Notas iniciais
Olha quem voltou!! Euzinha, Cá :D Sentiram minha falta? Eu senti a de vocês! (Tava ocupada com os preparativos do meu casamento.. HUAHUAAHUUA keskara que viaja e começa a confundir ficção com realidade né. Melhore, Carolina). A Mica pediu para pedir desculpas pela demora! E pediu pra avisar que o próximo pode ser que demore um pouco também porque ela vai mudar de casa e vai ficar atolada de coisas para arrumar e talvez fique uns dias sem net. Mas ela disse que promete que vai tentar escrever esses dias antes de mudar. E podem deixar que eu vou fazer questão de cobrar, porque sim, obrigada de nada. Agora vou postar porque sei que é o que vocês querem né.. Ah, mas antes, a Mica tem um recado: ABRE ASPAS Oi gente. Olha eu aqui, invadindo as notas da minha mica... Mas ela vai entender porque é por uma boa causa. To aqui pra agradecer a mineirinha mais linda desse mundo (depois de mim, porque a mineirinha mais linda sou eu hahaha), minha Loris linda que recomendou a fic. Sério, tô muito feliz por ela ter tirado um tempinho dela (eu sei como ela é ocupada, sem zoeira) e ter recomendado. Muuuuuuuuuuito obrigada, meu amor! Não só por isso, mas também por me ajudar com a fic (assim como a minha mica, por me ajudar demais e pra não ficar com ciúmes *laugh*). Vou parar de falar porque quem fala muito aqui não sou eu, né dona Caral? Obrigada por ter cedido esse espaço nas notas para mim. Você é uma fofa! Ahhh, só mais uma coisa: um muito obrigada especial para todas as minhas leitoras lindas que comentam cada coisa linda e engraçada. hahaha é muito bom ver essa resposta de vocês sobre a fic. Agora parei mesmo de falar, pode continuar MIca, beijos. MissAnnie FECHA ASPAS Só tenho uma coisa a dizer: Não entendi o "não sou eu que falo muito".. HAHAHA Brinks, falo mais que a mulher do Yakult mesmo e sei que vocês gostam. Mas agora vou postar!! Já volto

“Se alguém já lhe deu a mão e não pediu mais nada em troca, pense bem, pois é um dia especial. Eu sei que não é sempre que a gente encontra alguém que faça bem e nos leve desse temporal.”

Dia Especial – Tiago Iorc

Dias depois...

“Ka, quanta informação!” Sol ajeitava-se na cama, dobrando algumas roupas que estavam jogadas. “Sua vida foi mais movimentada nesses últimos dias do que a minha em toda ela.” Riu.

“E não é, Sol? Não sei como cheguei viva até aqui.” Ensaiei um drama. “Mas agora é a sua vez, conta como foi a gravação do CD e tudo mais.” Joguei-lhe um short para que o dobrasse.

Desde a festa de comemoração do intercâmbio, eu e Sol não nos vimos, e como bem a conheço precisaria de um relatório sobre os últimos acontecimentos.

Aproveitando que todos aqui em casa saíram, chamei-a para passarmos um dia todo juntas. Além de contar-lhe as novidades, ela poderia me ajudar a arrumar as malas para a viagem, que a cada dia se aproximava.

“E quando é o lançamento?” Perguntei enquanto buscava mais algumas roupas. “O Pê nunca me conta nada sobre o CD, parece que tá escondendo alguma coisa.” Percebi que Sol parara o que estava fazendo, ficando tensa. “O que foi, Sol?”

“Na-nada não, amiga.” Dera um sorriso amarelo. “Dia 20 vai ser o show de lançamento lá no Solar de Botafogo.”

“Nossa! Quase duas semanas antes da viagem...” Suspirei.

“Ka, eu sei que você vai morrer de saudades minhas, mas você vai conseguir sobreviver.” Rimos juntas. “E, além disso, você vai ter suas amiguinhas novas e o Cobra pra te fazerem companhia.”

“Sem ciúmes, dona Solange.”

“Não é ciúme.” Fizera um bico, cruzando os braços. “Vê se não vai esquecer a sua bff, ok?”

“Não vou esquecer, Sol. Agora para com esse drama, que tem muita coisa pra guardar nas malas. Acho que vou acabar ficando louca antes da viagem.”

A manhã passara depressa, ou nós que perdemos a noção do tempo no meio de tanta roupa, calcinhas, meias e etc. E só fomos notar que já passavam das três da tarde quando o recebemos um aviso vindo diretamente dos nossos estômagos. Corri até a cozinha, vasculhando os armários em busca de algo de preparo rápido.

“MIOJO!” Bradei balançando o pacote. “O bom e velho miojo. Você vai querer de que, Sol?”

“Ka, desculpa, mas miojo?” A morena desaprovara.

“Ok. Alguma ideia melhor?”

Antes mesmo que a morena pudesse responder, a campainha soou, assustando-nos já que não esperávamos por ninguém ali tão cedo. Larguei o pacote de miojo na bancada da cozinha, caminhando até a porta da sala. Ao abrir a porta viera a surpresa.

“Alguém pediu pizza?” Cobra sorria, mostrando as três pizzas que trazia.

“E refrigerante?” Lorena estava ao seu lado esquerdo, com uma sacola em cada mão que continham refrigerantes.

“Quem sabe um brigadeiro?” Agora era Babi, do outro lado de Cobra, segurando uma sacola e mostrando uma lata de leite condensado.

“Deus, obrigada por isso!” Sol surgira atrás de mim, com as mãos unidas em sinal de agradecimento.

“Pizza? A gente nem almoçou, galera.” Expliquei-lhes, dando passagem para que entrassem.

“Nós também não, meninas.” Lorena ia dizendo, depositando suas sacolas na cozinha.

“E como já tá um pouco tarde podemos lanchar e jogar um papo fora. O que acham?” Babi dizia, imitando a ação de Lorena em relação as sacolas.

“Por mim, tudo bem. O que vo-...”

Minha pergunta fora interrompida e respondida no momento em que olhei para a mesa da cozinha: Sol e Cobra já estavam deliciando-se das pizzas.

“Vem logo, Ka. Do jeito que eles estão, não vai sobrar nada pra nós.”

Lore disse enquanto puxava-me pela mão em direção a mesa. Babi seguiu-nos. Na mesa, pizza de frango com catupiry, lombo canadense e, a minha preferida, aliche.

“Aliche, eca! Isso é coisa da Karina, ou alguém mais aqui gosta?”

“Eu gosto, Sol.” Cobra respondera, pegando um pedaço da pizza para si e entregando-me outro. “Comprei porque sei que a Ka também gosta.” Sorri em forma de agradecimento.

“Verdade. Só esses dois que eu conheço que gostam dessa pizza. Sério galera, tem pizza mais gostosa.” Babi ia servindo-se da pizza de lombo.

“Gosto é gosto, Babi. A gente não julga você por ter dificuldades na fala, não julgue o gosto deles por pizzas estranhas.” Lore disse num tom de brincadeira e todos riram.

“Verdade, Lorena. A gente, por exemplo, não te julga por estar com o João.” Cobra disse e a morena envergonhou-se. “Conta pra gente como estão sendo suas noites na casa da Dandara, tá tão felizinha...”

“Perai, galera. O que eu perdi?” Questionei rindo em meio as insinuações da turma. “A Lore e o Johnny? Rolou?” Olhei para a morena que parecia um pimentão.

“Chato isso ein galera. Privacidade no meu relacionamento, por favor.”

“HMMM, TÃO NAMORANDO!” Sol entrara na brincadeira e começamos a cantar em coro, arrancando gargalhadas da garota vermelha de vergonha.

“Ok, ok. Estamos namorando sim. E rolou sim. E foi especial. Agora chega.” Sentou-se, pegando outro pedaço de pizza. “E a Karina? Não tem novidades no relacionamento pra contar não?” Todos os olhares voltaram para mim.

“Que relacionamento?” Corei com todos aqueles olhares curiosos. “Se estão falando de um certo guitarrista, estamos apenas nos conhecendo melhor.”

“Que papo de artista esse de nos conhecendo melhor. Ele nem é famoso ainda pra estarem falando isso.” Babi disse enquanto servia-se de mais refrigerante.

“Se vamos falar de relacionamentos, não podemos esquecer o amor sem idade do Cobra e da Gabi. Fala sério, não é lindo?” Solange disse num tom claramente irônico.

“Vocês adoram me zoar com esse lance de idade. Eu gosto da Gabs, apesar de novinha, ela tem mais maturidade que muita garota que eu conheci. A mãe dela me adora, pelo menos é isso que parece.” Ele riu. “Mas acho que não vou levar adiante nosso relacionamento, sabem? Eu vou passar um ano fora e ela é nova, não quero que ela se prenda a mim. Ela vai ter vontade de conhecer outros caras, assim como eu posso conhecer outras garotas. E se for pra ficarmos juntos, vamos ficar mesmo que passem muitos anos. E-...” Pausou e encarou-nos desconfiados. “Que cara é essa a de vocês?”

“Desde quando você é assim, Ricardo? Pra mim, você era daqueles heartbreaker, sabe? Você tem sentimentos, Cobrinha. Que fofo!” Apertei suas bochechas, fazendo-o rir. “Brincadeiras a parte, achei sensato da sua parte.”

“E você, Ka? Como vai fazer com o Pedro? Porque daqui a pouco você também vai embora. Vai deixar ele solto?”

“O que tiver que ser será, Cobra. Quero aproveitar o momento que teremos juntos até a viagem, e depois? A gente vê o que rola.” Respondi um pouco desanimada e um silêncio tomara lugar na cozinha. “Mas mudando de assunto, eu tava pensando em uma festa de despedida. O que acham?”

Tentei mudar o foco do assunto, já que se fossemos aprofundar, poderia trazer a tona alguns sentimentos que eu não queria. Sofrer por antecipação estava fora de cogitação, e mudar de ideia era uma coisa que eu nunca faria em relação à viagem. Mudar o foco fora o certo a se fazer.

“Ótima ideia, Ka! O que você pensou? Numa social de no-... Acho melhor não.” Babi animara-se mas logo reprovou-se pelo que ousou dizer. Todos lembraram, claramente, do que rolou na última social.

“Que tal um luau?” Lore quebrara a tensão que instaurou-se no ambiente. “Acho tão bonito, mas nunca tive a oportunidade de fazer um.”

“Eu posso cantar! Aproveitem enquanto eu não estou tão famosa e que não estou cobrando cachê.” Sol exibia-se e, simultaneamente, todos reviraram os olhos, rindo em seguida. “Temos que começar os preparativos logo.”

“Eu já adiantei bastante coisa da viagem, só falta comprar algumas roupas de frio. Mas se precisarem, eu topo ajudar.” Lore prontificou-se.

“Eu também, Lore. Minhas malas estão praticamente prontas. Posso ajudar também.” Babi comentara. “E você, Ka? Tudo pronto?”

“Hoje a Sol me ajudou a arrumar as malas, mas...”

“Mas?” Cobra continuou.

“Mas não sei se vou poder ajudar. Vou estar um pouco ocupada com algumas coisas até o dia da viagem. Se precisarem de dinheiro é só pedir, mas a ajuda eu vou ficar devendo.” Expliquei meio sem jeito.

“Tudo bem, Ka. Mas com o que você vai estar ocupada? Sem querer parecer enxerida mas já parecendo.”

“Coisa minha, Lore.”

“Então beleza. Cobra, pode ajudar também?”

“Tô dentro, meninas.” Disse e lançara-me um olhar desconfiado.

Continuamos a conversa que se estendera pela noite, e por todo esse tempo, um clima desconfiado reinava em casa. Hora ou outra Cobra perguntava-me, de jeitos diferentes, o que eu estava “tramando”, como ele mesmo disse, mas tratei logo de desconversar. Não era pra tanto essa desconfiança. Eu não estava fazendo nada de errado.

Lorena e Babi foram fazer brigadeiro, enquanto eu e Cobra escolhíamos um filme para assistir. Depois de muita controvérsia, decidimos por um filme de terror, daqueles bem assustadores, e por uma comédia romântica, daquelas que têm sempre o mesmo enredo.

O brigadeiro ia esfriando, Cobra decidira fazer pipoca de micro-ondas, e Lore e Babi iam ajeitando os filmes na TV. Fui até o quarto para pegar algumas almofadas extras e cobertores, já que entrava uma brisa fria pela janela da sala. Foi quando meu celular começara a tocar, olhei a tela e era um número desconhecido.

“Alô?”

“Oi, posso falar com a Karina Duarte?”

“Sou eu. Quem tá falando?”

“Oi, Karina. Tudo bom? Meu nome é Ingrid e estou de férias aqui no Brasil, porque na verdade eu moro em Nova York. Eu faço intercâmbio lá e dividia um apê com um grupo de brasileiros, mas como o tempo de intercâmbio deles acabou e eles tiveram que voltar e é por isso que eu estou te ligando.”

“Pode falar.”

“Então, eu fui ver no site do intercâmbio a lista de aprovados que virão morar em NYC, vi o seu nome e de mais três pessoas. Você já tem onde morar lá? Porque eu queria saber se você tem interesse em dividir um apartamento, igual eu fazia com os outros intercambistas. ”

“Olha, Ingrid. Eu e mais três amigos estamos indo morar em Nova York, mas acho que nenhum deles, assim como eu, tem onde morar. Eu precisaria ver com eles, se rola esse interesse, sabe? E você disse que tem o nome de mais três pessoas, oito pessoas num apartamento deve ficar meio apertado, né?”

“Então, Karina. Eu vou deixar em aberto o convite. Tenho que ligar pros outros três números que tenho aqui. Talvez você até os conheça, porque o DDD é o mesmo que o seu. São duas garotas que fazem engenharia e que vão para a NYU e um cara com o sobrenome engraçado, que faz educação física.” Parou por uns segundos e continuou. “Lorena, Bárbara e Ricardo Cobra alguma coisa.” Riu e eu ri junto.

“Cobreloa. Esses são os meus amigos. Se quiser, podemos conversar agora por Skype, tudo bem por você?”

“Tudo sim, Karina. Vou te mandar uma mensagem com o meu email, ok? Vou desligar. Beijos e obrigada.”

“Obrigada você, beijos!”

Certas coisas acontecem e nos fazem acreditar em destino. Primeiro conhecer a Lorena e a Bárbara, depois descobrir que nós três e o Cobra fomos selecionados para estudar na mesma cidade, e agora uma garota aparece para nos oferecer um lugar para morar.

Era pra ser. Tudo vai se encaixando perfeitamente nesse imenso quebra-cabeças. Destino ou Indestino? Agora é viver para saber o que o futuro nos reserva.

********************

POV PEDRO

Alguns dias passaram-se desde o último em que eu e minha Esquentadinhas nos vimos. Apesar de sentir sua falta e desejar passar todos os dias com ela, eu entendia que não era possível vermo-nos com tanta frequência.

Ela estava de viagem marcada e precisaria de tempo e calma para arrumar suas coisas, enquanto eu, as vésperas de lançar o CD da banda, estava ocupado com os preparativos para o show de lançamento.

E hoje que eu, finalmente, consegui uma folga, ela passaria um dia com a Sol. Disseram que iam colocar “o papo em dia”, além de arrumarem as malas. Resolvi fazer o mesmo, e chamei o João para vir até aqui em casa. Mas aquele nerd só ficava grudado no celular.

“Johnny, larga esse celular, cara.” Joguei uma almofada em João que estava vidrado na tela do aparelho, deitado na cama de Tomtom. “Você é muito viciado! Larga isso e termina de contar o seu lance com a Lorena.”

“Cara, o que mais você quer saber? Não tem nada de novidade nisso. A gente tava lá se pegando, o clima foi esquentando e-...”

“Eu sei o processo, Johnny. E não era disso que eu tava falando.”

“E então era o que?”

“Vocês estão, você sabe, namorando? Ela vai embora daqui uns dias, vai ficar um ano fora... Como vocês vão fazer?”

Naquele momento trocamos um olhar e ele pareceu entender o que eu quis dizer. Ele largara, por fim, o celular e sentou-se na cama. Fiz o mesmo, sentei em minha cama e encarei-o, esperando para que começasse o seu discurso.

“Pedro, eu posso parecer um cara bem desligado e que está nem aí para as coisas. Tudo bem que às vezes eu sou mesmo, confesso, mas acho que entendi o que você quer saber.” Ele pausou e eu nada disse, para que ele pudesse prosseguir. “Eu sempre fui o esquisitão da turma, aquele que nenhuma quis ficar e que era bastante zoado. Quando minha mãe começou a se relacionar com o Gael, eu pensei que teria alguma chance com a Bianquinha. Cara, eu era louco naquela garota. Mas veja só como são as coisas, ela namorava o Duca e eu era apenas um novo irmão para ela.” Ri com a cara que ele fizera. “Pode rir, eu rio quando me lembro dela dizendo isso. Foi então que na faculdade conheci a Lorena. Não somos do mesmo curso, mas eu tive a sorte de cair numa sala em que faríamos a mesma matéria. No começo eu achei estranho uma garota numa sala onde a maioria era homem, mas depois fiquei curioso para conhece-la. Num desses trabalhos em grupo, pedi ajuda pra ela, disse que não tinha entendido bem a matéria.” Ele riu e eu fiquei curioso.

“O que tem de engraçado nisso, Johnny?”

“Foi só uma desculpa pra puxar papo, meu caro Pedroso. A matéria não era nenhum bicho de sete cabeças, sabe? Mas mesmo assim continuei pedindo a ajuda dela. Papo vai, papo vem, eu fui conhecendo ela, e posso falar? Ela é uma garota incrível! Perguntei se ela tinha namorado e a resposta dela foi algo como: você acha mesmo que alguém queira namorar uma garota como eu? Sabe o que eu respondi?” Neguei com a cabeça. “Como alguém pode não querer namorar uma garota como você?”

“E aí? O que ela disse?”

“Ela riu.” Ele riu também. “Mas eu não desisti. Acho que enchi tanto o saco dela que ela não viu outra alternativa a não ser aceitar namorar comigo. E sabe, Pedro, o que a gente tem é tão bacana que eu acredito que nenhuma distância vai nos separar. Ou talvez a distância seja o de menos, já que a gente se gosta demais.” Suspirou. “Um conselho: se ela é importante pra você, não deixe com que esses pequenos detalhes separem vocês, cara.”

“Será que vai dar certo, João?”

“Nunca vamos saber se não tentarmos, Pedro. Pensa nisso, ein. Agora deixa eu te perguntar uma coisa séria.”

“Pergunta.”

“O que tem pra comer? Eu tô com fome, amigo.”

“Hahaha, vamos lá na cozinha. Dona Delma deve ter feito um lanche pra gente antes de sair com o Seu Marcelo.”

O que o João havia dito fez com que eu admitisse, mais uma vez, que Karina era especial para mim e que era com ela que eu quero ficar. Apesar de que nas últimas tentativas de um pedido de namoro eu tenha fracassado.

Não tenho por que esperar, tempo é algo que não temos – não a nosso favor -, então numa ocasião próxima era isso que eu faria. Karina, minha Esquentadinha, você quer namorar comigo? Repetia como um mantra em minha cabeça, até ser interrompido pelo celular.

“Fala, Rominho. Que barulhada é essa, cara? Onde você tá?”

“Faaala, Pedrão. Tô aqui curtindo uma night com a minha gata, dá um oi, Lili.”

“Oi, Pedro.” Uma voz feminina surgira do outro lado da linha.

“É o Pedro? Coé, cara? Vem pra cá curtir a noite com a gente.” Em meio aos ruídos, constatei que era a voz de Luiz Cláudio.

“É, vem Pedro!” Uma outra voz feminina, levemente alterada, surgira.

“Quem disse isso?”

“Foi a Mari, minha gata. Chega ai, Pedro. Aqui tá cheio de gata, você pode escolher.” Luca explicara.

“Não, cara. Deixa pra próxima, mas valeu pelo convite.”

“Se mudar de ideia é só chegar. Falou, Pedrão.” E desligou.

“Pessoal te chamando pra night? Karina não vai gostar de saber disso, ein...” João provocara enquanto lanchava. “Você conta tudo pra ela? Tipo, tudo que acontece no seu dia?”

“Claro, não tenho nada pra esconder. Somos muito sinceros um com o outro, Johnny, não temos segredos.” Respondi-lhe, sentando a mesa e pegando um sanduíche.

“Tem certeza que não têm segredos?”

“Tenho.”

Notas finais
Eita!!! Capítulo teve de tudo. Amizades, PIZZA, mistério, gente nova (Oi Maguis, Lilis e Guind).. Que será que a K tá aprontando ein?? Essa Mica só deixando a gente na curiô.. Muito bonito né dona Mica? Não queria comentar nada, mas vou porque as notas são minhas.. Lolis e João, oiiin, eu shippo muito gente. O que foi esse João falando "Quem não ia querer ficar com você?" Concordo em gênero, número e grau Johnny, você tem meu respeito parça. Bate aqui. E as minhas migas safadas Maguis e Lilis também estavam lá meio alteradas com os bofes.. Sobre isso só tenho uma coisa a falar: falo nada. E ainda digo mais: não tenho nada a dizer. É isso. Só falta chegar em NY e arrumar um gato pra Guinds e tamo todas feitas! HAHAHA Cala boca Carol, merda demais pra madrugada de menos.. u_u Ai ai gente, acho que é isso. Gostaram do capítulo? A Solzinha apareceu.. :) Tão ansiosos para o Lual? Eu estou, adoro luais, nunca fui em um =( Mas issaê.. Continuem comentando bastantão gente!! E eu vou continuar enchendo o saco da Mica pra ela postar logo! ABRE ASPAS Olar pessoar! Pedi no whatsapp e a Mica deixou eu invadir as notas finais também... Ela tá muito boazinha hoje, deve tá querendo alguma coisa hahaha se não for dinheiro e intimidade, posso dar qualquer coisa pra ela (brinks Mica, dinheiro eu dou). Então gente, papo sério com vocês agora (nossa, isso pareceu bem sério, vou rir para descontrair.. haha). O lançamento do CD da banda tá quase aí, temos um pequeno problema e vocês podem nos ajudar. A banda tem cd, tem os integrantes, mas só não tem o nome - o mais importante né -, e é sobre isso que eu queria falar com vocês. Não sei se vão topar, mas não custa nada eu pedir. Vou abrir espaço para as leitoras, que quiserem, darem ideias de nomes para a banda. Não sei se isso vai dar certo haha mas é porque sou péssima com nomes de banda. Enfim, tá muito enrolado isso aqui. Resumindo: quem quiser, e puder, pode mandar suas sugestões de nomes para a banda. Eu e minhas júris vamos escolher o melhor nome e prometo dedicar o capítulo para a leitora que tiver dado a sugestão. Se vocês animarem, coloco até a leitora no lançamento do CD hahaha keskara jogando com as cartas que tem né hahaha o que o desespero não faz com a escritora, que no caso sou eu. Bom, era isso gente, conversamos mais sobre isso nos reviews. Beijos, MissAnnie FECHA ASPAS Caramba, depois eu que falo muito né Mica.. HAHAHA Mas gente, o que acharam da ideia?? Eu achei bem legal. Ajudem a gente, gente!! E by the way, não acreditem no que a Mica falou ali em cima, eu sempre sou muito legal.. Mas eu aceito dinheiro (e intimidade também hahaha keskara) Mica! Bom, chega de falar..AH É., A Mica pediu pra dar outro recado.. Esse eu vou dar de má vontade, mas vou. Fazer o que. A Fic AINDA é dela, HAHAHAHAA Quanto ao beijo Cobrina: ela curtiu, mas ela é PERINA! ¬¬ Eu, Cá, não curti. Mas não vou entrar nessa discussão porque já cansei. Já aceitei, vou assistir e depois fingir que não aconteceu. E essa vibe SantoVItti maravilhosa ein gente? Fala sério, só sei sentir. Tá bom demais, não acaba não mundão. E ainda juntou com uma vibe linda Hamucek. To no céu.. (Céu, azul, mar.. amar.. Rafael, oi?? HAHAHAAHA) Releva gente, são uma da manhã e eu estou acabada. Vou parar por aqui. Dessa vez é sério. Até o próximo. Comentem, dêem sugestões de nomes, favoritem, recomendem, façam tudo que der pra fazer. A Mica merece. Fui :* DROGA, TIVE QUE EDITAR PORQUE ESQUECI UMA COISA.. Falo falo falo e sempre esqueço de falar algo. Sobre a música tema do capítulo. Foi a Lolis que escolheu. Não podia deixar de dar os devidos créditos. Ouçam, a música é linda, a letra é linda, o cantor é lindo, eu sou linda.. Não, pera.. HAHAHAHA Cá