Notas iniciais
[Miss Black] : Quanto tempo nãos nos vemos aqui não é? Como sempre não tem desculpas, demoramos porque eu realmente não estava conseguindo escrever ... Quero dar um aviso breve: A fic teve a narração mudada, não é mais em primeira pessoa. Até porque, vamos abordar outro lado da história e ficar impossível fazer em primeira pessoa, ia poluir demais o capitulo com um monete POV's e eu e a Paty achamos melhor mudar!!!
Quero agradecer as recomendações das leitoras:
* Thi Black
* solara
* Destiny
*Lady Black
Obrigada por comentarem mesmo quando a fic estava em seu tempo de "espera" ... Vamos ler que é melhor não é!!!

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Capitulo 04

Jacob correu em direção da saída, ele parecia transtornado. Renesmee correu atrás dele.

_ Hey. – tocou no braço dele fazendo com que ele desse um pulo com aquilo... – Espera aí você...

_ Por que você não vai embora. – ele gritou. – Por que você não me deixa em paz aqui eu...

_ Jacob. – Yates veio correndo na direção dele, segurando um pano na face. – Que diferença faz se eu tinha ou não algo com o seu irmão? – Jacob tentou ir para cima dele e Renesmee postou ao meio. – Você deixará de amá-lo por isso? Se deixar você realmente nunca o amou de verdade, tudo não passou de mentira. Taylor era incrível... – Yates sorriu. – Ele era um ótimo filho um irmão protetor e era o amor da minha vida. – ele estava chorando, não estava importando-se com que as pessoas estavam falando dele naquele momento e nem o que falariam depois. – Eu estava sim namorando com o seu irmão e já fazia um bom tempo. Ele nunca contou porque tinha medo dessa sua reação aí. – ele apontou para o Jacob. – Se você o rejeitasse como está fazendo exatamente agora, isso acabaria com ele.

_ Eu não estou rejeitando o meu irmão! – ele gritou. – Eu estou com raiva de você que o levou para esse caminho.

_ Yates não levou ninguém para caminho nenhum Jacob. – Ron quem falou dessa vez. – Taylor sempre foi homossexual. Desde a adolescência, ele já sabia que mulheres não o interessavam. Você que nunca prestou atenção. Com medo de que você não o respeitasse mais ou amasse ele nunca teve coragem de falar, mas ele sempre foi homossexual.

Renesmee olhou na direção de Jacob e ele estava chorando. Doeu no interior da ruiva ver a forma que ele apertava o coração, como se estivesse sentindo uma dor intensa. – Jacob. – o chamou. Ele baixou com os olhos a altura de Renesmee, as lágrimas caindo. – Você está bem? – perguntou levando a mão tremula em direção do braço dele, ele levou o corpo um pouco para longe, mas logo ficou menos rígido.

_ Eu preciso sair daqui. – ele correu em direção de uns carros. – Eu preciso... Está doendo demais. – ele falava passando a mão pela a cabeça. – É culpa minha e.... – Renesmee não entendeu de onde veio aquela coragem toda, mas ela o abraçou por trás. Prendeu os braços em volta da cintura dele e apertou levando os meus lábios sobre a pele morena e exposta dele. Dando um beijo.

_ Fica calmo. – sussurrou sobre a pele dele. – Fica calmo e diz para mim o que você precisa. Eu sei que você não me quer perto de você... Eu sei disso, mas eu quero lhe ajudar, eu quero poder ser sua amiga... E, por favor, não me afasta, deixa eu lhe ajudar com o que você precisa.

_ No momento eu só preciso ficar sozinho. – ele falou com a voz baixa e mais calma. Afastou o braço Renesmee do corpo dele. – Eu sinto muito... – ela não pode fazer nada quando ele saiu correndo em direção do carro dele e saiu o mais rápido que conseguiu do local.

Os olhos de Renesmee olharam em volta e as pessoas a olhavam como se tivesse perdido a cabeça, o abraçando e beijando daquela forma.

_ Ele não é seguro. – Yates falou aproximando-se da garota. – Eu já lhe disse.

_ Ele é seguro. – falou com confiança. – Ele só está perdido no momento e precisa de alguém que o ajude com o que está acontecendo na vida dele. – Renesmee deu um sorriso em direção de Yates. – Precisa de ajuda com isso? – ela apontou para o rosto do moreno, e ele maneou a cabeça sorrindo.

_ Onde você estava? – Kelly – mãe de Renesmee – falou quando ela passou pela a porta da frente.

_ Eu fui para escola e...

_ Mentira, porque a diretora ligou para saber se estava tudo bem com você já que você não apareceu na escola hoje.

_ Desculpe. – a garota arrastou-se até o sofá, jogando o corpo sobre o mesmo. _ Lalah me chamou para sair, e eu não pude falar que não.

_ Claro que podia. – a sua mãe estava com raiva. A forma que as narinas dela inflavam estava deixando claro o quanto aquilo tinha a incomodado.

_ Eu preciso viver mãe.

_ Não na hora que deveria estar estudando e...

_ Está bom Kelly. – o pai de Renesmee desceu as escadas pedindo para que Kelly acalmasse-se. – Renesmee precisa viver também. Só toma cuidado. – a ruiva sorriu para o pai e correu em direção das escadas. Ela precisava de um banho para esfriar a mente. Já que Jacob Black não saia dela.

As lagrimas caiam pelo o rosto morno. O gosto salgados delas escorrendo até seus lábios. Por mais que ele tentasse não conseguia parar. A vontade que Jacob tinha era realmente de cortar-se, mas não tinha nada dentro do carro que pudesse ajudá-lo com aquilo e com aquela vontade imensa que estava sentindo de aplacar aquela dor.

Respirou um pouco mais, vendo que as imagens estavam mais nítidas em sua volta e voltou a ligar o carro. Agora ele precisava do aconchego de sua casa. De um momento sozinho pensando em tudo que tinha escutado o dia todo.

Passou pela a sala sem falar com os pais, ignorou a chamada tanto de Billy quanto de Sarah e simplesmente foi para o quarto, trancando-o a chave e seguiu para o banheiro. Os olhos caíram sobre o armário que tinha no banheiro, os pensamentos indo em direção da pequena caixa e no grande alivio que ela poderia lhe dar naquele momento. Levou a mão sobre a porta, mas antes que pudesse abrir a imagem de Renesmee dizendo para que ele deixasse ela entrar em sua vida veio com força, fazendo dar alguns passos para trás. Quem sabe se ele desse realmente uma chance a ela as coisas não ficariam melhores.... Desistindo de cortar-se Jacob retirou a bermuda e entrou no box. Tinha achado Renesmee com um jeito bem peculiar, além de ser linda. Daria-lhe uma chance, só precisa encontrá-la de novo.

Duas batidas proferidas na porta tiraram o jovem médico de seus pensamentos.

_ Pode entrar. – a voz rouca deu permissão para que a pessoa pudesse entrar.

_ Com licença, doutor Cullen. – a enfermeira entrou com alguns papéis na mão. – Esses são os resultados do exame da sua paciente, Renesmee Brandon. – os olhos verdes tintilaram com a pronuncia daquele nome.

_ Pode deixar aí. – ele respondeu tentando manter-se calmo. – Ela tem alguma consulta marcada comigo por esses dias? – indagou.

_Sim. – a enfermeira respondeu. – Como sempre, o acompanhamento dela.

_ Perfeito. – ele sorriu dando a entender que queria ficar sozinho. Assim que a enfermeira deixou a sala ele deu um pulo pegando o resultados dos exames. Respirou aliviado em ver que ela estava bem. Depositou os papéis sobre a mesa, encostou as costas na cadeira e afrouxou a gravata. Fazia dias que seus pensamentos o traiam, levando-o a um momento de sua vida que ele julgou nunca mais querer lembrar. E agora se lembrava constantemente sobre isso por causa de Renesmee.

_ Como assim grávida? – ele quase gritou olhando para a menina em sua frente. – Ambos eram novos demais para terem um filho naquele momento, aquilo não podia estar acontecendo, ele tinha sonhos, e por mais que Isabella estivem neles, não queria um filho no momento.

_ Não sei, Edward, simplesmente aconteceu, o que quer que eu faça? – ela estava desesperada assim como ele.

Edward andou de um lado a outro, e por mais que aquilo fosse louco, era um fruto dele com Isabella e não podia nem pensar em tirar, era o filho deles, a prova de que o amor existiu entre eles. Abraçou o corpo da mulher com força. – Eu estou aqui, e tudo irá dar certo.

Nada deu certo.... – Edward pensou respirando fundo. E agora estava com aquele dilema, já que Renesmee era a cara de….

_ Edward. – Alice irmã mais nova de Edward entrou na sala o fazendo pular de susto.

_ Nossa. – ele levou a mão ao coração.

_ Se assustou-se é porque está devendo. – ela sorriu andando até o irmão e dando um beijo na bochecha dele. – Desculpe ter aparecido assim, mas eu consegui o que você me pediu. – ela sentou na frente do irmão. Estava com o olhar preocupado. – Mas antes eu quero saber se é mesmo do seu desejo escavar esse negócio todo. Tudo isso não é passado? Você não está feliz com a Victoria e tudo mais?

_ Eu não quero nada com a Isabella. – ele falou com segurança, mas somente a pronuncia do nome dela estava fazendo o coração dele bater mais forte. – Eu só quero tirar uma dúvida que está me matando. – ele suspirou. – Eu não ando nem dormindo por isso, e sei que se continuar assim, isso será terrível para mim, ainda mais sendo um médico cirurgião, então eu preciso tirar isso a limpo, antes que enlouqueça.

Alice suspirou colocando o papel sobre a mesa. – Eu só espero que nada de ruim aconteça com essa sua nova procura. – ela ficou em pé indo de novo para perto do irmão. – Seja o que for, se precisar de mim, pode contar. – depositou um beijo no topo da cabeça do irmão e seguiu para porta, Edward só estaria tranquilo quando conseguisse tirar aquela história a limpo.

OoO

____... Aí ele me ligou e vamos sair de novo. – Lalah falava animada, mas os pensamentos de Renesmee estavam longe. Fazia uma semana que não tinha notícias de Jacob. Não que achasse que teria notícias dele, nem amigos eles eram e o moreno tinha deixado claro que não queria saber dela, mas era estranho. Ela sentia-se próxima dele. Os pés de Renesmee pararam e Lalah que estavam vindo distraída esbarrou na amiga quando ela parou. – Que merda é essa, Nessie? – indagou dando um empurrão de leve na amiga. Quando seguiu com os olhos a direção que Renesmee estava olhando deixou um sorriso escapar dos lábios, todos podiam dizer que ele era louco, mas ela sabia que a amiga estava encantada. – Vai lá. – incentivou a amiga.

_ Ele não deve estar aqui por mim. – Renesmee olhou em direção do carro que estava parado e o coração foi parar na boca quando Jacob acenou para ela.

Lalah começou a rir ao lado da amiga, vendo o quanto ela estava ficando vermelha. – Então ele está acenando para você por quê? –perguntou recebendo um pequeno tapa da amiga. – Eu fico aqui lhe esperando, pode ir. – Renesmee realmente pareceu pensar. Ele tinha sumido fazia dias, e aparecer ali na porta de sua escola, assim do nada, havia lhe deixado não com uma pulga, mas um pulguedo inteiro atrás da orelha. Com passos temerosos ela seguiu na direção dele, parando em frente dele com um sorriso tímido nos lábios.

_ Oi. – ele a cumprimentou, percebia-se de longe que ele também estava nervoso. – Sei que o que irei falar aqui e agora vai ser meio doido, até porque as minhas atitudes há algum tempo atrás me condenam ao extremo, mas eu estava mesmo... Precisando conversar com alguém, e como você disse que queria ser minha amiga. – ele baixou o olhar. Ainda não sabia se estava ali por Renesmee ou porque achou que estava falando com irmão. – Poderíamos... Sei lá, sair para conversar? – indagou em seguida. Renesmee olhou em direção de Lalah e a morena lhe deu um aceno de incentivo. – Eu a deixo em casa depois.

_ Tudo bem. – ela falou com a voz baixa. Sabia que levaria uma bronca por aquilo. Sua mãe andava mais estranha do que de costume, mas ela precisava mesmo viver. Entrou no carro quando Jacob abriu a porta para ela. O moreno fez a volta no automóvel e entrou no banco do motorista ligando o carro em seguida e dando partida.

O carro parou em um estilo de campo, ou melhor, um tipo de montanha. Renesmee desceu do carro correndo e parecia maravilhada. Morava ali desde que nasceu, mas nunca tinha ido naquele lugar, e ele era lindo.

_ Gostou? – Jacob perguntou. Renesmee virou para olhá-lo e ele estava encostado no capô do carro com o braço cruzado no peito. Estava sério, mas os olhos pareciam brilhar.

_ Eu não sabia que esse lugar existia. – ela correu um pouco mais para perto do precipício. – Ah! – gritou com os braços abertos ouvindo o eco da voz quebrar as enormes rochas que o local tinha. Alguns pássaros gritaram com aquilo e saíram voando. Renesmee deu um gargalhada que voltou a ecoar pelo o local. – Adorei! – ela correu em direção do moreno encostando o corpo sobre o capô assim como ele estava fazendo. – Como você encontrou esse lugar? – indagou.

Os olhos negros de Jacob caíram para o chão e ele respirou fundo. – Eu vinha aqui com o meu irmão. Encontramos um dia em que eu disse que queria fugir e ele me trouxe aqui. – ele sorriu. – Taylor sempre foi meio doido e acatou tudo o que eu queria.

_ Eu não deveria estar em um lugar especial desse jeito então. – ela baixou o olhar. – Era algo seu com o seu irmão e....

_ Você disse que queria ser a minha amiga. A verdade é que não sou de ter amigos. Eu não sou o meu irmão era. Ele quem sempre teve todos a seu redor, eu sempre fui meio sozinho, e acho que é isso que tem me matado aos poucos e você ofereceu-se para me ajudar e eu... Eu estou realmente precisando de ajuda e não vejo a quem pedir isso. Acho que é mais fácil com você, pois nós não nos conhecemos e você não irá me julgar. – ele jogou tudo sem respirar. Renesmee permaneceu calada alguns minutos antes de ficar em pé em frente ao Jacob.

_ Sua amiga eu posso ser. – ela respirou fundo. – Mas eu não posso e nem sou o seu irmão. – Jacob a olhou sério. – Isso aqui e isso aqui. – ela apontou para os olhos e para o coração. – Não fazem da minha pessoa, o Taylor. Se você quiser Renesmee como sua amiga você terá, Porque... Eu sinto muito, mas o Taylor não irá voltar mais, nem através dos órgãos que ele me doou, acho que é isso que você tem que entender. – Jacob permaneceu calado. Ali estava a prova que Renesmee não era Taylor, ele somente precisava enxergar isso.

_ Eu tenho me cortado. – ele deixou escapar depois de alguns minutos de silêncio. Os olhos de Renesmee ficaram arregalados. De onde tinha saído aquilo. – Eu tenho sentido uma dor tão grande que eu só acho que acaba quando o sangue deixa a minha veia. – ele levantou um pouco a bermuda. Renesmee deu alguns passos para frente vendo o quanto a pele estava cheia de cicatrizes. Tinha uma que estava coberta com gaze, o que significava que era recente. Ela tocou a pele, passando os dedos pequenos na palavrar culpa, depois morte e por último Taylor.

_ Jacob... – a voz dela morreu antes mesmo que pudesse falar outra coisa. Ela sempre foi tão feliz, até mesmo quando estava no hospital, e vê-lo daquela forma realmente não fazia sentindo para ela. – Não é sua culpa. – ela ditou limpando os olhos que estavam brilhando pela as lágrimas.

_ Mas eu sinto que é. Eu deveria ter ficado mais tempo com ele sabe... ter forçado mais para ele ir para casa e...

_ Hey! – ela tocou o rosto dele fazendo com que ele ficasse calado. – Eu imagino as perguntas que tem se passado em sua cabeça e coração, mas não é sua culpa. Cada um tem sua hora, e infelizmente foi à hora do seu irmão. – ela passou a mão pelo o rosto dele. – Você tem que parar com isso. – ela apontou para a perna toda cheia de cicatriz. – Você precisa procurar alguma ajuda, eu posso ver e....

_ Eu não vou fazer mais. – ele a interrompeu.

_ Claro que vai. – ela foi dura em suas palavras. – Isso aqui é recente. – ela apontou para a gaze. – Significa que você ainda está fazendo, então sim, você continuará fazendo até que isso um dia irá consumir você ao ponto de matá-lo, você precisa de ajuda. – ele ficou sério. – Só promete que irá pensar e.... Pode contar comigo. – ela sorriu. – Se quiser posso lhe dar o meu número e sempre que você sentir vontade de fazer alguma coisa do tipo me liga ou me manda uma mensagem que juntos passaremos por isso. Sei que não sou exatamente o amigo que você gostaria de ter, mas eu posso lhe ajudar. – ele sorriu.

_ Você vive vinte quatro horas por dia alegre? – ele indagou pegando a mão dela que estava no rosto dele e afagando.

_ Eu quase morri Jacob, ficar triste não é uma opção. – ela soltou a mão dele e correu para perto do precipício de novo. – Jacob Black quer ser meu amigo! – ela gritou fazendo ele rir em seguida.

OoO

O táxi parou em frente à casa que estava iluminada. O passageiro desceu do carro pagando a corrida e respirando fundo. Um tour pelo o passado. O quão louco aquilo seria? Edward continuou andando em direção à entrada da casa. Anos sem vê-la, com certeza ela assustaria-se quando o visse parado ali. Os dedos foram em direção da campainha e tocaram, segundos depois a porta foi aberta por uma menina que aparentava ter uns cinco anos de idade. Edward sorriu. Ela era a cara da mãe.

_ Oi. – ele falou para a menina ela sorriu.

_ Oi. – ela respondeu animada.

_ Sua mãe encontra-se? – Edward indagou em seguida. O sorriso sempre nos lábios, mesmo que a vontade fosse de gritar e sair correndo dali. Mas ele estava ali agora, e não correria, não quando estava perto, muito perto.

_ Ela está sim, ou vou chamá-la. – a pequena saiu correndo para o interior da casa minutos depois ela voltou correndo. – Ela já está vindo. – ela sorriu. – Qual é o seu nome moço? – ela indagou.

_ Eu me chamo...

_ Edward. – uma mulher os interrompeu. Ela parecia realmente assustada por vê-lo ali na porta da casa dela.

_ Isabella Swan, quanto tempo. – Edward Cullen ditou sorridente e com o coração batendo a força. – Ela não está morta, e eu acho que eu a encontrei. – acrescentou em seguida vendo Isabella colocando a mão sobre a boca.

Continua...

Notas finais
[ Miss Black]: O que acharam? Pelo o visto temos mais segredos do que queremos! E o Jake e a Nessie, ela está realmente o salvando não é? Ela é bem alegre e ele está precisando disso no momento!!!!
Beijos!