Notas iniciais
Faz um tempo que venho trabalhando nessa historia e estava aqui entendiada e porque não postar né?
aqui esta o prologo e se gostarem eu continuo

bom acho que é isso
boa leitura

Esme

Mais um dia cansativo de trabalho, não era nada fácil manter uma ONG pra ajudar famílias de crianças com câncer quando ninguém queria contribuir, eu faço minha parte nem tenho um salario, mas meu pagamento é grande quando vejo o sorriso de cada uma daquelas crianças com suas famílias. O nosso trabalho basicamente é construir ou conseguir casas pra famílias que veem com seus filhos de longe se tratar na cidade que é referencia no tratamento de câncer. Mas ultimamente estava enfrentando problemas, pois a prefeitura deixou de nos ajudar então estamos vivendo de donativos que não são muitos, eu basicamente não sou rica apesar de meu marido ser um dos médicos mais importante da região, mas foi o tempo que ele se preocupava com algo que não fosse relativo a si mesmo, não entendia sinceramente onde foi parar o homem que conheci a sete anos atrás: romântico, atencioso e que estava ao meu lado pra tudo e assim ia, mas agora estava eu aqui preparando o jantar que sairia duas horas mais tarde porque ele ainda não tinha chegado e motivo? Não sei, pois liguei no hospital e disseram que ele tinha saído de lá a algumas horas. Ouvi barulho na porta, pois é meu sapo tinha chegado era assim que eu pensava nele, no conto de fada o sapo virou príncipe depois do beijo, mas aqui era o contrario o meu príncipe tinha se transformado num sapo.

- Desculpa o atraso. – ele disse da porta da cozinha, me virei e o fitei sem dizer uma única palavra, não queria começar mais uma briga apesar de minha vontade ser de perguntar onde ele estava ate essa hora, mas do que adiantaria? Em nada obviamente, as coisas com Carlisle não funcionava mais.

- Tudo bem, eu fiz o jantar. – disse esperando um pouco de entusiasmo da parte dele e ele coçou a cabeça e não era bom sinal.

- Eu já jantei. – lembra aquela parte de não dizer uma única palavra e evitar mais uma briga? Esquece.

- Porque não me avisou? Eu trabalhei o dia todo e estava cansada, mas não eu vim pra essa porcaria de cozinha fazer alguma coisa pra gente comer junto, pelo menos uma refeição juntos, mas não...

- Ei! Calma! Só jantei fora, mas se o problema é esse eu como de novo. – ele disse fazendo aquela cara dele que mais me irritava.

- Você sabe muito que o problema não é esse. – disse e então peguei a travessa de lasanha e enfie na geladeira, busquei a salada que eu tinha cozinhado do jeito que ele gostava e enfie na geladeira também.

- Você não vai jantar? – ele disse enquanto eu guardava os pratos e talheres que estavam na mesa.

- Não, perdi a fome. – disse e passei por ele apagando a luz e subindo as escadas furiosa.

Carlisle

Meu dia foi super cansativo a emergência daquele hospital que estava um caos pra variar, e resultado era um plantão de doze horas de puro trabalho com no máximo uma hora pra comer e então meus amigos resolveram sair, nos eramos em quatro eu e Jasper os casados do grupo e Edward e Emmett os solteiros, eu aceitei de bom grado e o santo Jasper apaixonado por sua super esposa Alice disse que ela estava esperando ele que os dois iam sair, mas eu precisava de uma boa bebida e uma comida diferente, ta legal Esme caprichava na comida, mas era uma saída com os caras.

- Dona Esme vai zangar viu. – Emm disse me zuando, já tinha presenciado uma das ceninhas da minha mulher.

- Me erra Emmett, lembre-se que sou seu chefe. – nos três rimos, e logo a garçonete que era muito gos.. que era bem bonita trouce três cervejas geladinhas. – obrigado. – disse tentando não olhar pro seu decote.

- Obrigada delicia. – Emm disse piscando pra loira.

- Disponha. – ela disse fazendo biquinho.

- Pode deixar comigo. – ele disse, como esse meu amigo era terrível não podia ver mulher, feia ou bonita pra ele não tinha diferença o importante era ser mulher, Edward era mais seletivo com esse assunto e escolhia ate demais e pra mim ia acabar ficando sozinho.

- Carlisle você é um homem casado então tira o olho. – Edward disse.

- Não estava olhando nada. – disse dando de ombros, mas não consegui disfarçar e logo estávamos rindo, pedimos uns lanches e então mais uma cerveja e quando olhei no relógio já passava da minha hora de ta em casa. – Preciso ir.

-Vai apanhar hoje. – Ed disse gargalhando.

- Eu acho que vai pro quarto de hospedes. – Emm disse.

- Vão se ferrar! Esme me ama e hoje a noite vai ser longa. – disse com certa malicia, e então sai e deixei a conta pra eles pagarem eles iam me encher por isso, mas eles que me convidaram.

Dirigi ate em casa e minha animação já tinha passado, antigamente costumava vir com todo gás pra casa, eu e Esme namorávamos durante horas e depois jantávamos e depois nos amávamos mais e agora eu tinha que esperar a boa vontade dela, fazia uma semana que ela não me deixava ao menos beija-la e isso me tirava do sério, mas hoje ela não ia escapar de mim não se bem que hoje ela teria desculpa por conta do meu atraso, mas que se dane também tenho minha vida.

Assim que cheguei a encontrei cozinhando e depois que disse que já tinha jantado ela começou com suas costumeiras crises, ela estava cada dia mais chata e TPM sei que não era porque eu sabia mais que ela sobre seu ciclo, mas sinceramente não eramos mais os mesmos de quando nos casamos, ela subiu e apagou a luz me deixando no escuro e eu resolvi dar um tempo, peguei uma água gelada e tomei. No começo do casamento eu era recebido com beijos e abraços e agora? Era raridade quando ela me beijava, nos últimos quatro meses então se não fosse eu a procura-la nos não tínhamos nem transado nem nada, minha mulher estava se tornando uma frigida.

Resolvi subir e a encontrei enrolada numa toalha com os cabelos ainda molhados passando hidratante nas pernas, minha esposa era bela, mulher que qualquer um queria ter em casa. Tentei me controlar e só coloquei minha maleta na poltrona e fui na direção do banheiro.

- Custa pendurar essa bolsa? – ela disse sem me olhar e eu voltei e pendurei a droga da bolsa, Esme era muito mandona e eu amava isso no começo, mas já estava cansado disso.

Tomei um banho demorado e logo sai do boxe, enrolando a toalha na cintura e sai do banheiro, Esme estava vestindo uma camisola preta curtinha, tava querendo me provocar acho que era castigo, as mulheres gostam disso: aprontou e agora só vai ver tudo isso e não vai poder se quer tocar. Peguei uma boxe branca e a vesti sem me dar ao trabalho de me secar tinha preguiça disso.

- VocÊ secou o banheiro?

- Não. – disse desanimado. – E nem vou secar, não agora. – disse me jogando na cama.

- Problema é teu que vai ter de dar um jeito naquelas infiltrações. – ela disse e apagou a luz e veio pra cama, ascendeu o abajur e pegou um enorme livro e colocou no colo.

- Serio que vai ler esse livro chato? – disse me virando de lado pra ela.

- Serio. – ela disse abrindo na pagina que tinha o marcador e começou a ler.

Esme

Porque Carlisle fazia isso comigo? Eu nem sou tão fã de cozinha, mas faço porque ele dizia gostar da minha comida e então passo no mercado compro tudo pra fazer algo bom pra ele comer e ele come fora, isso acabava comigo e ate deixei a comida toda lá, perdi completamente a fome e então subi e fui tomar um banho e mais uma vez chorei, ultimamente pensar no meu marido so me fazia chorar, ele que antes só me fazia feliz, agora não conseguia tirar um sorriso sincero de mim. Sai do banheiro e comecei a hidratar minha pele quando ele entrou no quarto e me deu aquela olhada, ele só pensava ne mim pra satisfaze-lo tinha chegado a essa conclusão. Porque os homens não entendem que nos mulheres somos diferentes? Nos mulheres gostamos de ser tratadas com carinho durante todo o dia, gostamos de nos sentir amada, importante e não só necessária na hora de dormir, mas era assim que eu estava só prestava pra sexo, fazer sexo é bom, mas quando se tem amor e amor era uma palavra que estava longe de voltar pra essa casa.

Ele como sempre jogou sua maleta na poltrona, não secou o banheiro e ainda deixou a toalha molhada na cama, esqueci de adicionar empregada na lista, além de escrava sexual também era empregada dele, peguei a toalha e joguei em cima da pia do banheiro e então fui me deitar e ler um pouco, logo ele veio com o papinho de que se eu ia mesmo ler aquele livro chato e ate que estava lendo, mesmo com seus olhos em cima de mim ate que ele tomou o livro da minha mão e o fechou.

- O que você quer agora? – disse sem paciência.

- Quero você, to com saudade. – ele disse e eu já ia xinga-lo quando seus lábios tomaram os meus num beijo avassalador, por mais que queria faze-lo parar meu corpo respondia a cada toque dele, logo ele já estava sobre mim.

- Carlisle para, não to no clima. – disse e ele começou a alisar meu rosto.

- Amor tenho minhas necessidades, por favor. – ele disse e logo já estava sobre mim me apalpando pra todos os lados, e então tirou minha camisola e começou a massagear meus seios e então os sugou, depois tirou minha calcinha e logo já estava dentro de mim, ele gemia no meu ouvido coisas desconexas, mas nada como antes, nada de um eu te amo, nada de romantismo somente puro sexo, e então saiu de dentro de mim e caiu exausto depois de se satisfazer, virei pro lado e fingi dormir já estava de bom tamanho por hoje e ele teve mais do que merecia, e então ele levantou e logo saiu do quarto. Estava demorando pra subir e não ele não podia fazer o que eu estava pensando de novo, não tendo acabado de fazer amor comigo. Vesti minha camisola e desci devagar as escadas e fui pro seu escritório que estava com a porta entre aberta e sim ele estava ali me traindo de novo e então me toquei que já tinha acabado, nosso casamento já tinha ido pro espaço a tempos e eu estava tentando me enganar, Carlisle não me amava mais e eu deixaria de ama-lo a partir de hoje, agora quem não iria insistir mais era eu.

Notas finais
E então?

beijinhus da Su