Notas iniciais
Ao favoritar ou comentar e recomendar,posso controlar e melhorar minha estória. Se gostaste, não deixe de comentar, isso au menta a repercussão da história e possibilita que outras pessoas venham a gostar (o u não xD)

Aria acordou no meio da noite, ensopada de suor. Seu cabelo castanho grudou em sua testa, e seu coração estava acelerado em seu peito. Ela teve um pesadelo em que Hanna simplesmente... partiu e a deixou. Deixou Rosewood. Arrumou suas coisas e partiu sem uma palavra e isso aterrorizou Aria mais do que tudo. Mais do que “A”. Isso fez seu coração doer mais que seu rompimento com Ezra. Só o fato de pensar de Hanna não fazer mais parte de sua vida, fê-la sentir-se mal até fisicamente. Fê-la sentir-se pequena e frágil. Ela percebeu que, ao sair da cama e colocar os pés nos chinelos que nem cabiam, precisava de Hanna. Quando ela estava na Islândia, ela pensou muito em Hanna. Sim, ela pensou em Spencer e Emily (e Allison), mas Hanna passou mais por sua mente. Agora, ela percebeu o porquê:

Aria Montgomery estava completamente apaixonada por Hanna Marin. E foi o maior sentimento do mundo.

Aria encolheu-se num suéter que ela pegou da cadeira do computador, pegou rapidamente sua bolsa e desceu as escadas a passadas rápidas. Pegou as chaves do carro, passou pelo meio da escura noite e a lua reluziu seu fulgor, e entrou no carro. Com o revolver das chaves, o carro ligou e foi-se ao único local onde precisava estar.

Aria estacionou o carro perto da casa de Hanna de qualquer modo (e por pouco evitou colidir com o carro dela) e desligou o motor. Ela tirou o cinto e correu à porta da frente. Aria agachou-se e tirou a chave de um sapo de cerâmica escondido numa planta em frente à porta. Ela abriu e então parou, congelou. O que ela estava fazendo? Isso é loucura. Não havia como Hanna sentir do mesmo jeito. A única coisa que Aria podia ter era um coração partido. Mas... ela tinha o direito de saber. Aria entrou pela casa. Estava escuro e calmo. Mas é claro... estava tarde. Aria, de mansinho, dirigiu-se ao quarto de Hanna.

Hanna estava em sua cama, seu cabelo estava espalhado a milhares de direções no travesseiro. Os lençóis a cobriam de maneira como se ela estivesse tendo um pesadelo. Ela estava... linda. Aria deixou sua bolsa e calmamente subiu na cama. Ela estava numa posição escarranchada e Hanna abriu os olhos. Ela abriu sua boca para gritar, mas Aria rapidamente a cobriu com a mão.

“Sou eu”

Hanna estava confusa e então lentamente ela relaxou. Ela tentou tirar Aria, mas Aria parecia ser forte para alguém de seu tamanho. Aria então removeu sua mão da boca de Hanna. “D-desculpe por ter te assustado.”

“Aria, que diabos você está fazendo? Sabe o quanto já é tarde?” Hanna não parecia zangada, mas preocupada.

Aria engolfou. Era agora ou nunca. “Eu- eu acho que estou apaixonada por você, Hanna.”, ela deixou escapar.

Hanna ouviu isso direito? “... Você o quê?”

“Eu-eu te amo, Hanna. Durante muito tempo, só agora eu percebi. Eu adoro seu sorriso, seu cabelo, seus olhos, sua risada; tudo. Eu não consigo ficar farta de você. Eu amo cada momento que passamos juntas. Quando você não estava por perto essas semanas, me sentia vazia. Quando te via não podia respirar nem pensar direito. Às vezes quando ouvia sua voz, meu coração parecia querer sair da garganta.” Aria não conseguia parar de falar, as palavras simplesmente saiam de seus lábios. “Às vezes, imagino nós duas, assim, mas em posição de conchinha e você sussurrando no meu ouvido, e eu me derretendo por dentro, e eu...”

Hanna a interrompeu pondo seus lábios no dela. Os lábios de Aria eram macios e tinham gosto de algum brilho labial de fruta que ela não conseguia identificar. Ela sentiu Aria beijar de volta e sentiu uma mão se por atrás de sua cabeça e Hanna puxou com uma perna o quadril de Ariam, pondo-a mais perto de si. Seus lábios encaixavam-se perfeitamente, e quando Aria mordeu levemente o lábio inferior de Hanna, esta sentiu um choque elétrico. Um impulso elétrico percorreu o corpo de Hanna. As mãos de Aria deslizaram-se para debaixo do top de Hanna e as duas sentiram um gelo. Hanna pôs sua língua na boca de Aria e permitiu que suas línguas lutassem para dominar uma à outra. Ela não podia pensar em mais alguém que pudesse fazê-la sentir assim novamente. Beijar Aria era muito melhor que qualquer beijo que Caleb deu.

Quando as duas não podiam mais ignorar a necessidade de ar, as duas se separaram, ofegando, e puseram suas testas juntas.

“Aria?”

“Mmm?”

Hanna enrolou o dedo numa mecha de Aria. “O que te fez levar tanto tempo?”

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Então o que vocês acharam da história? Possivelmente venho como uma continuação desse romance em outra história. Espero que tenham gostado da história ;D

Você chegou ao fim do livro. Parabéns!