O Artifício do Amor (one-shot)
1 One-Shot
Notas iniciais
Com a linha de tempo totalmente embaralhada.
Hush now don't you speakSilêncio agora não faleTo meComigoWrapped my hurt in youTe envolvi com minha mágoaAnd took my shelter in that painE me abriguei nessa dorThe opiate of blameO ópio de minhas culpasIs your broken heart, your heartÉ o seu coração partido, o seu coraçãoSo now I'm all by myselfEntão agora estou totalmente sozinhoAs I've always feltComo sempre me sentiI'll betray my tearsIrei revelar minhas lágrimasTo anyone caught in our ruse of foolsPara qualquer um capturado no nosso tolo artifícioOne last kiss for me...yeahUm último beijo pra mim...yeahOne last kiss good nightUm último beijo de boa noiteDidn't want to lose you once againNão queria te perder outra vezDidn't want to be your friendNão queria ser só seu amigoFulfilled a promise made of tinHonrei uma promessa feita de estanhoAnd crawled back to youE me arrastei de volta para vocêI'm all by myselfEstou totalmente sozinhoAs I've always feltComo sempre me sentiI'll betray myselfIrei me revelarTo anyone, lost, anyone but youPara qualquer um, perdido , qualquer um menos vocêSo let the sadness come againEntão deixe a tristeza imperar novamenteOn that you can depend on me, yeahNisto você vai depender de mim, yeahUntil the bitter, bitter end of the world, yeahAté o amargo, amargo fim do mundo, yeahWhen god sleeps in blissQuando Deus dormir abençoadoAnd I'm all by myselfE estou totalmente sozinhoAs I've always feltComo sempre me sentiAnd I'll betray myselfIrei me revelarTo anyonePara qualquer um~ / / ~Sabina havia acordado. Tudo a sua volta era muito branco. O teto era limpo, as luzes eram esbranquiçadas, as paredes ao seu redor, sufocantes, porém claras; apenas uma janela, fechada, causando escurecimento na sala; o ar condicionado, logo ao lado dela, deixava tudo frio e vazio. Estava deitada em uma maca, uma cama, tanto faz, só trocar as sílabas. A colcha e os lençóis, todos eram brancos, assim como o travesseiro e a fronha que lhe revestia. Os tecidos eram frios, como se nunca tivessem coberto nenhum corpo. Ou como se tivessem acabado de trocá-los. Era tudo muito desolador, muito distante, muito... Frio. Frígido. Solitário. Angustiante.Ela sentou-se com pressa. E ficou a arfar.O que fazia ali? O que havia acontecido?De repente, pra sua surpresa, a porta se abriu. E dali, entrou uma garota. Cabelos dourados, olhos claros, pele clara e limpa, como de uma boneca, estatura como a sua, usando um vestido azul-claro e correndo, com uma expressão de preocupação explícita em sua face.- — -- Quinta você vai no aniversário da Lavínia? — Perguntou uma garota para Sabina, que sacudiu a cabeça, e deu a língua.- Tá doida!? Ela me odeia! Vive me enchendo o saco! Não me curte e eu não curto ela! E só! — Disse, emburrada. E então, a outra garota coçou a própria cabeça, parecendo confusa com a resposta dela.- Mas... Ela meio que te convidou, acho. — Disse a garota e Sabina levantou a sobrancelha, incrédula.- Impossível! Já disse, ela me odeia! — Repetiu, e então, lá ao longe, viu Lavínia a escrever num papel.Estava adicionando mais e mais pessoas da classe para sua festa. E Sabina já tinha a plena certeza de que não seria adicionada. Lavínia nunca fora com sua cara, desde o jardim de infância.- — -- Me dá essa boneca! — A garota tomou a boneca das mãos da outra. A que tomou a boneca era loira e de olhos claros, usava um laçarote de fita vermelha na cabeça, enfeitando (os pais sempre foram exagerados ao vestir crianças pequenas...), e a que teve a boneca tomada tinha longos cabelos ondulados e castanhos, seus olhos eram escuros como seus cabelos e sua pele era bronzeada, morena.
- Mas eu escolhi primeiro! — Disse a garota, quase chorando, mas com raiva ao mesmo tempo.- Não! Eu que escolhi! — Mentiu a loirinha, e logo a professora teve de vir separar a briga.- Garotas, por favor! Há várias bonecas pra todas! Não há pra que brigar! — Disse ela, e então, arrumando uma outra boneca, entregou-a a garotinha de cabelos ondulados escuros. — Toma, Sabina. Pode ficar com essa, ela é linda.Sabina olhou pra boneca e era realmente linda. Talvez, até mais linda que a boneca anterior. Cabelos loiros, olhos claros, um laço azul na cabeça, um vestidinho rosa. Sorriu, satisfeita, e já ia brincar com a nova "filhinha" quando, de repente, pro seu desprazer, Lavínia surgia de novo.- Não! Mudei de ideia! Quero ESSA boneca! — E então, agarrou a boneca da mão de Sabina e começou a puxá-la. Sabina invocada, pela perseguição e egoísmo da garota loira, puxou a mesma de volta.- Solta! Me deixa! Para de roubar minhas bonecas! Me dá! É minha! ME DÁ...!A boneca se partiu em dois pedaços. Num lado, na mão de Lavínia, a cabeça e os braços feitos de borracha, com metade do corpo de pano rasgado... E do outro lado, na mão de Sabina, as pernas e a outra metade do corpo.As duas começaram a chorar.- — -Lavínia se levantou, e então, com um sorrisinho metido começou a passar seu papel pela sala, e os alunos iam marcando "sim" ao lado de seus nomes, confirmando a presença. Ou então, marcando "não", demonstrando que não poderiam ou não estavam, simplesmente, a fim de ir. Mas era claro... A loira era popular. Logo, muitos queriam estar em sua festa. Portanto, a maioria das pessoas da lista que ela passou de convidados marcou "sim", sem sombra de dúvidas.E de repente, a colega de Sabina lhe passou o papel, apenas por... "curiosidade". E neste estava lá... Seu nome todo:"Sabina Delgado".Olhou praquilo e sentiu uma pontada de dúvida. Curiosidade. Receio. Ansiedade. E... Um pouco de raiva também. Rapidamente, pegou sua caneta Bic e escreveu logo ao lado de seu nome: "COM CERTEZA NÃO", em letras garrafais, assim mesmo. E então, o passou de volta para a colega, que assim que leu o que ela escrevera, fez "não" com a cabeça, e então, foi passando o papel de mão em mão, até de volta à mão da garota loira.Lavínia leu aquilo, a resposta que Sabina dera, e então, com ódio, pegou sua caneta e começou a rabiscar com toda a raiva e força em cima do nome da resposta da outra. E logo depois, olhou para a cara de Sabina, que por coincidência e/ou ironia lhe olhava de volta. E então, ela disse:- Coloquei seu nome sem querer, idiota! — Disse ela, mentindo. Mas a mentira colou, porque Sabina sentiu mais raiva ainda.- — -Educação física.As garotas corriam ao redor da quadra, e enfim, acabando as corridas e aquecimento, a professora apitava e as chamava para se reunir junto a si. E assim elas faziam. Então, a mulher mais velha escolhia duas garotas, e uma delas, era a loira Lavínia, e dizia:- Vocês devem escolher times. Vamos jogar handebol. — Dizia ela, sucinta.Então, Lavínia parou e olhou pra todas as garotas com uma cara seletiva e mão na cintura. Realmente, se sentia. E então, começou a procurar, olhando pra todos os lados, e então, seus olhos claros pararam logo nela... Na menina de cabelos ondulados escuros. Mas então, seu rosto se torceu, e rapidamente, ela vagou a olhar pro resto das garotas, ignorando Sabina, que notara, e ficara brava como sempre.Ela escolheu uma outra garota qualquer, alta e atlética, boa no esporte. Alguém que qualquer um escolheria. E depois foi a vez de outra garota, amiga sua, e escolheu outra menina qualquer com cara de preguiçosa. Depois, ela escolheu outra. E a amiga outra. E assim sucessivamente até as meninas terminarem e só restar... Sabina. E no time de Lavínia estava faltando uma jogadora para ficar par. E então, a professora disse:- Pronto. Times formados. — Mas então, a loira levantou a mão, como se tivesse em uma classe. E Sabina já sentiu, por sua expressão, que não seria uma coisa boa. — Que foi, Lavínia?- Professora. Eu não quero ela no meu time. — E apontou para Sabina, na frente de todas. As amigas dela abriram sorrisinhos de deboche. As outras pessoas fizeram cara de pena. A amiga de Sabina, que já havia sido escolhida, suspirou.- Ok, então, troque. — Disse, olhando pra amiga de Lavínia que deu de ombros e disse.- Ok, então, você fica com ela... — E apontou pra garota com cara de preguiçosa, e elas "trocaram". Sabina ficaria no outro time.Lavínia olhou pra ela, sorrindo maldosamente. E Sabina continuava com ódio de si. Crescente e infinito.- — -Biblioteca.Tudo estava escuro. Ninguém estava lá. Ninguém exceto uma pessoa, sentada no chão, num canto, com um amontoado de livros ao redor. Livros abertos, amassados, não lidos, ignorados. Jogados aleatoriamente para extravasar uma raiva incontida. E um soluço ressoava no ar. Um choro. Uns gemidos. Uma infelicidade. Uma raiva misturada com uma tristeza.Mas não havia mais ninguém lá. Ninguém mais pra saber o que se passava.- — — - Você é uma idiota! Idiota! Uma ridícula! É isso que você é! — E então, duas pessoas separavam as duas. Cada uma, segurando uma. Uma era a amiga de Sabina, a segurando. E a outra, era amiga de Lavínia fazendo o mesmo à loira.Os rostos das duas estavam vermelhos. Os olhos das duas lacrimejados. E suas faces mostravam a mais pura raiva...- De quem tá falando, sua estúpida!? Você é a única ridícula aqui! Por que não vai se catar!? Vai se catar! — Elas continuavam gritando uma com a outra. As garotas mal sabiam de onde estava vindo as duas acusações, suas vozes se misturavam numa só, enigmaticamente.As duas pululando raiva e ódio.Pra Sabina, Lavínia era a exemplificação disso. Ódio puro concentrado. Nunca havia gostado dela em nenhum momento da vida. Nunca havia lhe deixado em paz. Nunca havia lhe mostrado nem um pingo de importância, respeito ou até mesmo educação. E por isso... Só por isso, a odiava mais que tudo. A queria morta. Morta!Mas não foi isso que aconteceu.- — -Quando ela enxergou aquelas mechas de cabelo dourado flutuando e sacolejando, enquanto a boneca branca se aproximava de si, de seu leito, ficou incrédula, pálida e gelada. Achou que era uma ilusão de ótica. Um pesadelo. Ou talvez, um sonho.Bonita como uma atriz. Mortal como uma lâmina. Os olhos claros se encontraram com os escuros. Uma, a loira, com uma face confusa e meio penosa. E a morena com uma face arredia de estranheza. E ela então, se perguntava profundamente...- O que diabos tá fazendo aqui!? — Quase gritou, apesar de se tratar de um hospital e o silêncio ser ordem absoluta. Não havia mais ninguém no quarto, exceto as duas. E a porta atrás de Lavínia havia sido selada, assim que ela entrara.- Você... Você está bem? — Disse a garota de olhos claros. Claramente preocupada.- Hah... Quer me zoar que está preocupadinha comigo!? Ora, por favor! Não entendo nem o que veio fazer aqui! Você sempre me zoou! O mínimo que poderia esperar de você, é ter vindo para zombar a minha cara, já que eu quase morri! — E então, assim que disse isso, na defensiva (e com razão), surpreendeu-se...Os olhos de Lavínia se encheram de lágrimas. E a garota ficou lá, com os lábios tremendo.Sabina arregalou os olhos. Agora estava confusa. E assustada. Será que era verdade...?- C-como...!? Como pode dizer isso!? E-eu sei que... — Lavínia parou de encarar sua face, sem coragem pra isso. — Eu sei que sempre fui... Um demônio contigo. Sei que sempre te tratei mal. Que te ofendi, te ignorei propositalmente, que te xingava e te ofendia... Mas... Mas... — Ela ia dizendo, enquanto lágrimas escorriam por sua face.- Então, o que faz aqui? — Sabina a cortou, fria.Lavínia foi se aproximando da cama, logo ao lado da morena, que ficou meio incomodada de novo, como um gato arredio. E ao seu lado, a outra continuou a chorar, e dessa vez, suas mãos se prenderam no branco lençol. Quase da mesma cor.- Eu... Eu... — E ela chorava, debulhava-se em lágrimas, como uma cachoeira humana. Sabina estava completamente estática. Quem diabos era aquela garota em sua frente!? Lavínia era fria, falsa, irritante, grosseira, abusada, ridícula... E principalmente, lhe odiava. Aquela garota ali parecia que ia morrer por si. — Eu estava preocupada com você... Eu achei que você ia morrer! Eu... Eu...! Droga! Eu não odeio você, Sabina! Eu nunca odiei você!
Na tormenta, a loira simplesmente foi puxando os lençóis e as roupas brancas (que mal cobriam direito a outra) com desespero e trazendo-a pra perto de si, com tanta afobação e lágrimas e vontades... E então, a juntou próxima ao seu corpo num abraço apertadíssimo. E começara a soluçar mais e mais, falando sem parar. Sabina estava mais estática ainda. Agora com o abraço da outra.Inesperado, quente e agradável. Apesar de toda a afobação e surpresa.- Eu nunca te odiei... Me desculpe! Me desculpe... Eu... E-eu só não fui sincera com você... Eu nunca fui... Eu nunca fui sincera com você! E nem comigo mesma! — Ela ia dizendo, no desespero, e Sabina não sabia se a abraçava de volta ou se ficava lá parada como um dois de paus, sem saber o que fazer.Sabina levantou, receosamente, a mão e então, a pôs em cima da mão que a segurava com os dedos retesados com tanta "pressão" e vontade. A mão dela era quente e confortável. Lhe deu uns nervosos na barriga. Queria entender o que sentia, mas era tudo rápido e confuso demais. E ela só continuou a falar, enquanto imagens "brincavam" em sua mente.O olhar lacrimoso de Lavínia. Sua dúvida em lhe escolher no time de handebol. Seu quase convite para sua festa. Sua inveja com bonecas.Será que afinal aquilo significava que...?- Na verdade, eu... Na verdade, eu... Eu... Eu sempre quis me aproximar de você! Mas eu não sabia como fazer! Eu não sabia... Porque... Porque eu estava confusa! Eu simplesmente não...! Eu não sabia! Então, eu te maltratava, mas eu... Mas eu nunca soube o que...! — E então o abraço apertou-se mais, e a boca de Lavínia soltava baforadas quentes e "arrepiantes" no pescoço de Sabina, continuamente.Aquilo estava lhe dando... Desejos.Lavínia sempre fora tão bonita, como uma bonequinha má. Uma linda e sensual e gostosa e perfeita bonequinha má. Lábios rosados. Rosto de anjo. Treijeitos estrangeiros. Corpo bem feito. Seios macios. Coxas macias. Sabina sentia-se estranha.Odiava Lavínia?Lavínia lhe odiava?Ou será que as duas se... Que as duas se atraíam?A outra continuava...- Eu nunca soube como me aproximar de você! Porque... E-eu sabia que você me odiava! Porque eu... Eu nunca fui boa com você! Mas eu queria...! Tudo o que eu queria era ser boa com você! Tudo o que eu queria era...! — Lavínia se afastou do abraço que Sabina desejou que ela não fizesse, mas logo, voltou atrás. Porque a garota parou com o rosto muito próximo a si, e com aqueles grandes olhos azuis-esverdeados, lhe olhou profundamente, quase lhe arrancando a alma com aquele olhar.E as duas ficaram lá se entreolhando. As lágrimas da outra ainda escorriam meio tímidas e com menos intensidade que a outra.Sabina não resistiu. Limpou uma lágrima fujona na bochecha da outra, que também não resistiu... Tomou seus lábios num beijo apaixonado e sedento. Ela quase subiu na maca junto com Sabina.As duas se abraçaram, e então, se agarraram, e o beijo corria solto, com línguas brigando e se invadindo, salivas se misturando, e depois com mãos "passeando" pelo corpo uma da outra, invasivamente, intrusivamente e com desespero, como se estivessem sedentas por aquilo... Elas praticamente "SE ENGOLIRAM" naquele beijo, sem tirar nem pôr.E então, finalmente, pararam e se afastaram.- Mas que... Mas que porra... Primeiro, você é toda escrota comigo, por todos esses anos. Agora que eu quase morro, você simplesmente aparece aqui no hospital e resolve me contar, que na verdade, gosta de mim DESSE JEITO? — Diz Sabina, super sem graça e confusa. Mas havia gostado MESMO daquele beijo.- Desculpe. — A garota diz, e então, dá uns risos, meio sem graça. — Desculpe... Mas é que eu achei que... — Ela voltou a ficar séria e com cara de aflição. — Que você fosse morrer. E a dor em mim foi tão grande que... Que eu senti que precisava te contar, antes que... Acontecesse algo contigo ou comigo. Que eu... Não podia perder essa chance. Que eu não podia perder você...Sabina riu. Estava feliz. Era uma felicidade estranha, mas era felicidade.Ela gostava de Lavínia.Não sabia exatamente como, mas gostava. E gostou de seu beijo também.- Sua... Sua idiota. — Disse ela, e então, puxou a garota pelo vestido, e então, elas voltaram a se beijar.- — -Sabina estava sentada no pátio do intervalo. Ela olhava para o teto sujo do mesmo. As alunas passavam pra lá e pra cá, despreocupadas, de uniforme bonito e sem graça, ao mesmo tempo (?). E ela suspirava. Era horário de intervalo e esperava sua amiga voltar da cantina com seus lanches. Tinha lhe dado o dinheiro para comprar pra si, e a cada dia, elas faziam rodízio de quem enfrentaria a fila e traria a comida e a bebida. E nesse dia, era a vez dela.Por isso, a garota morena esperava lá, entediada. Então, viu Lavínia passar lá ao longe com suas comparsas ridículas. Todas um bando de puxa-sacos com inveja da beleza e das roupas de Lavínia. Que se aproveitava disso e as usava de capacho e de "Muttleys" (Dick Vigarista). "Bando de idiotas" pensou a garota. Das Muttleys e da própria Lavínia. Loira, bonita e escrota.Por que ela lhe incomodava tanto? Aliás, por que ela cismava e implicava tanto consigo e só consigo?Suspirou de novo. Estava frustrada e irritada. Mas não pôde continuar mais divagando, porque logo sua amiga surgiu com o lanche em mãos para elas comerem juntas. Hambúrguer e refrigerante. Uma lata de Coca-cola.E de repente... O mundo de Sabina apagou.Tudo ao redor começou a girar e então escurecer... Tudo... Tudo havia apagado. Se tornado nada.Nada.Nada.Vazio...E ela ficara 3 semanas "dormindo" no Hospital. Envenenamento e quase morte.- — -- Oi, me vê, por favor, dois refrigerantes e dois hambúrgueres! — Pediu a amiga, na cantina. E então, a loira, logo ali, juntou-se a ela.- Ei, espera! O lanche que você tá comprando é pra você e pra Sabina, né!? — A amiga já ficou estranhada. Lavínia querendo "contatos" consigo ou com a Sabina era realmente estranho. Mas mesmo assim ela concordou com a cabeça. E então, a loira falou, com uma expressão realmente adorável de pena. — Bom... Eu tou o maior tempão tentando fazer "pazes" com ela. Não aguento mais brigar por tanta besteira, então... Até por isso eu quis chamá-la pra minha festa, mas ela não quis ir. Será que teria como eu comprar o refrigerante pra ela, como pedido de desculpas?- Ah... Pode ser. — A amiga aceitou, pensando "Ela realmente deve estar arrependida".E então, Lavínia pagou uma lata de Coca-cola para Sabina beber...FIM.
Notas finais
Sinistro! :x~
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!
Fale com o autor