O 9° Príncipe - As Crônicas De Pandor

2 Capítulo 2- visitas idesejáveis


Notas iniciais
bem esse é o primeiro capitulo espero que gostem!!!

1-Visitas indesejáveis

Raven

Raven estava lá. No campo, arando ele com se rastel sozinho sem, ninguém . Dava para ver de longe sua cidade. Sentia o vento em seu cabelo fazendo-o se desajeitar. Podia ver as crianças brincando nos parquinhos . Mulheres lendo um bom livro enquanto viam suas crianças brincarem. Mas Raven nunca tivera amigos. Nunca fora a escola e muito menos aprendido alguma coisa básica.

Lúcia falava que escola era para os fracos. Trabalhar era melhor ganhavam mais moedas desse jeito. Raven nunca chamara Lúcia de mãe. Ele sabia que ela não era sua mãe. Ela falava que era, mas ele desconcordava com ela. Ele tinha um sexto sentido. Parecia que ele não foi feito para trabalhar em campos como um escravo.

Ele via a chaminé de sua pequena ‘’casa’’ saindo fumaça. O almoço deveria estar pronto. Mas sabia que não poderia entrar, ele sempre comia os restos da comida que Lúcia le dava. Ela o tratava como um escravo. Isso era o que ele pensava. Ao redor dos campos de Lúcia estava uma floresta sombria cheia de árvores. As árvores nasciam tão perto uma das outras que tapavam os raios do sol. Era lá onde ele caçava raposas e várias outas coisas para comer.

Seus anéis brilhavam com os raios de sol em suas mãos. Nunca saberia por que tinha esses anéis. Lúcia queria tira-los para vender. Mas ela nunca conseguia tirar eles dele, mesmo se puxa-se com toda a sua força os anéis não se mexiam do lugar. Era melhor assim. Pelo menos tinha alguma coisa só dele.

Neste momento Lúcia saiu para fora para ver como Raven estava arando os campos.

-Menino você não faz nada direito! É assim que se faz!- Falou Lúcia e mostrando como se fazia.

-Então por que você não faz?- Retrucou Raven.

Lúcia o respondeu com um olhar sombrio e um tapa na cara. Raven estava já acostumado com isso. Entrou para dento de sua pequena casa.

A casa era pequena tinha apenas três cômodos. O quarto de Raven, o quarto de Lúcia e a sala que ficava junto da cozinha. Andrew entrou dentro de seu quarto e se atirou na cama pegou os restos de comida que Lúcia deixou em seu criado-mudo. E comeu. Ele tinha que sair desse lugar. Viver uma nova vida, uma vida com mais aventura. Queria matar monstros, queria escalar penhascos, queria ter amigos. Só o primeiro passo que deveria ter era sair desse lugar imundo. Raven adormeceu pensando o nisso.

Em seu sonho via homens com capas brancas com estampas de adagas com a lâmina vermelha. Via um homem matando uma mulher com um bebê. Via pessoas sendo possuídas. Ele via caos, gritos e sangues para tudo que é lado. Ouvia gritos, pessoas mortas, espadas, guerra.

Acordou om um grito.

Pegou uma coisa que escondia. Uma espada que achara na floresta. Deveria ser de algum guerreiro que lutou com algum monstro ou alguma coisa que não mais desejaria ver na vida.

Saiu para fora viu homens com lança-chamas e espadas. Ainda não tinham atirado fogo em nada. Raven apertou sua mão a espada. Lúcia estava conversando com eles.

-É ele- Falou Lúcia

-Obrigado, madame!-disse um homem com uma espada. Ele pegou um saco de moedas e atirou no chão. Lúcia se atirou no chão para pegar as moedas. Mas nesse momento o homem com a espada cortou sua cabeça. Jorrou sangue nos pés de soja. Lúcia estava morta.

Os olhos de Raven se arregalaram. Mesmo que Raven , não gosta-se dela ele deveria agradecer ela por ter uma casa onde morar. Mas no mesmo tempo era bom ela ter morrido. Ele não gostava dela. Mas foi uma perda e tanto.

-O que vocês querem!-Gritou Raven com uma raiva em seu corpo.

-Nós queremos uma coisa- falou um homem com um tapa olho- VOCÊ!- e depois deu uma risada irônica.

-Mas por quê o que eu fiz?- Raven falou com um tom estranho.

-Ah é você não sabe!-disse o homem que tinha cortado a cabeça de Lúcia- você é filho do rei dos raios. Nós queremos você!

Um olhar estrondoso surgiu na cara de Raven. Será que era ele? O filho do rei dos raios?. Não podia ser ele. Simplesmente não podia. Algumas coisas se explicavam , claro. Mas ele não podia ser uma lenda. Uma lenda viva. Falavam que um dia os reis vieram para a terra chegaram tão perto dos Pandorianos que se apaixonaram, e tiveram filhos com eles. Mas Raven não acreditava. Antes dele e Lúcia morarem ali eles moravam em uma casa, mas esse terreno já era deles. Mas então tiveram que vender a casa, e morar ali. Ali ele um dia conseguira sair faíscas de suas mãos. Claro que não contara isso para Lúcia se não ela iria matar ele.

Mas mesmo assim não era ele. O filho do rei dos raios. Não podia ser.

-Venha conosco senão quiser morrer!-falou um outro homem com uma lança chamas.

-Por quê vocês mataram Lúcia?- Perguntou Raven.

-Cale essa boa e venha até aqui! Seu filho de uma mãe!-Disse o homem do tapa olho.

Raven sabia que era filho de uma mãe. Só não sabia de quem. Pegou sua espada e colocou em suas costas, a calça prendendo ela. Quando chegada lá poderia matar aqueles pamonhas, sair do Campo nove, e ir para o centro assim poderia começar uma nova vida com aquelas moedas jogadas no chão.

-Está bem!-disse Raven.

E deu um paço. Aquele era um pequeno paço para uma nova vida. Só era ele matar aqueles caras e ir para o centro. Só isso. Aprendera a luar com a espada sozinho sem ninguém o ajudando.

Ele chegou junto dos caras.

-Fez uma boa escolha, menino- falou um dos cinco homens, este homem estava com uma espada.

Raven tirou a espada de sua calça golpeou o cara que tinha falado aquilo para ele, e cravou sua espada na barriga dele. O homem caiu morto no chão e o soja ficou com a cor vermelha. Um já foi faltam cinco. Raven virou para atacar os outro caras, então sentu um frio em sua garganta.

-Pensou que iria conseguir menino- Falou o homem com o tapa olho com sua adaga na garganta.

-Pensei... -Falou Raven.

-Pensou então errado – Falou o homem do tapa olho com um meio sorriso.- Caminhem!- Falou o homem.

Um homem com um lança chamas, voltou na casa para ver se tinha alguma coisa de valor, enquanto os outro três caminhavam em direção da cidade junto com Raven. Depois o homem do lança chamas ateou, fogo na sua casa, ateou fogo no soja e pegou as moedas que tinham caído, que era para Lúcia.

Raven olhou para trás só via fogo engolir sua plantação e uma risada demoníaca do homem com o lança-chamas.

Isso não podia ser verdade. Ele queria sair dali mas não assim. Não assim. Aquilo não era real. Não podia ser Real. Aquilo era só um sonho. Mas por outro lado...

Os pensamentos de Raven foram interrompidos com um lampejo azul. Um pó azul estava do lado dele. Tinha cheiro de amora. Então ele viu. Uma menina de cabelos ruivos com uma roupa preta colada junto com seu corpo, sua pele branca, seu olhos verdes como a mata atrás de Raven que logo seria dominada pelas chamas, estava com duas adagas, uma em cada mão.

— Parece que eu cheguei tarde... -disse ela em um som irônico.

-Clarisse... -Disse o homem do tapa olho.

Um homem com uma maça avançou contra ela arrodeando sua maça. Ela desapareceu, deixando um pó azul para traz. O homem ficou com cara de bobo.

-Só eu que vi aquela moç... – Então o homem da maça foi interrompido.

A mulher fincou sua adaga em suas costas.

-trabalhou muito bem... –Disse o homem do tapa olho.

-Andei treinando-Disse Clarisse.

Neste instante o homem do lança chamas chegou.

-eu acabo com essa Barga!-Disse o homem do lança-chamas. Braga queria dizer no mundo de Pandor, uma prostituta, uma mulher vagabunda.

O lança-chamas do homem jorrou fogo e para todos os lados, o homem do tapa olho e mais um homem com uma espada e Raven, foram para trás para não se queimarem.

O fogo foi para todos os lados, mas Clarisse se tele transportou deixando seu pó azul ali. E apareceu e cima do homem com sua adaga fincada na cabeça.

-Parece que não reinou esses homens, George...- disse Clarisse.

-Achei eles por aí...

-Vagabundos?

-Quem sabe...

Clarisse se tele transportou para atrás, do homem de com a espada e ficou sua adaga em suas costas. O homem caiu morto no chão. Se viu Raven com a cara de espanto.

-Parece que vou ter que usar meu dom...-disse George, o homem com o tapa olho.

-Parece...-disse Clarisse ainda de costas para ele.

Clarisse tocou seu dedo em Raven. E o ele transportou junto com ele para a frente de George.

-Gemini xai! – Falou George e logo seu corpo começou a multiplicar. Em instantes tinham vários George em volta de Raven e Clarisse. Gêmeos de George.

-Quem são eles? E o que ele quer de mim?!- Perguntou Raven.

-São gêmeos de George. Isso é um dom que ele tem. E o que ele quer? Simples. Matar você. Agora cale sua a boca e tente escapar dos golpes que estão por vir. E deixe o resto comigo.

Raven achava aquela mulher muito misteriosa. O jeito dela e tal... De ovo foi interrompido seus pensamento quando um gêmeo avançou. Em sua mão tinha uma espada. Aliás todos tinham uma espada em uma das mãos. Ele avançou e deu mais um aranhão no braço de Raven.

Então Raven viu suas mãos brilharem. Seus anéis começaram a brilhar em um azul fraco brilhante. Sua mão foi composta por uma luva com garras. Então Raven viu tudo turvo, como se perdesse o foco de sua visão.

Uma coisa começou a controlar seu braços suas pernas. Tudo. Ele não conseguia se mexer mais.

-Olá Raven...hahahaha- disse uma voz em sua cabeça.

Raven não conseguiu responder.

Mas Raven conseguiu ver que suas mão matavam vários gêmeos de George. Cada gêmeo que se metia em sua frente levava um soco ou um aranhão de Raven. Raven pulou. E de sua mão saiu três bolas elétricas que atingiram três gêmeos. Alguma coisa estava controlando ele. Pelo menos não morreu ainda.

Podia ver Clarisse matando gêmeos também. Quando Raven caiu no chão foi envolvido por vários gêmeos de George. Mas então seu corpo largou uma luz elétrica que fez todos os gêmeos que estavam em cima dele cair no chão explodir. Não paravam de vir mais gêmeos. Clarisse devera achar o verdadeiro para parar, ele de fazer tantos gêmeos. Ou ele.

Então Raven viu seu corpo flutuar. Raven esticou seus braços e suas pernas. Então largou uma bola ele trica imensa. Clarisse se salvou e tele transportou salvando-se. Raven viu todos os gêmeos explodirem. Aquela bola elétrica devastou o fogo, e junto com ela a floresta. Pelo menos uma boa parte dela. Então Raven caiu. E desmaiou no chão.

***

Clarisse foi socorrer Raven. Ele era muito importante para morrer.

— Lutou bem...-disse George caído no chão- mas mais sorte da próxima vez...

Tão ele pegou um colar em seu pescoço e ele se fez em uma luz roxa e desapareceu.

Clarisse pegou uma coisa no bolso de trás. Um bastão. Ela o puxou com as duas mãos e o fez o transformar em uma moto. Colocou Raven em cima da moto, e colocou seus braços em volta do pescoço, e segurou suas mãos.

-Volte, para a torre central-disse Clarisse.

Então a moto começou a andar sozinha, indo de volta para a torre central.

Notas finais
mande rewis!!! :)
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.