O Destino Ficou Contra Nós
10 Capítulo 10
Notas iniciais
Doutor: Victória você tem Câncer de Mama.
Victória: Não (chorando forte). Não pode ser não. Justo agora que minha filha está em coma, isso não poderia ter acontecido (desesperada).
Doutor: Sinto muito por isso Victória. Bem sei que a noticia é dolorrosa, mais tenho que te encaminhar para o oncologista e que por sinal é o seu marido. Mais acredito queira dar a noticia antes.
Victória: Eu preciso pensar Doutor, pois minha filha no estado que está eu não sei se começarei o tratamento.
Doutor: Foi o que eu imaginei, mais não demore muito a começar a fazer o tratamento Victória, pois pode se agravar.
Victória: Eu sei (se levanta) Obrigada Doutor.
Doutor: Disponha (ela sai e vai para o quarto da filha).
Quarto da Regy no hospital
Victória: (entra e senta no sofá e olha para sua filha) O que vou fazer minha Virgem de Guadalupe? O que faço filha?
Regy: (aparece e senta ao lado dela) Vai para casa encontrar o papai e contar para ele (a olha nos olhos emocionado).
Victória: Filha eu não posso contar para ele.
Regy: Claro que pode, ele é seu marido, te ama e quer ver você sempre bem. Mamãe eu sei que a senhora está sofrendo por minha causa, mais entenda se eu não consegui voltar à vida dentro de dois meses, são dois meses sem fazer o tratamento perdido. Então vai para casa, converse com o papai, busque apoio e amor dele, e deixe-o buscar isso em você também (chorando). Papai ta sofrendo tanto mamãe, ele está com muito medo de ter que desligar esses aparelhos, por favor, de atenção a ele, carinho, amor, ele precisa da senhora, e a senhora sabe que foi muito injusta com ele em muitos momentos nesses dois meses que estou em coma. Agora vai para casa, que eu vou ver como estão às coisas no hospital, já que não posso trabalhar (sorri).
Victória: Está bem eu vou para casa, se cuida. Obrigada por tudo filha.
Regy: Por nada mamãe. Eu só quero você e o papai bem. Eu amo muito vocês e quero vocês sempre juntos.
Victória: Eu também te amo, tchau (se levanta).
Regy: Tchau (Victória sai). É enquanto isso eu fico aqui tentando mil maneiras de voltar à vida e nada disso acontece, pensando bem não vou tentar hoje, vou fazer o que eu disse a minha mãe, vou dar uma volta (sai do quarto).
Enquanto Regy passeava pelo hospital, Victória estava a caminho de sua Mansão, passa alguns minutos e ela chega, entra cumprimenta sua Filha Fernanda que estava conversando com a Dona Mili que recebe um abraço apertado de Victória, a mesma sobe para o seu quarto e ao entrar encontra seu marido deitado na cama dormindo, a mesma decide se juntar a ele, ela vai até o banheiro, toma um banho rápido e logo em seguida coloca uma calcinha e uma camisola azul marinho, sai do banheiro e se deita ao lado do seu amado, deixando seu corpo bem próximo ao dele, então ela começa acariciar o peito dele já que o mesmo estava de barriga para cima, ao acariciar ela também começa a distribuir pequenos beijos pelo rosto do mesmo.
Heriberto: (acorda) Victória.
Victória: Amor, eu preciso tanto de você (começa a chorar).
Heriberto: O que você tem meu amor (a olha nos olhos)?
Victória: Preciso te contar uma coisa (se sentando na cama).
Heriberto: (se senta também) Não me diz que nossa filha (ficando desesperado/interrompido).
Victória: Nossa filha Regy continua do mesmo jeito, o que eu quero lhe contar é algo comigo.
Heriberto: Fala logo Victória.
Victória: Eu... Eu estou (pausa) com câncer de mama (abaixa a cabeça e chora mais forte).
Heriberto: (a abraça com força) Meu amor olha pra mim, olha.
Victória: (o olha nos olhos) Estou com medo, muito medo.
Heriberto: Não tenha medo eu estarei o tempo todo ao seu lado, cuidando, amando, protegendo. Amanhã mesmo você vai começar o tratamento.
Victória: Mais... (interrompida).
Heriberto: Por favor, faça por você, por nossos filhos e por mim meu amor (selinho).
Victória: (sorri entre as lágrimas) Está bem, eu vou começar amanhã o tratamento. Amo-te.
Heriberto: E eu a ti.
Inicia um beijo cheio de amor e carinho, o beijo começa a fica mais intenso e Heriberto deita sua amada na cama e se põe por cima dela, sem deixar de beijá-la. Ele acariciava o corpo de sua amada e termina o beijo com selinho.
Heriberto: Meu amor (ofegante) eu... Eu preciso, necessito fazer amor contigo. Eu preciso de você entregue totalmente para mim.
Victória: Eu também preciso (ofegante), necessito fazer amor contigo meu amor, me ame.
Assim ele a beija novamente e aos poucos foram tirando a roupa um do outro, ambos já estavam nus e fazendo caricias um no outro, Heriberto estimula um pouco o clitóris de sua amada e ao perceber que a mesma estava preparada para ele, o mesmo fica entre as pernas da mesma e a penetra com calma, com carinho. Ele fazia um vai e vem calmamente, eles estavam com saudades um do outro, estavam sofrendo, estavam precisando um do outro, eles se esqueceram de tudo e de todos só para se amarem. Ele aumenta o ritmo de suas investidas.
Heriberto: Amo-te (selinho) sempre vou te amar meu amor.
Victória: (com descuido dele fica por cima) Eu também te amo sempre te amarei... Ohhh (geme ao sentir as mãos dele apertando seus seios e aumentando o ritmo de suas investidas).
Corpo de Victória se chocava com o de Heriberto, ambos estavam suados, cheios de desejo, Heriberto fica no controle novamente e começa a dar estocadas fortes e rápidas em sua amada até que ambos chegam juntos a um orgasmo maravilhoso.
Victória: Heribertoooo Ohhh...
Heriberto: Vickyyyyy Ohhhh...
Ele sai de dentro dela e se deita ao lado da mesma e a puxa para abraçá-la e colocar a cabeça da mesma sobre seu peito.
Heriberto: Não sabe como eu estava precisando ficar assim com você meu amor. Fica abraçado, sentindo sua pele na minha, sentindo seus toques (selinho).
Victória: Queria ficar assim como você por bastante tempo, mais infelizmente a realidade cruel nos espera lá fora. Será que nossa filha vai acorda?
Heriberto: Do jeito que nossa filha é teimosa, orgulhoso, geniosa ela vai acorda nos 45 minutos do segundo tempo (gargalhada).
Victória: (ri) Será que ela vai fazer a gente ficar na aflição e só vai acordar nos 45 minutos do segundo tempo como você disse?
Heriberto: Vindo da nossa filha, isso é o esperado. Mais agora vamos continuar curtindo um ao outro.
Victória: Vamos (inicia um beijo cheio de amor).
Victória e Heriberto ficam curtindo um ao outro enquanto isso Maximiliano estava em um encontrou com a Fisioterapeuta da Fernanda, pois a mesma perturbou tanto ambos para se conhecerem que conseguiu com que eles se encontrassem em um restaurante bem aconchegante, Max estava sentando em uma mesa esperando a moça e muito ansioso também, já que Fernanda dizia a ele que a moça era bonita, amorosa, simpática, animada.
Ele não sabia como a moça era mais ela sabia exatamente como ele era, pois Fernanda tratou de mostrar muitas fotos do seu irmão gostosão para sua nova amiga. Max estava distraído quando uma moça se aproxima dele e o cumprimenta.
XXX: Boa noite (sorri).
Max: (a olha) Boa... Boa noite (se levanta) Você é a Renata?
Renata: Sim sou eu. Prazer (estende a mão direita).
Renata tinha cabelos negros um pouco abaixo dos ombros, pele branca, olhos castanhos, 1,60 de altura, formada em fisioterapia, tinha a mesma idade que Max e Regy, que iriam completar 24 anos em breve.
Max: (estende a mão direita também e a cumprimenta) Prazer é meu, sou Maximiliano.
Ele puxa a cadeira para ela sentar e logo se senta também.
Max: Fernanda fala muito de você, na verdade quase me deixa louco de tanto que fala de você (sorri).
Renata: E ela me deixa louca de tanto que fala de você (sorri).
Max: Ela disse que você é a cunhada perfeita.
Renata: Não acredito que ela disse isso (envergonhada). Fernanda me mata de vergonha.
Max: Você está com sorte que a Fernanda e não a Regiane (se põe triste) ela é mais terrível que a Fer, ela é mais descarada.
Renata: Ei não fica triste não, conheço a Regy ela não desiste fácil, você vai ver ela vai acordar e vai ficar perturbando nós dois (sorri encantada por ele).
Max: Com certeza.
Eles ficam conversando por algum tempo, logo fazem pedido de algo para comer, assim que comem eles continuam a conversar e Max se oferece para levar Renata até sua casa, já que a mesma tinha ido de taxi para o restaurante, assim que estacionam o carro Max sai do carro e vai até o outro lado abre a porta e ajuda Renata a sair do carro.
Max: Está entregue, muito obrigado pela noite maravilhosa (sorri apaixonado).
Renata: Eu que agradeço pela noite maravilhosa e por ter me trazido (sorri apaixonada), bem vou entra. Boa noite.
Max: Boa noite.
Ela se vira para entrar em sua casa, mais Max a puxa pelo braço deixando seus corpos grudados e assim ambos olham um nos olhos do outros e Max a beija com carinho, beijo esse que foi muito bem correspondido por Renata.
Max: Agora sim boa noite e eu espero te ver em breve (selinho e sorri).
Renata: Eu... Eu também espero. Boa noite (se vira e entra em sua casa).
Max entra no seu carro e sai feliz da vida, ele se apaixonou a primeira vista pela Renata, amiga da Fernanda e filha do Dr. Rubens. Ao chegar a casa para o seu quarto e se depara com sua irmã Fernando deitada na sua cama espero ele para que ele contasse o como foi o jantar com sua amiga, o mesmo contou todos os detalhes, e quando ele falou do beijo a mesmo surtou, ficou mega feliz. Então permaneceram conversando até que pegam no sono e dormem juntos.
Mansão Frederico e Cristina.
Frederico estava acordado e olha para o lado e vê sua amada dormindo tão tranqüila e tão serena, ele já não agüentava mais a situação deles, estava ficando louco sem fazer amor com sua amada há dois meses, e hoje ele ia fazer o possível e o impossível para tela em seus braços. Como sua amada estava dormindo de barriga para cima e então ele decide acordá-la de um jeito gostoso e prazeroso. Ele tira a manta que cobria ela, levanta a camisola dela e já que ela estava com as pernas afastadas ele aproveita afasta a calcinha dela para o lado e começa acariciar a intimidade dela e logo ele começa a lamber calmamente e introduz um dedo e começa a fazer um vai e vem calma, fazendo com que sua esposa despertasse.
Cristina: (desperta) Ohhh... (o olha) Fredericoooo Ohhh.
Frederico: (apara de lamber ela) Amo quando geme meu nome, (continuar o vai e vem com o dedo dentro dela). Eu não agüento mais Cristina, eu preciso fazer amor com você, não agüento mais essa tortura. Hoje você será minha e não terá escapatória.
Ele volta a lamber a intimidade dela e a mesma se contorcia de prazer, ela amassava o lençol com as mãos, enquanto seu marido começou a chupar beijar e mordiscar sua intimidade, Frederico fazia com maestria, ele sabia exatamente como dar prazer a uma mulher, então ele acrescenta mais um dedo na intimidade dela e começa a fazer um vai e vem rápido levando sua mulher a um orgasmo maravilhoso.
Cristina: Fredericooooooooo... Ohhhhh...
Frederico retira os dedos de dentro da intimidade de sua esposa, chupa eles, e sua boca vai de encontro com a boca de sua amada, ele inicia um beijo cheio de amor e desejo, ele é muito bem correspondido.
Cristina: (termina o beijo com selinho e finaliza com uma mordida no lábio inferior do seu amado) Eu também não agüento mais meu amor (por descuido dele, ela fica por cima), ficar sem suas caricias (pequenas mordidas no pescoço e ombro dele, que estava sem a parte de cima do pijama), seus beijos (se levanta e tira sua camisola e a calcinha que vestia), sem fazer amor contigo (senta sobre a ereção do marido que estava coberta pela cueca e calça) Te amo Frederico (começa rebolar sobre ele).
Frederico: Ohhh... Não faz isso.
Cristina se levanta um pouco e começa beijar o peitoral e abdome do seu amado e vai descendo os beijos até o cós da calça que a mesma faz questão de se livrar rapidamente junto com a cueca. Feito isso ela começa acariciar a ereção dele com uma de suas mãos, e logo ela abaixa sua cabeça e abocanha a ereção dele chupando com muita vontade, ela o chupava com muita maestria, chupava, lambia, beijava e mordiscava, levando Frederico a loucura, ele segurava o cabelo em forma de rabo de cavalo com uma de suas mãos. Cristina percebendo que seu amado estava quase gozando em sua boca, ela para o que estava fazendo e se senta novamente sobre ele, mais sem colocar a ereção dentro de sua intimidade, a boca dela vai de encontro com a boca dele, onde se beijam com amor, desejo, há como eles sintam saudades um do outro, sentiam falta da pele, do cheiro, do suor dos seus corpos se misturando. Cristina ao poucos leva à ereção do seu marido a entrada se sua intimidade, e aos poucos começou a se movimentar sobre a ereção dela, fazendo um sobe e desse torturante para Frederico. Ele segura a cintura dela com as duas mãos ajudando a mesma fazer os movimentos mais rápidos e preciso, Cristina adorava dominar seu marido, o mesmo que a acordou queria fazer amor com ela e faria, mais ela que comandaria tudo e ele obviamente obedeceria. Cristina para de se movimentar e sai de cima de seu amado e se vira ficando de costas para ele, então ela novamente encaixa a ereção dele em sua intimidade, ela coloca o cabelo para o lado para ficar mais fácil de olhar para trás e ver seu marido, então ela apóia suas mãos nas coxas de Frederico e começa mexer seu bumbum sobre a ereção dele, fazendo um sobe desce extremamente rápido, Frederico tinha a visão privilegiada pois via sua ereção entrando e saindo de sua amada, e ainda via o bumbum dela se mexer com os movimentos, ele começa a dar alguns tapas no bumbum dela, deixando marcado, isso deixava Cristina louca de desejo e aumentava ainda mais seus movimentos, fazendo com que ambos chegassem a um orgasmo esplendido.
Cristina: Fredericooooooo... Ohhhhh...
Frederico: Cristinaaaa... Ahhhh...
Frederico ajuda sua amada a sair de cima dele e a deita ao seu lado, onde trocam vários beijos intercalados, tentando recuperar a respiração.
Cristina: Adoro te dominar (morde o lábio inferior dele).
Frederico: Nem me fale, pois amo quando você me domina, não vejo problema algum você fazer isso sempre que quiser (sorri e da um selinho nela).
Cristina: Farei isso com muito prazer (sorri maliciosamente) amo-te.
Frederico: Amo-te minha Cristina.
Frederico inicia um beijo cheio de amor que é muito bem correspondido, logo o beijo se intensifica e eles começam a ficar excitados e começam á fazer amor novamente, amor esse que era para matar a saudade.
Dia seguinte...
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