O Colapso Do Multiverso
14 A Espada De Sidnelson: O Vigilante Das Dimensões
Notas iniciais
Numa dimensão esquecida pelo tempo…
Prédios desabitados. Ruas vazias. Carros imóveis.
Silêncio absoluto.
Do portal escarlate, ele surge. Caveira Vermelha e seu exército de mil soldados sombrios pisam naquela terra deserta, prontos para dominar mais um universo.
Caveira Vermelha, impaciente, rosna:
— Mas que merda de dimensão é essa? Não sinto presença de ninguém. Não existe ninguém pra me dominar!
De cima de um prédio, uma figura observa. Uma presença desconhecida, mas já familiar para nós…
Aquele que derrotou Devil Sagat.
Aquele cujo nome ecoa entre os universos...
Sidnelson.
— Eu estava esperando por vocês, Comando Vermelho... — diz ele, com um tom calmo e imponente. — Até que vocês fizeram bastante sucesso.
Caveira Vermelha o encara.
— Quem é você?
— Eu me chamo Sidnelson. E sinto lhes informar: a trajetória de vocês chegou ao fim.
Um dos soldados avança:
— Quem é você, seu inseto?!
Caveira sorri com escárnio.
— Então existe vida nesta dimensão. Muito bem. Vou te dar uma chance de se render… ou provará do meu poder.
Sidnelson desce lentamente do topo do prédio, levitando com majestade.
— Caveira Vermelha... parece que você ainda não entendeu.
Eu estou aqui unicamente para dar um fim a você... e ao seu Comando Vermelho.
Com um grito de guerra, os mil soldados se posicionam e partem pra cima de Sidnelson.
Socos, chutes, ataques coordenados.
Mas Sidnelson... nem se move.
Os golpes atingem seu corpo, mas ele permanece imóvel, impassível. Como uma montanha inabalável.
Os soldados recuam e começam a canalizar o Dark Hadou, a energia maligna herdada de Akuma.
— Interessante... — comenta Sidnelson. — Vocês dominaram o Dark Hadou.
Mas isso não mudará o destino de vocês.
Mil Hadokens são disparados contra ele.
Sidnelson estala os dedos.
O tempo congela.
Com passos calmos, ele empunha uma espada envolta em energia cósmica e…
CEIFA MIL VIDAS EM SEGUNDOS.
Quando o tempo retorna ao normal, mil corpos caem ao chão, sem cabeça.
Caveira Vermelha assiste, incrédulo.
— Mas que espada é essa…?
Sidnelson se aproxima lentamente, pisando entre os corpos.
— Chegou o seu fim, Caveira.
Ou devo chamá-lo de… Akuma.
Caveira se espanta.
— O quê?! Como você sabe esse nome?!
— Eu apenas sei…
Caveira salta com fúria e desfere o Messatsu Gou Shoryu.
Sidnelson estala os dedos.
Tempo congelado.
Num instante, ele surge atrás de Akuma, e com um golpe preciso, corta apenas a camisa do inimigo.
Akuma recua, lança uma chuva de Hadokens no ar.
Sidnelson surge novamente atrás dele… e desta vez corta sua calça.
Silêncio.
Akuma está só de cueca.
— Tire essa máscara, Akuma — ordena Sidnelson.
Com um golpe cortante no ar, parte a máscara ao meio, revelando o verdadeiro rosto de Akuma.
Atônito e furioso, Akuma grita:
— Seu maldito! Está zombando de mim?!
— Hahahahahaha! Bem-vindo... à Dimensão da Zoeira.
Muito prazer. Eu sou Sidnelson.
Akuma cai sentado, sem força, derrotado só pela pressão da aura de Sidnelson.
— Quem diabos é você?!
— Eu sou aquele que acabou com a trajetória de Devil Sagat.
Sou um ser desconhecido por todos os universos.
No passado, fui esquecido…
Hoje, renasci como uma entidade cósmica.
Eu sou Sidnelson, o Vigilante das Dimensões!
Akuma, ainda incrédulo:
— Então foi você... que tirou os poderes de Sagat?
Mas enquanto Sidnelson fala, Akuma reúne toda a energia restante do Dark Hadou.
Ele salta — envolto em escuridão total — e executa o golpe supremo:
GOU SHORYU DAS TREVAS (Apaga Luz).
Tudo fica escuro.
Silêncio.
Em meio à escuridão, ouve-se o som de uma espada cortando o vazio.
A luz retorna.
Os dois estão imóveis, um de frente para o outro.
Akuma em pose de ataque.
Sidnelson... embainha a espada.
Akuma começa a cambalear. Sua aura maligna desaparece. Ele cai.
Antes mesmo de ser tocado, Sidnelson o havia atingido — e absorvido todo o Dark Hadou.
Akuma agora é apenas um mortal… de cueca… caído ao chão.
E então, a pergunta que ecoa entre as dimensões:
Mas que raios de espada é essa?!
Essa é simplesmente…
A ESPADA DE SIDNELSON.
Mais poderosa que a Lança de Longínus.
Mais lendária que Excalibur.
Mais absurda que qualquer arma conhecida.
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Continua... no próximo capítulo
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