O Amor Nunca Se Acaba.
37 Epílogo
Notas iniciais
Epílogo do Amor nunca se Acaba.
POV. Bella
Exatamente hoje, faz dez anos que me tornei a Sra.Cullen. Dez anos que me tornei a mulher mais feliz e realizada. Dez anos que a minha família iniciou.
Meu filho mais novo em meus braços tomava seu leite com precisão e rapidez, fazendo que eu ficasse atenta a cada sobressalto dele. Edward acariciava os seus ralos cabelos cor de cobre, sorrindo para mim. Seu olhar sempre me fazia compreender que minha vida tinha valido a pena, que apesar dos erros cometidos no passado, eles no fim me ajudaram a fazer com que eu conseguisse minha tão sonhada felicidade.
Minha carreira profissional em alta me fazia feliz. Com o passar dos anos, tive a oportunidade de juntar dinheiro, já que Edward ficava famoso a cada ano que passava, eu montei minha própria clínica em Forks. Era apenas um local onde poderia consultar as crianças do bairro sem que elas precisassem pagar por uma consulta, realizava um trabalho voluntário. Mas nada me fazia mais feliz que minha família. Meu marido lindo, sexy e ativo, e meus cinco filhos.
Sim, tenho cinco filhos com apenas 34 anos. Culpado? Edward Cullen. Mas não me arrependo de ter tido nenhum, apesar de que meu corpo mudou drasticamente depois da terceira gravidez, minha sorte é que meu lindo e gostoso marido é um personal maravilhoso e cuidou de mim e do meu corpo. Meus filhos são tudo para mim, eu não sei se seria a mesma pessoa sem meus cinco bebês.
Sophia hoje é um mulherão, não há ninguém quem diga que minha filha tem apenas 16 anos. Apaixonada pela academia como o pai, sempre se mantêm em forma arrasando os corações dos meninos da escola, o que deixava Edward maluco. O ciúme que ele sente da filha é doentio, poderia dizer que sentia mais dela do que de mim. Espantou todos os pretendentes de Sophia, antes mesmo de eles tentarem algo com ela. Por sorte, Sophia não é ligada a esse tipo de coisa de meninas da idade dela, ela é dedicada aos seus estudos e ao balé, tinha apenas olhos para um garoto, que seu pai não poderia nem sonhar.
Ele é três anos mais velhos que ela, seu nome é Justin, filho adotivo de Jacob e Rachel. Sim, uma mulher. Ele a conheceu logo após do término com Jarid, o que era para ser apenas uma amizade se tornou amor, e se casaram. Foi um espanto para mim, mas ver a felicidade estampada no rosto do meu melhor amigo é o que vale para mim. Eles adotaram o Justin, ele já era um adolescente de 14 anos, e Sophia foi de muita importância para o convívio dele com a família. Seus pais foram mortos em um assalto quando ele tinha seisanos e ninguém de sua família se dispôs a ficar com a criança, o que deixou ele retraído em relação a tudo. E foi com Sophia que ele viu que família de verdade é aquela que ama e não a de sangue, e foi nessa estória que eles se apaixonaram quando ela tinha 14 anos. Mas a distância era uma barreira para eles, então nunca tiveram a oportunidade de ter um namoro firme, claro que minha filha me contou que já havia beijado ele, mas nada que a fizesse acreditar que poderia ir para frente.
Eu como mãe, fiquei triste pela a minha menina, mas ela e a sua maturidade imensa sempre diz que tudo há seu tempo, e que o tempo dela ter um amor não é agora. Não preciso dizer que ela é o meu orgulho.
Clarie é a princesa da casa. Edward por sua vez, mimou nos mais mínimos detalhes, tudo o que ele não pode viver com Sophia, ele viveu em dobro com Clarie e a acostumou muito mal. Não que minha menina fosse birrenta, mais superficial. Com nove anos, age como se tivesse 19, então imagina o que o Edward passa. Com ela o ciúme é em dobro em relação à Sophia.
Diferente da irmã mais velha, minha Clarie ama o mundo feminino adolescente, usa maquiagem, unhas pintadas, os cabelos sempre bem escovados. Já cansei de esconder cartinhas de amor enviadas pelos colegas de classe na minha princesa, porque é capaz do Edward contratar uma professora particular e trancafiar a menina dentro de casa até completar os 30. Mas eu não posso culpar os meninos, minha filha é linda. Longos cabelos loiros, pele alva e um belo par de olhos verdes. A cópia do pai, assim como Sophia.
Agora a minha pequena Carlie. Posso dizer que ela é a filha mais doce entre as meninas, muito delicada, meiga, amorosa e ama o meio ambiente. Tive sérios problemas na minha gravidez o que me fez ter um apego maior a ela. Carlie nasceu prematura com apenas seis meses e meio, os médicos acreditavam que ela não poderia sobreviver, foi a pior época da minha vida e do meu casamento. Entrei em depressão pós-parto e tinha medo de ver minha filha, medo de sentir o seu cheiro, o seu toque, o seu calor e no final ela acabar indo para longe de mim. Culpei Edward por ele não esperar um tempo correto para ter filhos, foi duas semanas de acusações e brigas. Mas meu marido, maravilhoso como ele é, soube lidar comigo e com a depressão que me assolou.
Hoje quem a vê em seus sete anos, não há como saber que um dia ela ficou entre a vida e a morte. Carlie é a minha cópia. Cabelos e olhos castanhos, e com as covinhas de Emmett, o que deixou ele todo babão.
Manuella tem dois anos e três meses, e é a bebê mais linda que já vi. Dentre as quatro meninas, ela é quem mais parece com o pai. Seu pelo par de olhos azuis, herdadosdo avô de Edward, é o único diferencial entre eles. Quando descobri que estava grávida da Manu, foi assustador. Pois pensava que tudo iria se repetir em relação à gravidez de Carlie. Mas Graças a Deus, minha gravidez foi tranqüila e bem proveitosa, pois ao contrário das últimas, o espaço de tempo foi maior e minhas três meninas, que puderam acompanhar de perto. Ela é muito calma e serena, e também apegada ao pai mais que qualquer outra.
Mas o xodó mesmo da família é o Raphael de três meses. Com 33 anos e com quatro filhas, resolvi fechar a fábrica e colocar um DIU. Marquei os exames e lá estava à surpresa, grávida pela quinta vez. Assustei-me bastante, pois não tinha mais força para outra criança. Manu tinha apenas um ano e três meses quando descobri, assim como a diferença entre Clarie e Carlie, e eu sabia o quanto era difícil conciliar dois bebês ao mesmo tempo, mesmo com Edward, minha mãe, e Esme, continuava difícil.Manu se sentia trocada e rejeitada.
E outra vez passei por dificuldades. Mesmo com as meninas, a família e a mim, Manuella nunca se sentia amada, a não ser pelo pai. O que me deixou realmente muito magoada, pois amo meus filhos do mesmo jeito, só em formas diferentes, porque eles são diferentes, cada um tem sua personalidade. Mas tinha que sempre controlar as minhas emoções para que eu não viesse a ter os mesmos problemas da gravidez de Carlie, foi um grande processo de aceitação para ela. O que fez ela há relutar um pouco foi ver minha barriga crescendo a cada dia.
Mas o que fez ela realmente melhorar foi quando descobrimos o sexo do bebê. Menino. Foi uma felicidade pra família inteira, depois de quatro meninas eu teria o tão sonhado menino. Edward foi o que ficou mais radiante com a notícia. Passava horas e horas conversando com o bebê quando íamos dormir, planejava os jogos de futebol que iriam assistir. As corridas da Nascar que iriam ver, o time de basebol que iriam torcer e claro as formas que eles iriam espantar os pretendentes das meninas. Edward ganhou um parceiro para suas ’’coisas de homem’’.
Tudo é uma perfeita harmonia em minha casa.
– Manhê! A Clarie pegou meu batom outra vez! – Sophia gritou lá de cima.
Ou quase tudo.
– Começou. – Edward falou baixinho com um sorriso ao meu lado.
– Clarie já falei pra você não mexer nas coisas da sua irmã! – falei entregando Raphael para Edward. Como um pai experiente, se pôs a colocar o bebê para arrotar cantarolando uma canção.
Subi as escadas e encontro uma Sophia raivosa batendo na porta do quarto da Clarie.
– Clarie! Clarie! Me devolve esse batom! Você tem suas coisas, sua mimada. Pra que você fica pegando as minhas coisas? Já não ta maquiada demais por hoje?
– Esse batom é meu Sophia! – esbravejou do outro lado da porta.
– Hey vocês duas! Que gritaria é essa? – Sophia parou de bater na porta e olhou para mim com a raiva estampada em seu rosto.
– Ela que começa mãe! Eu nunca posso ter nada que ela pega e toma por assim dizer!
– Você nem usa Sophia! – Clarie gritou lá de dentro.
– Ah, e agora ele já é meu?! Sua mentirosa!
– Já chega! Sophia pare de gritar. E Clarie vem aqui agora!
Clarie saiu do quarto com a boca mais vermelha que um pimentão. Usando na certa o batom da irmã, já que eu não permitia esse tipo de cor para ela.
– Está vendo mãe. Nem vermelho ela não pode usar. É o meu batom sim.
– Mas mamãe ele ficou lindo em mim, e além do mais, Sophia nem usa, fica com essa cara lavada desde que o Justin foi embora pra faculdade e deixou ela pra trás.
Sophia tomou o batom das mãos de Clarie e olhou para mim com seus olhos lagrimejando, todos sabiam, exceto Edward, que falar sobre o a faculdade do Justin era o ponto fraco de minha filha. Ela saiu e entrou em seu quarto batendo a porta com força. Olhei para Clarie esperado ela dar alguma justificativa, que foi só para que minha paciência acabasse. Ela continuava apoiada na soleira da porta, como se não tivesse acontecido nada demais.
– Isso já está passando dos limites Clarie! Você não tem idade pra usar esse tipo de maquiagem filha. Ainda mais pegar as coisas da sua irmã sem a permissão dela e tocar no nome do Justin!
– Mais eu não menti mamãe. – falou pegando a sua maleta que Edward havia dado de presente para ela em seu aniversário, colocando em cima na cama para guardar as coisas espalhadas.
– Não é questão de mentir filha. Você sabe o quanto sua irmã está mal, e você simplesmente toca no assunto por birra. Não foi essa educação que eu lhe dei. Você além de ter mexido nas coisas dela, você a magoou. É isso que você acha certo fazer? Magoar a sua irmã?
– Não mamãe.
– Muito bem. Agora me entregue essa maleta e saia. Vá ao quarto de sua irmã e peça desculpas. Não esqueça que ela te ama Clarie, e que ela sempre cuidou de você.
– Tudo bem mamãe. Me desculpa também? – perguntou me abraçando.
– Claro, minha princesa. Mas vou confiscar a sua maleta por uma semana.
– Mas e a festa mais tarde? – perguntou espantada.
– Que tal pedir ajuda de Sophia? Assim como você, ela também gosta de se arrumar filha, só que em pequenas proporções. Sua irmã só está triste. Você pode ajudar ela melhorar minha boneca.
– Vou fazer isso. Eu te amo mamãe. – beijou meu rosto e saiu do quarto.
Peguei sua maleta e fui para meu quarto guardá-la.Apesar de queàs vezes minha filha é superficial demais, ela é tem um coração enorme e ama sua irmã. Edward estava deitado com o Raphael dormindo em cima de sua barriga, me surpreendo com a quantidade de filhos que tenho são parecidos com meu marido.
– O que foi desta vez? – Edward perguntou baixinho.
– Clarie pegou o batom de Sophia, e me deparo com uma boca vermelha enorme.
– Ela continua assim?
– É só uma fase Edward. Isso logo vai passar. Só não gosto das vezes que ela age sem pensar magoando a irmã.
Sophia é uma excelente irmã desde a minha gravidez, cuidou de mim quando Edward não estava, olhava a Clarie quando precisa ir ao banheiro, até mamadeira Sophia deu a ela. Não que eu mandava minha filha fazer isso, mas é porque ela simplesmente amava a irmã e se sentia feliz em me ajudar com ela.
– Mas como você disse, é uma fase. Sophia já tem 16 anos e a Clarie tem 9 anos, a diferença é grande. E a Soph também não ajuda, quando a irmã quer se aproximar dela, ela se tranca no quarto e pronto. Clarie deve ter feito isso apenas pra chamar atenção da irmã.
– Pode ser isso mesmo. Quero muito que elas se entendam de uma vez. – falei me deitando ao seu lado.
– Vai sim meu amor. – deu um beijo na minha testa.
– Milagre foi esse que a Alice não apareceu aqui ainda? – perguntei suspirando.
– ISABELLA MARIE SWAN CULLEEEEEEEEN!
– Porque você foi abrir a boca amor? – Edward falou rindo. Levantou levando meu bebê com ele, provavelmente para seu berço.
Alice continua sendo Alice. Com seus 38 anos e 2 filhos, permanece a mesma de quando a conheci. Rostinho de porcelana e um corpinho esbelto. Assim que Kate completou um ano, Alice voltou para Paris, pois sua vida estava montada lá e não poderia largar tudo de uma vez. Sua loja havia se expandindo por toda a Europa e América em cinco anos, o que a fez trabalhar demais e acabar deixando a família de lado. Jasper e ela, quase chegaram a se separar, mas tudo foi resolvido quando Alice viu que sua menina sentia sua falta e mudou tudo o que estava fazendo. Colocou a sede da sua loja em New York e se mudou para Forks, dois anos depois o pequeno Ethan nasceu para completar a família da minha cunhada.
Desci as escadas com calma e respirando fundo, pois sabia que hoje o dia seria longo. Alice junto com Sophia colocaram em minha cabeça que os meus 10 anos de casamento devia ser comemorado em grande estilo, já que nos outros anos eu não deixei que fosse. Bati o pé com a idéia, mas depois vi que seria algo bom para reunir a família e concordei, mesmo com uma criança de colo.
Katherine e Ethan estavam no chão da sala junto com a Carlie e a Manu, que eram supervisionadas pelas babás, que eram o meu apoio do dia-a-dia. Assim que minha cunhada me viu, veio até mim e me deu um longo abraço.
– Sua benção tia Bella. – meus sobrinhos falaram assim que me viram.
– Deus abençoe vocês meus amores. – fui até eles e beijei o topo da cabeça de cada um.
– Está pronta senhora Cullen? – Alice perguntou colocando uma grande mala na minha frente.
– Pronta para o que?- perguntei sem entender.
– Para o SPA Bella, não acha que eu iria fazer um super festa e deixar a anfitriã sem ter um dia de cuidados? Nem pensar. Seu vestido já está na minha mala e tudo o que vai precisar, a única coisa que quero que pegue é o Rafa e nada mais.
– Alice, você só pode está brincando! Eu tenho 5 filhos e não só um. Não posso deixar meus filhos. Hoje a Soph e a Clarie já brigaram, Carlie é um amor, mas a Manu é pequena também. Não posso deixar toda a responsabilidade pra cima de Edward e as babas.
– Ah, você vai sim. – Edward falou descendo as escadas. – Você merece um dia de princesa meu amor, tire um tempo pra você, às meninas já estão crescidas, eu e Soso cuidaremos para que tudo fique bem, fora que Mary e Lucy estão aqui para nos ajudar. Quero que você vá. – chegou perto de mim e beijou meus lábios de leve.
– É mamãe, eu já sou grandinha posso olhar a Manu, enquanto a Sophia olha a Clarie e o papai o Rapha. A senhora trabalha demais, e cuida muito bem da gente, merece um dia de descanso de nós.
– Ei Carlie, mamãe nunca vai se cansar de você, nunca. – falei beijando seus cabelos enquanto ela me abraçava.
– Mas cansa das coisas do dia-a-dia, mamãe. Faça isso, e vai ficar mais bonita que as princesas e vai ser a Rainha delas, como já é minha.
– Oh, meu amor. Vou fazer isso sim, mas só porque vocês tão insistindo porque não gosto de deixar meus bebês sem mim. – falei olhando para Edward e Alice com raiva.
– Deixe de drama Bella! São só algumas horas. Você fala como se Sophia fosse entrar na faculdade e o Raphael começar a andar em duas horas.
– Nunca se sabe. – resmunguei.
Edward e Alie riram cúmplices, ele sabia que ela me chamaria e ela sabia que eu não iria querer ir, os dois tramaram para mim.
POV.EDWARD
Seu eu colocasse em palavras todos os meus sentimentos pela a minha família, daria um livro em tanto. Esses dez anos posso dizer que foram os melhores e os mais difíceis. Ter a alegria de casa cheia é maravilhoso, principalmente ter filhos que eu amo e me amam da mesma forma, ter uma mulher calorosa e sexy todos os dias para aquecer sua cama.
O difícil é educar as crianças, tenho filhos muito educados, mas não quer dizer que foi fácil, ter 4 meninas e uma mulher em casa e ser o único entre elas foi complicado. Mas tenho certeza que me sai bem, pois minhas meninas nunca reclamaram.
Amo minhas garotinhas demais, mas quando minha mulher veio até mim com a notícia de outra gravidez, eu fiquei radiante. Sonho com meu meninão desde a gravidez de Clarie, e falei para Bella que não iria desistir até ter meu garotão. Apesar da sua preocupação, a gravidez dela foi calma e proveitosa para toda a família, as meninas ficaram animadas com o novo irmão.
Tudo o que vivi nesta vida valeu a pena, pois cheguei até aqui, a felicidade plena.
Desci as escadas depois de conferi como estava tudo lá em cima, como haveria festa hoje à noite as meninas foram todas para o quarto para fazer o cabelo e maquiagem, que eu juro que se elas não parassem com isso iria à falência em poucos anos. Minha mãe e minha sogra, e minha cunhada estavam lá em cima ajudando todas elas.
– Mamãe, o resultado foi positivo. O que eu faço como vou contar pro papai, ele vai querer me matar!
Me espantei ao passar pela cozinha, me aproximei mais e vi Sophia com uns papéis nas mãos e o celular no ouvido.
– Acha mesmo que papai vai me apoiar? Mamãe é uma novidade até pra mim, imagina pra ele, que sempre me colocou debaixo das asas dele. Mamãe, não quero que o papai me odeie, a senhora sabe o quando isso é importante pra mim, o quanto eu amo isso, o quanto eu venho querendo está perto do Justin. Além de ser o que eu quero, eu fiz isso pelo Justin também. – meu desespero crescia a cada palavra que minha filha dizia. Sem ao menos saber do que se tratava meu coração estava dando saltos, minhas mãos suavam e minha boca está seca, eu estou nervoso e sem reação. Minha filha chorava e eu não conseguia chegar perto, não porque ela está falando algo que eu sei exatamente o que significa, mas por não consegui sair do lugar onde estou.
Será que minha filha, meu bebê de 16 anos está grávida? E do Justin, do seu quase primo e ainda três anos mais velho que ela? E Bella sabia disso tudo e nunca me contou, me deixou por fora? Não! Isso não pode está acontecendo! Minha filha é uma criança ainda, por Deus! Sei que a Bella tinha 17 quando concebeu a Sophia, mas é diferente agora, Sophia é minha menininha, meu bebê, minha primeira! Porra! Agora sinto exatamente o que o Charlie deve ter sentindo, quando engravidei a filha dele, cara eu devo desculpas ao meu sogro. Nunca senti algo assim, é uma mistura de sensações, raiva, medo, preocupação, receio, e até uma felicidade lá no fim.
Saí às pressas dali indo diretamente para a varanda, sem ouvi mais nada que minha filhinha grávida falava. Preciso de ar.
Apoiei minhas mãos no batente e respirei fundo pensando como eu poderia olhar no rosto da minha filha, eu a amo, e não vou deixar de ajudá-la nunca, mesmo não querendo aceitar o fato da sua idade e do quanto ela pode perder da vida, vou está no lado dela pro que der e vier. Um sorriso brotou fraco no meu rosto ao me imaginar com outro bebê nos braços, um bebê que eu poderia mimá-lo sem culpa, um bebê que seria uma junção entre famílias, um bebê que seria da minha filha.
Pov Bella.
Ao chegar em casa estranhei tudo está tão calmo e silencioso. Com Raphael dormindo em meus braços subi as escadas e coloquei meu filho no seu berço e fui até meu quarto. Encontro Edward deitado na cama dentro de sua calça social e sem blusa, uma tentação. Não resisti, peguei uma toquinha de banho seca na gaveta e coloquei no meu cabelo arrumado, tranquei as portas e acionei a babá eletrônica. Tirei minhas roupas ficando apenas com uma calcinha preta de renda, ao aproximar de meu marido sorri ao senti seu cheiro após o banho. Devagar sentei sobre as pernas dele e passei a distribuir beijos por todo seu peito, subi para o pescoço e rosto, ao chegar na sua boca senti seu sorriso sobre meus lábios e suas mãos ágeis me colocando debaixo dele.
– O que você pretendia fazer minha esposa safada com uma coisa estranha na cabeça? – Edward falou enquanto massageava meus seios, me fazendo gemer sem conseguir falar nada. – Não vai me responder? Eu paro.
– Queria acordar meu marido e fazer sexo com ele. O que há de mal nisso? Tenho desejos e um marido gostoso, não tive como segurar.
– Então você ia usar um homem inconsciente para realizar seus desejos sexuais Sra. Cullen?
– Ele não reclamaria se fosse usado Sr. Cullen.
– Absolutamente não Sra. Cullen.
Com um sorriso torto que eu amo, Edward começou a beijar todo meu corpo enquanto prendia minhas mãos a cima de minha cabeça e beijando todo meu corpo, ao chegar à minha calcinha tirou sem pressa me deixando ainda mais excitada. Soltou minhas mãos e começou a retirar sua calça, enquanto eu observava o quão gostoso é meu marido. Braços fortes, uma barriga e um peitoral pra colocar qualquer marmanjo no bolso, coxas torneadas e um lindo bumbum coberto pela a sua cueca Box branca.
– Admirando a vista Sra. Cullen?
– Sim, mas prefiro experimentar seus atributos Sr.Cullen.
Com um sorriso safado no rosto se aproximou de mim tirando sua cueca e revelando seu lindo pau para mim, completamente excitado, me deixando com água na boca. Sem pensar duas vezes, me coloquei de joelhos na cama e puxei suas pernas para que seu mastro ficasse bem de frente a mim, sem pensar duas vezes coloquei minha boca ali. Nossa! É sempre tão gostoso!
Olhei para o rosto do meu marido e vi o prazer estampado nele. Ele adorava essa carícia e eu como uma boa esposa sempre lhe proporcionava. Edward agarrou a minha cabeça e começou a movimentar de acordo com o que ele queria, eu amava isso, ser domada pelo meu homem.
– Eu sei o quanto gosta disso safada. Mais temos quer rápidos. E não é na sua boquinha que quero gozar, e sim dentro dessa bucetinha gostosa que só minha esposa tem. – ri do seu comentário. Me deitei na cama e com um sorriso sacana meu marido segurou minhas pernas e aproximou de seu rosto e começou a beijar minhas coxas, sei a aonde ele ia e já gemia antecipadamente. Como previa, Edward soprou um beijo bem no meu centro me deixando louca. Sua caricia estava quase me levando ao pico do prazer, até que ele parou, gemi com a falta de contato, mas eu já sabia onde iríamos ir então me contive com a falta dele, por enquanto.
Com leves beijos sobre minha barriga e seios, Edward chega até meu rosto e distribui seus beijos ali também. Meu Edward romântico nunca morreu. Ele se acomodou entre minhas pernas e me penetrou em uma forte estocada, um gemido alto saiu dos meus lábios. Nos nunca perdemos o ritmo do corpo um do outro, mesmo com os anos passando, filhos nascendo, e idade aumentando. A nossa forma de dar prazer um ao outro sempre foi à mesma. Quente, sexy, incontrolável, única. E mesmo velhinhos continuaríamos assim, cheios de paixão um pelo o outro. Com o passar do tempo, meu marido aumentou o ritmo e a força das estocadas, meu quadril involuntariamente ia ao encontro dele. O ápice chegou forte para nos dois com gritos altos escapando dos nossos lábios.
– Você quer me cansar logo hoje meu amor? Esqueceu que Alice não vai me deixar em paz à noite toda? – falei baixinho no seu ouvido enquanto o corpo dele pairava sobre o meu.
– Quem disse que é a noite toda? Hoje é o NOSSO aniversario. E você é minha, e eu posso lhe cansar ainda mais se eu quiser. – mexeu os seus quadris ainda dentro de mim, arrancando um gemido de mim.
– Não pode não. – falei já rendida
– Você que pensa meu amor. – tomou meus lábios com um beijo lascivo e começou a me penetrar novamente.
Alice vai me matar. Mas quem me culparia com um homem assim em cima de mim.
[...]
– ISABELLA MARIE SWAN CULLEN! EU VOU TE MATAR ESTÁ ME OUVINDO!
Desde que chegou há dez minutos, Alice berrava lá de baixo palavrões e xingamentos a mim e meu marido. Ela tinha sido bem especifica ao falar que chegaria uma hora e meia, mas tarde e queria eu e as crianças estivessem lá em baixo devidamente arrumados. Por conta das minhas atividades anteriores este feitio não foi possível.
Graças a minha mãe e minha sogra, as crianças estavam limpas e arrumadas, já Edward e eu acabamos de sair do banheiro. Tirei a touca e suspirei com alivio quando vi meu cabelo em perfeito estado.
Tirei o vestido preto que escolhi para hoje e coloquei em cima da cama. Retirei a toalha do meu corpo e comecei a colocar a lingerie que escolhi para aquela noite.
– Não tente me seduzi boneca. Me deixe descansar para mais tarde. – meu marido do outro lado da cama fala enquanto abotoa o resto da blusa, ele ta divino em um terno totalmente preto assim como a cor de minha roupa.
– Não me seduza você. – pisquei a ele e terminei de por meu vestido. Fiz uma maquiagem básica e prendi meus cabelos um pouco para trás e calcei meus sapatos.
– Você está linda meu amor. Como sempre. – Edward beijou minha mão e me fez dar um leve giro.
– Sempre? Lembra das vezes que você chegava em casa e eu estava na cozinha com a maior barriga do mundo, cabelo preso e descalço com uma criança no colo e outras três na minha volta. Tenho certeza que essa não é a imagem bonita como a de agora.
– Absolutamente não. É a imagem mais perfeita que eu tenho guardado na minha memória. Você grávida do meu menino e minhas quatro princesas ao redor era tudo o que eu queria vê o dia inteiro enquanto estava no trabalho. É a memória mais linda que tenho quando minha cabeça viaja para vocês. Não há nada mais lindo do que você e meus filhos, Bella. Hoje você está divina, mas eu adoro chegar em casa e vê você ainda toda de branco correndo pela a casa tentando pegar Carlie e Manu para tomar banho. Eu adoro vê você com o moletom surrado, inchada e estressada nos seus dias de TPM. Eu adoro vê você em seus mini shorts, dando banho nas crianças. Eu adoro vê você ainda mais, sem roupa nenhuma, branca como a neve, macia como uma pluma e apenas seus cabelos escuros entrando em contraste com tudo em você. Não é a roupa que me faz vê uma imagem bonita sua minha esposa, mais sim você dentro dela. – um pequeno oceano transbordava em meus olhos e Edward com suas mãos gentis limpavam os rastros das lágrimas caídas.
– Eu amo você meu amor. Você é a chave pra me permanecer viva e feliz a cada dia. – beijei seus lábios suavemente.
– ISABELLAAAAAAAAAAAAAAAAAAA! DESÇA AGORA SUA LEVIANA! TODO MUNDO CHEGOU!
Alice gritou novamente me assustando. Rindo, Edward pegou minha mão e caminhou em direção a porta.
– Vamos antes que ela suba e arranque sua cabeça. -sorri e desci as escadas com ele.
– Até que fim! – Alice berrou assim que nos viu no topo da escada. Mandei a língua pra ela e me abaixei para abraçar meus filhos que vieram correndo até nós dois. Edward com Manu nos braços e de mãos dadas com Clarie e eu com Raphael nos braços e Carlie ao meu lado de mãos das com Sophia seguimos para a festa.
Como Alice havia falado todos os convidados haviam chegado. Meus pais, meus sogros, cunhados e cunhadas, meu sobrinho e minha Irma, estavam espalhados no imenso jardim da minha casa. O Buffet fez um trabalho esplêndido na decoração. O espaço coberto por luzes brilhantes, mesas redondas bem espalhadas e com um tablado de vidro enorme onde a banda tocava e alguns casais já dançavam, além do espaço infantil, com pula-pula, piscina de bolinhas, algodão-doce e pipoca para eles. Tudo estava perfeito assim como eu queria.
Depois da pequena cerimônia de renovações de fotos e das inúmeras fotos, meus filhos correram para o parque. Sophia estava lindamente sentada em um dos bancos até Justin chegar e começar uma longa conversa. Edward os observava com um sorriso lindo nos lábios e eu desconfiei a hora.
– Eles até que ficam bonitos juntos. – Edward falou depois de beber um gole de seu whisque.
– É meu marido mesmo que está falando? Tenho a ligeira impressão que não. – comentei um pouco irônica.
– Eu sei do segredo de vocês amor. Eu a ouvi hoje quando falava com você no telefone. Fico um pouco preocupado é claro, mas não posso ser hipócrita a este ponto. Começamos a namorar cedo, você engravidou cedo... Não era isso que eu queria pra ela, mas não posso mudar nada agora. Apenas ser um avô babão. – tive um ataque de risos depois que Edward terminou seu breve discurso. Ele me olhava estranho sem entender nada, mas simplesmente não conseguia me controlar. Respirei fundo algumas vezes e me refiz.
– Amor, o que você escutou exatamente?
– Que ela tinha feito um exame e o teste deu positivo, alguma coisa sobre eu ficar chateado e o nome Justin no meio. – falou de forma explicada, mas ainda com o rosto sério.
– Ok. Sophia, Justin! – os chamei elevando um pouco a voz, já que eles não estavam muito longe. – Vocês podem vim aqui por um instante? — Em alguns segundos, os dois estavam no meu lado, com o semblante confuso.
– Sophia. Poderia dizer ao seu pai, qual exame você fez que o resultado deu positivo? – ela me olhou assustada e assenti para que ela continuasse.
– Fiz teste para Julliard, e passei. – ela falou aflita e Edward deu um enorme suspiro, com certeza de um enorme alívio.
– Então quer dizer que não está grávida?! – Edward perguntou olhando para nossa filha que corou como um tomate.
– Claro que não papai. Porque achou isso? Eu só tenho 16! E não seria possível no momento, se é que me entende!
– Aí. Graças a Deus, por algumas horas eu pensei que você havia engravidado minha filha. – falou apontando para o coitado do Justin que estava suando.
– Claro que não tio Edward, quer dizer Sr.Cullen, respeito muito você e Sophia, lhe garanto que isso não aconteceria assim. Não antes de namorar e casar com ela. – minha filha sorriu e pegou nas mãos dele. – Aproveitando o momento, quero pedir a você sua filha em namoro, eu a amo desde primeiro dia que eu cheguei à nossa família, eu não sei o que seria de mim sem ela. Eu garanto para vocês, que eu nunca irei magoá-la e que eu cuidarei dela todos os dias em que ela estiver em Nova York comigo. Você me daria essa honra Sr. Cullen? – Edward sorriu e pegou minha mão. Assim como eu, ele sabia que as palavras deles eram sinceras, pois ele via o olhar que Justin e Sophia trocam, e mentalmente via que era o mesmo olhar que nos trocávamos.
– Não é a mim que deve perguntar meu jovem, e sim esta linda moça ao seu lado. – Edward sorriu e apontou para nossa filha.
Justin pegou a mão de Sophia e tirou um pequeno anel do bolso do seu paletó.
– Você quer namorar comigo Sophia? – ele perguntou olhando nos seus olhos.
– É tudo o que eu mais quero. – minha filha respondeu sorridente e ele deslizou o lindo anel na mão direita dela.
– Eu aceito isso, mas sem beijos na minha frente. – Edward falou erguendo os braços e os dois saíram correndo pelo jardim.
– Isso foi lindo da sua parte amor. Você é maravilhoso. – beijei seus lábios e sorri olhando para ele.
– Eu sei, eu sei. Apenas preciso levantar e ir atrás dos caras e beber um pouco. Preciso tirar da cabeça os pensamentos dele com minha pura e inocente filha de 16 anos em um apartamento em Nova York. – balançou a cabeça e fez uma cara feia. Sorri dele e o acompanhei com o olhar até ele chegar à mesa onde, os homens da festa se encontravam.
Sorrindo feito boba, lembro-me de tudo o que aconteceu comigo durante esses vinte anos.
A primeira vez que nos vimos...
– É, oi... Essa é minha mesa — DROGA! – É que eu estou sozinho e tive que ir ao banheiro... — falou com a mão no cabelo, bem que a Rose disse, era muito sexy aquele cabelo despenteado.
– Ah, me desculpe. — falei envergonhada já levantando, com as bochechas quentes.
– Não precisa sair. Fique. — falou e deu um sorriso torto capaz de derreter qualquer coração.
– Ok — me sentei.
– Meu nome e Edward. E o seu?
– Isabella, quer dizer, só Bella.
– Bella, combina com você.
O nosso rompimento...
Mas ele não tinha resposta. Ele estava chorando muito e eu me impressionei ver ele assim, tão vulnerável. Mas a raiva que eu estou sentindo não me deixava acreditar no sentimento através das lágrimas. Ele parou de falar e caminhou até a porta, levantei a agarrei seu braço e as palavras saíram de minha boca sem permissão:
– Edward, não faz isso, por favor! Eu não sei viver sem você! Por favor!– implorei aos prantos.
– Não Bella, não. – ele falou e saiu.
A descoberta da minha gravidez...
“Se aparecer dois traços, parabéns você vai ser mamãe”! ’’ Meu coração parecia ter dobrado de tamanho.
– Rose olha positivo! – falei assustada com ternura.
– AI MEU DEUS BELLA! – falou me abraçando.
– Eu vou ser mãe Rose, eu vou ser mãe! – falei com lagrimas nos olhos.
O nosso reencontro...
Tudo o que eu mais queria aconteceu.
Edward me viu e sem acreditar estou aqui sentada com o homem que eu amei, conversando sobre nossas vidas.
Depois do nosso comprimento, misteriosamente todos saíram me deixando as sós com ele.
Agora olhando mais de perto, não acreditava que aquele era o meu Ed de seis anos atrás. Sua beleza invejada está escondida atrás do cansaço e sofrimento. E seu olhar é triste e distante.
Eu quis ter raiva dele, mas não consegui.
Ele está sofrendo como Alice disse, ele não parece um jovem de 24 anos.
Quando contamos para Sophia sobre ele ser seu pai...
– Tio Ed?- Sophia o clamou com os olhos fechados.
– Oi pequena.
– Você pode namorar a mamãe? Pra você ser meu papai?
– Ele não precisa namorar comigo meu amor. — respondi para adiar logo essa conversa.
– Mas porque mamãe? Eu quero mamãe! Por favor? – Soso falava chorosa.
Olhei para Edward como aviso do eu iria fazer. Ele está com lágrimas nos olhos assim como eu, me aconcheguei em Sophia , assim como Edward, nos deixando mais próximos. Beijei sua testa e falei.
–Shhhhhh... princesa se acalme. Ele não precisa namorar com a mamãe meu amor. Mas sabe por quê? Esse homem que você tanto ama, é seu pai. Lembra quando eu lhe expliquei o que é um papai? – ela fez que sim com a cabeça. – Pois bem, esse feioso ai, — ela riu – É o seu papai meu amor.
– Tio Ed é meu papai? – ela falou olhando pra ele.
– Sim meu amor. Sou seu pai. – Edward falou para ela acariciando suas bochechas.
– Agora minha família é igual as das minhas amiguinhas. Obrigada mamãe. – ela pegou a minha mãe e colocou em cima da do Edward.
– Pelo o que minha pequena? – ela já estava abraçada com seu Pai.
– Por tio Ed ser meu papai. Eu já amo ele. Eu não podelia amar outla pessoa que fosse meu papai.
– Own minha pequena. Eu já te amo muito, desde a primeira vez que eu te vi. – Edward falou abraçando ela mais apertado.
–Eu posso te chamar de papai? – ela perguntou receosa.
– E o que eu mais quero minha pequena.
– Papai, meu papai. – soso falou olhando em seus olhos e beijou sua bochecha. Ainda está pra nascer uma criança tão meiga como a minha.
– Minha pequena Sophia. – Edward sussurrou em seu ouvido e ela se deitou calmamente em sua cama. E ficamos observando ela até que adormecesse.
– Obrigada Bella. – ele chegou mais perto e beijou minha cabeça. – Eu te amo. Nunca duvide disso.
Quando descobrimos minha gravidez...
– Você está feliz? – ele me pergunta.
– Claro que estou. Nossa! Eu nem acredito. – falei tirando uma das minhas mãos da dele, e pousando em minha barriga. – Isso é tão perfeito. Mais um bebê. Mais uma criança só nossa. – olhei pra ele e não me aguentei. Dei um breve selinho nele, minhas lágrimas se misturaram com as deles. Tudo está se acertando, tudo vai ficar bem. E essa é a melhor sensação que eu já senti.
– Obrigada meu amor. Por tudo. Por você me amar, por me presentear com umalinda menina e por me dar outro presente. O nosso garotão. – ele me beijou outra vez. Seus lábios doces se encontram com os meus perfeitamente. Como eu o amo.
– Me desculpe, por ter falado aquilo tudo. Você merecia minha confiança. Porque eu vi você crescer e mesmo assim agi feito uma idiota. Perdoa-me. – ele me calou com outro beijo.
– Não há o que se perdoar. Já passou. O que me importa agora é que estamos bem e que a nossa família vai ficar junta pela primeira vez e a única. Porque eu nunca maisvou largar do seu pé. Você é a minha metade, aquela que Deus desenhou e criou somente para mim e mais ninguém.
– E nem eu vou largar do seu. Eu te amo muito. Se Deus me desenhou e me criou para você. Ele também te fez somente para mim. E nada nesse mundo pode nos separar, a não ser Ele.
O beijei para selar tudo aquilo o que tínhamos acabado de falar um para o outro. Seus lábios passearam por todo o meu rosto dando beijinhos estalados me fazendo rir.
– Eu te amo. Eu te amo. Eu te amo. – falava enquanto intercalava beijos entre meu nariz, olhos, boca e bochechas.
– Também te amo meu amor.
Quando Edward fez seu lindo pedido de casamento...
– Alguns anos atrás com apenas 14 anos, eu conheci uma linda menina, pura e inocente. Seu belo par de olhos castanhos me conquistou e sua linda bochecha corada me fascinou. Em uma tarde conheci um sentimento novo, algo que nunca havia sentindo antes, algo que me preencheu no exato momento em que a vi. Mas não podia ser apenas uma tarde, eu queria sentir aquilo à vida toda. E eu vivi por apenas três anos, e foram os mais maravilhosos que pude imaginar, mas nem sempre é fácil.Por escolhas idiotas e atitudes não pensadas, eu acabei tudo o que eu conquistei. Tudo o que eu sonhei. Foi à maior barra que passei em minha vida. Infelizmente só depois da perda que eu pude crescer e amadurecer não só a aparência, mas a mente e o coração. Mas como eu sempre falo. Deus a fez pra mim, e me deu a oportunidade de me encontrar com ela mais uma vez. E tentar corrigir tudo o que aconteceu e tudo o que passou. E ela me deu essa oportunidade, fazendo que toda a tristeza que sentia se transformasse em pura felicidade. E hoje estou aqui para cantar uma canção que fiz para esse dia. – ele olhou para mim e me lançou o sorriso mais verdadeiro do mundo. – Está é pra você Isabella Marie Swan.
Queria só ter ver por hoje e matar os meus desejos.
Acordar sempre ao teu lado e mexer em teus cabelos. Quero ouvir a tua voz dizendo bom dia. Fazer-te minha.
Minha princesa presa num castelo de amor.
Quero te dar.
O maior dos sentimentos.
E controlar o tempo.
Fazendo-te prisioneira, dos meus desejos do meu amor.
Quero fazer.
Uma loucura sem tamanho.
Espalhar aos quatro cantos.
Que tu preenches o vazio que tem, no meu coração.
Quero ver teu corpo tua face, pedindo por mim.
Pode ser que eu queira muito, mas não quero que tenha fim.
Quero te fazer sentir, tudo que existe no meu peito.
E com você poder amar sem fim.
Edward terminou a canção quando todos ficaram de pé. Com ajuda de Sophia subi ao palco para abraçá-lo e agradecer. Mas me surpreendendo ele ficou de joelhos e tirou do bolso uma caixa azul.
– Isabella Swan. Eu prometo te amar a cada dia da minha vida. Você me daria à honra de se casar comigo?
– Claro meu amor. – com um sorriso no rosto, ele colocou o anel em minha mão e beijou a minha pequena barriga.
Os lindos votos do meu casamento...
– Eu, Edward Antony Cullen, um idiota que quase perdi a mulher da minha vida, estou aqui hoje para selar este amor que esperou tanto tempo para que ele pudesse ser aproveitado. Um amor que superou distância, erros, enganos. Um amor que apenas ficou mais forte com o passar dos anos. Eu agradeço a Deus por ter colocado você na minha vida. Como um anjo você me abrigou e cuidou de mim quando eu achava que tudo estava perdido. Quem me via na escola não sabia o que eu passava em casa, os problemas que enfrentei e as noites que chorei. Mas Deus como um bom pai que é, mandou você minha Isabella, para cuidar de mim e me aparar quando precisasse. Os separamos, criamos marcas, mas amadurecemos o nosso amor e nós mesmo. E mais uma vez Deus olhou para mim e mandou você para me salvar do fundo do poço, mas desta vez com Sophia. Minha linda filha que me presenteou. Eu te amo. Você aceita ser minha mulher, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza até que a morte nos separe? – Edward perguntou olhando diretamente em meus olhos.
– É claro. Eu aceito. – falei em meio ás lágrimas. Ele deslizou a aliança de ouro em meu dedo e deu um beijo em seguida.
– Eu Isabella Marie Swan, uma mulher incompreensível e teimosa que quase perdeu o homem da sua vida, estou aqui para ver meus sonhos finalmente ser realizados. Eu sempre me imaginei casando, ter minha casa, meus filhos. Mas sempre me imaginei com um homem que acima de tudo amasse a Deus, e que me amasse na mesma intensidade que eu amo. E Deus me mandou você. Mesmo que nos dois éramos tão novos, descobrimos o amor, você me enxergou quando ninguém queria me ver. Um amor que foi capaz de superar tanta coisa e ainda continuar forte. Em você encontrei o que eu procurava. Você é feito para mim, e isso é incrível. Eu o amo por ser um homem integro e responsável, eu o amo por ser um homem de palavra e seguro, eu o amo por ser um excelente companheiro e excelente pai. Eu sou feliz porque tenho você ao meu lado. Eu o amo. Você aceita ser meu marido, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza até que a morte nos separe? – Falei olhando em seus olhos verdes brilhando para mim.
– É tudo que eu mais quero. Eu aceito. – coloquei a aliança e ele me presenteou com o sorriso mais lindo do mundo.
– Assim, eu os declaro marido e mulher. Senhor& Sra. Edward Cullen. Pode beijar a noiva. – Pastor Weber falou.
Minha vida com Edward foi perfeitamente inusitada. Eu não faria nada diferente do que fiz nos últimos anos. A aparição dele na minha vida foi o eixo para mantê-la em pé. Não posso reclamar de nada, somente agradecer por tudo em minha vida.
Olhei ao redor e observei todos os meus familiares.
Minha mãe e meu pai juntos outra vez.
Minha Irma Isadora, casada e com um lindo filho.
Rosálie e Emmett, um casal lindo como sempre foram agora acompanhados pelo filho.
Minha cunhada linda e atentada, com seu paciente marido e seus filhos.
Meus sogros calmos e amorosos como sempre.
Jacob e sua mulher Rachel, o casal mais inusitado.
E por ultimo e não menos importante, o amor da minha vida. Seu olhar direcionado para mim nunca mudou, assim como sua paixão, carinho, conforto, amor. Ele mudou minha vida, me fez enxergar a garota e me transformar em mulher e me deu os mais maravilhosos filhos.
Como se lesem meus pensamentos todos eles vieram até a mim, minhas três meninas pequenas, minha moça universitária e meu bebê nos braços do meu eterno amor.
Imediatamente, Carlie e Manu sentaram no meu colo, Edward ao meu lado com Clarie nas suas pernas e Rafa em seus braços. Minha pequena Sophia sentando ao meu outro lado viajava o seu olhar para todos sentados ali, em nossa pequena bolha.
– Eu amo tanto vocês, gente. Eu sei que às vezes sou grossa, estressada, mas não sei como seria minha vida sem vocês. – Soso declarou emocionada enquanto uma pequena lágrima saia de seu olho.
– Nos é que não saberíamos o que seria da gente sem você, Sophia. – Edward falou terno olhando em seus olhos. – Você que me ligou a sua mãe, mesmo distante. Foi você que me fez enxergar o homem que eu era e mudar. Foi você, que nos aproximou outra vez. E se estamos reunidos aqui, é você a responsável. É o que uni todos aqui. – eu chorava ao ouvir tudo isso, durante uma época negra da minha vida. Sophia foi meu alicerce, mesmo que ela ainda fosse um bebê.
– Nós te amamos Soso. – todos nós falamos ao mesmo tempo.
Ficamos em nossa bolha de amor. Com algumas brincadeiras e risadas.
Contemplei cada rosto presente comigo.
Eu os guardaria e amaria para sempre.
Até meu ultimo suspiro.
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