O Caminho De Um Criador
2 Capítulo I – Lembranças de um Correto Passado...
-Filho, não chore... – disse a mãe em tom condescendente.
-*tom choroso*Por que vocês podem ir para Vanova e eu não? Lá existem muitos mais pokemons de fogo... – disse tirando a lágrima dos olhos
-Porque você é muito novo e Unova pode ser muito perigosa para uma criança de oito anos.
-Não tenho oito, hoje é o vingentésimo primeiro dia do mês de outubro quando eu completo meu eneagésimo aniversário, pela medicina eu já sou considerado um pré-adolescente!
-Sim, sim. Argumento irrefutável, no entanto para mim você continua um bebezinho, e eu não quero que você se machuque. – passando a mão em seu cabelo longo e loiro – Olha como prova de que eu voltarei vou te dar uns presentes, seu pai não gostou muito da idéia mas aceitou.
-O que é mãe?
-Pra você ficar bem aqui com sua tia, vou lhe dar esse pokegear que está com o meu número, o do seu pai e da sua tia. Nele você vai poder ver o mapa dessa região e ligar pra quem você tiver o número. Uma pokedex nacional e ♪tchãn, tchãn, tchãn, tchãn♪
-O que? O que?
-Um ovo de um puro pokemon do fogo!
(Me lembro disso o tempo todo, meus olhos brilharam, mal podia acreditar meu primeiro pokemon, mais tarde descobrira muito mais sobre esse ovo...)
-Que legal! Mãe cuidarei desse pokemon como se fosse da família!
-Mas filho ele já é da família!
(Eu e minha mãe nos abraçamos durante um bom tempo, quando mamãe me solta eu vejo meu pai e minha tia saindo de dentro do ginásio, eles apertam as mãos e meu pai vem em minha direção).
-Kael Malvolo Krumnacher III, meu filho. Te deixo aqui na esperança de que você seja alguém muito melhor do que eu e sua mãe, sua tia lhe ensinará coisas das quais, nem eu, poderia lhe ensinar. (Olha que ele sabia muita coisa)Aprenda o máximo que puder, pois quando eu voltar, talvez somente talvez, enfrente seu Blazeken. Entendido?
-Sim, papai – fazendo uma rigorosa curvatura para seu pai
-Agora, temos de ir. Saia Slowking, Gisela despeça-se dele e vamos.
-Adeus, Kael. *tom choroso* Nos veremos em breve. Venha Gardevoir.
(O Slowking apareceu de braços cruzados e fez uma leve reverência pra mim e a Gardevoir sorriu para mim, depois disso ambos teleportarm e não os vi desde então... E lá se foram três anos desde aquele adeus...)
Hoje...
-Hei, muleque para de ficar olhando pra janela com cara de bunda vem aqui embaixo. Preciso da sua ajuda!
-To indo tia Flan! Vamos Sam.
(Bem essa é minha tia por parte de mãe, ela que quis ser líder de ginásio depois que mamãe casou-se com papai. E é meu pai estava certo eu ia ter um Blazeken, ele só não me avisou que ia demorar...)
(Mas ignorando esse fato eu desci as escadas e tive um surpresa, minha tia tinha convidado alguns amigos e solto seus pokemons pois...)
-Parabéns Kael!
-Meu décimo segundo aniversário,...
-Sem ser nerd! Você precisa ser inteligente não nerd! Hoje é 21 de outubro faz três anos que você está aqui e 2 que a Sam nasceu!
(É minha torchic, eu a batizei de Samantha, mas raramente a chamo dessa forma, de qualquer forma ela gosta do nome.)
-E fazem três anos que não tenho contato com meus pais. Mas eu tenho certeza que meu pai só está demorando para que a Sam evolua!
-É isso ai! Nada de tristeza e como presente de aniversário, vamos fazer uma viagem!
-Vamos para que região? – dando um belo pedaço de bolo à torchic
-Sinnoh!
(Sério, na hora eu travei. Mano eu ia voltar pra casa rever aquela região era nostalgico, reencontrar pessoas e rever coisas, demais!)
-Quando partimos?
-Em uma semana, saíremos de férias. Arrume suas coisas e vá convencendo a Sam a entrar numa pokebola, pois iremos de navio.
-Está bem, está bem. Eu vou tentar convencê-la.
(Mentira, eu não fiz nada. Até porque eu descobri que algumas pessoas também deixam seus pokemons soltos)
-Tia, vou andar por aí!
Kael saiu em direção a leste, seguindo por diversas rotas, sempre a leste. Até que próximo a Lilycove ele viu o Mt. Pyre, e resolveu conhecer esta ilha, já que aquela região era sua casa ele deveria conhecê-la por completo. Usando um artifício muito ardiloso, os pokeblocks, ele conseguiu convencer um tentacool a levá-lo até lá.
Ele subiu o monte e ficou a admirar o local, vendo o céu que escurecia gradativamente, até que a escuridão chegou. Kael se assusta pois Sam, seu torchic, se aninha a ele tremendo de medo.
-Que foi Sam? O que há?
*torchic* apontando para dentro de uma cavidade na montanha
-É uma fissura, ... q-q-que possui olhos! Hááááá!
Kael se afasta correndo e fica a observar, então um bannete sai logo em seguida vem um vulpix que ficava a brincar com o pokemon fantasma. Bannete fugiu quando viu Kael, no entanto a vulpix ficou a encará-lo durante um longo tempo...
*Flashback*
-Kael, não por agora, mas aposto que chegará um dia em que você olhará para um pokemon e ele olhará reciprocamente para você. Então uma enorme vontade irá ascender em você e então fará de tudo para capturá-lo! – falava sua tia Flan entusiasmadamente – E hoje lhe ensinarei a capturar um pokemon.
*Flashback End*
-Tia, eu acho que esse desejo chegou! Sam, não tema pois sempre estarei a teu lado mas agora preciso que você me ajude a pegar aquele Vulpix!
*torchic* pulava de entusiasmo.
Sam,a torchic, e a vulpix ficaram a se encarar durante um bom tempo, até que Kael resolveu agir...
-Sam use taunt.
Sam falha em seu movimento, pois tropeça e cai quem gostou disso foi a vulpix que veio morde a Sam.
-Sam, quando ele chegar perto role!
Sam rolou e fugiu da investida da vulpix que ficou a aguardar para contra-atacar com sucesso.
-Sam use taunt novamente...
Sam consegue dessa vez, o que enfurece a vulpix que parte pra cima voraz!
-... agora esquive-se e use scratch em seu flanco!
Mais uma vez ela consegue aproveitando o nervoso do pokemon ela consegue arranhar a vulpix porém não fora muito forte somente irritou ainda mais a vulpix que novamente veio morder a Sam.
-Sam, quando ele vier pule para trás...
A Sam nem chega a ver os dentes da vulpix ela fora muito rápida ao fugir da mordida.
-...agora use peck!
Sam erra e a vulpix aproveita, ele usa sua cauda para bater antes na torchic que é jogada contra seu dono, mas logo se ergue voltando a batalha.
-Sam, use focus energy e depois use peck!
Ela foi lenta demais quando se deu por conta a vulpix já estava a usar flamethrower, Kael correu e agarrou a Sam e a tirou da direção do fogo, porém ele fora atingido nas costas, seu corpo doia mas ele resistia pois queria capturar a vulpix
-Sam, você viu como faz agora use de volta Flamethrower!
Fora um ataque significvativo até porque a vulpix não esperava essa reviravolta e ficou meio atordoado.
-Sam agora use peck!
Ela consegue novamente atacar dando uma bicada no peito da vulpix que voa contra uma pedra.
-Sam acho que agora é hora, ... Ué, aquilo é um berry! FILHO DA PUTA! Sam não de brechas ataque agora com scratch!
Sam motivada pela ira de seu dono arranhara a vulpix no dorso, o ataque fora mais forte do que imaginava o que acabou por criar dois grades arranhões no dorso dele, Kael chocou-se ao ver o tamanha brutalidade e correu em direção à vulpix
-Ei, me desculpe mas eu quero capturar você e se eu conseguir eu vou poder te ajudar com esse machucado então por favor não resista.
Não adiantou muito a vulpix ao ver a aproximação atirou uma labareda e como Kael estava abalado pelo último ataque de fogo ele caiu, mas aos poucos conseguiu se levantar novamente e continuou a ir.
-Vulpix se continuar nesse estado alguém poderá ataca-lo deixe-me ajudá-lo.
Então finalmente a vulpix cede e Kael consegue pegá-lo ele desce correndo o Mt. Pyre e se depara com um problema a água, ele cai de joelho desesperado ele machucara demais o pokemon que ele queria capturar. Com raiva e dor ele grita, durante um bom tempo sua voz ecoa no vazio da noite. Até que ele escuta um som diferente que não provinha de sua voz, gastou um certo tempo tentando decifrar o que era até que um holofote se ascende e uma outra voz ecoa.
-Kael Malvolo Krumnacher III é você? Se for mande um sinal! – ouve-se uma voz feminina – Peça para Sam usar ember para o alto! Sem hesitar Kael pediu para Sam fazer o que foi pedido, e uma bola de fogo subiu aos céus e a luz se aproximou velozmente dele, num segundo momento Kael começou a reparar num terceiro som que parecia ser de um motor até que finalmente ele percebeu que era sua tia que vinha num barco.
-Kael, por que veio aqui? – disse Flannery preocupadíssima.
-Agora não dá pra responder, preciso que me leve a Lilycove pois eu preciso desse vulpix vivo! – disse enquanto pulava para o barco sua voz passava preocupação.
-Santo Arceus, o que você fez a esse vulpix?
-Porra, para de fazer pergunta! – disse Kytaro num lapso de raiva – Desculpa, mas se levarmos a Faith até o centro pokemon poderemos conversar melhor até porque estou nervoso demais.
-Certo “Acho que finalmente aconteceu a chama de aventureiro dos Krumnacher se ascendeu nele” – pensava Flannery enquanto manobrava o barco para Lilycove
Ela virou o barco e rumou para a cidade o mais rápido possível, durante todo o caminho Kael tentou fazer com que a vulpix se mantesse acordado e vivo. Sua tia que se preocupou muito, pois reparou que sua camisa estava chamuscada e sua pele muito avermelhada e o mais estranho, em forma circular...
-Kael – chamou sua tia apreensivamente
-Oi.
-Você pode tirar a blusa?
-Hã!?
-Suas costas, você se machucou aonde?
-Ah, isso. Agora que você me fez lembrar está doendo. Mas na verdade eu fui defender a Sam da Faith e acabei sofrendo um forte ataque de fogo nas costas.
-Garoto, você tem noção do quanto isse é perigoso! Você poderia ter morrido! Que ataque você tomou?
-Flamethrower, mas mesmo que eu morresse eu teria certeza de que não fui um pesso e pude salvar alguém.
Flannery calou-se após isso ele e ela sabiam do quem estava sendo comentado é ma triste estória que deve ficar para outra hora. Alguns minutos se passarm e eles chegaram ao porto da cidade, lá Kael disparou em direção ao Centro Médico Pokemon para cuidar do vulpix e por lá ficou por muito tempo. Cinco dias ao todo haviam se passado, três dias no Mt. Pyre e mais dois dias até curarem o vulpix. Kael só saiu do Centro Pokemon quando ele viu a vulpix correndo livremente, o vulpix olhou para ele de volta e correu em sua direção e saltou em cima dele fazendo-o desiquilibrar e cair de costas. Foi quando a dor veio, o chão gelado entrou em contato direto com a zona afetada em suas costas ele urrou de dor e se reergueu o mais depressa possível não pode ver suas costas mas sua tia confirmou a idéia.
-Kael, isso está muito feio! Você está com um sol nas costas isso é uma ordem vamos ao Hospital!
-Ai, certo – suas palavras saiam dolorosamente
A recuperação dele levou mais tempo e a viagem foi adiada, por causa da queimadura que havia se agravado demasiadamente, no entanto foi proveitoso um treinador pode trazer de arcanaine as malas dos dois. Nessa brincadeira se passaram dez dias e Kael ganhara uma cicatriz e uma nova amiga.
(Mano essa foi a primeira, ao todo tenho trinta cicatrizes. O “sol” como chamo é a maior de todas elas, só o “sol” toma conta de quase toda minhas costas. Mas agora vou mandar um papo reto, é maior estilo quando eu tiro a camisa, as mina pira! XD)
Faith esse é o nome da vulpix, ao cuidar dela durante sua recuperação a enfermeira Joy descobriu isso, agora Sam tinha uma amiga para a viagem. Que durou pouco para Kael que dormiu a viagem inteira por causa dos anestésicos. Chegando a Sinnoh, eles pegaram um ônibus direto para Jubilife, cidade natal de Kael, já na chegada fora uma enorme confusão, pois o filho “perdido” dos Krumnacher’s retornara. As pessoas se amontoavam para vê-lo chegar, elas queriam ver como está aquele que “retornou” de Unova, no entanto eles mal sabiam que nem a Unova ele tinha ido.
-Kael! Kael! Kael! Kael! Aqui reportagem da Jubilife TV! Como é Unova? E os pokemons? Como eles são? São mais fortes que do os pokemons das outras regiões?
-Caramba quanta gente! Mas tenho uma péssima notícia. Não fui a Unova, fiquei com minha tinha Flannery em Hoenn.
-Então como você está lidando com o fato de que seus pais não dão notícia a três anos? Você acha que eles ainda estão vivos?
-Creio que estejam... – ele parecia perdido quando tocaram nesse assunto, e meio triste de ter que lembrar disso na sua terra.
-Em seus bando de bostas podem saindo – disse Flan percebendo o mal-estar de seu sobrinho – saiam todos ele tem que descançar pois ele acaba de sair de uma internação ele não pode se dar ao luxo de ficar respondendo perguntas idiotas!
Flan saiu carregando ele em direção a casa dos Krumnacher’s que fica próxima a rota 204 em casa ele subiu ao seu quarto e não saiu durante umas boas horas.
(Quando eu recebi a notícia juro fiquei abalado, por que pensava que em Hoenn o sinal não era muito bom e o pokegear não conseguia fazer a conexão com meus pais. Mas em Sinnoh pensei que seria diferente então quando a reporter me disse aquilo fiquei sem chão me senti completamente perdido, me senti orfão.)
-Ei, Kael você está acordado? – perguntou sua tia da porta
-Não, estou dormindo, Faith abre a porta.
-Quando você ensinou isso a ela? – fazia um carinho na vulpix enquanto entrava no quarto.
-No navio, eu estava ainda meio “grogue” então eu pedia pra elas duas me trazerem um lanche, ai a gente dividia. Né Sam? Né Faith?
*torchic* sacode a cabeça afirmativamente
*vulpix* balança as caudas
-Tá né! Mas então você vai ficar enfurnado o dia enteiro no quarto? É isso mesmo?
-Não. Vou andar por ai, me liga..... Tia por que naquele dia do MT. Pyre você não me ligou?
-Por qur seu pokegear, está desligado.
-Mentira, — pegando o pokegear – ele não.... Malz! – XD – Fui! To indo em Twinleaf visitar o Lucas e a Dawn. Qualquer coisa devo ficar por lá, o telefone da casa deles tem na agenda que tá...
-Eu sei onde tá a agenda eu já vim aqui! Mula, vai logo!
Kael sai correndo sendo seguido por Faith e Sam que teve que ser carregada pois não aguentou andar muito. Mas de Jubilife até Twinleaf não demora muito cerca de duas horas de bicicleta, algo que Kael não fazia a muito tempo que era andar de bike. Chegando lá Faith e Sam estavam no cestinho da Bike e seus amigos estavam tendo uma conversa um pouco “acalorada” vamos assim dizer.
-Você usa drogas!? Como um pokemon tipo água e aço perde pra um pokemon tipo fogo e lutador!? – disse a garota ela parecia um tanto irritada com a situação
-Simples a parte fogo vence a parte aço e a parte lutador vence na parte água! – o garoto retruca um tanto ofendido pelo fato da garota não compartilhar o mesmo ponto de vista que o seu
-Mas seu retardado fogo perde pra água, antes mesmo que você esboce um pensamente eu já usei um aqua jet em você! – disse ela enquanto apontava para seu empoleon que estava comendo um poffin e nem parecia ligar para discussão
-Hei, gente! Como vão? Qual é o motivo da briga, consigo escutar vocês de longe.
-Oi, Kael quanto tempo? Como foi em Unova? – disse a garota que se dirigia para ele
-Não fui. Podemos deixar esse assunto pra outra hora Dawn. Mas ai por que vocês estão descutindo?
-Por que o jumento do Lucas acha que o infernape recem evoluido dele pode vencer o meu empoleon!
-Não me meto nesse assunto. – disse Kael tirando o dele da reta – Meus pokemons ambos são tipo fogo e não tem tento poder quanto os de vocês.
-Não acredito, cara que seus pokemons não evoluiaram. Você aí com essa “dex” nacional e não deu uma fuçadinha sequer para descobrir como eles evoluem? – perguntou Lucas intrigado.
-Cara eu dou tempo ao tempo. Se eles tiverem que evoluir eles vão evoluir.
-Mas que bonitinhos eles são! Essa é a Sam que eu sei, mas e esse pokemon? Nunca vi um antes! – perguntou a Dawn
-É a Faith minha vulpix, capturei ela a uns dias atrás agora ela e Sam são amigas.
-Para tudo! – gritou Lucas
-Que foi? – perguntaram Kael e Dawn ao mesmo tempo
-Você continua com aquela mania de não querer usar pokebola alguma em seus pokemons?
-Continuo como pode ver.
-Só você mesmo Kael, um fillho de cientista querer dar uma de criador pokemon – ria Dawn.
Os três ficaram a conversar durante horas e horas, a noite chegou e eles foram para a casa de Dawn e ficaram a ver um filme e comer besteiras quase durante a noite toda. Então por volta das duas da manhã eles foram dormir todos eles na casa de Dawn.
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