O Amor Nunca Se Acaba.
35 Capítulo 34- New family member.
Notas iniciais
Como vocês estão? Tudo bem? Espero que sim.
Sinto dizer que esse é o penúltimo capítulo da minha BB :'(
Triste eu sei, mas ainda volto com o último e o epílogo que será muito lindo e cheio de surpresas o/
Quero agradecer a cada menina que comentou no capítulo passado, e como uma boa autora respondi todos :3
Eu posso pedir algo a vocês? Como é a reta final, queria ter ideia no número de pessoas que leem e acompanham a fic de verdade. Não peço um comentário grande, mas apenas : '' Oi, eu leio a fic.'' Só isso, se puderem fazer fico muito muito grata.
Esse capítulo é para a Joice e a Laura ♥ Obrigada pelas as palavras meninas. Amo vocês.
Bom, vamos ler?
Pov. Bella
Eu amo hospitais. Com todo o meu coração. Mas só me tragam para trabalhar, por favor.
Não tem coisa pior que ficar em uma cama de hospital com uma agulha enfiada em seu braço enquanto um tubo passa esse soro gelado por toda a minha veia. Sim, eu sei que sou médica, é que isso é o procedimento para que meus pacientes fiquem bem, mas eu não gosto quando o assunto é comigo. Isso tudo culpa do gostosão do Edward. E eu também sei que ele só fez isso pro meu bem.
Ok! Estou exagerando, mas não custava nada eu ter ficado em casa, só bebendo água ou um soro caseiro. Ah, esqueci da parte que a minha pressão caiu.
Isso faz de mim uma péssima medica para mim mesma. Cuido de várias vidas e a minha eu deixo as moscas. Mas graças a Deus eu tenho um homem e uma filha que me amam e cuidam de mim, mesmo sem merecer. Primeiro deixando minha filha preocupada ao ponto de achar que eu vou morrer, e depois mesmo de não pensar nas minhas palavras e nos meus atos, Edward sempre está ali para me ajudar no que precisar.
Por conta do remédio meu sono está cada vez mais forte. Não acho que seja só por conta do remédio, esses dias ele resolveu repousar sobre mim. A última coisa que vejo é o olhar preocupado de Edward através da janela da sala.
[...]
Meio adormecida ainda procuro Edward pela sala, mas nem sinal dele. Sem querer ocupar enfermeira nenhuma, vou para o banheiro sozinha. Levanto com cuidado com medo de ficar tonta outra vez, o que não aconteceu. Fiz o que pretendia, e voltei a deitar na cama, e adormeço mais uma vez.
Escuto um barulho vindo da porta, mas não me importo em abrir os olhos. Sinto-me tão cansada.
Passos ecoa pela a sala e uma cadeira é arrastada. Pelo perfume reconheço que é o Edward e fico mais tranquila com a sua presença. Sinto suas mãos em minha barriga, e abro os olhos. Assim com seu carinho em meu ventre, o olhar dele é amoroso. Simplesmente não sei o que está acontecendo, mas continuo olhando.
– Hey Bebê. Aqui é o papai. –OPA! COMO ASSIM BEBÊ?– Eu soube agora que você está ai dentro. Mas sabia que eu o amo mais que tudo? Não? Pois agora já sabe! Você tem uma mãe linda e brava, mas é a mais meiga e adorável mulher ao mesmo tempo. E teimosa é claro. Sem contar que tem a irmã mais carinhosa do universo, e elas vão te amar assim como eu amo. – ele beijou minha barriga chorando, assim como eu. Não consigo falar nada, entro em choque. Como assim grávida?
Ele permanece com a cabeça encostada em meu ventre, até que levanta o rosto e vê minha cara em pleno espanto.
– Que estória é essa Edward? Como assim grávida? Como isso aconteceu? – ele levanta da cadeira, e começa a ficar pensativo buscando respostas para as minhas perguntas tão obvias.
– Bom. Como eu digo... Olha eu sou um homem reprodutor e você é quem recebe o produto. – sério que ele ta falando isso? – Ai o produto começa a crescer dentro da sua barriga e ele fica bem grandão assim. – Fez um gesto com as mãos em frente da barriga.
Fechei os olhos e comecei a rir. Rir não gargalhar. Como ele pode ser tão fofo assim? Ele permaneceu parado no mesmo canto, me observando.
– Meu amor eu sei como ele veio parar aqui. – falei em meio aos risos. – Só queria saber do porque isso aconteceu, eu tomo pílulas todos os dias. – Mas quando você for contar para Sophia essa explicação parece perfeita. – ele se aproximou de mim e pegou minhas mãos e beijou cada uma.
– Você está feliz? – ele me pergunta.
– Claro que estou. Nossa! Eu nem acredito. – falei tirando uma das minhas mãos da dele, e pousando em minha barriga. – Isso é tão perfeito. Mais um bebê. Mais uma criança só nossa. – olhei pra ele e não me aguentei. Dei um breve selinho nele, minhas lágrimas se misturaram com as deles. Tudo está se acertando, tudo vai ficar bem. E essa é a melhor sensação que eu já senti.
– Obrigada meu amor. Por tudo. Por você me amar, por me presentear com uma linda menina e por me dar outro presente. O nosso garotão. – ele me beijou outra vez. Seus lábios doces se encontram com os meus perfeitamente. Como eu o amo.
– Me desculpe, por ter falado aquilo tudo. Você merecia minha confiança. Porque eu vi você crescer e mesmo assim agi feito uma idiota. Perdoa-me. – ele me calou com outro beijo.
– Não há o que se perdoar. Já passou. O que me importa agora é que estamos bem e que a nossa família vai ficar junta pela primeira vez e a única. Porque eu nunca mais vou largar do seu pé. Você é a minha metade, aquela que Deus desenhou e criou somente para mim e mais ninguém.
– E nem eu vou largar do seu. Eu te amo muito. Se Deus me desenhou e me criou para você. Ele também te fez somente para mim. E nada nesse mundo pode nos separar, a não ser Ele.
O beijei para selar tudo aquilo o que tínhamos acabado de falar um para o outro. Seus lábios passearam por todo o meu rosto dando beijinhos estalados me fazendo rir.
– Eu te amo. Eu te amo. Eu te amo. – falava enquanto intercalava beijos entre meu nariz, olhos, boca e bochechas.
– Também te amo meu amor.
Escuto alguém fazer um pigarro no fundo. Saio do abraço para ver quem é.
– Oi sou a Dra. Rachel, vim aqui para examinar a nossa pediatra. – sorriu para mim, empurrando um aparelho de ultrassom.
– Oi Rachel. Tudo o que indica é que tem um bebezinho aqui. – falei acariciando meu ventre.
– Tudo indica não. Tem um bebê a caminho. Peguei os seus exames com o Dr. Peter. E está comprovado. Vim para passar algumas vitaminas e medir o bebê para determinar o seu tamanho. Você sabe qual foi o primeiro dia da sua menstruação?
– Sei sim, dia 20 de maio.
– Ok. Então está com mais ou menos onze semanas. Quase três meses. Parabéns. Mas vamos comprovar com o ultrassom.
– Mas doutora, como ele já tem quase três semanas se a última vez que a fizemos sexo foi a mais ou menos dois meses? – Também tive essa dúvida quando foi a Sophia.
– Porque eles contam pela o primeiro dia da última menstruação amor. Pela a forma que eles contam eu já estaria grávida antes mesmo da concepção.É claro que eu não engravidei no primeiro dia da última menstruação. Mas é a partir desse dia que começa a contagem de 40 semanas. Como a ovulaçãoacontece mais ou menos duas semanas depois do começo da menstruação, na prática a gravidez dura 38 semanas a partir do dia em que o bebê foi gerado.
– Isso mesmo Isabella. – Dra. Rachel me elogiou.
– É, um pouco complicado mais acho que entendi. – Edward respondeu coçando os cabelos.
– É esquisito, mais é o padrão estabelecido. Vamos para o exame?
– Vamos.
A médica colocou a maquina ao meu lado e ligou, esperou até que tudo estivesse em perfeito estado para começar.
– Pronto. Eu já sabia que a gravidez está na sua décima primeira semana optei usar a ultrassonografia ao invés da transvaginal. Com esse tempo, os papais já podem ouvir o coraçãozinho do bebê. Tudo bem pra você Bella?
– Tudo ótimo. – respondi olhando para a tela que até agora está preta sem mostrar nada.
– Agora, levante a roupa. Como já sei que o papai aqui já viu tudo, sei que não se importaria de ficar só de calcinha.
– Claro que não. – Edward me ajudou a levantar a roupa e fiquei somente com uma calcinha preta de renda.Ele virou o rosto com as bochechas vermelhas.
– Amor. – ele não respondeu. – Ei, você não tem que ficar constrangido. Já me viu assim.
– Eu sei. – respondeu ainda virado.
– O que foi? Não quer ver o nosso bebê? –perguntei sabendo que não seria isso.
– Não é isso amor. Mas essa sua calcinha ta me matando. – sussurrou, mas não baixo o suficiente para que a médica não ouvisse. Ela disfarçou e riu olhando para o equipamento que ela está trabalhando.
– Vou cobrir amor. – peguei um dos travesseiros e coloquei em cima das minhas pernas.
– Obrigada. Desculpa pensar com a parte de baixo. — falou em meu ouvido. – Mas é que já faz dois meses, ele ta doido. – falou apontando para baixo. Eu ri.
– Eu sei amor. Espero que essa loucura dure até mais tarde. – falei e mordisquei sua orelha.
– Com certeza ele vai.
– Hum... Podemos começar.
– Claro. – dissemos juntos.
Ela pegou o gel e passou em cima do bastão e depois colocou em minha barriga.
– Nem me lembrava que era tão gelado assim.
Assim que as imagens iam aparecer, entraram na sala:
– AI MEU DEUS. – é Sophia correndo chorando indo para os braços do pai. – O senhor prometeu que a mamãe não estava morrendo. O que essa médica está fazendo com ela? Porque ela vai colocar isso na mamãe?
– Hey borboletinha, a mamãe esta bem. – falei passando a mão em seu rostinho de porcelana. – Ela está só verificando como o seu irmãozinho está. A mamãe está grávida. – Alice que está parada na porta começa a chorar, e faz um aceno avisando que ia sair.
– Mas se senhora está bem, porque está todo mundo chorando? – perguntou aflita.
– Estão chorando de felicidade meu amor. Eu estou bem prometo.
– Tudo bem. É verdade que eu vou ter um irmãozinho?
– É sim, minha pequena.
– E porque ela ta colocando isso na sua barriga? Ele ta ai dentro? – perguntou espantada.
– Está sim amor. – respondi.
– Como ele parou ai dentro? E como ele vai sair?
– Sua vez Edward. – olhei para ele que estava mais vermelho que um tomate, nunca vi tão fofo.
– Foi o papai que colocou ele aí filhota. O papai tem uma sementinha que é capaz de criar um bebê, mas pra ele poder crescer e nascer preciso colocar na mamãe. E ele sai pelo mesmo local que entra, mas em tamanhos diferentes. Entende?
– Entendi. Mas que local é esse?
– Daqui a 30 anos irá saber meu amor. – beijou sua bochecha e abraçou como se fosse proteger ela por 30 anos.
– Mas porque tanto tempo papai? – Sophia perguntou confusa.
– Que ver seu irmão ou irmã Sophia? – Dra. Rachel perguntou livrando Edward das perguntas da nossa filha.
– E dá pra vê? – falou saindo de perto do Edward e ficando perto de mim encarando a minha barriga esperando vê ele por lá.
– Dá sim, mas por aqui princesa. – mostrou a tela que ainda está preta.
– Ah, entendi. Eu ia perguntar como. Mas eu quero ver minha irmã, então começa tia. – todos riram da fofura da minha filha.
A médica passou o gel novamente, e começou a fazer círculos pela a minha barriga, que agora vi o quanto ela está redondinha.
– Está aqui o novo membro da família.
Foi ai que a minha atenção saiu da Sophia e foi para tela, que agora não está mais preta na minha frente. Não pude evitar sorrir e chorar ao mesmo tempo. Da última fez que vi um bebê em uma tela, tudo o que eu senti foi medo. Medo do desconhecido, medo de não saber o que fazer, medo de não saber como cuidar. E agora estou aqui outra vez. Olhando para a outra prova desse amor que nunca se acaba. Entre Edward e eu. Um amor que só cresceu durante esses anos.
–O feto tem quatro centímetros e o corpo todo formado, desde os dentes até as unhas do pé. Seu bebê leva uma vida agitada dando chutes e se esticando, mas que ainda você não percebe. Os dedos das mãos e dos pés já se separaram, e alguns dos ossos estão começando a ficarem mais rígidos.O exame de Translucência nucal está perfeito. Ele ou ela está perfeito e saudável. Agora vamos tentar ouvir o coração?
– Vamos. – Sophia respondeu por mim e Edward.
Continuou passando o aparelho até que o som mais lindo do mundo preencheu toda a sala. Era o coração do meu bebê. Está batendo forte e rápido. Era perfeito. Meu pequeno Edward é perfeito.
– Tia porque bate tão rápido assim?
– Isso é normal meu amor. Seu irmãozinho ou irmãzinha está perfeito. Bom, mesmo com os genitais formados ainda não é possível ver o sexo, mas na próxima, poderemos ver. Posso terminar?
– Claro. – respondi.
Dra. Rachel tirou o equipamento e saiu da sala nos desejando parabéns.
Edward sentou ao meu lado trazendo Sophia com ele. Minha menina chorava assim como seu pai e eu. Agora sim está tudo perfeito. Agora sim podemos ser uma família feliz.
Notas finais
Estou me achando com esse capítulo.
Espero ver vocês nos comentários, nem que seja me dando um ''Oi''.
Beijos e até o último :'(
N/B: Eeeehhh!!! E todas surtam... que cap mais cute gente. *o*
Edward sendo Edward, perfeito como sempre impossível não ama-lo.
Awnt!! O amor estar no ar, por isso povo comentem e recomendem bastante. A Dry merece. :D
Bjao ate o próximo cap.
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