O Amor Nunca Se Acaba.

26 Capítulo 25- Talking


Notas iniciais
Boa leitura lindas :3
Na minha opinião esse capítulo é o mais esperado da fic.
Como está no nome, a Conversa o/

Capítulo 25 – Talking

Pov Bella

Acordei pela a manhã com um calor em meus braços, ainda com os olhos fechados me aproximo mais um pouco, querendo mais de minha filha. Mais o que eu sinto é um par de mãos grandes me aconchegando e me trazendo mais pra perto. Abri os olhos e encontrei Edward ressonando baixinho com a cabeça de Sophia em seu peito e a minha encostada em seu braço.

Ainda deitada, olho para os dois, é tão bom vê-los assim, juntos e sem mais drama algum. Ontem à noite quando contei que Edward é seu pai Sophia me impressionou demais, eu sei que ela é uma coisinha da natureza, mas ainda fiquei admirada como ela aceitou tão bem isso tudo.

Minha cabeça ainda rodava com a noticia e Sophia agiu como se fosse uma coisa normal. Fazer o que se minha filha é mais cabeça que eu?

Edward não relaxava os braços, me impedindo de sair, mas pensando bem eu não quero. Continuo observando os dois e consequentemente me senti completa como nunca havia me sentindo. Minutos depois ele tira os braços de minha cintura e consigo levantar.

Fui para meu quarto fazer minha higiene, escovei os dentes, tomei um banho e penteei os cabelos recém-lavados.

Há muito tempo eu não via meu cabelo assim, cabelo de menina. Olhei para o espelho e vi meu reflexo através do vapor, provocado pela a água quente, me vi menina outra vez, aquela com os cabelos cacheados e olhar apaixonado.

“ Obrigada Bella. Eu te amo. Nunca duvide disso.”

No instante em que ouvi aquelas palavras, me senti tão vulnerável. Eu não queria me sentir assim, mas quem eu quero enganar? Eu o amo.

Eu amo aquele idiota!

Eu o amo, eu amo Edward Anthony Cullen.

Ainda assim, o que ele havia feito martelava em minha cabeça.

Ele terminou, tentou me conquistar e no final me humilhou.

Uma coisa atrás da outra.

O que eu vou fazer?

[…]

Quando cheguei à cozinha, o relógio marcava 07h30min, daqui a pouco acordaria a Sophia, mesmo sendo domingo eu cumpro os seus horários de sono. Capricho no café da manha, já que temos visita. Fiz waffles, ovos, café, suco de laranja e o mingau de aveia da minha BB. Montei a mesa acrescentando, torradas, leite e o bolo que sobrou do aniversário ontem, e cortei mamão, melão e banana pra completar.

Apoiei-me no balcão para esfriar o mingau de Sophia, que ela não gostava, mas era para a sua saúde e nem é tão ruim assim.

Escutei alguns passos vindo em minha direção, olho para trás e vejo Edward em toda a sua perfeição. Calça jeans, sem camisa (o que está me deixando sem ar. Ele tinha tanquinho antes mais, o que é aquilo? OMG respira Bella!), cabelo pós-foda e com a carinha amassada, deixando fofo. SERIO QUE EU DISSE ISSO?

– Hey, bom dia. – falei me ajeitando e sentando no banco que existe nas extremidades do balcão.

– Bom dia Bells. – ele sentou no banco a minha frente. – O cheiro do café e a sua falta na cama me acordou.

Tentei não corar com o comentário, mas é claro que é impossível.

– Você quer agora? – ele deu um sorriso que eu conheço de longe.

– O que? Você? Eu posso esperar até mais tarde, mas o café eu aceito, por favor. – eu ri como ele pode ser desse jeito?

– Edward, já mandei você se comportar. – tentei falar séria mais não consegui acabei rindo com ele.

Levantei e peguei a jarrinha de café e pus até a metade de uma xicara que estava na mesa.

– Toda vez que você me mandava se comportar, eu sempre fazia coisa pior. – falou piscando e tomando um gole do seu café.

– Engraçadinho.

– Usei uma escova que estava lacrada no banheiro de Sophia. Espero que não se importe.

– Sim eu me importo. – ele riu.

– Estou vendo.

Ele bebeu o café mais uma vez e soltou um gemido. O que ele está tentando fazer eu não sei, mas está conseguindo.

– Está uma delícia Bella. – sorriu e bebeu outra vez.

– Obrigada.

Ele parou de beber e me olhou sério. Mesmo sabendo que essa hora chegaria, meu coração começou a palpitar.

– Nos precisamos conversar.

– Eu sei.

– Porque você não me contou? Porque me deixou de lado? Eu queria saber Bella! Eu queria ter visto o crescimento dela, queria ter ficado ao seu lado.

– Não fale isso Edward! Você não me queria! Você me deixou, lembra? – eu rebati.

– Eu fui atrás de você…

– Atrás de mim? – ri ironicamente. – Você foi atrás de uma foda fácil. E eu apaixonada e estúpida cedi.

– Não fala dessa forma! Não foi bem assim.

– Não foi? Depois de transar comigo você apareceu com a Tânya no noivado. No noivado Edward! Toda a minha família estava lá. Imagina como eu me senti? O quanto aquilo doeu?

– Eu sei Bella. Você não sabe o quanto eu me arrependo. Mas eu fui atrás de você todos os dias depois do seu aniversário. Eu liguei, mandei mensagem, fui à sua casa. O que você fez? Ignorou-me por completo! Sabe por que eu fui com a Tânya? Porque eu achei que você iria ficar puta comigo e ia finalmente me procurar, já que você não ligava para as minhas investidas. Mas o que você fez? Você foi embora Bella! Para longe de mim! Imagina como eu me senti? O quanto aquilo doeu?

Ele usou as mesmas frases que eu. Sem saber o que falar ficamos em silêncio.

– Naquele dia. No seu aniversário. Você já estava grávida, não estava?

– Sim Edward. Eu já estava.

– Por Deus Bella! Era da minha filha que se tratava você não devia ter escondido.

– Mas sua filha estava em meu ventre na época, tratava de mim também. Acha que eu ia ficar enquanto você estava com a Tânya? Claro que não! Eu fugi, admito, não soube como agir. Eu não queria ser um peso na sua vida e nem da de ninguém. Eu sei, pensei apenas em mim. Mas o que mais eu poderia fazer? Grávida, triste e sem nenhuma perspectiva que poderia ser feliz aqui, eu fiz o que eu achei melhor pra mim, ir embora. Tentar se feliz. Não me culpe por isso.

– Eu não estava com a Tânya Bella! Se você tivesse ao menos me escutado, ou até responder minhas mensagens, você saberia da verdade. Você deveria ter me contado, ao menos depois de um tempo, não depois de seis anos. Todos esses anos eu não vivi, apenas sobrevivi! Sem expectativa, esperança. Vendo a morte levar minha prima, irmã. Minha vida teria sido mais fácil se eu soubesse que uma filha precisaria de mim.

– Você acha que eu não quis contar? Eu tentei Edward. Tentei muito. Mas não consegui com medo de encontrar você feliz e realizado, com filhos. Eu me martirizei por anos com essa ideia em minha cabeça. Você não sabe o que esses pensamentos me fizeram sofrer.

– Mas não foi bem assim Bella.

– Mas eu imaginava assim.

Ficamos em silêncio por um bom tempo. Até que nossos olhos se encontram, nos encaramos por um tempo até ele murmurar:

– Me perdoa Bella? Por tudo o que eu fiz e o que eu não fiz?

Vi a sinceridade nos seus olhos e não pude dizer não. Porque também eu não quero dizer não.

– Claro. Eu perdoo. Mas por Sophia. Temos que nos dá bem por ela.

– E por você Bella, me perdoa?

– Sim Edward, mas isso não quer dizer que eu me esqueci de tudo e quero passar uma borracha e começar tudo de novo com você. Ok? – ele sorriu.

– Ok.

– Então agora é minha vez. – falo. – Me perdoa? Por esconder Sophia? Por ir embora?

– Claro que sim Bella. Por esconder Sophia sim, mas por ir embora você não me deve desculpas, eu entendo como você deve ter se sentindo. – ele sorri pra mim.

– Bem sensato da sua parte. – comento.

– Eu sei. – ele ri de novo.

Ele pega sua xícara e continua a tomar seu café.

– PAPAI! PAPAI! CADÊ MEU PAPAI?! –Sophia começou a chorar, e gritava. Eu e Edward levantamos rapidamente indo ao quarto dela. Entrei primeiro e tento acordar ela de seu provável pesadelo.

– Hey princesa, acorda. Mamãe está aqui. – balancei seu corpinho, até que ela me fitou assustada com os olhos cheios de lágrimas.

– Cadê meu papai, mamãe? Eu quero meu papai! – ela falou em meio o choro e confesso que fiquei com um pouco de ciúmes.

– Serve esse aqui? – Edward falou e Sophia saiu da cama e correu para seus braços.

– Pensei que tinha me deixado papai.

– Eu nunca faria isso meu amor. – Edward falou acariciando seus cabelos vindo em direção à cama. E sentou com ela em seu colo.

– Promete? – Ela pergunta.

– Prometo meu anjo. – ele fala depositando um beijo na sua testa.

– Eu senti sua falta papai. – ela o abraçou mais forte. Não contive minhas lágrimas. Ouvi aquilo me partiu o coração, porque eu sei que parte disso é minha culpa.

– Eu também filha. Eu também. – Edward falou lágrimas transbordando de seus olhos. – Mas não se preocupa você nunca mais vai sentir, vou está ao seu lado sempre.

[…]

Depois da emocionante cena entre pai e filha, fui banhar e arrumar Sophia para o café da manhã. Entreguei uma tolha a Edward para que ele pudesse se lavar também. Assim eu terminei de vestir Sophia com um vestido rosa e sapatilhas, Edward apareceu no quarto e pegou ela no colo, levando para a mesa:

– Eu já sei andar papai. – Soso falou rindo, acompanhada por Edward.

– Eu sei pequena. Mas perdi muita coisa, eu faço questão de fazer tudo por você.

Sentamo-nos à mesa e começamos a tomar nosso café por voltas das oito e meia. Edward e Sophia comiam e conversaram como se já se conhecessem há anos. Deve ser a ligação forte de pai e filha. Eu fico apenas calada, observando eles conversarem, é maravilhoso ver os dois juntos.

– Eu gosto dos seu cabelo assim. – ele falou apontando para meus cabelos.

– Obrigada. – corei.

– Fica mais você, sei lá. – ele fala enquanto me olha.

– Mamãe não quero tomar o mingau.

– Vamos começar com isso de novo filha? Eu já disse, faz bem pra você. – falei colocando uma colherada em sua boca. Ela toma fazendo careta.

– Se o papai tomar vai concordar comigo. – Soso falou.

– Quer provar papai? – provocou.

–Não deve ser tão ruim assim. – ele fala e coloca uma colher de mingau na boca, e fez uma careta horrível, fazendo eu e Sophia rir.

– Eca Bella! Você faz minha bebê comer isso? É horrível! Nunca mais como essa coisa! – Edward reclamou.

– Eu tô com o papai. Nunca mais como essa coisa. – Soso sorriu triunfante.

– Obrigada Edward. – falei ironicamente.

Ele piscou para Sophia e sorriu. Safado! Estava de trato com a pestinha. Mereço!

Ao terminamos o café, Sophia foi direto para seu quarto abrir seus presentes, eu fiz menção de ir, mas ele impediu segurando meu braço.

– Precisamos conversar. – ele falou sério me encarando com aquelas orbes verde me fazendo suspirar. Não consigo raciocinar direito e respondo um ok baixinho. Já mencionei que sou uma idiota vulnerável?

Seguimos para a sala e sentamos no sofá um ao lado do outro. Encostei minhas costas sem saber o que falar, após um tempo, Edward quebra o silêncio.

– Bella.

– hum.

– Eu não vou dizer que estou triste, mas apenas um pouco decepcionado, não sei o que estou sentindo direito agora. Você escondeu uma filha de mim. Fruto do nosso amor!

– Eu sei Edward. Mas se você tivesse pensado mais e não tivesse terminado o nosso namoro hoje não estaríamos passando por isso.

– Algumas vezes acho o nosso termino serviu pra nós aprendermos as coisas da vida. Eu amadureci você amadureceu. Eu me arrependo de não ter procurado mais você, insistido mais por informação, eu simplesmente deixei você escapar por minhas mãos. – Edward falou me olhando nos olhos, e isso acaba comigo.

– Eu sei. Mas não vamos tocar no passado, tudo bem? São apenas feridas que servem para apenas nos machucar, e sempre que cutucamos ela, isso vai acontecer. Lamentações e arrependimentos. Já falamos sobre isso e resolvemos nossa situação. Vamos ficar bem por Sophia, nosso bem comum. – falei.

– Tudo bem. Mas não me peça pra desistir de você. Eu não posso e nem vou perdê-la outra vez.

– Edward, por favor. Você está aqui por ela. Não vamos mexer em nós dois. Porque não existe mais nada. – falei sem olha-lo e fazendo um esforço muito grande para manter meus dentes longe dos meus lábios.

– Existe Bella. Claro que existe. – ele deu seu sorriso torto. – Como eu falei não me peça pra desistir de você. Porque eu não farei isso. Eu quero minha família. – ele não devia falar essas coisas!

– Você quem sabe Edward. Vai está perdendo tempo.

– Perder tempo? Não Bella, eu apenas vou recuperar o que eu perdi.

– Ok.

– Bom primeiro eu quero registrar minha filha, segundo participar ativamente da vida dela, ficar um tempo com ela, pagar sua escola, roupas, aliementação. Tudo, suprir tudo de minha filha.

– Não Edward, eu posso dá tudo a ela. Eu sempre pude.

– Mas agora é minha vez Bella. E eu não perguntei, eu disse que iria fazer.

– Edward, não!

– Nada de não Bella, e não se fala mais disso.

– Tá, tá, você venceu! Mas não tudo, ok? Vamos dividir.

– Certo. E, bom, quero apresentar ela para meus pais.

– Claro Edward. Quando?

– Hoje. O mais rápido possível.

– Hoje? Não sei como Sophia vai lidar com isso. Está acontecendo tudo de uma vez.

– Ela reagiu bem a mim. Tenho certeza que vai se sair bem. Ela é muito inteligente.

– Ok. Mas vamos perguntar para ela está bem? Se ela quiser e achar que está tudo bem, você pode levá-la.

– Não, não. Nós vamos levá-la. Vai ser melhor para ela se você estiver por lá.

– Eu não tenho certeza sobre isso Edward, seus pais podem não gostar mais de mim depois do que fiz.

– Eles te amam Bella, não há com o que se preocupar.

– Vamos preguntar a ela? – levantei.

– Vamos. – ele levanta e me segue.

Caminhamos ao um ao lado do outro, em apenas sentir o cheiro de sua pele já fico arrepiada, excitada. Porque tem que ser assim? Porque ele tinha que me provocar com apenas um olhar?

Paramos na porta do quarto de Sophia, que está aberta. Fiquei em choque com as quantidades de bonecas que ele deu.

– Comprou toda a loja? – perguntei.

– Quase. – olhou para mim sorrindo. – Ainda não caiu à ficha sabe? Uma filha. Minha filha. É tudo tão surreal, inesperado. Mas eu nunca me senti tão completo e feliz como agora.

– Eu sei bem como você se sente. Eu me senti assim exatamente quando eu vi o positivo no teste. Nunca pensei que pudesse existir um amor assim. – sorri cumplice. – Ei filhota! – falei e ela se virou rodopiando seus cachos cobres.

– Oi mamãe. – respondeu segurando uma Barbie.

– Podemos conversar?

– Claro, entrem. – eu ri da formalidade da minha pequena. Nem parece criança.

Edward e eu sentamos na cama e ela veio direto para o colo do Edward, bufei irritada.

– Só que saber do seu pai agora não é?

– Claro que não mamãe. – ela inclinou o corpo para mim e beijou minha testa. Sorri abobalhada para minha filha.

– Papai que perguntar uma coisa pra você. – Edward falou.

– Tudo bem.

– Você quer conhecer suas avós?

– Papai, seu bobo. Eu já conheço eles. A vovó Renee e o vovô Charlie. – ri com sua explicação.

– Não são esses meu amor, são os pais de Edward.

– E eu tenho mais? – ela perguntou feliz.

– Tem sim pequena. E a tia Alice, é sua tia.

– A tia Alice é minha tia? Igual a Tia Isa é minha tia? – perguntou confusa.

– Sim meu amor. – ela sorriu ainda mais.

– Eu tenho mais uma titia, — erguei um dedinho, – mas dois avós, — erguei mais dois dedos, – tenho uma priminha, — mostrou quatro dedos, – e ainda tenho um papai bonitão, — fez cinco com os dedos. – Eu tenho uma família grande agora.

– Está feliz amor? –perguntei.

– Estou. — Edward respondeu me olhando.

– Eu falei com Sophia intrometido. – ela riu.

– Estou sim mamãe. Não poderia está contente.

– Você quer conhecer seus avós princesa? – perguntei.

–Claro mamãe.

– Eles irão amar você. – Edward falou.

– Vão mesmo?

– Vai sim Borboletinha. – Ele pronunciou seu apelido pela a primeira vez.

– Que ótimo papai.

– Agora, vou ligar pra eles. – falou e pegou seu celular no bolso.

Ele mexeu um pouco e o colocou na orelha. Confesso que estou aflita, sei que Esme e Carlisle são ótimas pessoas, mas eu escondi uma neta deles.

– Oi mamãe. – Ed falou no telefone me despertando do transe.

– Sim, estou bem. Não se preocupe. Eu liguei por que tenho que apresentar uma pessoa pra vocês. – ele falou e pouco depois sorriu.

– Literalmente é uma mulher. Mas não é isso que você está pensando. – ele riu de novo e responde. – Tá mãe, só levarei uma mulher para ver você se for Bella. – ele olhou pra mim, me fazendo corar.

– Bom eu queria levá-las para o almoço hoje. — respondeu a uma pergunta muda para mim.

– Ótimo então, as 13hrs estaremos ai. Sim mãe, ESTAREMOS. – ele tampou a ponta do celular com a mão e colocou no viva-voz.

– Quem virá meu amor? –ouvi a voz doce da Esme.

–Sua neta.

– QUEM VOCÊ ENGRAVIDOU EDWARD CULLEN?

Ops, fui eu.

Isso promete!

Notas finais
N/A:Ei lindas, dessa vez eu nem demorei (:
Mas poxa cadê os rewiens ? Tô triste :/
Assim mesmo amo vocês demais.
& por favor me digam o que vocês acham desse capítulo ele meio que é o mais esperado eu creio, já que é a conversa deles.
Beijão flores, amo vocês *-------*
N/B: OMG!!! Dona Esme vai ter um treco.
Aeee a Dona Dry resolveu aparecer para a nossa alegria não? O.O
Comentem e recomendem bastante galera. Bjão até o próximo cap.