Notas iniciais
Espero que gosteeeem!
Mereço reviews? :3
EDIT 21/09/2012 - 09:16 AM
Pesssoal miiiil perdões pelo o que aconteceu com a formatação da fiction D:! Eu tinha colocado ela toda bonitinha, mas quando eu colei do Word para cá.. não sei o que deu! Não tinha acontecido isso comigo antes ToT Desculpa!
Mas agradeço quem teve a paciência de ler!

Há muitas coisas que eu não sei sobre esse mundo, um continente desconhecido, palavras desconhecidas, um mundo desconhecido, e muito menos... o homem que eu fui destinada a me apaixonar!

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– Muito bom trabalho hoje, Sakura-chan! – falou meu chefe com seu típico sorriso estampado no rosto.

– Para você também, chefe! – respondi com um sorriso meigo no rosto, pegando minhas coisas e me dirigindo para fora do hospital.

– Ah! Sakura-chan, espere! – pediu meu chefe antes de eu sair.

– Sim?

– Eu sempre faço você trabalhar até tarde, não é mesmo? – falou formando um sorriso amarelo em seu rosto – Leve isso. – entregando-me uma sacola com medicamentos.

– Nossa! – exclamei surpresa – Muito obrigada mesmo! Não sei como te agradecer...

– Não precisa, Sakura! Sua mãe está muito doente... E eu sei que menos remédios não lhe fariam falta – ele deu uma pausa e seu semblante tornou-se pensativo – Eu sei que não são muitos remédios... mas...

– Por favor não fale isso! – pedi – Eles irão me ajudar muito! – completei, curvando-me em direção ao meu chefe – Muito obrigada por tudo! Você está sempre me ajudando muito!

– Tudo bem – cedeu ele, contente por minha aparente felicidade – Mas vá logo que já está tarde – advertiu-me ele.

– Estarei de volta amanhã! – prometi, correndo em direção a saída e logo, sentindo os primeiros ventos da noite.


Ah sim, ainda não me apresentei! Me chamo Sakura Haruno, tenho 17 anos, cabelos rosas naturais, NATURAIS, ouviram? Olhos verdes que se parecem com esmeraldas e um corpo invejável para alguém de minha idade.

Quatro anos atrás, quando eu tinha 13 anos, meu pai morreu em um incidente, deixando para trás apenas eu e minha mãe. Quando eu tinha apenas 15 anos, o câncer de minha mãe piorou, não me deixando outra alternativa a não ser a trabalhar meio-expediente como enfermeira de um hospital famoso em Konoha. Eu vivo em um pequeno apartamento, com apenas quatro cômodos, a cozinha, a sala, um quarto e um pequeno banheiro. Como eu ainda tenho somente 17 anos, ainda não posso trabalhar, portanto tenho que me focar bastante em meus estudos para que eu me torne uma médica bem sucedida e consiga pagar um hospital para minha mãe e uma casa melhor para nós.

– Ele me deu bastante remédio desta vez! – murmurei feliz enquanto andava pelas ruas desertas de Konoha.

Mesmo trabalhando desde cedo, e dando o máximo de mim todos os dias, ainda consigo ser feliz e demonstro isso sorrindo todos os dias.

– Com todos eles, posso economizar um pouco de meu dinheiro no mês que vem e começar a investir mais em nosso apartamento – murmurei pensativa.

– Ei! Isso doeu – gritei para o estranho que havia esbarrado em mim. – Aaaaah! Os remédios! – gritei ainda mais ao ver os vidros que continham os remédios, espalhados pelo chão da rua, quebrados. – Espero que você tenha dinheiro para pagar pelo prejuízo que você me causou!

– Não fale nem mais um piu! – falou o estranho colocando sua mão em minha boca, tapando-a. Ah... mas que vontade de falar “piu” só para ver o que acontece... Quem já não fez isso antes?!

– Ele veio por aqui! – gritou uma voz logo atrás de nós. – Andem logo!

Mas oque...? Antes que eu pudesse raciocinar o que estava acontecendo, já estava sendo levada embora em direção a um beco escuro. Era hoje que eu morria! Não! Sou muito nova para isso! Mas... quem é esse cara?! O que está acontecendo aqui?!

– Me larga! – falei mordendo a mão que tapava minha boca e sem querer acabei rasgando a gola de sua camisa, deixando a mostra, uma tatuagem.

Ele se virou rapidamente para mim com um olhar sério, ai meu deus...!

– Não! – gritei histericamente tentando me desvencilhar dos braços fortes e musculosos... ui, ele era musculoso... interessante, mas voltando ao assunto!

– Pare de gritar! – esbravejou ele em um quase sussurro.

– Me deixe ir! Alguém, por favor me salve! – gritei mais ainda.

– Cala a boca! – ordenou ele, segurando meus braços.

Oque eu devo fazer?! E se eu ficar quieta e ele me matar?! Vocês não conhecem o ditado? Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come!

– Tsc

De repente, senti algo sendo prensado contra meus lábios. Ele me tomou em um beijo doce e calmo, enquanto suas mãos seguravam meu rosto, não sei o por quê, mas não me debati, apenas deixei que ele guiasse aquele beijo tão sedutor, o meu primeiro beijo.

Depois, ele me soltou e abriu um sorriso de canto, nossa mas que sorriso! Apenas naquele momento eu havia parado para olhar seu rosto. Ele possuía cabelos negros e olhos cor de ônix, seus cabelos estavam suados, deixando-o com um ar extremamente sexy. E seu corpo... bem... se preparem garotas, porque eu nunca vi alguém com um corpo tão bem desenhado quanto o dele!

– Você finalmente parou de falar – falou sensualmente olhando-me nos olhos, como se me comesse somente com o olhar.

Ai meu deus... ELE ME BEIJOU! MEU PRIMEIRO BEIJO COM UM DESCONHECIDO! NÃO! Diga que isso não está acontecendo comigo! Diga que isso é um sonho! Estava sentindo meu rosto ficar corado.

– Agora me ouça – falou ele se aproximando – Da próxima vez que você começar a gritar desse jeito... – ele me prensou contra a parede e passou suas mãos por minhas coxas, chegando bem perto daquela “área proibida”. – Não hesitarei em continuar o que eu acabei de começar, certo?

Assenti com a cabeça e logo ele me soltou, eu estava assustada e ao mesmo tempo surpresa. Coloquei minha mão sobre minha boca, em uma tentativa de não soltar algum desafora para o desconhecido.

– Boa garota – falou ele levando uma de suas mão e alisando meus cabelos.

– Ei, cadê ele? – gritou a voz que eu havia ouvido alguns minutos antes de eu ser puxada para o beco.

– Sei lá! Talvez ali? – respondeu outra.

Comecei a ouvir os passos chegando perto de nós... Será que eles estavam procurando por esse cara? Claro que não... não é?

Já sei! Para fugir desse louco, eu só preciso gritar e chamar a atenção dos outros caras e...

Meu pensamento foi interrompido por uma mão que agarrou delicadamente o meu queixo, puxando-me para encarar aqueles olhos cor ônix que me olhavam, me observavam e me estudavam.

Acho que estou estranha hoje, por que não consegui pronunciar uma só palavra depois de ter entrado na dimensão daquele olhar. Ele estava apenas me olhando, mas eu sentia como se ele procurasse por algo a mais...

– Deixe eu ficar assim, nem que seja por pouco tempo – falou ele, abraçando-me e apoiando sua cabeça em cima da minha.

– Ele não está aqui! – as vozes continuavam.

– Vamos checar ali – falou outra.

Eu segurei minha respiração, porém ainda consegui sentir seu cheiro, embriagando-me e seu calor aquecendo meu rosto. Sakura... nada de besteiras em horas como essa!

De repente, ele se desequilibrou e caiu de joelhos no chão, segurando fortemente o ombro que estava... sangrando!

Agora era minha chance de fugir...! Agora ou nunca... Sakura anda logo, se meche!

Ai ai... será que eu devo deixa-lo?

Ai meu deus... que que eu faço?


Notas finais
Gostaaaaram?