Notas iniciais
Oiee Preciosas Desculpa-me a demora. Quero agradecer a Lidivânia pela linda recomendação ♥ BjO

Victória: Não... Não pode ser (chorando).

Heriberto: Vamos trocar de roupa e ir para o hospital.

Assim eles trocam de roupa e vão para o hospital. Passa meia hora e toda família estava reunida na sala de espera.

Victória: Max meu filho (o abraça) notícia das suas irmãs?

Max: Não mamãe, Dr. Rubens e o Cruz estão operando a Fernanda e o Dr. Salgado está operando a Regy.

Maria: (se aproxima de Victória) Vicky, se acalme elas vão ficar bem.

Victória: Não quero perder minhas filhas.

Cristina: (abraça suas irmãs) Você não vai perder elas.

Victória: Como está Luz e Estrela (desfaz do abraço)?

Frederico: Estão bem, Luz fraturou o braço esquerdo e tem algumas escoriações e Estrela fraturou a perna esqueça e também está com algumas escoriações.

Heriberto: (entra na sala de espera) Não posso entrar em nenhuma sala de cirurgia por já está em andamento e por serem minhas filhas, Rubens disse que posso ficar nervoso demais ao vê-las. Posso conversar com a Estrela e a Luz sobre o acidente?

Frederico: Claro, elas estão no quarto 17.

Victória: Eu vou junto (indo até Heriberto e eles vão para o quarto das sobrinhas).

Heriberto: (bate na porta, abre e ele e Victória entram) Com licença Meninas, queremos conversar com vocês.

E e L: Toda.

Luz: Sobre o que vocês querem conversar?

Victória: Queremos saber o que aconteceu para vocês sofrerem o acidente?

Estrela: (olha para Luz que corresponde o olhar) Querem mesmo saber?

Heriberto: Sim (sério).

Luz: Conta você porque eu vou começar a chorar e não vou conseguir fala.

Estrela: Ok (começa a contar o que aconteceu).

Flash Back

Regy: Luz, Estrela vocês viram a Fer?

Estrela: Não.

Regy: Mais onde está essa menina (procurando com o olhar)?

Luz: Bitch olha lá, ela está sendo arrastada pelo ex-namorado dela (apontando com o dedo)?

Regy: (olha) Sim é ele, vamos atrás deles.

Assim elas foram atrás deles e viram ele a empurrando para um canto escuro do jardim, onde ele deu alguns tapas na cara da Fernanda e depois a jogou no chão e tentou rasgar o vestido dela, tentando violentá-la, mais ele foi impedido por Regy, Luz e Estrela. Regy chega empurrando e Luz e Estrela ajudam a Fernanda a se levantar. Enquanto Regy lutava com o Felipe, ele puxa uma arma da cintura e atira em direção a Fernanda e acerta as costas dela, logo em seguida Regy o empurra e vai socorrer a irmã e com a ajuda das primas a colocam no banco da frente do carro ao lado da Regy que ia como motorista. Elas seguem as pressas para o hospital, mais no caminho elas são surpreendidas pelo Felipe que vinha logo atrás em alta velocidade.

Fernanda: Aiii... Está doendo muito (chorando de dor).

Luz: Calma Fer, respira vai da tudo certo, agüenta mais um pouco, por favor.

Estrela: Regy?

Regy: Sim?

Estrela: Felipe está com o carro dele do lado do nosso carro.

Regy: (olha para o lado) Maldito, miserável. Ele vai pagar muito caro por ter feito o que fez.

Luz: Ahhh... Meu Deus ele está batendo no nosso carro.

Fernanda: Regyyy... Tire-nos dessa.

Regy: Estou fazendo o possível e o impossível.

Estrela: (estava atrás da Regy) ele está do nosso lado agora. Jesus tenha piedade de nós (colocando a mão na boca).

Luz: O que foi?

Fernanda: Aaaaahhhh (expressão de dor)... Fala logo?

Estrela: Ela vai atirar na gente, Regy pelo amor de Deus faça alguma coisa.

Regy consegue se afastar um pouco, mais ele atira no pneu do carro, a fazendo perder o controle do carro e batendo em uma barreira de contenção e capotando o carro três vezes. Estrela e Luz eram as únicas que estavam acordadas e viram o carro de Felipe bater atrás de uma carreta e explodir. Luz conseguiu pegar seu celular e ligou para emergência e em poucos minutos estavam sendo levadas para o hospital.

Fim do Flash Back

Estrela: (chorando assim como a Luz) E foi assim que aconteceu nosso acidente.

Heriberto: (da um murro na parede) Maldito, infeliz.

Luz: Tio pelo amor de Deus, já estamos machucadas e nervosas e o senhor ainda faz isso de dar um murro na porta, nos deixa mais nervosas.

Heriberto: Desculpas, não foi minha intenção.

Luz: Tem novidades da Regy e da Fer?

Victória: Ainda não, obrigado por nos contarem o que aconteceu, vamos deixar vocês descansando (da um beijo na testa de cada uma).

Heriberto: (também da um beijo na testa de cada uma) Obrigada meninas, com licença.

E e L: Por nada, toda (Victória e Heriberto saem e vão para a sala de espera).

Alba: Elas contaram o que aconteceu?

Victória: Sim (vai até a Alba e a abraça).

Carmem: Então Regy bebeu muito e bateu o carro?

Max: Regy não bebeu uma gota de bebida alcoólica tia Carmem (nervoso), se a senhora vai ficar aqui falando asneiras é melhor a senhora ir embora, pois o que menos queremos nesse momento é a senhora falando mal das minhas irmãs e das minhas primas que não estão presentes para se defenderem.

Heitor: Eu levo a senhora embora, assim troco de roupa e volta para cá, com roupas para os meus pais, tia Alba e para o Ângelo (se levantando).

Carmem: (se levanta do sofá) Vamos antes que vocês me esfolem.

Thomas: Não seria uma má idéia (cara de poucos amigos).

Ângelo: Eu vou junto Heitor (dando o braço para Carmem) Vamos tia?

Carmem: Vamos (assim eles saem e vão para Mansão).

Heriberto e Victória contam para todos o que suas Sobrinhas lhe contaram sobre o acidente e todos ficaram ainda mais chocados com a situação. Passam as horas Heitor e Ângelo já tinham voltado para o hospital. Passaram exatamente 08h00min e as cirurgias chegaram ao fim, Rubens, Cruz e Geraldo foram até a sala de espera comunicar o estado de saúde das irmãs Sán Román.

Dr. Rubens: Família Sán Román?

Estevão: (todos se levantam) Como estão minhas sobrinhas?

Victória: Pelo amor de Deus falem alguma coisa (chorando de nervoso).

Cruz: Bem a cirurgia da Fernanda foi bem complicada porque tivemos que remover a bala que por sorte não atingiu nenhum órgão, mais como a batida do carro foi bem forte ela teve uma lesão da vértebra.

Heriberto: Mais ela está bem não está?

Dr. Rubens: Fernanda está paraplégica Heriberto.

Victória: Não... Nãããooo (grita).

Max: (abraça sua mãe com todas as suas forças) Mamãe, por favor, tente se acalmar, elas precisam da senhora.

Heriberto: (Como já sabia os procedimentos que tem que tomar no caso da Fernanda ele pergunta sobre o estado de saúde da Regy) E a Regy?

Geraldo: Regiane teve duas costelas quebradas e uma das duas costelas perfurou o pulmão dela, teve uma fratura exposta no braço esquerdo e obteve uma lesão na vértebra (falava com o coração apertado, estava sofrendo por sua amada).

Maria: Ela também está paraplégica?

Geraldo: Sim, e...

Alba: E o que Dr. Salgado?

Geraldo: Ela teve uma parada cardiorrespiratória, mais conseguimos reanimá-la mais ela voltou e entrou em coma.

Victória: Meu Deus (desmaia nos braços do Filho).

Dr. Rubens: Vamos levava a um quarto e examiná-la.

Levam Victória para o quarto e Dr. Rubens a examina e aplica um calmante. Passam algumas horas e boa parte da família Sán Román foi para casa a pedido de Heriberto, ficando só Max, Alba e o próprio Heriberto cuidando da Estrela e Luz, e esperando Victória e Fernanda acordarem, torcendo que um milagre acontece e a Regy acordasse também.

Quarto de Victória

Ela acorda um pouco tonta por causa do calmante.

Vitória: (se senta na cama) Amor e Filho o que houve?

Heriberto: (se levanta do sofá e vai até ela) Você desmaiou ai lhe trouxemos para cá.

Max: Deram-lhe um calmante.

Victória: Diz pra mim que o que aconteceu com nossas filhas não é verdade, diz (começa a chorar)?

Heriberto: (começa a chorar também) Eu queria muito dizer que nada aconteceu meu amor, mais infelizmente aconteceu. Tenho algo para vocês.

Max: O que é papai?

Victória: Fala logo.

Heriberto: Bem quando se começa a trabalhar aqui no hospital eles nos dão um terno para assinar que se acaso de acontecer algo á nós médicos, enfermeiros e ficarmos em coma, temos direito de ficar ligados nos aparelhos por quatro meses depois disso o hospital tem total liberdade para desligar os aparelhos, temos a opção de aceitar ou não. E no caso da Regy ela assinou que sim (pausa e chorando forte). Quando Rubéns me contou que ela assinou que sim meu coração se partiu em pedaços.

Victória: Não, não isso não. Não tem como reverter isso?

Heriberto: Infelizmente não.

Max: Papai e se ela não acordar dentro desses quatro meses, não podemos permitir que desliguem os aparelhos. Não podemos (chorando inconsolável).

Heriberto: Eu não sei o que fazer. Só podemos pedir a Deus e a Virgem de Guadalupe que Regy volte para nós.

Geraldo: (bate na porta e entra) Com Licença. Fernanda acordou e ta chamando desesperadamente pela Regiane, Rubens pediu para chamar vocês para vê-la e tentar acalmar ela, pois ele não quer ceda-la antes de examiná-la.

Heriberto: Obrigado Geraldo.

Geraldo: Não precisa agradecer.

Todos se dirigem para o quarto da Fernanda, acompanhado pelo Geraldo, eles entram no quarto e vêem Fernanda chorando.

Fernanda: Mamãe, mamãe (chorando) eu quero ver minha irmã, eu preciso ver ela.

Victória: Isso não vai ser possível agora filha, mantenha a calma, por favor, e deixe o Dr. Rubens te examinar, sim (a abraçando)?

Fernanda: Sim Senhora (desfaz o abraço).

Dr. Rubens começa a examiná-la e Fernanda percebe que não está sentindo as pernas.

Fernanda: Porque não estou sentindo as minhas pernas?

Heriberto: Filha você tem que ser muito forte nesse momento e tentar manter a calma (a olha nos olhos).

Fernanda: Por... Por quê?

Heriberto: Você teve uma lesão na vértebra e isso fez com que você ficasse paraplégica.

Fernanda: Eu... Eu... Eu paraplégica (em choque)?

Dr. Rubéns explicou tudo para Fernanda a mesma pediu para ficar sozinha, pois precisava pensar, já que o Dr. Rubéns disse que é possível fazer uma cirurgia, mais não era 100% garantida se ela ia voltar a andar ou não. Todos já sabiam do que poderia acontecer com a Regy, Luz entrou em desespero, sua prima era como uma irmã para ela, passara tantas coisas juntas que não saberia viver sem a prima ao seu lado.

Passam alguns dias, Fernanda e Estrela recebem alta e cada uma vai para sua casa, Fernanda estava muito triste por ter visto sua irmã cheia de aparelhos e machucada, mais ela sabia que precisaria ser forte, pois sua irmã precisava dela.

Mansão Cristina e Frederico.

Já era de noite e Cristina estava no quarto de sua filha Luz, ela ajudava sua filha com coisa que ela não conseguia fazer com uma mão só.

Luz: (se deitando na cama) Mamãe obrigada por cuidar de mim com tanto amor (sorri).

Cristina: (se deita ao lado dela e cobre as duas) Não precisa agradecer meu amor, mamãe te ama muito e nunca vou deixar de cuidar de você.

Frederico: (bate na porta e entra) Com licença.

L e C: Toda.

Frederico: (senta do lado da filha e da um beijo na testa dela) Como você está filha?

Luz: Bem papai, só com medo de perder minha prima. O que vai ser de mim sem ela (começa a chorar)?

Frederico: (seca as lágrimas da filha com os dedos) Sem chora minha pequena, sua prima vai sair dessa, ela sempre foi forte, e tenho certeza que voce duas ainda vão aprontar muito juntas, agora durma sim?

Luz: Sim senhor. Boa noite papai (o abraça e da um beijo no rosto dele).

Frederico: Boa noite minha pequena (da um beijo na testa dela) você vem meu amor (olha para Cristina)?

Cristina: Não meu amor, eu vou ficar com nossa filha, ela precisa de mim (selinho nele).

Frederico: (não gostou nada de ter que ir dormi sozinho) Boa noite.

Cristina: Boa noite (ele sai).

Cristina apaga a luz do abajur e abraça sua filha e começa a fazer cafuné na cabeça da mesma, passa alguns minutos e ambos já estavam dormindo, Frederico foi para seu quarto e deitou na cama ficou rolando de um lado para o outro até que decide ir conversar com seu filho, Thomas estava na sala de jogas da família, assim que Frederico o entra o convida para jogar sinuca, Frederico aceita de bom grado, entre uma tacada ou outra eles, trocavam idéias, Frederico querendo saber se o filho tava namorando, mais o mesmo disse que não porque estava com medo da família não aceitar a mulher que ele ama por ela ser de classe social diferente, Frederico insistiu tanto para saber que era que Thomas contou que era apaixonado por Lupita filha de uma velha amiga de Frederico e empregada de Estevão, Frederico ficou feliz em saber que o filho se apaixonou por uma moça, humilde, bondosa, simpática, sim ele só tinha elogios para sua futura nora, sim futura e breve nora, porque ele se comprometei em ajudar o filho a conquistar sua amada, logo que disse que ninguém seria contra ao namoro deles, tirando a Carmem que ia falar e falar mais Frederico a enfrentaria se possível. Eles ficam mais algum tempo jogando e conversando e depois vão para seus quartos dormi.

Dia seguinte Mansão de Estevão e Maria.

Estavam todos reunidos na sala de jantar tomando café da manhã. Estrela estava sendo paparicadas por quase todos da família, menos por Carmem que sempre falava alguma coisa para ofender Maria, mais a mesma, sempre retrucava e deixava Carmem furiosa.

Assim vão passando os dias e faltavam três meses para desligarem os aparelhos que mantinham Regy viva.

Hospital, quarto da Regy.

Victória: Filha acorda logo meu amor, mamãe está com saudades do seu sorriso, das suas ironias (segurando a mão da filha).

Heriberto: (entra no quarto) Victória já terminou o horário de visita.

Victória: Deixa-me ficar mais um pouco, por favor, (o olha nos olhos).

Heriberto: Victória todos os dias você me pede isso, não posso deixá-la, se não terei que deixar os parentes dos outros pacientes também ficar além do horário permitido.

Victória: (se levanta da poltrona que estava) Como você consegue ser tão frio (se aproxima dele) olha pra ela, ela é nossa filha, não nenhum paciente qualquer é a NOSSA FILHA (dando ênfase) você não pode ser tão forte assim Heriberto é da nossa filha que estamos falando, você proibiu da Fernanda vir visitar a Regy, vai me proibir também? Responda-me?

Heriberto: Não vou te proibir, só quero que aceite as condições do Hospital. Eu sei que está sofrendo, eu também estou.

Victória: Pois não parece que está sofrendo por nossa filha, você a olha como uma paciente qualquer, fala com nossa família se eles fossem estranhos, se essa é sua forma de se manter forte, tudo bem. Mais saiba que eu não vou lhe perdoar, por não deixar ficar no hospital com nossa filha (pega sua bolsa e sai do quarto, fecha a porta e se encosta-se à parede) Filha, minha filha, acorde (chorando).

XXX: Porque ta chorando?

Victória: (olha para o lado) Você mais, mais como?