O Adeus
1 Capítulo 1 The promise!
O vento que soprava em direção a Berk, refrescava o clima quente de verão.
Estava alimentando Tempestade, quando ouvi meu pai Alfadur sussurrar alguma coisa a minha tia Gna. O que desta vez estariam aprontando?
Tempestade deu um rugido forte, me empurrando a frente, mostrando que Soluço e Banguela haviam chegado.
– Olá! — dizia eu.
– Olá Astrid! Como vai? — dizia ele falando de uma forma brincalhão. E então pra entrar no clima, comecei:
– Estou muito bem, e como vai o bebezão? — disse entre risadas.
Soluço e eu nos entreolhamos e risadas foram escapadas. Logo ele chegou próximo ao meu rosto e sussurrou:
– Não deixe que você vença na brincadeira!
– Ah claro! Será uma honra vencer.
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A tarde estava indo embora, o que me preocupava era meu pai. Algo não ia muito bem... Alguma coisa ele me escondia, e alguma coisa estaria preste a acontecer.
"O calor que me cerca me deixa tonta
O que mais me sufoca são as chamas
do fogo!
O medo que me alucina, não me deixa ser valente.
Ser valente é ser exuberante, tolerante e forte."
Entrando em casa, avistei minha tia Gna com ar de pouco amigos, colocando chá em umas das xícaras em cima da mesa de madeira. Ela me avistou e deu um sorriso para espantar a expressão de preocupação que logo eu já tinha percebido.
Meu pai havia se sentado em uma das cadeiras localizada na cozinha o que me mandou fazer o mesmo.
– O que foi? — por fim eu disse quebrando a tensão pesada do clima.
– Temos algo pra falar pra você! — disse meu pai, enquanto eu sentava em umas das cadeiras.
– Sei! Já dava pra perceber pelas expressões faciais que vocês queriam me falar alguma coisa.
Cada um se olhou e demostraram pouca percussão da novidade que iriam me contar. Mas olhando cada um em seus olhos azuis, dava para ver que coisa boa não iria ser.
"O mar do oceano me afogava
repentinamente,
Aquele quem olhava não iria me falar
estavam presos as palavras, misteriosas palavras!"
Enfim meu pai Alfadur tomou o rumo das palavras:
– Você deverá deixar Berk! — Quando isso foi ouvido, parecia uma brincadeira para tirar a expressão séria e tornar algo engraçado no final. Como eu gostaria que fosse isso. Mas não!
Gna e Alfadur, meu pai, estava receosos de seriedade. Não demostrava brincadeira em seus rostos, o que estavam esperando, era ao pior que estaria por vir.
– Espera ai... Isso é sério! — foi o que conseguir dizer, nas esperança de que fosse uma mentira.
– Infelizmente sim, Astrid! — dizia minha tia. — Não estamos brincando. É uma promessa que devíamos a um bom tempo, da qual marcamos para ser cumprida nesse exato dia.
Uma promessa? Que história era essa?
– E nem me contaram essa promessa pai. Que promessa foi essa? E por quê? — o silêncio era longo, quase parecia que Thor havia feito o tempo parar. — Pai! — estava em prantos, desesperada e assustada. — Diga agora! — minha voz foi mais que um grito sufocado.
– Você havia perdido a memória naquele dia, Astrid! Não se lembra de nada, bateu a cabeça em uma queda com a Tempestade, que adormeceu e acordou após dois dias sem sequer lembrar de sua promessa. — meu pai falava com a calma possível.
– Eu tinha feito uma promessa?
– Infelizmente sim!
– Com quem?
Alfadur esperou um pouco antes de responder minha pergunta, o que as palavras quase saiam engasgada do nervosismo.
– Alvin, o Traiçoeiro! — disse com um suspiro prolongado.
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"Das sombras mais negras que o habitual...
Cerca as almas mais iluminadas das dores circuladas."
Estava em um topo de uma montanha. Onde sempre vinha com Tempestade habituar o tempo livre. Havia chamado Soluço para me encontrar sobre a montanha mais alta da ilha de Berk. Pouco depois, Banguela encontrou o chão, por fim, descendo um Soluço com ar cansado.
Tempestade aproximou se de Banguela, que logo eles se afastaram para brincar de suas atualidades de "Dragões."
– Astrid! Encontrei você!
– Mas você já sabia onde me encontrar! — disse eu com um expressão nada fácil.
– Eu sei! Estava brincando. — se colocou ao meu lado, me dando um beijo no rosto. — E então queria me falar alguma coisa?
– Sim!
– E o que é?Diga-me, estou te ouvindo Astrid!
Respirei de uma simples sincronia, tentando encontrar as palavras que deveriam ser faladas, principalmente a alguém que você gostasse, ou melhor, amasse como um coração preenchido.
Tentei ao menos me lembrar da conversa que tive com meu pai e minha tia. Não foi nada bem, o me deixou com raiva do que escondiam de mim todos esses anos. Puderá que eu sabia o que era, mas só não me lembrava. Havia esquecido.
– Hoje eu e meu pai havia tido uma conversa! Nada agradável. — olhei além do horizonte, sentindo uma firmeza de raiva, solidão, e tristeza. — Anos atrás, durante os 16 anos, eu havia partido de Berk para ilha dos exilados. Eu tinha que pegar alguma coisa escondida por lá. O que me trouxe consequências.
– Você foi sem mim? — disse ele interrompendo-me. — Que encrenca você foi se meter? Eu poderia te ajudar. — olhei bem nos olhos dele, a repugnância de preocupação e genuinidade horrorizada. Ele teria que ouvir o pior do que isso, o que estava me deixado um vazio dentro de mim, algo que seria difícil de voltar e concertar tudo, por uma bobagem de uma promessa.
– Ouça-me bem Soluço, está sendo difícil pra mim, bem pior do que pensei. — suspirei profundamente e continuei com a coragem ainda brotada. — Alvin, o Traiçoeiro me descobriu, ele encobria um rosto maligno, cheio de ódio e vingança pelo passado. Eu estava certa do que poderia acontecer, — olhei-ó em seus olhos verdes prolongados de um vivo cintilantes, os cabelos castanhos sincronizavam com uma aparência de causar arrepios, Soluço era lindo. E como agora poderia deixa-lo? Alguém que amo? Mexer em meu ponto fraco?
Os ruídos de outros dragões desciam sobre as montanhas, avistamos melequento e os gêmeos nas frieza do tempo livre. Na alegria com os seus dragões.
Como eu queria estar nas nuvens bem nesse exato momento, e acordar, como se não bastasse que fosse apenas um pesadelo. Um pesadelo passageiro.
Soluço encarrava o chão. Com medo, eu sentia seu medo, ele sentia a predominância do que eu iria contar a ele.
– Continue Astrid! Quero que acabe logo com essa estória. — sabia que um certo momento ele não aguentaria ouvir a demanda do que estaria contando, ele teria que aceitar, para salvá-lo e me salvar.
Para um líder como Soluço, não poderia ser nada fácil.
– Pois bem... Eu sei disso tudo Soluço, pleno no dia, por que meu pai me contou. Senão não estaria sabendo de nada, pois tudo isso que passou, me trouxe num esquecimento de uma queda com a Tempestade.
– Você havia perdido a memória? — disse incrédulo.
– Infelizmente sim, ninguém me contou, não me disse nada após os dois dias passados, reagiram normalmente, como se nada tivesse saído do controle em Berk.
A coragem de terminar a história estava se acabando, logo cairia em lágrimas mais pesadas que já tive. Um adeus deveria ser dito.
– Não sei se você lembra, mas você estava lá, estava me procurando junto com meu pai.
Soluço reagiu de uma forma estranha aos meus olhos. Uma forma de lembranças.
– Quer dizer que foi naquele dia?
– Pois sé. Você não estava mais lá com o Banguela, pois já tinha ido embora a salvo. Menos o meu pai que farrejo mais as montanhas por minha procura.
– Como a salvo? Estava correndo perigo? — disse em prantos.
– Sim! Meu pai tinha se escondido em uma rocha com seu dragão, e ouvido tudo o que Alvin tinha me falado, ele reagiria no momento certo, quando ele estava errado, pois depois de um momento eu havia caído pelas rochas, batendo a cabeça.
– Por isso, depois da volta de Alfadur, você havia sumido por dois dias no treinamento. Ninguém me contou nada, dizia que você estava se recuperando de um choque.... Mas eu não sabia a miníma do que era! — disse ele revoltado.
"O tempo estava acabando....
Logo amanheceria e você partiria dizendo Adeus ao infinito."
– Alvin me sugeriu um proporção, ele desta vez foi esperto, e demais. Ele tinha uma armadilha logo de baixo onde você vinha naquela direção indicada. Ele me fez um acordo que no final pareceu uma promessa. Ele não largaria a armadilha se eu fizesse alguma coisa a ele, caso contrário eu discordasse ele largaria aquela armadilha que prenderia você e o Banguela, e atiraria vocês ao mar e morreriam afogados.
– E é claro, você concordou com acordo indicado.
– Sim! Pra salvar aquele que eu mais amo.
– E que acordo ele te indicou?
Á noite em nossa visão estava começando a ficar clara, logo as luzes do sol de verão surgiriam, e nem ao menos daria tempo de me despedir de todos. Á noite estava acabando e o dia nascendo.
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