Notas iniciais
Gente Desculpaaa a demoraaa!! >:
Eu fiquei meio triste com as minhas notas do colégio e tals >: Desculpa!!!
Ahhh, desculpa por ainda não ter respondido as reviews, eu juro que vou responder, mas gosto de respondê-las com carinho e preciso de tempo para fazer isso!
Prometo recompensar minha demora! Talvez poste outro capítulo ainda hoje, e outro amanhã!
Sobre a mãe da Saky, vou explicar sobre ela nos próximos caps, mas ta tenso arrumar alguma situação para por!
Ahh, se eu demorar demais postando, vocês podem me mandar um MP, assim eu fico inspirada ao ver que vocês querem ler mais :)
Por favor, se gostarem mandem reviews! Eu gosto muuuito e isso me inspira a continuar! :)
P.s Desculpa também a demora para postar a fic do Sasuke sendo um delinquente, mas ainda não consegui entrar em contato com a Kina Kim >: Mas ela já está em andamento!
Quando eu for postar ela, eu aviso vocês!
Bjus

Ai minhas pernas, ai minhas pernas, ai minhas pernas... Depois de horas andando, o que eu esperava?

Já estava andando á um tempo, tentando achar algum lugar para ficar, porém, como minha vida é injusta, havia esquecido minha carteira no hotel.

- Saia daqui sua prostituta! – gritou o dono de um pequeno restaurante.

Tudo bem que eu estava com a maquiagem toda borrada, usando um vestido caro com um decote bem oferecido, toda suja, mas não precisava ter me chamado de prostituta! Eu nem estava parecendo uma... ou estava? Há! Mas quem disse que eu queria trabalhar naquele lugar... eu que não fui! Sem gracinhas agora, Sakura! Você está em uma situação bem delicada.

Olhei para o relógio em meu pulso e ele marcava 00:00, o horário dos mortos... acho que eu estou vendo muitos filmes de terror, porque eu juro que acabei de ouvir passos atrás de mim, e para piorar, eu estava sozinha , em uma rua deserta, e é nesse tipo de situação que as garotas boazinhas dos filmes morrem, mas eu não sou boazinha, ou sou?

Sakura, você salvou um mafioso e ainda o levou para sua casa, você ainda tem dúvidas de que você não é boazinha?

Senti novamente meus olhos ficarem marejados e lágrimas escorrerem lentamente pelo meu rosto. Talvez lá no fundo eu soubesse que ele queria apenas o meu corpo, mas eu não queria acreditar, eu queria que ele sentisse algo por mim, como eu estava sentindo por ele.

Arregalei meus olhos e olhei para o céu, que estava escuro. Escuro como seus olhos e medonhos como seus sentimentos.

Não, não, não, não, não...

Não sei quantos minutos se passaram e quantas vezes eu repeti aquela simples palavra de três letras, mas agora de uma coisa eu sabia e me arrependia: estava apaixonada pelo chefe da máfia, em outras palavras, Sasuke. E querem saber de uma coisa? Ele não estava nem ai para mim, só queria saber do meu corpo, e aposto que quando ele se cansasse, ia me jogar fora. Estremeci com a minha afirmação e continuei andando até avistar um parque, um pequeno parque com alguns balanços e outros brinquedos.

Engraçado, os passos atrás de mim continuavam, mas não havia ninguém, acho que estou ficando mais louca do que já sou.

Seja forte, Sakura. Não é um zumbi tentando comer seu cérebro, é apenas um cachorrinho ou um gatinho te seguindo – repetia mentalmente em uma tentativa fracassada de me acalmar.

Entrei rapidamente (lê-se desesperadamente) no parque e sentei-me em um banco de madeira.

Não sei o que estava acontecendo com aquele parque, ou comigo, mas a luz do poste começou a piscar e o clima começou a ficar mais sombrio e tenso. Comecei a me desesperar quando senti aquela brisa gelada, que geralmente mencionam em livros de terror, vir para cima de mim. Ai meu Kami-sama, o que eu fiz dessa vez?

Os passos continuavam e eu os ouvia como se estivessem cada vez mais perto de mim. De repente eles cessaram e eu olhei para a entrada do parque, esperando pelo pior.

- Meow – miou o gatinho que estava parado na frente da entrada do parque.

Soltei um suspiro aliviada por não ser um zumbi ou um vampiro ou até mesmo um lobisomem vindo atrás de mim, mas sim um simples gatinho preto com olhos amarelos.

- Vem cá – falei baixinho, e um milagre aconteceu, o gatinho começou a vir em minha direção.

Quando ele estava bem perto de mim, estiquei minha mão em sua direção e ele a lambeu. Senti-o pular e aninhar-se em meu colo e deixei que meus olhos se fechassem.

- Hey, fofa – abri rapidamente os olhos e vi cinco garotos se aproximando de mim, e acreditem, eles não pareciam nada, mas nada, civilizados e muito menos, não drogados.

- Não se assuste, a gente não vai fazer nada! – falou um dos garotos, ele possuía longos cabelos pretos que iam até a cintura e era dono de um belo par de olhos azuis, eu juro que se ele não parecesse um traficante de drogas, eu acreditaria no que ele falou.

- O que vocês querem? – perguntei séria, fitando um garoto que aparentava ter uns dezoito (18) anos, e que também parecia ser o “líder”, se é que eles tinham um.

- Ah, a gatinha é brava! – Ah, e você é um canalha metido a pedófilo. Sakura controle-se! Nada de falar besteira, pelo menos, não nessa situação.

- Seja boazinha e vem com a gente – falou um deles pegando meu braço com força e o apertando, isso já está ficando repetitivo, não?

- Me larga! – gritei o mais alto que eu pude, puxando com força o meu braço, com certeza aquilo iria deixar uma marca.

- Acho que a gente vai ter que amansar a tigresa – eu era uma gatinha e agora eu sou uma tigresa? Que gente mais indecisa...

- Eu gosto de amansar feras – respondeu o metido a pedófilo, pegando um canivete do bolso e vindo em minha direção. – Fique quietinha, tudo bem amor? – Amor?! Eu não acredito que ele me chamou de amor, e também não acredito no que eu fiz depois.

Sem pensar muito, chutei a parte sensível do garoto, fazendo-o se ajoelhar no chão, contorcendo-se de dor, bem feito!

- Você me paga! – a voz dele saiu toda esganiçada, e sem querer soltei uma risada.

Meu pior erro, os outros quatro garotos vieram em minha direção e um deles me deitou no banco, e segurou meus pulsos com força.

- Segura ela direito – ordenou aquele que eu julguei ser o líder.

Eu comecei a chorar quando percebi que tudo aquilo que estava acontecendo comigo era real. Não era um sonho, mas sim um pesadelo real.

- Shh, quietinha, prometo ser carinhoso – o líder falou enquanto pegava o canivete e rasgava uma parte de meu vestido.

- Não! – gritei, tentando me livrar das mãos que estavam segurando meu pulso.

- Soltem-na – falou calmo.

Me virei em direção a voz e abri um pequeno sorriso, mas ele logo se desfez quando vi um dos agressores pegar uma arma e atirar em sua direção.

- Sasuke!!! – gritei.

Notas finais
Gostaram?
Prometo que capricho mais no próximo!
Desculpa o atraso >: