O Acordo
42 Cap. 42
Notas iniciais
O acordo cap.42
Depois de alguns dias, Estevão estava se sentindo bem melhor, mais mesmo assim Maria ainda estava preocupada com ele.
— Maria, meu amor eu já falei que estou bem, não precisa se preocupar.
— eu sei, mais não me impeça de me preocupar com você.
— eu não ousaria pedi tal coisa amor, pois eu também me preocupo com você, e muito.
— eu te amo tanto Estevão, e fiquei com tanto medo de te perder, eu não suportaria viver sem você ao meu lado.
— e não pense nisso amor, eu vou sempre está ao seu lado, sempre, nunca se esqueça disso Maria- fala ele enquanto dá um beijo na testa de Maria e em seguida na barriga dela, onde sente seus pequenos dando chutes.
— eles gostam de você, é só ouvir sua voz que começa os chutes para todos os lados.
— ei meus amores, não façam isso com a mamãe, ela precisa descansar, então sejam bonzinhos está bem? Fala enquanto dá mais um beijo na barriga dela.
— está tudo bem Estevão, eu gosto de sentir os chutes deles, assim eu sei que eles estão bem, que estão felizes, dizem que eles sentem todas emoções que a mãe, então eu só posso dizer que eles dois estão muito bem- diz sorrindo e passando a mão na já sua evidente barriga.
Eles ficam conversando até dona fátima entrar no quarto.
— desculpem interromper mais Estevão a Nazaré está querendo te ver- ele e Maria se olham
— tudo bem, eu vou descer.
— nada disso, dona Fátima a senhora poderia pedi a ela que venha até aqui?
— claro que sim minha filha.
— mais Maria, eu estou bem e posso perfeitamente descer e conversar com ela lá na sala.
— sem mais Estevão...Dona Fátima por favor peça para a Nazaré subir- fala e a senhora então sai do quarto e vai chamar a mãe de estevão que não demora a entrar no quarto.
— boa tarde, como você está?
— eu estou bem, mais a Maria ainda me trata como se eu tivesse doente.
— bem, eu vou deixar vocês conversando a vontade.
— não precisa Maria- comenta Nazaré;
— bem, eu preciso alimentar essas crianças, elas me deixam com fome a maior parte do tempo, então vou comer alguma coisa- ela dá um selinho em Estevão, pega seu celular e sai do quarto, deixando mãe e filho sozinhos para ver se assim Estevão consegue começar a perdoar a mãe.
— então, você está bem mesmo?
— estou sim, mais a Maria ainda está preocupada, achando que se eu fizer algum esforço posso voltar a sentir dor.
— ela só se preocupa tanto por que te ama.
— e eu a amo.
— você soube da novidade?
— qual?
— o Fabiano, apanhou tanto que está no hospital.
— eu não acredito que você foi ver aquele cretino, é assim que quer o meu perdão- fala um tanto exaltado.
— filho tente me entender, eu fui lá pra dizer a ele que não queria mais saber dele, mais ai quando eu cheguei fiquei sabendo que ele estava no hospital, porque os outros detentos souberam que ele violentava adolescentes, meu Deus, eu coloquei um monstro na minha casa, na vida dos meus filhos e nunca vou me perdoar por ter sido tão cega, e não ter acreditado em vocês quando me contaram que ele não valia nada.
— Doeu, às vezes ainda dói, mais temos que seguir em frente, e eu quero que ele pague por tudo o que fez a Melina e eu, e eu acho pouco o que fizeram com ele.
— ao que parece, um dos detentos fez com ele a mesma coisa que ele fazia com as meninas, e depois bateu tanto que ele quebrou o maxilar.
— não sinto pena dele, ainda assim acho pouco.
— filho, eu sei que você tem raiva dele, mais seu pai não gostaria que você fosse tão rancoroso.
— meu pai tinha um bom coração e sabia perdoar, eu não posso dizer o mesmo de mim, ainda mais em se tratando do Fabiano- ele fala e Nazaré fica pensando que nunca vai conseguir o perdão de seus filhos.
— Estevão, será que você algum pode me perdoar? Pergunta mais sente medo da resposta que ele vai lhe dá.
— estamos conversando? Não estamos? Então, considere isso uma grande evolução de minha parte, mais ainda considero cedo para um passo a mais, não vamos correr antes de andar, você vem aqui todos os dias, conversa com a Maria, então vamos deixando as coisas seguirem seu rumo sem forçar e nem apressar nada.
— tudo bem Estevão, eu concordo com você, mais filho eu só quero ter uma chance de está na sua vida, eu sei que nada vai mudar o passado, mais eu quero poder está com você e com a Maria quando os bebês nascerem, quero ajuda-los no inicio, eu peço que não me prive disso filho.
— bem, quando chegar a hora, veremos isso- fala olhando para a mãe.
— tudo bem, para quem esperou tantos anos, esperar mais um pouco não custa nada, mais será que eu posso te pedi uma coisa?
— dependendo do que for, pode pedi sim- fala e ela dá um sorriso.
— será que eu posso te dá um abraço? Ela pergunta e ele fica sem saber o que fazer, afinal ali na sua frente está a mulher que foi a responsável por seu sofrimento, mais também era a mulher que lhe deu a vida e que quando morava com o seu pai era uma bem totalmente diferente, era amorosa, totalmente diferente da mulher que se tornou depois que se casou com o Fabiano, Estevão pensa por mais alguns segundos para o desespero de Nazaré, até que ele se pronuncia
— sim, claro que pode- responde e ela solta a sua respiração seguido de um sorriso, ela se aproxima de Estevão e o abraça, ele demora um pouco a corresponder ao abraço, mais isso é mais forte e ele a abraça, eles ficam ali assim por mais uns minutos e não percebem que estão sendo observados por Maria que dá um pequeno sorriso ao ver que Estevão está finalmente abrindo seu coração, mesmo isso sendo difícil pra ele, mais está orgulhosa dele, então ela resolve ir para a cozinha e deixa os dois ali sozinhos.
Depois que eles se separam
— obrigada por me permitir isso meu filho- diz ela tomada pela emoção do momento
— não precisa agradecer, acredito que isso talvez faça parte dessa história de deixar as coisas acontecerem naturalmente.
—mesmo assim obrigada filho, você não sabe o quanto isso significou pra mim, obrigada mesmo.
— não foi nada, agora será que pode me ajudar a descer e ir para a cozinha? Estou ficando deprimido em ficar aqui nesta cama e sem fazer nada.
— acho melhor não, a Maria pode não gostar.
— eu já estou bem, de verdade eu não estou sentindo mais nada, eu amo a superproteção da Maria, mais eu já me sinto bem e preparado para voltar a minha rotina.
— tudo bem, mais eu só não quero problemas com a Maria.
— não se preocupe, eu estou bem, então...?
— tudo bem, vamos lá- fala e ajuda Estevão a sair da cama e com cuidado eles descem as escadas e logo escutam as risadas vindo da cozinha, eles se olham e vão até lá.
— posso saber por que está tendo uma festinha particular e não fui convidado? Pergunta ele enquanto dá um abraço em Maria colocando suas mãos no já bem evidente ventre dela.
— sua avó estava me contando algumas das suas travessuras e da Mel, e eu estou morrendo de ri.
— que feio meio amor, rindo do seu amor.
— eu não estou rindo de você, você, e sim das duas travessuras, o que é uma coisa totalmente diferente.
—bem....eu já estou indo- diz Nazaré
— você não quer ficar mais um pouco? Pergunta Maria
— eu não quero atrapalhar e eu tenho algumas coisas para fazer, quem sabe um outro dia.
— então fica mais um pouco- continua insistindo Maria.
— é, a Maria tem razão, fica mais um pouco- diz Estevão o que faz Nazaré da um sorriso.
— tudo bem, mais só um pouco- fala ela enquanto pega um pedaço de bolo e café, assim eles começam a conversar, e quando veem passaram a tarde ali conversando, Nazaré então vai embora, Maria e Estevão estão deitados na cama, ele alisando o ventre dela e ela passando as mãos no peitoral dele.
— eu estou tão orgulhosa de você- diz ela terminado o silencio que estava reinando no quarto, pois cada um estava preso em seus próprios pensamentos.
— e porque exatamente você tá orgulhosa de mim?
— por você finalmente está se abrindo em relação a sua mãe, eu não queria dá uma de bisbilhoteira mais não resisti, e vi vocês dois abraçados, ela estava muito feliz.
— foi estranho no começo, mais depois não sei, eu senti algo estranho, não sei dizer ao certo, mais eu gostei.
— meu amor, isso quer dizer que o amor que você sentia pela sua mãe não tinha morrido, ele estava apenas estava adormecido e agora aos poucos está voltando, então meu amor, não deixe essa chance passar, pois eu sei que se você fizer isso vai se arrepender.
— você tem razão, eu amei a minha mãe, mesmo com tudo o que me fez eu queria odiá-la completamente mais não conseguia, e isso me deixava com raiva de mim mesmo, por não conseguir odiar alguém que tanto me fez mal.
— amor, esse sentimento não é bom, e aproveita que você está aqui e resolve logo isso, quando a gente voltar para o México você vai está mais leve e consequentemente mais feliz por virar de vez essa pagina da sua vida.
— o que eu faria sem você em? pergunta enquanto a beija?
— espero que você não precise descobrir, porque não quero pensar nisso.
— mais eu já sei essa resposta, quando você foi pra casa da sua prima e eu fiquei sem noticias sua foi terrível por isso não quero e não vou aceitar ficar sem você, seja por qual motivo que seja.
— eu também não gostei de ficar sem você, as meninas ficara me colocando pra cima o tempo todo, e quando você levou aquele tiro, nossa eu fiquei desesperada e agora eu sei como é ficar sem você, é uma dor muito grande.
— amor, não vamos falar mais disso, nós dois estamos aqui, ou melhor nos quatro, então vamos aproveitar e matar a saudade, porque eu estou a dias louco sem poder te tocar, eu estou ficando com um serio caso de bolas roxas.
— aé, e o que eu posso fazer para te ajudar? Pergunta provocando ele que fica por cima dela rapidamente, e tira o vestido dela a deixando apenas com uma calcinha, seu sorriso aumenta ao ver os seios dela.
— nossa, eu não acredito nisso, seus seios estão bem maiores do que dá ultima vez que fizemos amor- fala ele e então rapidamente ele começa a sugar os seios dela e ela então geme, Estevão então começa a passar a língua em dos mamilos dela, enquanto com a mãos vai beliscando o outro seio, Maria então começa a arranhar as costas dele
— aiiiii, isso este...vão- Estevão então intensifica os movimentos, os seios de Maria por estarem produzindo leite estão com os mamilos mais sensíveis e isso deixa ele mais maluco e com isso não para, Maria estava com muita sensibilidade o que deixava as coisas intensas entre os dois.
— estava com saudade dos seus seios, mais agora eles estão bem melhores, maiores, se antes eu já gostava deles, agora então, estou amando mais ainda- ela sorri mais ainda continua com os olhos fechados.
— deixa de ser tarado, eu quero ver só quando eu estiver parecendo um balão, meus pais não estarão cabendo mais nas minhas roupas, eu vou parecer uma vaca leiteira.
— vai continuar linda do mesmo jeito, agora não vou deixar você estragar a brincadeira- fala ele e continua beijando um dos mamilos dela e acariciando o outro com a mão, isso vai levando os dois a loucura, ele então leva suas mãos até o ventre dela e beija ali o local e sente dois chutes- isso mesmo meus amores, a mamãe e o papai vão brincar um pouquinho então o papai aqui pede para vocês ficarem quietinhos- ele então dá um outro beijo no ventre dela e então ele vai até a calcinha dela e a tira, fica alguns minutos olhando para ela.- uau meu amor, você assim tão linda nua desse jeito, me deixa louco- ele enfiou dois dedos na intimidade dela e para que ela não grite ele a beija e depois coloca mais um dedo fazendo ela gemer, e então ela começa a tirar a camisa de Estevão, a jogando em um canto qualquer do quarto e depois ela começa a arranhar as costas dele, mas ele não reclamou pelo contrário, depois de alguns minutos com seus dedos em sua intimidade ele sente que ela está próxima de ter seu orgasmo e então ele aumentou os movimentos e logo ele sente seus dedos molhados, ele separa dela e em seguida tira a calça e ela mantem os olhos sobre o corpo dele ficando só de cueca boxer em sua frente, e logo ele voltou a deitar sobre ela de modo que não machuque sua barriga, ficam ali se beijando até que não dá mais para aguentar, ela tirou a cueca boxer e ele dá um sorriso ao ver a cara dela ao olhar a ereção de seu marido, então ele aproximou dela e fala
— não vou te machucar- diz e ele e com cuidado abre suas pernas e olha em seus olhos e começou colocando apenas a cabeça do meu membro em sua intimidade, e percebendo que ela esta desconfortável e paro um pouco e ela diz.
—coloca mais um pouco.
— tem certeza? Não quero te machucar- fala ele
— tenho sim.
Então ele colocou mais um pouco do seu membro e ela continua se sentindo desconfortável pois sua intimidade está ficando sensível, ele para novamente, e depois de uns segundos coloca mais um pouco, e sente então retira o seu pênis de dentro dela mais uma vez, para depois colocar tudo de uma vez e pra evitar que Maria grite eu a beija, e depois espero que ela se acostume com meu pênis dentro dela e depois fala.
— agora minha princesa, você só vai sentir prazer- diz ele e em seguida começa com os movimentos de vai e vai devagar e ela também começa a se movimentar e os movimentos começam a ficar mais intensos, ela arranha as costas dele enquanto ele distribui beijos pelo pescoço dela, enquanto ele desce para os seus seios e morde de leve seus mamilos e vê arquear as costas e isso faz ele sorrir e continuam a se movimentar até que sentem que estão próximos ao ápice, depois de alguns segundos Estevão sente que ela chegou ao seu orgasmo e logo depois é a sua vez, ele cai sobre ela, mas de forma que ela não se machuque, ficam assim por mais uns segundos até que ele sai de dentro dela e se deita ao seu lado e a puxou para ela deitar em seu peito e ele começa a fazer movimentos em seu braço e ela fica passando a mão em seu peitoral passando a mão nos poucos pelos que ele possuía no local e involuntariamente ele dá um beijo no topo de sua cabeça, ficam ali por mais uns minutos sem falar nada, até que depois ele desce a minha mão até o seu centro e ele já está molhado então ele enfiou um dedo e sente ela gemer em seu ouvido, e como estimulo ele começou a estimular o seu clitóris e em seguida levo mais um dedo em seu centro, e alguns segundos depois ele para de se movimentar e a deito na cama e delicadamente abre as pernas dela e então percebe o quanto ela está molhada.
—hum... Esta como eu gosto, mais acho que posso deixar muito melhor- e dá um sorriso safado para ela e começa a passar a língua em seu centro e depois e começa a fazer movimentos circulares deixando Maria louca e depois de uns minutos ele substitui novamente a língua pelos seus dedos e começou a fazer movimentos de vai e vem e com o seu dedão faz movimentos circulares no clitóris dela deixando ela louca, ela segura nos lençóis da cama e começa a gemer e isso deixa Estevão mais excitado ainda e então ele para com as mãos e mais uma vez eu brinca com a sua língua ali no local, e neste momento os dois estão extasiados, ela leva as mãos aos seus cabelos o forçando a ir com mais força, o que ele prontamente faz, e continua beijando e mordendo seu clitóris e depois de alguns minutos sente que ela está se contorcendo embaixo de mim e em seguida sente seu orgasmo e no momento ele limpou tudo com a sua língua e depois de alguns segundos suga tudo e volta a beija-la para que ela sinta seu próprio gosto, e mais uma vez se entregam a um delicioso sexo, depois que alcançam o prazer total ele deita e a puxa para que ela deite em seu peito.
— uau, isso foi....intenso- diz ela
— foi mesmo, acho que vou te engravidar novamente, você estava...incrível
— nossa, eu achava que isso era mito, a Amanda falava que quando estava gravida da Andressa seu libido estava mil vezes maior, eu não acreditava, mais agora eu estou vendo que isso é verdade.
— e eu estou amando esta sua nova fase, apesar de que antes você era bem deliciosa, mas agora você está mais ainda, eu estou achando que vou te engravidar de novo só pra te ter assim na cama.
— nem pensar que você vai me engravidar de novo, vamos ter um casal de filhos isso é o bastante, então meu amor, pode indo desistindo dessa ideia.
— isso é o que vamos ver meu amor, mais e como os nossos pequenos se comportaram?
—acredito que eles estão dormindo, acho que eles entenderam que era hora de serem bonzinhos com a mamãe.
— isso deixa o papai bem orgulhoso, quando eles nascerem o papai vai dá uma gorda mesada a eles, por serem bons filhos- fala ele enquanto dá um selinho nela e em seguida em sua barriga.
— deixa de ser besta Estevão- fala ela sorrindo.
— o besta que você ama, mais é serio, quando eles nascerem vão ser muito mimados e você não vai poder me impedir de fazer isso principalmente com a minha estrelinha, essa vai me ter nas palmas de suas mãos, eu não vejo a hora deles nascerem e olhar para seus rostinhos pela primeira vez.
— eu vejo que teremos problemas quando eles nascerem né?
—pode ter certeza senhora San Roman, vocês três me fazem o homem mais feliz.
— e vocês me fazem a mulher mais feliz, obrigada por existir e por está me fazendo tão feliz e ter realizado o meu sonho.
— não precisa agradecer, eu te agradeço por ser esta mulher maravilhosa que é, e por me dá a alegria de ser pai, duplamente pai, amo você minha pequena menina mulher.
— e eu amo você meu príncipe- eles se aproximam e se beijam, depois suas mãos vão para o ventre dela, e ficam assim até que eles pegam no sono.
Dias depois
Fale com o autor