu rosto.

- Ai meu Deus! Por favor, Diego para.

- Ta. – Ele disse sem animo rolando os olhos.

Quando o taxi chegou entrei e disse o endereço. A Carla sentou na frente e eu sentei ao lado de Diego, no meio do caminho sinto o Diego dormindo no meu ombro, por mais que aquilo me incomodasse não o tirei dali, nem o acordei porque o fato dele estar bem assim me faz sentir bem.

Continua…