O Amor Retorna
15 Capitulo 15 - Olhando as estrelas
Notas iniciais
GERMAN: Que tal irmos dar uma volta? — Perguntou após terminar seu café.
ANGIE: Eu adoraria, mas onde a gente vai? — Perguntou, já ficando curiosa para saber onde German a levaria.
GERMAN: Se você quiser podemos ir ao cinema. — Sugeriu, sabendo que Angie adorava ir ao cinema.
ANGIE: Por mim está ótimo, mas que horas nós vamos? — Perguntou, animada. Um filme que ela queria muito assistir estava em cartaz. E ela não podia perder a oportunidade de assisti-lo.
GERMAN: Depois do almoço. Pode ser?
ANGIE: Claro, por mim tudo bem. — Concordou.
GERMAN: Que tal eu te levar pra almoçar fora e depois disso vamos para o cinema?
ANGIE: Pode ser. — Respondeu com um sorriso encantador.
Eles conversaram por mais um tempo. Até German lembrar que ele precisava trabalhar.
GERMAN: Agora meu amor, eu tenho que ir para o escritório resolver alguns assuntos pendentes, então daqui há uma hora eu te chamo para irmos almoçar, tudo bem pra você? — Perguntou, esperando pela resposta dela.
ANGIE: Claro! Nos vemos depois. — Concordou.
Eles deram um selinho e German foi para o escritório, enquanto Angie ficou assistindo TV até dar a hora de eles saírem pra almoçar.
1 hora depois…
GERMAN: Vamos? — Perguntou logo após de sair de seu escritório e estendeu uma mão para Angie.
ANGIE: Claro, meu amor. — Respondeu, aceitando a mão que ele a havia estendido.
Os dois foram para o carro, German abriu a porta pra Angie e quando ela entrou, ele deu a volta no carro, fez o mesmo e começou a dirigir.
Não demorou muito para que eles chegassem ao seu destino. Alguns minutos depois e eles já estavam no restaurante de comida japonesa.
(…)
Durante o almoço eles conversaram bastante e logo após foram para o cinema.
Logo que chegaram ao cinema, German foi comprar os ingressos enquanto Angie comprava as guloseimas que eles comeriam durante o filme.
German tinha acabado de comprar os ingressos quando Angie o chamou para ajudá-la a carregar todas as coisas que ela havia comprado.
Ele se aproximou dela e a ajudou com as compras. Ele ficou impressionado com a quantidade de coisas que ela tentava segurar.
GERMAN: Uau! Você queria acabar com o estoque de comida? — Perguntou, achando graça da situação.
ANGIE: Não, até porque eu não comprei tanta coisa assim. — Rebateu.
GERMAN: Sério? Você acha que 2 baldes grandes de pipoca, 2 refrigerantes, 3 barras de chocolate, 2 pacotes de salgadinho e um pacote de Fini são pouca coisa? — Questionou, rindo.
ANGIE: Você acha que o quê eu comprei é muito? Você verificou a última fatura do seu cartão de crédito?
GERMAN: Ainda não, por quê? — Perguntou, imaginando porque Angie havia perguntado isso.
ANGIE: É que eu acho que você vai ter uma surpresa. — Brincou, com um sorriso divertido no rosto.
GERMAN: E por que eu vou ter uma surpresa quando for verificar a fatura?
ANGIE: É que faz alguns dias que eu e a Vilu viemos ao cinema. E a quantidade de coisas que eu comprei hoje não é nada comparada a quantidade de coisas que nós compramos quando viemos juntas.
GERMAN: Meu Deus, e pra que comprar tanta comida? Não sei como vocês não engordam comendo tanto assim. — Respondeu, rindo.
ANGIE: Ué, como já fazia bastante tempo que nós não íamos juntas ao cinema, nós decidimos aproveitar. — Respondeu, como se fosse óbvio. — E na verdade a culpa é sua, foi você que insistiu pra que eu e a Vilu ficássemos com um de seus cartões de crédito enquanto você viajava pra caso houvesse um imprevisto.
GERMAN: E vir ao cinema é um imprevisto?
ANGIE: Claro que é. A gente precisava de dinheiro e o seu cartão de crédito caiu como uma luva. — Explicou.
GERMAN: Tudo bem, mas agora vamos, antes que o filme comece. — Falou, entrelaçando uma das mãos a de Angie.
ANGIE: Tem razão. — Ela sorriu, animada.
(…)
Quando já estavam acomodados nas poltronas do cinema e o filme estava prestes a começar, German perguntou:
GERMAN: E então Angie, sobre o que é o filme que vamos assistir? — Apesar de ter sido ele quem comprara os ingressos, ele mal sabia sobre o que o filme em questão falava.
ANGIE: O filme é um romance. Ele fala sobre duas pessoas que pensavam que seu amor era impossível e se afastaram, mas que depois redescobrem esse amor. — Sorriu, ela adorava esse tipo de filme açucarado, como Vilu chamava.
GERMAN: Angie esse filme descreve bem o que aconteceu com a gente. — Refletiu, olhando nos olhos verdes dela.
ANGIE: É mesmo, mas o que importa de verdade agora é que finalmente estamos juntos. — Sorriu.
GERMAN: E nada e nem ninguém poderá nós separar.
Os dois deram um selinho demorado e só o interromperam quando o filme começou.
(…)
Na metade do filme, quando chegou em uma cena muito emocionante, Angie começou a chorar.
GERMAN: Angie, você está bem? O que foi, porque você começou a chorar? — Preocupou-se.
ANGIE: É que essa parte do filme é muito emocionante e lembra muito o que aconteceu com a gente. — Respondeu entre lágrimas.
GERMAN: Calma meu amor, não fica assim. — Falou ao enxugar com delicadeza as lágrimas dela. — Eu nunca vou te deixar, que nem eu já tinha dito antes, nada e nem ninguém pode nos separar. — Disse passando um braço ao redor dela. Tentando fazer com que ela ficasse mais calma.
ANGIE: Promete? — Ela olhou nos olhos dele.
GERMAN: Prometo.
Angie se inclinou um pouco e uniu seus lábios aos de German, num gesto carinhoso. O beijo começou lento e devagar, apenas um roçar de lábios que se tornou um beijo apaixonado.
German passou um dos braços ao redor da cintura dela, enquanto Angie, por sua vez, passou os braços pelo pescoço dele.
Eles ficaram se beijando até o ar se fazer necessário e depois ficaram dando apenas selinhos.
Angie encostou a cabeça no ombro de German e ele colocou seus braços em volta dela. Os dois ficaram assim até o final do filme.
(...)
Quando o filme acabou, ambos voltaram pra mansão.
ANGIE: Obrigada pelo dia maravilhoso que tivemos, German. — Agradeceu logo que adentraram a mansão.
GERMAN: Não precisa nem agradecer meu amor, aliás eu que te agradeço. Gostei muito de passar um tempo com você.
ANGIE: Fico feliz em ouvir isso. —Sorriu. — Bom German, eu preciso subir um pouco agora. É que eu tenho que corrigir algumas provas dos alunos do Estúdio.
GERMAN: Tudo bem, então nos vemos depois. Qualquer coisa estarei no escritório.
ANGIE: Tá bom, até depois, meu amor. — Disse e deu um selinho nele antes de subir para o seu quarto.
(...)
Na hora do jantar todos se sentaram a mesa e comeram juntos. Quando já haviam acabado, foram para os seus quartos, para que Angie e German pudessem ter um momento a sós.
GERMAN: Angie, lá fora o céu está lindo. Que tal irmos observar as estrelas? — Sugeriu.
ANGIE: Claro, eu adoraria. — Sorriu, pensando no quão romântico isso seria.
German estendeu uma mão para ela, que entrelaçou seus dedos aos dele. E foram para o jardim.
Eles escolheram se sentar em frente a uma árvore no jardim. German se sentou primeiro e logo após, Angie se sentou ao lado dele. Ele passou os braços ao redor dela e ela fez o mesmo, assim ficando abraçados.
ANGIE: Você tem razão. O céu está lindo mesmo. Adoro ficar observando as estrelas. — Falou, olhando pro céu.
GERMAN: É, o céu está lindo mesmo, mas não mais que você meu amor. — Falou, piscando pra Angie.
ANGIE: Obrigada amor, mas assim eu vou ficar toda vermelha. — Agradeceu e deu um selinho rápido em German.
GERMAN: Angie, você lembra daquele dia que a Violetta, o Frederico e o Léon nos prenderam no quartinho? — Perguntou, mudando de assunto.
ANGIE: E tem como não lembrar? — Os dois riram, lembrando da ideia que Violetta tivera para tentar uni-los.
GERMAN: Acho que talvez poderiamos ter se resolvido nesse dia.
ANGIE: É talvez a gente tivesse se resolvido nesse dia, era exatamente isso que a Violetta queria quando bolou o plano. — Sorriu, lembrando do quão persistente a sobrinha poderia ser.
GERMAN: É, sinceramente a Violetta tem cada plano. — Riu.
ANGIE: E lembra daquele dia da festa? Quando a mensagem atrapalhou o beijo, talvez nesse dia também poderiamos ter nos resolvido.
GERMAN: É, tivemos tantas oportunidades de se resolver.
Tive a ideia de te chamar pra jantar quando eu ainda estava em Madrid, queria que a gente se resolvesse de uma vez por todas.
ANGIE: Mas pensando bem, foi bom que nas outras vezes não deu certo, porque se não dessa vez nada teria sido tão perfeito como foi.
GERMAN: Nisso você tem razão. — Concordou.
Então eles se beijaram e ficaram mais um tempo juntos observando o céu até que...
(...)
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