O Bar da Esquina

23 Pertencentes...


Notas iniciais
Oi, oi gente! Como estão?! Quero dizer que não pretendo demorar mais com os próximos capítulos! Me perdoem pela demora! :D Musica do capítulo: Echosmith - Cool Kids Julia.

No dia seguinte, Quinn e Rachel estavam de volta ao hospital, assim como todos. Aparentemente, eles deveriam ter se revezado entre quem ia para casa e quem ficava. Judy abraçou sua filha com extremo carinho e em seguida olhou para Rachel, suas orbes verdes brilharam em agradecimento. Finn se aproximou da prima receoso, não era porque ela estava ali e aparentava estar menos fora de si, que ele poderia arriscar algo. Primeiro ele testou o terreno a chamando de Lucy, Quinn o atendeu serena, então, a partir daí ele lhe contou sobre o quadro de Santana. Ficava entre o meio termo de grave á estável, porém sem risco algum de vida, dentro em breve, ela sairia do coma induzido e ao anoitecer, poderia receber algumas visitas.

Um passo para que tudo começasse a caminhar nos eixos novamente.

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Havia se passado uma semana depois do acontecido. Santana estava para receber alta do hospital, já conversava normamente e sua pressa em querer sair daquele lugar comprovava mais ainda sua melhora. Brittany a visitava todos os dias, contava como havia sido suas aulas de dança, os novos alunos adoráveis, histórias sobre unicórnios... Tudo. Inclusive os “eu te amo”.

Rachel e Quinn estavam mais próximas, é certo que, Quinn estava minimamente mudada. Uma parte do seu lado extrovertido havia sumido, mas nem por isso a loira deixava de estar sempre com a morena. Não houve nada demais, após a primeira noite de ambas, elas estavam indo com calma, uma cuidando de forma inocente da outra. A escritora a acompanhava até os ensaios e até tinha mencionado algo sobre Rachel mudar de apartamento por questões de segurança, assunto que Rachel conseguiu escapar sorrateiramente, quando foram interrompidas por uma Megan incrivelmente alegre. Uma notícia maravilhosa em meio á todo aquele caos: o público estava avassalado. Quando colocaram o cartaz da peça então, nem se comenta! Algumas revistas, já haviam entrado em contato com a equipe de produção da peça e pediram uma entrevista com todo o elenco, diretores e em especial, com a protagonista, Rachel.

O plano dos Fabray, havia ido por água abaixo. Nicolas e Filipe entraram em um consenso e decidiram que aquela não era a hora de um ataque. Assim, eles poderiam demonstrar medo, o que não era verdade. Porém, ao que tudo dava a entender, Michelle não sabia da existência do clã na cidade.

Sue havia feito um trabalho de mestre, as identidades falsas eram perfeitas. Filipe ficou satisfeito com o resultado, e também assumiu a responsabilidade de conversar com Franklyn, dando uma bela desculpa, dizendo que não seria mais necessário o trabalho do homem, já que a família havia voltado para seu país. Na semana subsequente, exatamente num jantar, onde todos discutiam os negócios das empresas, Quinn, decidida espalmou a mão na mesa e proferiu: “Agora eu estou no comando novamente. De tudo”. Todos na mesa vibraram, embora, lá no fundo houvesse certo receio, Quinn havia dito que não queria tudo aquilo para ela uma vez.

Agora, Quinn estava diferente. Possuía uma postura mais séria, ao mesmo que exalava puro charme em seus terninhos e saltos. Quando adentrava a empresa, um sorriso sagaz aparecia em seus lábios. Só faltava que os funcionários se ajoelhassem aos seus pés, com Santana era algo parecido, mas Quinn esbanjava algo mais poderoso. Entretanto, as negociações estavam num padrão perfeito! Imbatível. A loira, comandava a sede, mas com ajuda de Frannie passava as coordenadas para Rick que era vice-presidente, na ausência da esposa em Londres. Quinn trabalhava como uma máquina, como nunca antes. Mas tudo isso tinha um porém, Quinn queria provocar Michelle e estava conseguindo. O velho, a cada notícia que recebia, parecia enfartar em sua cadeira. Entretanto, não havia um segundo sequer que ela não pensava em Rachel. Elas se falavam várias vezes por dia no telefone, se encontravam no bar de François ou jantavam num restaurante. Ali, Quinn podia ser ela mesma, com Rachel. Ela brincava, contava histórias, era carinhosa, atenciosa, possuía algo genuíno dentro de si que só Rachel era capaz de despertar. Para Quinn, era incrível como, a cada dia, Rachel pudesse ser mais encantadora. Com a aproximação da peça, a morena se mostrava muito ansiosa, falava sem parar o que fez a loira rir incontáveis vezes.

Entre um monólogo e outro da morena, a escritora viu a necessidade de firmar as coisas com Rachel. Não que estivesse fugindo, Quinn só não sabia como chegar diretamente nesse assunto. Passou um bom tempo com isso na cabeça...

Rachel lia o script pela milésima vez naquela tarde, mas Quinn não se cansava de ouvi-la, sentada á beira do palco admirando-a andar de um lado para o outro, gesticulando. Quando Brody Weston, o ator que interpretava o par da morena, a interrompeu, convidando Rachel para tomar um café já que os ensaios haviam acabado. Porém, Quinn viu ali que aquilo não era apenas um pedido para tomar um café, Brody tinha segundas intenções. Estava transbordando no olhar do homem direcionado á morena. Rachel desviou o olhar para a escritora embaraçada e Quinn levantou-se do chão num rápido impulso e circundou a cintura da morena com os braços. Respondeu serenamente que: “Eu e a Rach já temos planos”. O rapaz, desconcertado, pediu desculpas e saiu. Todavia, um pensamento que de vez em quando assombrava Quinn passou pela sua cabeça: medo de perder Rachel.

Dali em diante, a escritora já começava arquitetar algo concreto em sua mente...

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O grande dia. O dia em que a obra de Quinn seria exibida para NY. Sem dúvidas, Em Meio ao Caos prometia muito sucesso nessa forma de apresentação. Todos os trabalhadores do teatro exibiam um sorriso radiante nos rostos. Todos. Sem exceção. Naquela manhã, Quinn estava muito atarefada, tinha reuniões e contratos a serem firmados. Seria difícil sair da empresa e aquilo estava a preocupando, ela tinha grandes planos para aquela noite. E como ela poderia faltar na noite de estreia da “sua peça?”. Não! Santana ainda não estava cem por cento, mas ajudava Quinn como nunca! Era uma correria danada dentro da empresa...

Os Fabray não poderiam estar mais animados. Judy, Frannie e Filipe principalmente. Por incrível que pareça, a primeira fileira do teatro quase que inteira seria ocupada por eles e os produtores, o que gerou um pequeno falatório das pessoas que queriam sentar na primeira fileira. No mais, era puro nervosismo.

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Frannie checava a quantidade de equipamentos que haviam chegado da Grécia, enquanto Nicolas e Sugar as levavam para um lugar mais seguro. Até que o celular de Frannie começou a tocar, como se fosse uma previsão, Frannie sorriu suavemente e pegou o aparelho já adivinhando quem era.

–Hey, Quinn!

– Fran, preciso que você me faça um favor, pode ser?

– Claro, maninha! Pode falar. – fechou a última caixa, e em seguida, sentou-se no chão.

– Ótimo. Escute-me com atenção. As coisas aqui estão uma loucura, e daqui a quarenta minutos eu vou ter uma reunião com mais uma construtora, então vai ser difícil que eu saia daqui a tempo. Não fale para ninguém, mas eu vou pedir Rachel em namoro hoje. – Quinn pausou ao ouvir os gritinhos de animação da irmã. – Ok, certo. Você vai encontrar no meu apartamento, mais precisamente no meu escritório, um cartão com o nome e endereço de uma joalheria, por favor, vá até lá e pegue as alianças que já estão prontas. Ah, Fran, se você fazer isso por mim eu serei muita grata!

– Oh, claro! Claro, Quinn! Eu mal consigo acreditar nisso! Até que enfim você percebeu que está incrivelmente apaixonada!E depois que eu pegá-las o que eu devo fazer?

– Traga para cá, tudo bem? Obrigada, Frannie.– sorriu agradecida no outro lado da linha e desligou.

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Do outro lado da cidade, Noah seguia Rachel pelo apartamento como um descontrolado. Ele estava muito orgulhoso da irmã, entretanto, se fosse para comparar, no momento, ele estava mais ansioso que a morena.

– Ah, princesa, você vai arrasar naquele palco! Eu estou tão orgulhoso por você... Por Quinn!

Rachel sorriu ao ouvir o nome da loira, virou-se para o irmão e o abraçou. Noah retribuiu o abraço, levantando a irmã do chão e a girando como se fossem duas crianças.

– Você viu a Quinn hoje? – perguntou quando Noah a colocou no chão, arrumando seu cabelo que havia bagunçado na folia.

– Não, princesa. Hoje eu passei o dia inteiro com a Sra. Fabray. Ela, Sugar e Frannie me obrigaram a dirigir até o shopping, e quando eu chego lá, adivinha? Eu sou o sorteado da vez! – sorriu, abrindo os braços. – Elas me levaram até uma loja de roupas masculinas e disseram: “agora nós vamos te ensinar o modo Fabray de se vestir!”. – gesticulava, enquanto imitava a voz de uma delas, fazendo Rachel rir. – Bem, eu admito que, nunca que eu conseguiria comprar um terno igual aos de Filipe, Nicolas ou Pietro! É bem mais caro do que o aluguel desse apartamento... Mas agora, com o que eu ganho da Quinn as coisas vão mudar! Eles são ótimas pessoas, Rach! Quinn, principalmente.

– Quinn principalmente... –concordou com um sorriso bobo. – Eles são maravilhosos! Quinn disse que te tornaria um grande homem e é isso o que está fazendo, Noah. Ela também disse que em tornaria uma diva da Broadway e hoje, independente do que acontecer naquele palco, eu já me sinto uma. Só por ela estar do meu lado... Eu queria tanto que o pai e o papai estivessem aqui. Afinal, eles queriam me ver brilhar. – abaixou o olhar, encarando o tapete. Noah ergueu seu rosto e sorriu.

– Ah, minha pequena, logo, logo eles verão seu sucesso e vão ficar orgulhosos de ter uma filha diva da Broadway! Eu queria que eles estivessem aqui em tantos momentos, mas é melhor deixar para lá. O que importa é que estamos aqui, juntos novamente! Sabe... – coçou a nuca, escolhendo as palavras. – Você é a Quinn estão sempre juntas, trocando carinho e essas coisas, bem... eu sei que vocês estão juntas, mas sei lá... não vão ter algo oficial, concreto?

– Eu e Quinn estamos indo com calma, Noah. Não acho que agora seja uma boa hora para nós falarmos sobre isso. Ela está trabalhando demais e eu também agora. Mas eu não preciso rotular o que temos. É algo muito forte, basta eu saber que ela me pertence e eu a ela. – disse a última frase como um sussurro e Noah balançou a cabeça, concordando.

– Quinn gosta muito de você. Está estampado no rosto das duas que estão apaixonadas uma pela outra, vocês tem sorte! Muita, na verdade. – beijou o topo da cabeça da morena. – Eu estou muito orgulhoso de você! Agora eu vou sair, tenho que fazer escolta para Quinn numa reunião e depois falar com Sam. Até mais tarde, Rach!

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Três horas. Cento e oitenta minutos para que a peça começasse. Quinn estava com os nervos á flor da pele. Ainda havia contratos para serem lidos e firmados ainda naquela tarde, porém, Quinn já havia dispensado Tina e Santana, para que ambas pudessem se arrumar, portanto, estava sozinha naquele momento. Os contratos pareciam ser infindáveis, quanto mais a loira lia, mais tinha que o ler. Frannie já havia feito o favor que Quinn havia pedido, e depois deu um pequeno sermão na irmã, dizendo que ela não poderia se atrasar de jeito algum para a peça. A caixinha de veludo azul marinho, posta ao seu lado na mesa parecia um objeto perigoso, a cada frase que a loira lia seu olhar recaia sobre o objeto.

– Vamos, Quinn! O tempo está acabando! – pegou uma caneta em sua gaveta e assinou mais um contrato, respirando fundo, murmurou: — Próximo.

E assim se sucedeu durante uma hora e meia, os olhos de Quinn corriam o mais rápido que podiam sobre as folhas, porém, ao olhar em seu relógio de pulso e constatar as horas, a loira largou tudo em cima de sua mesma e saiu em disparada da sala, não sem antes pegar a caixinha em sua mesa.

Ainda precisava tomar banho, arrumar sua roupa, fazer maquiagem e seguir para o teatro, já que deveria chegar mais cedo que os outros. Ao entrar no carro apressada, Quinn desbloqueou a tela de seu celular e lá havia: cinco chamadas perdidas de Megan, três de John, uma de Frannie e uma mensagem de Rachel. A escritora arregalou os olhos e logo tratou de abri-la:

“Quinn, espero te ver antes da peça! Beijos, Rach!”

– Oh, droga! – pôs o carro em movimento.

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Num tempo recorde, Quinn se arrumou de forma impecável, maquiagem, roupa, cabelos, tudo. Deu uma última checada no espelho, estava tudo ok. A loira vestia uma calça jeans preta, uma camisa branca, nos pés um par de sapatilhas da mesma cor que a calça. Os fios loiros caiam como cascatas por seus ombros. Usava brincos delicados e uma pulseira de ouro, que seu pai havia lhe dado de presente quando Quinn fez dezesseis anos de idade. E para completar, a maquiagem era simples, porém, seu olho estava bem marcado pelo lápis de olho, o que dava um ar mais atraente e chamava bastante atenção. Uma vestimenta aparentemente simples, mas que deixava a loira com um ar mais rebelde, ao mesmo tempo em que era perfeito para os padrões Fabray.

Quinn pegou a caixinha de veludo nas mãos, a analisando por alguns segundos. Respirou fundo e a abriu, era como mágica as alianças delicadas de ouro branco pareciam cintilar mais do que o normal, a escritora fechou rapidamente o objeto.

Será que ela vai aceitar namorar comigo?”. Pensou.

Mas já não era mais hora para isso. Não havia tempo, seu celular tocou, fazendo a loira dar um pulinho de susto: John. O diretor fez um pequeno drama, dizendo que queria a loira dentro do teatro em meia hora. Quinn murmurou um: “vai dar tudo certo essa noite” e saiu apressada do apartamento.

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Pela primeira vez em sua vida, Rachel sentia como se sua vida fosse mudar. Mudar para algo bom, como nos seus sonhos. Durante todo aquele dia havia recebido cuidados como se fosse uma rainha! E a morena sabia que havia dedo de Quinn naquilo tudo. Logo após Noah ter saído de seu apartamento, Rachel recebeu um lindo buquê de rosas vermelhas, com os seguintes dizeres:

você vai ser incrível essa noite, minha diva! Você é perfeita. Sabe o que significa quando alguém dá rosas vermelhas para o outro?”

E Rachel abriu seu mais lindo sorriso, ela sabia o que aquilo significava. Sua vontade de ver Quinn era cada vez maior. John já havia entrado e saído do lugar que agora ela poderia chamar de “seu camarim” várias vezes. Em todas com um sorriso de animar qualquer um. Rachel só tinha que agradecer á todos pelo trabalho, carinho e dedicação para com ela. Se perguntassem para a morena como ela estava se sentindo naquele momento, seria uma pergunta totalmente embaraçosa de se responder. Era oscilações entre nervosismo, felicidade, orgulho, confiança, tensão, expectativa e uma vontade incontrolável de ver Quinn antes da peça. Ela precisava ver Quinn, ter aquela paz que só ela poderia lhe trazer. Já havia perguntado á John a respeito da loira várias vezes, e era sempre a mesma resposta: “ela já está chegando, diva”.

Faltavam poucos minutos para que ela pisasse naquele palco e enfrentasse mais de quinhentas pessoas em expectativa. O camarim estava em total silêncio, Rachel já estava pronta, então decidiu relaxar antes do espetáculo. Deitou-se no grande sofá vermelho do camarim e fechou os olhos. Entre uma respiração e outra, sentiu o cheiro de um perfume extremamente familiar e sorriu: Quinn.

A morena levantou-se do sofá e encontrou a loira encostada no arco da porta. Quinn mantinha um semblante calmo, porém um sorriso inocente e charmoso brincava no canto de seus lábios. Rachel ficou petrificada a fitando. O olhar da loira era tão intenso! Quinn caminhava a passos lentos até a morena, a judia mordeu o lábio inferior, nervosa. A escritora se aproximou até deixar uma distância mínima entre as duas, sem deixar um segundo sequer de olhá-la. Encaravam-se com total admiração, Rachel se deixou levar e sorriu para a loira.

– Não vai dizer nada? – Quinn perguntou baixo, abaixando um pouco mais a cabeça. Enquanto sua mão direita subiu até a face da morena, fazendo carinho.

– Vo-você...

Quinn não a deixou completar, envolveu a morena num beijo extremamente apaixonado e cheio de saudade. Rachel agarrou a camisa de Quinn buscando mais contato, enquanto que a loira a puxava pela cintura. A morena estava sentindo suas pernas ficarem bambas. Era incrível como a cada vez que se beijavam as sensações eram diferentes. Era algo vicioso. Quinn era viciante! E nesse momento, Rachel sentia como se houvesse uma queima de fogos de artifício dentro de si. Quando o ar estava totalmente escasso, se separaram. Quinn mordeu o lábio, juntando sua testa com a da morena.

– Senti sua falta... – sussurrou, sentindo o objeto que estava ocultando em sua mão esquerda queimar em sua mão.

– Eu também, Quinn. Muito...

– Você vai ser perfeita naquele palco. Obrigada por ser minha Victória... e também minha. – disse a última frase num tom mais grave e pesado. Rachel buscou seus olhos chamativos, que agora estavam fechados, porém Quinn sorria discretamente. A morena se sentia tão bem quando Quinn dizia aquela sentença.

– Abre os olhos para mim, Quinn. – pediu, carinhosa e Quinn obedeceu. – O que você disse?

Como em slow motion, Rachel observou Quinn dar uma piscada lânguida e retirar a mão esquerda das costas. A loira segurou a caixinha como se fosse um passarinho machucado, com extremo carinho, em seguida olhou para Rachel.

– Rachel Berry. – fez uma pausa. – Você aceita ser minha namorada?

Rachel, por alguns segundos, achou que estivesse numa montanha-russa.

E para Quinn, cada segundo parecia ser eterno...

Notas finais
Aaaaaah, não me matem por parar nessa parte! Mas é que, quando eu estava revisando o capítulo, notei que eu ele havia ficado muito grande! E não havia como editar, porque, se eu o fizesse não ficaria bom! kkkk... Mas o próximo não demorará para sair, então aguardem! :D Digam o que acharam lá nos comentários, husahsuah! Até mais, anjos!