— Está deslumbrante hoje. — O homem grisalho de outrora, bem vestido num terno medieval negro, com um distintivo dourado na parte superior, se aproxima sorrateiramente. — Como sempre.

— Xerife. — seu título desliza macio pelos lábios da mulher.

— Chame-me de Charles. — Sua mão, adornada por um anel dourado no dedo anelar, se insinua sobre a dela.

Segundos se passaram até que ambos se esgueirassem até o beco do lado de fora da taverna. Vestido erguido, seios expostos, gemidos lascivos e em segredo que mancham as paredes.

Caninhos cravados num pescoço que jorra sangue nobre e uma fera finalmente saciada.

Uma boa feiteira.