O Camisa 5
3 Two Yards
Notas iniciais
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Boa leitura ...
Capitulo 02
POV Jacob
Olhei em volta observando as pessoas que se faziam presente no cortejo do enterro do meu irmão. A grande parte deles eram parentes e havia alguns deles que já fazia tempo que eu não tinha contato, mas estavam ali. Chegava a ser irônico. Nunca apareceram para um dia de ação de graças, natal, ou até mesmo aniversário para desejar um parabéns que fosse. E agora que o meu irmão não podia mais sorrir e fazer piada levando as pessoas a rirem. Eles estavam ali com caras de quem sentiam muito pelo o ocorrido, como se aquilo fosse ser o suficiente para amenizar a dor que estava corroendo não só o meu interior como o interior dos meus pais que eu ainda não sabia como estavam em pé com tudo aquilo.
Parei ao lado da minha mãe a abraçando. Meu pai estava do lado direito dela encarando o caixão que agora – os funcionários – do cemitério preparavam para descer a sete palmos da terra. Eu nunca mais veria o meu irmão sorrir, os olhos dele, nunca mais poderia brigar com ele por estar me enchendo o saco. Se eu pudesse voltar ao tempo, muitas coisas eu não teria feito e sem duvida nenhuma muitas delas eu mudaria.
_Agora Jake você puxa aqui. – ele mandou que eu puxasse a corda. Eu temi, somente pelo o sorriso que ele tinha na face.
_O que vai acontecer? – indaguei temeroso.
_Nada, só puxa.
_Tay eu...
_Puxa Jake, deixa de ser fruta. – respirei fundo e puxei. Deveria ter imaginado que algo do tipo aconteceria.
Eu recebi direto no meu rosto um banho de tinta azul. Eu até comi aquele negócio que tinha um gosto horrível.
_Filho da mãe. – eu bradei correndo atrás dele que já estava a metros de distância dando risada da minha cara.
_Você sempre cai, é impressionante. – ele gritou dando a volta pelo o quarteirão. Os vizinhos estavam nos olhando. Muitos já conheciam a personalidade forte e cômica do Taylor e achavam graça de como dois gêmeos poderiam ser tão diferentes.
Quem olhava – e não nos conhecia – diria que tínhamos problemas, pois não era normal dois garotos de 18 anos _um todo coberto de tinta azul – correndo pela a rua gritando um com o outro.
_Jacob. – minha mãe me chamou e apertou o meu braço tirando-me das minhas lembranças. Virei em sua direção e ela apontou para o caixão.
Peguei a camisa do – Red Devil – time da escola e andei até o caixão. O número cinco estava gravado em tons pretos logo abaixo o nome dele T. Black. Cobri o caixão com a camisa e joguei e em cima da camisa uma rosa branca. – Você fará falta camisa cinco. – fiz carinho na superfície lisa e negra do caixão. – Eu te amo. – dei um passo para trás e o caixão começou a descer devagar em direção a terra. Juntei forças não sei de onde, mas permaneci em pé sem deixar uma lágrima cair. Ele merecia mais do que a minha tristeza. Ele sempre foi feliz, para ir de uma maneira triste.
Senti braços me apertarem e os meus pais estavam ao meu lado – como se me segurassem. – Percebi com relutância quando o caixão foi coberto por terra e os sonhos do meu irmão cobertos juntos com ele.
POV Renesmee
Abri os olhos enxergando tudo preto. Respirei pesadamente. Não tinha dado certo. Eu deveria ter prestado atenção que a minha missão na vida nunca seria ser feliz. Engoli em seco e gemi baixinho sentindo a minha garganta seca.
_Filha. – a voz da minha mãe ecoou dentro do quarto e senti dedos gelados me tocando. – Como você está se sentindo?
_Acho que nada mudou. – falei meio triste.
_Seu pai já foi chamar o médico. – maneei a cabeça e fiquei quieta, ainda estava frustrada.
_Renesmee. – outra voz que eu conheci como o do médico ecoou na sala. – Eu irei tirar as bandagens dos seus olhos e você abrirá devagar está bem? O quarto está escuro, então não precisa se preocupar.
Eu não entendi nada no começo, mas quando aos poucos ele tirou a bandagem e pediu para que eu abrisse os meus olhos devagar o que se apossou do meu corpo foi um tremor do choro nada contido que eu estava tendo.
Eu estava enxergando – de novo – eu pensei que tivesse dado errado. Mas mesmo estando ainda meio embaçado, eu estava enxergando.
O doutor fez alguns testes e logo constatou que estava tudo bem. Era somente o último transplante que faltava fazer. Já que o do coração e dos rins eu já tinha feito e graças aos céus eu tinha me saído bem em todos, tanto na recuperação quanto na recepção não rejeitei nenhum órgão e agora eu poderia dizer com todas as letras que eu estava feliz.
_Qual é a primeira coisa que você quer fazer quando sair do hospital? – meu pai perguntou deitando ao meu lado esquerdo na cama.
_Que tal correr? – ele sorriu. Acho que ele sabia que era aquilo mesmo que eu faria primeiro. – E dirigir também.
_Claro. – ele virou os olhos e beijou o meu rosto.
POV Jacob
Eu ainda não acreditava que já tinham feito três meses que o meu irmão tinha falecido. Todos os dias eram como se nada daquilo estivesse acontecido, ou melhor, eu quando acordava pedia para que não tivesse acontecido. Enquanto eu caminhava até o quarto dele somente para constatar que era verdade, pois o quarto estava vazio e do mesmo jeito que ele tinha deixado antes de ir para o jogo.
_Bom dia mãe. – entrei pela a porta da cozinha indo pegar uma garrafa de água. Eu corria para manter a forma sem contar que ajudava e muito no futebol.
_Bom dia. – ela sorriu, mas parecia um pouco nervosa.
_O que foi? – perguntei tirando a camisa e a usando para secar o suor que estava caindo pelo o meu rosto. Sorvendo logo em seguida a água.
_Nada. – ela falou indo até o balcão da cozinha. Percebi a mão dela tremer e me aproximei a segurando.
_Mãe... – a incentivei. Ela olhou para o outro lado da cozinha e tinha algumas caixas. – O que é isso? – andei até as caixas e parei antes mesmo de poder ver o que tinha dentro. Sobre a tampa as palavras: Coisas do Tay estavam escritas. – O que significa isso? – perguntei me exasperando. Será que ninguém sentia que era aquilo que o fazia ser presente dentro daquela casa?
_Jake eu... Eu...
_A senhora? – perguntei alterando a minha voz.
_Eu... E o seu pai conversamos e achamos melhor...
_Que dando as coisas do meu irmão tudo ficaria melhor? – ela abriu a boca para responder, mas eu não deixei. – Não bastou doar os órgãos dele agora vão doar as coisas também?
_Meu filho. – ela andou em minha direção e eu me afastei. – Eu sei o quanto você ama o seu irmão, e isso não vai mudar se o quarto dele for ficar vazio meu filho. Não podemos manter as coisas como se nada tivesse mudado. Dói fazer isso, mas ele não vai...
_Não diga isso. – eu a interrompi. – Eu não preciso escutar que o meu irmão não vai voltar, porque eu já sei disso. – falei colocando a garrafa em cima do balcão. – Só acho que vocês poderiam ser menos insensíveis ao invés de irem correndo se livrar das coisas dele. Sabe o que isso parece para mim?
_Jake.
_Sabe? – indaguei de novo. – Culpa. – falei me aproximando dela. – No fundo vocês dois estão sentindo-se culpados por...
_Já chega Jacob. – meu pai entrou na cozinha com mais algumas caixas. – Conversamos e iremos doar as coisas do Taylor. Não falamos que vamos esvaziar o quarto dele, só vamos doar algumas roupas.
_Tanto faz. – dei de ombro. – Podem fazer o que vocês acharem melhor. Minha opinião nunca valeu de nada mesmo dentro dessa casa.
_Jacob. – meu pai me chamou, mas eu não voltei e nem respondi. Subir as escadas em direção do meu quarto. Eu precisava de um banho.
oOoOo
A sala estava escura, sinal que eles já tinham ido ao jantar que eles teriam na casa de uns amigos.
Andei até a cozinha para pegar algo para beber e até comer. Eu não tinha comido nada desde o pequeno incidente com a minha mãe na cozinha mais cedo.
Coloquei jarra de suco no balcão e virei para pegar os ingredientes para um sanduíche rápido e prático. Meus olhos bateram sobre o papel que estava preso por um imã na geladeira. Renesmee Brandon estava escrito junto com o endereço e o número. Eu já tinha escutado aquele nome em algum lugar. Forcei a minha mente e quase rasguei o papel quando a memória bateu em cheio.
_Você poderia me arrumar o número o ou endereço para quem será doado os órgãos do meu filho? – minha mãe perguntou para a enfermeira.
_Um minuto. – ela saiu um tempo e voltou com os dados. – Demorei, porque o diretor do hospital entrou em contato com os pais dela, para saber se eles não se importavam que déssemos os números para vocês.
_Tudo bem. – minha mãe ditou triste.
_Aqui. – a enfermeira lhe entrou um papel.
Eles estavam mantendo contato com aquela família. Com a menina que tinha ficado com que deveria ser do meu irmão.
Peguei o papel as chaves do meu carro e segui para o endereço que estava no papel. Eu precisava ver com os meus próprios olhos o que os meus pais tinham feito.
Estacionei o carro em frente à casa de dois andares e desliguei o motor. Respirei fundo e forcei o corpo para fora do carro e parei o estante em que uma menina de cabelos castanhos, pele alva e corpo extremamente lindo saiu de dentro da casa sorrindo acompanhada de uma menina do mesmo tamanho dela.
_Renesmee. – a outra a chamou e eu tive a certeza que era ela que eu estava procurando.
_Um segundo. – ela gritou baixando para arrumar a sandália. Quando ela levantou a face os olhos dela caíram sobre a minha figura no carro e um sorriso lindo e tímido apareceu naqueles lábios carnudos e vermelhos. O rosto dela ficou vermelho e eu travei dentro do carro quando os olhos alegres do meu irmão pareciam olhar para mim.
_Tay. – eu falei baixo.
_Como? – ela perguntou aproximando-se do carro. – Posso ajudá-lo? – ela perguntou.
_Renesmee. – a amiga dela a chamou.
Entrei no carro e dei partida e saindo em alta velocidade dali. Eram os olhos do meu irmão que estavam olhando para mim. Eu pensei que nunca mais fosse ver aqueles olhos alegres de novo.
Estacionei o carro em frente à boate que parecia ser a mais cheia e badalada do local e entrei esbarrando nas pessoas sem pedir desculpas. Eu precisava esquecer aquilo.
_O que vai ser amigo? – barman perguntou.
_Tequila. – pedi. _Dupla. – acrescentei em seguida.
POV Renesmee
_Quem era amiga? – Laíz perguntou me puxando para o carro.
_Não sei. – respondi olhando por onde o carro tinha saído. – Mas ele me chamou de Taylor. – falei entrando no lado do passageiro no carro.
_E o que tem isso? – ela deu partida no carro.
_Taylor é o nome do menino que faleceu no acidente de carro.
_O que lhe doou os órgãos? – ela perguntou.
_Sim.
_E o que tem isso?
_A dona Sarah que é a mãe dele, disse que ele era gêmeo.
_E o que tem Renesmee? Olha, você anda tão estranha ultimamente.
_Sei lá Lalah, eu acho que eu conheço aquele homem de algum lugar.
_Sei... – ela disse bufando e virando os olhos. – Vamos mudar de assunto, qual é o filme que vamos ver?
_Qualquer um. – mirei o lado de fora pela a janela do carro. Os olhos dele pareciam tão tristes, como se precisassem de algo para continuar vivendo.
POV Jacob
_Bêbado? – meu pai me ajudou a sair do carro. – Sério? Depois desse tempo todo você vai começar a me dar trabalho.
_Eu... Vi... falei enrolado e me agarrando ao meu pai.
Viu quem Jacob? – ele perguntou me ajudando a entrar em casa.
_O que aconteceu? – minha mãe estava na sala com os olhos cheios de água. – Meu filho. – ela me abraçou. – Pensei que tivesse acontecido alguma coisa com você.
_Como o quê? – perguntei com deboche. – Como se eu tivesse batido de frente a um caminhão e morrido? – perguntei rindo. Senti a mão dela bater em meu rosto.
_Nunca mais fale uma coisa dessas. – eu lhe encarei acariciando a minha face que estava quente e ardendo pelo o tapa.
_Me solta. – eu me soltei do aperto do meu pai. – Eu sempre fui certinho, esse é o problema. – falei indo para a escada. – E senti que sendo desse jeito, eu não vive nada do que eu tinha que viver.
_Ficar bêbado não é viver. – meu pai falou.
_Pelo o menos hoje eu me senti vivo como eu não me sentia há muito tempo. E se para me sentir vivo, eu vou precisar beber. – falei com ódio. – É o que eu irei fazer.
_Jacob vem aqui. – meu pai me gritou.
_Preciso tomar banho – tropecei na escada, mas continuei subindo em direção do meu quarto. – Tay, você faz falta. – falei quando deixei o meu corpo cair sobre a minha cama.
oOoOo
Acordei com uma dor de cabeça imensa. Eu não deveria ter bebido. Contudo, ter enxergado os olhos do meu irmão fez com que o pouco de sanidade que eu estava carregando sumisse do meu corpo e o que restou foi fazer uma coisa que nunca fiz. Beber.
_Melhor? – Rony entrou no quarto sentando na cadeira do canto. – Sua mãe disse que você bebeu, e que deveria estar com ressaca agora. Aqui. – ele lançou um comprimido em minha direção.
_Obrigado. – forcei o meu corpo para cima de novo e sai da cama indo em direção do banheiro tomando o remédio com a água da torneira.
_Não acha que já estava na hora de voltar para os gramados amigo? – Rony perguntou quando voltei para o quarto. – Já fazem três meses cara
_Sei. – deitei de novo respirando fundo. – O que o treinador disse?
_Que vai esperar o tempo que precisar para você se recuperar, mas três meses, acho que até ele já está achando demais. Que tal ir hoje só para assistir.
_Não sei eu...
_Ficar aqui dentro de casa não fará muita bem a você Jake e o Taylor, ele não ficaria feliz em lhe ver desse jeito.
_Eu sei. – resmunguei.
_Então vamos. Pelo menos assistir o treino.
Levantei da cama e segui para o banheiro para tomar banho. Uma hora depois eu estava seguindo o Rony no carro dele em direção ao estádio do nosso time.
Estacionei o carro e me senti nervoso. Sempre que eu chegava lá, Taylor estava comigo, e hoje pela a primeira vez, tudo era diferente.
_Black. – o treinador andou em minha direção e me abraçou. – Bom ver você criança, eu estava com saudades.
_Oi treinador. – o abracei sorrindo.
_Tempo. – ele gritou para o time. – Olha quem está aqui. – eu não tive nem tempo de correr quando aquele bando de homem correu em minha direção querendo me abraçar.
Fui cumprimentado por todos. E pude ver como os rapazes que estava com o meu irmão no carro ficaram. Eles pareciam bem, até mesmo o Rony que tinha sido uns dos mais afetados com o acidente. Inclusive com a culpa que eu sabia que ele não tinha.
_Vai jogar? – treinados Renes perguntou.
_Hoje eu estou só olhando.
_Ótimo. – ele falou sorrindo. – É um começo. – ele voltou a dar atenção ao time e quando eu reparei eu já estava na beira do campo gritando junto com ele. – Bom ter você de volta. – ele bateu em meu ombro e voltou a dar atenção ao time.
oOoOo
_Vai lá pegar alguma coisa para a gente comer, já que você não bebe. – Victor falou me empurrando em direção da loja de conveniência que tinha no posto de gasolina. Levantei sorrindo, era bom estar com os amigos. Fazia eu me sentir vivo.
Entrei na loja e peguei alguns salgadinhos e virei para o caixa. Bati com alguém que estava passando por trás de mim. – Desculpe. – murmurei pegando as coisas do chão.
_Tudo bem. – a menina olhou em minha face e eu dei um pulo. Era a mesma da noite passada. – Oi. – ela disse sorridente. – Era você que estava ontem na frente da minha casa não era?
_Não. – respondi dando uns passos para trás.
_Eu devo ter me confundido, estava escuro. – ela disse meio triste. – Obrigada. – ela disse quando lhe entreguei os pacotes dela. – Você está bem? – ela perguntou atenciosa.
_Estou. – ela sorriu.
_Que bom. Tchau. – ela virou as costas para mim e quando reparei eu já tinha a chamado.
_Renesmee. – ela virou sorrindo.
_Sim.
_Eu... Eu... – eu não sabia o que fala. Eu só conseguir olhar dentro daqueles olhos que gritavam dentro da minha mente que eram os olhos do meu irmão. Aquilo não podia ser normal.
_Você? – ela se aproximou de mim.
_Me chamo Jacob. – estendi a mão para ela. Ela sorriu e apertou.
_Prazer Jacob, eu sou a Renesmee, mas como você me chamou, acho que isso você já sabe. Falando nisso, como é que você sabe o meu nome? – ela estreitou os olhos.
_Era eu ontem na frente da sua casa e eu escutei a outra menina lhe chamar assim. – ela sorriu.
_Então era você mesmo. Por que você sumiu quando eu lhe chamei?
_Pensei que você fosse alguém que eu conhecia, e quando percebi que não era eu fui embora.
_Pensou que fosse o Taylor? – ela perguntou do nada.
_Como? – eu quase gritei dentro da loja.
_Você me chamou de Taylor, perguntei se você pensou que eu fosse esse Taylor.
_Não. – respondi encarando os olhos dela. – Foi uma pequena confusão. – ela deu de ombros.
_Tudo bem. Bom, eu preciso ir agora. Se eu demorar muito meus pais irão ficar loucos. Há pouco tempo eu estava quase morrendo dentro de um hospital e eu depois de anos sofrendo consegui um doador, mas os meus pais ainda ficam preocupados. Eles não se acostumaram a ter uma filha passeado livremente pela rua sem o auxilio deles. Velhos hábitos são difíceis de morrer.
_Sei... – ela falava muito e sem parar.
_Vou nessa Jacob, e obrigada pelo a ajuda. – ela elevou o pacote do biscoito no ar e foi para o caixa.
Eu fiquei parado o tempo todo somente a olhando. E nem lhe dei tchau quando ela me deu antes de deixar a loja.
O que tinha acontecido ali?
Continua...
Notas finais
não... Apesar de entender os motivos do caramelim... Coitado neh (Primeirinha! O resto faz fila atrás de mim pra quando
eu enjoar vocês darem continuidade no consolo do lindinho - OBS: Levem uma cadeira pra esperar sentada! hahaha) perdeu
o irmão. Acredito que essa hostilidade dele com a Renesmee não seja apenas porque ela está com alguns membros do irmão
dele bom disso ja sabemos neh ( o clichê Jake & Nessie) não nos impede de descobrir tal façanha.
Como sempre recomendo... Deixe muitos reviews para essas lindas! Um cheiro!
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¸.·´¸.·*´¨) ¸.·*¨)
(¸.·´ (¸.·´ Diê Kellner ;)
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