O Amor Através Da Morte

7 Capítulo 7 Lembranças de Um Verão Parte 1


Notas iniciais
~Links~ Traje da Mônica: http://3.bp.blogspot.com/-zdZWonnorXU/UPWXh33848I/AAAAAAAAAdg/F-KhaLg-tEA/s1600/2416584_2096909_FashionCoolture_-_lookbook_06as0.jpg Casa: http://1.bp.blogspot.com/-SMRKsH4Akes/UG3HQlKuSGI/AAAAAAAABIs/QJJCpS-t1Gw/s1600/casa-na-floresta.jpg Sala de estar: https://jessicasouzadesign.files.wordpress.com/2013/11/sala_de_estar_decorada_com_papel_de_parede.jpg Cozinha: http://2.bp.blogspot.com/-xIzLTuMugdo/UDTpULQsTZI/AAAAAAAACYY/HD5TzSY_LmA/s1600/06-decora%C3%A7%C3%A3o-de-cozinha-moderna-preta.jpg Lavabo: http://i.mlcdn.com.br/1500x1500/gabinete-para-banheiro-com-cuba-e-espelho-3-pecassimples-vtec-orion-086416500.jpg Escada: http://3.bp.blogspot.com/-g96J6Xd5xrE/T5DMVekvBsI/AAAAAAAAC40/7iLYRNoTmcI/s1600/42.jpg Sala com lareira: http://download.ultradownloads.com.br/wallpaper/112658_Papel-de-Parede-Sala-com-lareira_1280x960.jpg Sala de jogos: http://2.bp.blogspot.com/-n6dl-oKZMRQ/Tb71oOsqIuI/AAAAAAAAAZ8/vJWckUi_6S4/s1600/13+-+Sala+de+Jogos+-+Im%25C3%25B3veis+em+Goi%25C3%25A2nia%252C+lan%25C3%25A7amento%252C+sudoeste.jpg Quarto 1: http://www.fotosdedecoracao.com/wp-content/uploads/2012/05/quarto-de-luxo.jpg Banheiro 1: http://www.fotosdedecoracao.com/wp-content/uploads/2012/05/banheiro-de-luxo-2.jpg Quarto 2: http://4.bp.blogspot.com/-bx_UAcmKLGM/Tzo8PtRGIhI/AAAAAAAA-3M/x360QNwc2UY/s1600/Captura+de+tela+inteira+08022012+211632.jpg Banheiro 2: https://thumbs.dreamstime.com/x/modern-bathroom-16990942.jpg Quarto 3: http://www.fotosdedecoracao.com/wp-content/uploads/2012/05/quarto-de-luxo-6.jpg Banheiro 3: http://www.vendariviera.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/11/revestimento-de-madeira-e-madeira.jpg

Flash Black On

Magali, Cascão, Cebola e eu tínhamos acabado de planejar as melhores férias de verão!

Iríamos para uma casa na floresta, a casa era dos pais da Maga, e era um lugar lindo, pelo menos nas fotos que a Maga me mostrou era. Além do mais, era perto de um lago com cachoeira, ou seja, o lugar é o paraíso.

Conseguimos dois carros para ir pra lá, um era um jipe preto e o outro um carro normal. Cebola e Cascão iriam dirigir os carros, eles têm dezessete anos ainda, mas conseguiram a carteira de motorista antes do normal que é dezoito anos, já a Maga e eu temos dezesseis anos ainda, então vamos ter que esperar um pouco para pegar uma habilitação.

Cê e eu vamos no jipe, e sabe que eu ainda não sei como o Cebola me convenceu a ir nesse treco, pois não tem nenhum vidro só tem uns ferros. Cadê a segurança disso, minha gente?

No outro carro estará a Maga e o Cas, eles levaram as malas, pois no jipe não tem nenhum porta malas.

Estou tão ansiosa para amanhã que mal consigo me imaginar dormindo para acordar amanhã. Eu sei que eu preciso ir dormir, mas que ansiedade filha da puta. Bom, acho melhor eu tentar ir dormir, pois amanhã, quando o sol nascer vou pegar estrada.

Deito minha cabeça no travesseiro e fecho meus olhos, esperando o sono me levar para eu dormir e acordar no outro dia.

*No Outro Dia*

Tinha acabado de acordar e tomado um banho bem ligeiro, era seis da manhã. Peguei a roupa que eu havia separado e a vesti. Era uma blusa de amarrar florida em tons azul claro e vermelho, uma saia de pregas azul marinho, um salto plataforma vermelho, uma bolsa amarela e óculos de sol escuros de armação na cor branca.

Vou até a cozinha e pego uma maçã para comer. Ando até a porta do quarto dos meus pais e vejo que estava entreaberta, eles estavam dormindo então resolvi deixar um bilhete para dizer que eu já tinha ido. Pego minhas malas e saio de casa indo direto pra casa do Cebola que é do lado da minha.

Chegando lá, vejo o jipe e o carro já estacionados esperando para partir, mas nem sinal do Cebola e dos meus outros dois amigos. Resolvo ir bater na porta. Dona Cebola aparece na porta após abri-la.

— Oi Dona Cebola, o Cebola está aí? – Pergunto sorrindo assim que a cumprimento com um beijo na bochecha.

— Oi Mônica. Ele está lá no quarto ainda dormindo. Eu já o chamei para sair da cama, mas ele não quis sair. Acho que é melhor você ir lá e acordar ele. – Diz ela dando uma risadinha e voltando para a cozinha.

— Está bem.

Subo as escadas até o quarto dele e após abri a porta, eu entro. Ele estava dormindo de barriga para baixo com uma mão caída do lado da cama. Ele está tão lindo desse jeito..., mas como estamos quase atrasados acho melhor acordá-lo da minha maneira.

Joguei-me, contudo em cima dele. Só que para minha infelicidade, ele não fez nada, só deu um sorriso. Então começo a fazer cócegas nele, ele se vira fazendo com que eu ficasse por baixo dele.

— Você só pode estar gozando com a minha cara. – Falo, mas ele nem dá bola, só ficou com aquele sorrisinho bobo no rosto, tentei sair de baixo dele, mas ele tinha me prendido.

Olhei em volta pra ver se eu achava algo pra jogar nele, mas só tinha uma coisa, e essa coisa é o travesseiro que está atrás de mim. Levantei o máximo que eu pude para tentar tirar o travesseiro, o que me fez ficar bastante colada no corpo do Cebola, o mesmo agora estava com o maior sorriso malicioso, mas ainda de olhos fechados. É o fim da picada, eu aqui sofrendo tentando me soltar dele e ele fica animadinho com a nossa aproximação, ta bom, confesso, eu até que estou gostando.

Como tinha conseguido pegar o travesseiro o acertei com tudo na sua cara o fez cair da cama, pois sua cama era de solteiro. Olhei para ele e ele me olha com um olhar malicioso e maligno ao mesmo tempo, o que me fez saber bem o que ele queria fazer, então sai correndo. Eu não era louca de deixá-lo me pegar para me matar de cócegas.

Desço as escadas indo até a sala e experimento de olhar uma vez para trás para ver se ele me acompanhava, só que nessa olhada eu tropecei e cai no sofá. Cebola se joga em cima de mim e começa a me fazer cócegas, me fazendo rir e me contorcer.

— Agora você me paga, Mônica. – Eu não parava de dar risada e quanto mais eu ria mais ele continuava.

— Cebola... Para... Por... Favor... – Eu tentava falar, mas a risada não me permitia.

— Só se você falar que eu sou demais, que sou tudo para você e que sou um tremendo gatão. – Diz Cê com um sorriso bobo no rosto, mas mesmo assim eu não ia me render. Eu sei que isso é verdade, mas eu não vou desistir! Nunca!

— Nunca... Prefiro... A... Morte... – Digo em meio as risadas involuntárias.

— Sendo assim, vou continuar. – Cebola começa a fazer bem mais cócegas do que antes.

— Ta... Bom... Eu... Falo... Mas... Para... Por... Favor...

— Aleluia, eu já estava ficando cansado. – Fala com um sorriso vitorioso no rosto, parando de me fazer cócegas e sentando no sofá.

— Você está cansado? – Perguntei com ironia.

— Nem venha mudar de assunto agora fala aí.

— Nunca! – Falo me levantando e correndo até a cozinha. Lá estava Dona Cebola lavando louça, depois de eu ter entrado, Cebola entra e me pega por trás para que eu não fuja, só que isso me deixou constrangida, pois estávamos na frente da mãe dele.

— Te peguei. – Cebola grita e depois viu que sua mãe tinha virado e visto-nos, ele solta ligeiro tentando disfarçar.

— Vejo que conseguiu acordar o dorminhoco. – Diz Dona Cebola rindo. – Acho que é melhor vocês se apresarem.

— Beleza. – Fala o garoto de cabelos espetados.

Depois de alguns minutos Cebola e eu fomos colocar as malas no carro. Mandei uma mensagem para a Maga vir e o Cebola mandou uma para o Cascão. Depois de alguns minutos, eles vieram e todos nós pegamos estrada. O Cas e a Maga foram na frente com o carro, e o Cê e eu fomos atrás com o jipe.

Depois de algumas horas, com uma paisagem linda por todo o trajeto, chegamos na “casa”. Casa é apelido! É tão chique e grande que parece mais uma mansão.

A casa é de três andares, cheia de janelas, bem iluminada, com uma entrada sensacional com alguns arbustos e uma fontezinha do lado direito da casa. No primeiro andar as paredes são feitas de pedras, no segundo é de um estilo de madeira e tem uma sacadinha, e o terceiro também é do mesmo estilo de madeira, mas tem bem mais janelas que os outros andares.

Essa casa é a casa dos sonhos. A Maga só tinha me mostrado o lugar, mas não tinha me mostrado a casa, pois queria fazer surpresa.

— Uau, que casa linda! – Exclamo maravilhada, me levanto do jipe e me apoio no ferro para olhar melhor a casa.

— Concordo. – Cebola estaciona o jipe do lado do carro do Cas. Desembarca do jipe e me ajuda a desembarcar.

— Nossa, Maga. Você não tinha falado que a casa era essa mansão! – Falo ainda sem acreditar naquilo, chegando perto dela e de Cascão que já haviam saído do carro.

— É que eu queria surpreender a todos. Mas tem um probleminha. – Diz ela com um sorrisinho.

— Qual? – Pergunta Cebola colocando um braço da minha cintura.

— A casa só tem três quartos, então eu estou pensando em a Mô e eu dormir num quarto, pois duvido que vocês meninos vão querer dormir juntos. – Sugere ela rindo.

— Isso não é um problema. – Diz Cebola sorrindo.

— Iiiih careca to te estranhando, meu chapa. – Exclama Cascão já com indicio de fuga.

— Oh cabeção! Eu não to falando que eu quero dormir com você, eu estava me referindo que a Mô pode dormir junto comigo, pois como a Maga é dona da casa, ela deveria ter um quarto só para ela, não é, Maga? – Pergunta Cebola dando uma piscada para a Maga o que me faz rir.

— Eu não me importo de dividir um quarto com a Mô, mas como você faz tanta questão de dormir com ela, não vou falar nada. – Fala Maga dando de ombros rindo.

— Seiiii. Dormir. Uhum. – Malicia Cascão sorrindo para Cebola que o fuzila com os olhos.

— Chega de ficarmos parados aqui. Vamos conhecer a casa! – Falo com vergonha da insinuação de Cascão, querendo fugir o mais rápido daquele assunto.

— Verdade, vamos logo, para eu mostrar tudo. – Fala Maga, me apoiando.

Nós vamos até a porta e Maga a abre. Por dentro a casa é mais linda ainda, do que por fora. A sala de estar tem um sofá grande marrom escuro; um tapete da mesma cor que cobria quase todo o chão na frente do sofá; uma poltrona xadrez com os tons preto, cinza, bege, marrom escuro e marrom claro; travesseiros com as cores roxa, bege, marrom escuro e azul estavam espalhados pelo sofá; havia uma televisão de plasma na parede; um balcão preto com luzes e três enfeites de tamanhos diferentes da cor prata e três caixinhas de som da TV na cor preta; duas mesinhas pretas – a perto da poltrona xadrez é menos comprida que a outra – com enfeites em cima, ela estava localizada na frente do sofá e da poltrona dando espaço para pessoas circularem; ao lado do balcão e da TV, há três vasos brancos de árvores de plástico; uma poltrona preta inclinada com um banco para colocar os pés no mesmo tom; entre a poltrona preta e o sofá, há uma mesa redonda que possui fotos da Maga com seus pais e também com fotos dela, de mim, do Cê e do Cas, e ainda um abajur preto atrás com umas coisinhas penduradas; do lado dos três vasos, tem outro balcão preto menor que o da TV com outros enfeites e em cima duas prateleiras da mesma cor; atrás da poltrona preta e de frente para o segundo balcão, se encontrava a sala de jantar, que contêm uma mesa quadrada preta e cadeiras estofadas brancas, dois lustres quadrados pendurados e na parede um espelho.

— Nossa, definitivamente essa é a casa dos sonhos! – Exclamo mais que maravilhada com tudo aquilo que meus olhos viam.

— Concordo. Quando a Mô e eu casarmos, não quer dar a casa para nós? – Pergunta Cebola para Maga e eu coro.

— Vou pensar no caso. Quem sabe eu construa uma casa parecida com essa do lado dela, pra vocês morarem perto de mim e do meu futuro marido. – Diz Magali sorrindo e olhando de canto para Cascão que fica sem jeito, o que me faz dar uma risada baixa.

— Eu acho que o Cascão vai gostar de morar, quer dizer passar o tempo aqui, não é, Cê? – Falo dando uma piscada para o Cascão que fica mais sem jeito ainda, e a Maga fica mais vermelha que um tomate.

— Com certeza ele vai amar. – Diz Cebola dando uma risada e em seguida Cascão dá uma cutucada no garoto de cabelos espetados, o que faz a Maga e eu rirmos.

— Então vamos conhecer o resto do primeiro andar? – Pergunta a nossa “guia” e nós concordamos.

Nós seguimos a Maga até a cozinha que por sinal era linda. Tinha dois fornos instalados nos armários pretos, o balcão era com preto em cima e o resto de madeira, um quadriboca estava instalado em uma parte do balcão (eu não lembro qual é o nome daquele fogão que fica em cima do balcão), tinha dois enfeites simulando moitinhas verdes no canto do balcão, um tipo de mesa de vidro junto com o balcão, cadeiras altas pretas na frente, uma pia de metal, uma geladeira preta e uns lustres em copo redondo na cor preta estavam pendurados no teto.

— Esse é o cômodo que eu mais gosto da casa. – Diz Maga com um enorme sorriso.

— Claro que é o seu preferido. – Retruca Cascão ironizando e rindo, o que recebe uma Magali mostrando a língua para ele.

— Que porta é aquela? – Pergunto reparando uma porta preta ao oposto da parede das janelas.

— É o lavabo da casa, se quiser pode ir lá ver.

Vou até a porta e a abro. O lavabo parece ser simples, mas tem um aspecto moderno com o piso marrom com riscos brancos e as paredes brancas com uma faixa de pastilhas também marrons, havia um espelho na parede a cima da pia de madeira branca com algumas partes marrons e a bacia da pia é branca com uma torneira na cor prata, o vaso sanitário é branco, e por último, na parede havia dois quadros para enfeitar o ambiente.

Volto para onde estava o resto do povo, que era na sala de estar.

— Agora vamos para o segundo andar. – Diz Maga.

— Aqui tem elevador? – Pergunta Cascão que recebe um tapão na cabeça do Cebola.

— Claro que não cabeção. – Diz Cebola rindo e Cascão faz uma cara de triste por conta do tapa fazendo todos rirmos.

Todos começamos a subir numa escada que dava para o segundo andar. Os degraus da escada são feitos de vidro, a parede do lado esquerdo e a de trás são de vidros, a escada era presa pela parede normal do lado direito. É estranho subir nessa escada, dá uma sensação de voar, mas também de que ela pode cair.

No segundo andar, após terminar de subir as escadas, dá de cara com uma sala enorme de conforto com uma lareira acessa. A lareira era preta e estava numa parede que tinha prateleiras com livros e madeiras, haviam duas poltronas de madeira com estofado de faixas cada uma do lado da lareira, do lado direito havia um sofá branco com almofadas marrons por cima e um quadro na parede seguido de dois abajures, no centro havia uma mesinha redonda do lado esquerdo e no outro lado quadrado, um sofá branco em L com algumas coisas em marrons contorna a mesinha de centro.

Magali nos guia até uma porta de correr, a abre revelando uma sala de jogos, havia uma TV e um videogame, ao redor umas cadeiras estofadas. Haviam duas mesas de xadrez, na parede se encontrava o jogo de dardos, e também havia uma mesa de sinuca.

— Uou, essa sala é o paraíso! – Exclama Cascão.

— Só não vá se viciar, no tal “paraíso”. – Fala Maga revirando os olhos. – Agora só falta o terceiro andar, vamos lá.

Vamos até a escada para o terceiro andar que era igual a outra e subimos. Chegando lá em cima, havia um corredor com três portas, duas de um lado da parede e uma na outra. Magali nos guiou até a primeira porta, então todos entramos. O quarto era lindo, havia uma cama de casal com tom de marrom e dourado, encima da cama, na parede tinha um quadro e ao redor havia luzes, dois criados mudos um de cada lado da cama com um abajur preto com branco, em baixo da cama um tapete felpudo branco, no quanto do quarto um pufe marrom, do lado da cama um guarda-roupa marrom e no teto, em cima da cama, tinha um lustre estranho mais lindo.

— Esse é o quarto do Cascão, e ali naquela porta é o banheiro dele, apesar que eu duvido que ele vá tomar banho. – Diz Maga brincando, o que me fez rir e Cascão olhar para ela com raiva.

Ando até a porta do banheiro e a abro, me deparo com um lindo e espaçoso banheiro. Havia uma banheira e do outro lado um chuveiro, tinha duas pias com um espelho em cima, e um vaso sanitário.

Todos acompanhamos Magali até a porta do lado da que havíamos entrado para o quarto do Cascão. Entramos e vimos um quarto roxo, tinha uma cama de metal com lençóis e travesseiros nas cores roxo e branco, embaixo da cama havia um tapete felpudo roxo, e encima na parede havia um quadro de flores de cores rosa forte e fraco, do dois lados da cama haviam criados mudos com um abajur em cada, do lado esquerdo da cama havia um sofá e do outro lado tinha uma penteadeira com uma cadeira, do lado da penteadeira tinha um armário roxo e branco.

— Esse é o quarto da Mô e do Cê. – Diz Magali seria.

— Como é que é? – Grita Cebola indignado.

— To brincando. – Diz Maga rindo. – Esse é o meu, e aquela porta da para o banheiro do meu quarto. – Maga apontando para a porta branca.

Fui até o banheiro que por sinal era rosa claro. Havia uma banheira enorme, uma pia branca cheia de produtos de beleza, espelho, e um vaso sanitário branco.

Volto ao quarto novamente, onde estava Cebola, Cascão e Maga conversando.

— Bom, agora é a vez do quarto de vocês dois. – Diz Maga com um sorriso.

Vamos até a porta restante do corredor e entramos, o quarto era aconchegante. A cama era marrom, os lençóis e travesseiros brancos, a parede é cheia de coisas estranhas na cor marrom e com algumas luzes, mas mesmo assim linda e sofisticada, dos lados da cama a dois criados mudos de luz, e para o lado esquerdo a um armário marrom e no outro um tipo de vaso com uma planta de plástico para dar um charme.

— Uau, amei o quarto. – Digo olhando para aquele quarto dos deuses.

— E aquela porta dá para o banheiro de vocês dois. – Explica Maga, apontando para a porta.

Vou até a porta e entro. O banheiro era marrom com pedras, havia uma banheira grande e redonda, duas pias e um vaso sanitário, haviam dois espelhos, um encima da pia e outro ao redor da banheira. Aquele banheiro combinava muito com a casa na floresta.

Depois que eu sai do banheiro e pegamos nossas malas, arrumamos nos guarda-roupas. Quando tudo estava terminado, decidimos de ir jogar na sala de jogos. Maga e eu jogamos dardos enquanto Cascão e Cebola jogaram videogame.