O Colégio Interno
11 Capítulo 11 A Lenda
Notas iniciais
Mônica — Vocês gostaram?
Cáscão — Ta brincando né? É logico que agente gostou!!
Mônica — Que bom! Parece que já está escurecendo, que tal se fizermos uma fogueira?
Magali — Ótima ideia...
Mônica — Alias eu tenho uma história pra contar pra vocês, é muito emocionante, ela é passada de gerações em gerações na minha familia...
Cebola — Vou arranjar umas lenhas pra fazer a fogueira...
Magali — Onde vamos fazer?
Mônica olhou para os lados, via montanhas e montanhas, a casa estava cercada por belas montanhas, ela linda a paisagem. A garota olhou pra frente e viu um lindo por do sol, vindo do mar, onde ondas batiam fortes sobre as pedras enormes que lá aviam. Ela caminhou até um certo ponto na areia, parou e olhou novamente o horizonte, e viu varios passaros voando.
Mônica — Aqui é perfeito!
Cebola chegou, com a ajuda de Cascão, eles traziam toras de madeiras.
Mônica — Coloquem aqui!
Eles colocaram a toras de madeira, onde Mônica apontava com os pés. Voltaram e pegaram dois troncos de madeira grande a colocaram em volta da fogueira.
Mônica acendeu o fogo. Todos sentaram em volta da fogueira, nos troncos. Mônica e Cebola sentaram e um tronco, e Cascão e Magali em outro tronco.
Mônica — Posso começar?
Cebola — Adiante!
Mônica — A muito tempo atrás...
Lenda On
[...] Aconteciam muitas guerras. No meio de uma mata, existia uma aldeia grande, com muitos indios e indias. O cacique Ubiratã, fazia de tudo para proteger os que ele amava, e para proteger sua aldeia, ele enfrentou um guarda armado, que queria destruir a aldeia, diziam que ali havia ouro. O cacique corajoso tentou proteger a aldeia, mais o guarda atirou em seu peito, ele caiu. O filho do cacique, chamado de Apuã, tentou salvar o seu pai, mais era tarde demais, ele estava quase morrendo.
Apuã — Pai, por favor, não me deixa...
As lagrimas escorriam sobre sua face. Até que seu pai, falou suas ultimas palavras.
Cacique Ubiratã — Filho, eu preciso que me escute. A aldeia precisa de você, tem que protege-lá, para o bem de todos. Proteja a sua mãe e o seu futuro irmão, que está para nascer... Filho, eu guardei um presente para de dar, quando você estivesse maior, mais já que agora eu tenho que ir, vou te dar... É uma pequena arvore, ela é a arvore da esperança e dos seus sonhos, mais conhecida como Arvore da Vida. Eu quero que plante-a no centro da aldeia, aqui está a semente.
O cacique entregou uma semente dentro de uma saquinho para o filho, nos seus ultimos momentos de vida.
Cacique Ubiratã — Nunca se esqueça disso. Eu amo você!
Depois das ultimas palavras, ele fechou os olhos uma pequena lagrima escorreu do olho direito. Depois de uns três dias, já haviam enterrado o cacique. Seu filho Apuã, foi considerado o novo cacique da aldeia. Ele plantou a Arvore da vida no centro da aldeia, como seu pai havia pedido. Depois de muitos anos, a pequena semente se tornou uma linda arvore, chamava a atenção de todos na aldeia. As pessoas que passavam ali, admiravam sua beleza, e contavam a história da pequena semente e do cacique Ubiratã para seus filhos. O cacique Apuã já havia casado, com uma linda india que se chamava Bartira. Bartira estava esperando um bebê. Apuã, sempre de noite, se sentava debaixo da linda arvore, ele sentia que seu pai estava por perto.
Um dia quando todos estavam dormindo, invadiram a aldeia. Tentaram cortar a Arvore da vida, pois sempre ouve boatos que avia ouro em baixo da aldeia, bem no centro, onde a Arvore estava plantada. Apuã protegeu aquela Arvore, como nunca havia protegido ninguém.
?????? — Por que não deixa agente cortar a arvore? Pegaremos tesouro e iremos embora. Nunca mais veram a gente!
Apuã — Não deixarei vocês cortar a Arvore da Vida. Nenhum tesouro vale mais do que ela. Nenhum tesouro vale mais do que a Natureza. Essa Arvore é a esperança da humanidade. A esperança e os sonhos. Meu pai me ensinou a nunca desistir, mais uma dia ele foi morto, tentando proteger a aldeia. Mataram ele por esse tesouro. Ele não merecia ter morrido, ele é um grande homem, ele é o meu heroi. Eu e todos na aldeia temos a esperança de um mundo melhor. Por isso, nunca vamos desistir, protegerei a vila e está Arvore, nem que custe a minha vida. Temos que lutar pelo os nossos sonhos, pelo bem da humanidade, por que se não lutarmos... Quem vai lutar? Esse tesouro, não vale mais do que uma vida... Mas mesmo assim, mataram meu pai. Não deixarei você matarem ninguém, por esse tesouro, muito menos destruir a Arvore. Morrerei se for preciso . Eu quero proteger os meus amigos, parentes, o meu filho, minha mulher. Eu vou lutar pelo o bem de todos e da humanidade.
Os homens tentaram matar Apuã, mais com a ajuda de todos da aldeia, ele foram vencidos, e Apuã foi considerado o heroi. O homem lutou por um mundo melhor, ele e a pequena semente, que virou a linda Arvore da Vida, são a esperança da humanidade, de um mundo melhor.
E a mora da história é: Lute pelos os seus sonhos, nunca desista.
Continua...
Notas finais
Kissus, não deixem de mandar review!
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