O Assassino de Reis

1 Capítulo 1 - Um Salto Para a Liberdade


Notas iniciais
Ok, o primeiro capítulo é narrado por Jason Morfen, um dois 5 reis do Norte, ele estava caçando na floresta com seus guardas, porém eles foram assassinados por um homem misterioso, Jason tenta fugir pulando de árvore em árvore, mas o assassino consegue segui - lo, onde isso irá terminar? Leia o primeiro capítulo de O Assassino de Reis!

Um salto para a liberdade, é o que eu faço, para escapar da morte atrás de mim.

Um dia me chamaram de O Homem Mais Rápido dos 5 Reinos, e agora um simples desconhecido consegue me alcançar, e com violência, meus braços e pernas estão sangrando, fazendo gotas caírem e tingir a neve com vermelho. Ele ainda está me seguindo? Droga, está! Ele é muito rápido, quem é ele afinal? Ele é muito perigoso, matou meus guardas enquanto estavam dormindo.

AH! ele jogou uma lâmina em mim, pequena, mas afiada, não me acertou, mas fez mais um corte em mim, no tornozelo, ele é muito hábil, com certeza veio da Ordem Negra, ou dos Hassassins, mas quem daria a ordem de me matar? Não posso perder tempo pensando nessas coisas, ele está perto de mim, muito perto, dois metros de distância, mais ou menos, tenho que me despistar, de galho em galho estou pulando, nas altas árvores do Norte, eu pulo, para a mais alta das árvores, um pulo bem planejado, eu voo como um corvo, que é meu símbolo, gotas de sangue voam em sentido contrário, e o vento frio me dá boas sensações, me sinto como se tivesse 20 anos novamente, mas o assassino estava lá, com sua foice negra, ele pulou com a mesma potência, girou no ar e me cortou na barriga! PELOS DEUSES, ISSO DÓI! me desequilibro e caio de costas na neve fofa.

A neve era boa e não machuquei as costas, mas o corte de foice trazia muita dor, apesar de não ter sido profundo, acho que ele não quer me matar de primeira, quer que eu sinta dor (muita dor) antes, muito sangue na neve, quase perco a consciência, mas quando recupero os sentidos enxergo a sola de um pé, numa bota de couro negro, se chocando na minha cara, eu sou jogado para trás com força.

Quando me levanto vejo ele com mais atenção, alto, magro, porém ameaçador, principalmente com suas roupas negras cobrindo cada parte do corpo, os olhos são invisíveis na sombra e na noite. Pego meu machado de aço no cinto e jogo com rapidez, porém ele abaixa, rola no chão, desliza na neve, e de — repente está desferindo outro golpe, um soco direito, mas consigo me desviar, tento socos rápidos, 5 ou 6, mas ele bloqueou todos com as mãos e tenta me chutar no rosto com um chute alto, ele não consegue, eu agarrei sua perna e dei um preciso chute na barriga, levando o para trás, um grande salto meu e estava próximo a ele, puxei seu corpo para cima e o empurrei para uma árvore, neve e galhos pequenos caem, em seguida eu perco o controle de meus socos, socos na barriga, no peito, no pescoço, na face, nas costelas... Tenho muita força com as mãos, já cheguei a quebrar o pescoço de um homem com um soco em batalha, realmente esse assassino é muito forte e resistente, mas eu sou mais.

Só mais um soco na cabeça e eu te deixo inconsciente, certo, lá vai! O quê? Ele agarrou minha mão! Tudo bem, soco de esquerda! Agarrou de novo, larga minhas mãos!!! Ah!!! Ele está apertando minhas mãos! Que dor! Mesmo com chutes e golpes de joelho ele não para! Me solta! AHHH!!! Ele quebrou minha mão esquerda! Meu deus, que dor!!! Os ossos da minha mão foram esmagados, sinto como se tivessem ossos que saíram para fora da pele, pelos deuses, é muita dor! não aguento! AHHHH!!! Minha mão direita!! Não sinto mais meus dedos!! Ele me chutou, bem na barriga, saltei dois metros para trás, meus dedos e minhas mãos doem muito, mas o pior vem agora, me agarrou pela gola, e eu disse:

– Quem é você? Por quê está fazendo isso?

Ele não respondeu, só puxou a máscara e me mostrou seu rosto, esse rosto me é familiar, mas de onde eu te vi...

Sem tempo para pensar, ele me cortou a garganta com a foice que estava em suas costas!

A morte me abraçava e minha garganta jorrava sangue na neve e nas pedras, estava vomitando sangue, tossia sangue, não respirava direito, e assim eu me lembrei onde havia visto aquele assassino antes, não é possível! Eu vi ele morrer! Mas agora, sabia que meus amigos estavam correndo perigo, preciso salvá — los, tenho que salvá — los, não posso morrer assim... Tudo que vi antes de morrer é ele re — colocar a máscara e dizer:

– Todos devem morrer, todos vão morrer...

Notas finais
Você poderá perceber que este capítulo faz referências a algumas coisas como Comediante vs Ozymandias (Watchmen) e Oberyn Martell vs Gregor Clegane (A Storm of Swords), espero que gostem, então fica aí a pergunta, quem é o próximo?
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.