Não Me Deixe - Fremione ( Fred e Hermione)
33 Capítulo 33 - Apelido Novo.
Notas iniciais
Espero que goste. Boa Leitura.
Leias As Notas Finais
*Juro Solenemente Que Não Pretendo Fazer Nada de Bom*
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Hermione acordou de manha e sentiu um calor em suas costas. Fred ainda estava ali, e os dois dormiam abraçados.
Ela se virou com cuidado para ele vendo seu rosto, e corou ao perceber que ele também a olhava.
– Bom dia morena. -Ele falou sorrindo para a morena que corou mais ainda. Fred colocou o polegar na bochecha dela e acariciou
–Morena? É eu acho que posso me acostumar com isso. — Os dois sorriram e Fred deu um selinho em sua morena.
Hermione olhou em volta e sua cortina tinha uma fresta um pouco grandinha, onde ela pode ver Gina entrando no quarto na ponta dos pés? — Hermione arregalou os olhos e Gina a viu fazendo sinal para ela não falar nada.
– Bom... – Fred se sentou na cama ainda olhando para Hermione. — Eu vou pro meu quarto me arrumar e... -Gina parou e olhou para Hermione assustada, seu olhar mostrava a suplica que ela pedia para Hemrione não deixar Fred vê-la.
–NÃO! — Hermione falou rápido e de outro lado da cortina Gina bateu na testa, Hermione havia a entregado mesmo sem querer. — Quer dizer... Porque você não se arruma aqui? — Ela sentou na cama a frente de Fred e tentou sorrir. Olhou por cima do ombro dele e Gina fez um positivo para Hermione e continuou indo a sua cama tentando fazer o menos ruído possível...
– Porque não tenho roupas. — Fred olhava sorrindo e desconfiado. — Mione você ta bem?
– Claro. — Ela voltou seu olhar a ele e sorriu. — Nos vemos no café?
– Com certeza. — Ela falou sorrindo, deu um selinho em Hermione e se levantou. Olhou para Gina que fingia estar dormindo e riu. — Bom Dia Gina... Noite foi boa não? — Ele saiu pelo quarto, rindo mais ainda e fechou porta.
– Como ele soube? — Gina se sentou a cama.
– É do Fred Weasley que estamos falando né Gina? — Gina riu e corou. — Então... Vai me contar ou não onde passou a noite?
Gina sorriu maroto para Hermione e caiu na cama para trás dando um suspiro. Hermione riu e soube que coisa boa dali não iria sair e logo se adiantou olhando em volta. Parvati e Lilá já haviam saído e estavam sozinhas... Mas todo caso... — Abaffiato! — Hermione falou e logo em seguida olhou para Gina que mostrava um sorriso e ainda estava deitada.
– Gina eu sei que você tem todos os dentes, não precisa ficar demonstrando isso...- Gina riu, se levantou e mostrou a língua para Hermione.
– Mione... — Ela começou e junto com as lembranças da noite passada, novamente veio um sorriso maior de todos. — Eu e Harry nós...
–Nós... — Hermione fez menção para ela continuar.
–Nós... A Mione nós transamos! É isso... — Gina se jogou novamente para trás.
Hermione olhou para ela com a boca aberta, e logo Gina sentiu uma almofadada na cara.
– O que foi isso! — Ela perguntou se sentando e Hermione ainda tinha uma expressão assustada.
– Gina olha sua idade...
– Sou um ano mais nova que você!
– Por isso mesmo onde ja se viu minha melhor amiga mais nova que eu ser mais adiantada. — Gina dessa vez que tacou a almofada na Hermione e as duas riram...
– eai como foi?
– A Mione foi muito fofo! – Ela sentou na cama olhando para a amiga. – Bom... Primeiro ele falou em fugirmos, depois fomos para a sala precisa e eu escolhi como que queria a sala e... Não me olhe assim, eu só pedir uma sala para eu e Harry não sermos interrompidos, e foi a sala mais linda que eu já vi... Bom, e Harry e eu não estávamos mesmo certos disso, era nossa primeira vez e bom aconteceu, de todos os jeitos possíveis. – Gina e Hermione começaram a rir. – Depois nós dormimos, e quando acordamos nós...
– “namoraram” – Hermione falou com aspas.
– Se você preferir que eu diga assim... Sim! Nós “namoramos” mais um pouco e eu vi direto para cá escondida para meus irmãos não perceberem... Quer dizer, foi em vão, alias, Fred já sabe...
– E o Harry?
– Ele está com muito medo dos meus irmãos.
– Gina! Você em apenas uma noite quase conseguiu fazer o que Voldemort quer... Matar Harry Potter! – Gina e Hermione começaram a rir.
Gina se arrumou e falou que já ia descer, Hermione já estava quase pronta e foi depois da amiga, e quando estava descendo as escadas, já estava perto do ultimo degrau quando parou com as vozes que ouviu. Aquelas duas vozes conhecidas, duas vozes que ela odiava quando soavam juntas.
– Você viu como foi á reunião ontem a noite Julio! Não pode se arriscar! Viu o que aconteceu com tia Carla, e ela e minha mãe não parecem estar com a cara melhor. A Marca está ardendo e você sabe o que significa...
– Eu sei o que significa Malfoy! Não precisa me lembrar de minuto em minuto! E hoje nossos pais vão voltar, as coisas talvez pro lado de nossas mães possa melhorar...
–Melhorar?! – Malfoy soltou uma gargalhada aterrorizante. – É mais fácil Voldemort ser mulher deles do que nossas mães! Você sabe que eles não ligam a mínima para elas, quando Voldemort esta perto.
– Cale a boca Malfoy, não pense isso, ele pode ouvir, principalmente agora que esta nos investigando! — "investigando?" — Pensou Hermione confusa; “Como assim investigados?”
– Então tome cuidado com sua amiguinha Granger, você ouviu o que ele disse ontem não ouviu? E também sua namoradinha Di-Lua!
– Eu já sei o que vou falar, e diferente de você, eu aprendi a oclumência com a sua mãe! Hermione e Luna não vão se...
–Mione? — Hermione deu um pulo se assustando e soltou um grunhido baixo. Olhou para trás Lino, ia à direção dela.
– Que droga Lino você me assustou! — Hermione falou levando a mão ao peito.
– Quem deve teme não é mesmo?
– A cale a boca. — ela mostrou a língua pra ele, e ele riu colocando o braço em volta do ombro dela. -Vamos sair daqui. -ela falou e eles passaram, Hermione pelo canto dos olhos, olhou em volta da escada, mas Julio e Malfoy não estavam mais lá.
– Então escutar a conversa dos outros é feia Granger. – Lino brincou com ela e ela lhe mostrou o dedo. – Idêntica a Fred. – Os dois riram
– Não estava escutando conversa de ninguém, e pro seu interesse eu tenho namorado, e estou indo encontrar ele agora. – Hermione se desvencilhou do braço de Lino e o olhou rindo. Ele fez cara de coitado.
– Assim magoa Mione...
– Lino não acha que está na hora não de encontrar uma namorada? Sei la, apenas para não ficar saindo com qualquer umazinha não?
– Ciúmes Granger? – Hermione parou com as palavras dele e levantou uma sobrancelha.
– Claro com certeza. – Os dois riram, e Lino colocou novamente o braço em volta do ombro de Hermione e os dois seguiram para o Salão Principal.
– Bom... A questão é que eu sou de todas, e eu NUNCA vou me apaixonar.
– Nunca diga nunca senhor Lino. – Os dois entraram rindo no Salão e Fred não pode esconder seu olhar de fúria para Lino.
– Ei calma ae! – Jorge falou ao lado do irmão. – É Lino o.k, nosso melhor amigo há anos... E veja parece que os dois só estão brincando...
Fred semi-serrou os olhos e voltou a comer a comida furioso.
– Claro só o Lino! – ele murmurou.
Hermione se aproximou dele e sentou entre ele e Harry. Fred a abraçou instantaneamente quando ela sentou. Depois do que havia acontecido ontem a noite com Córmaco, o medo de perder Hermione havia truplicado, e talvez se tornado seu maior medo.
Hermione deu um selinho nele.
– O que foi? – ela perguntou.
– Já falei que você é a morena mais linda que eu conheço! — ele falou manhoso para ela e ela riu.
– Bom... Hoje? Sabia que eu não lembro. – Hermione fez como se não soubesse e ela e Fred riram.
– Por favor, cena amorosa logo no café da manhã, eu não mereço isso! — Gina falou se sentando ao lado de Lino no outro lado da mesa. Hermione olhou para Harry e o percebeu corar.
– Gina quer mesmo falar de cenas amorosas... Alias, essa noite foi realmente boa não? — Fred a alfinetou, e começou a rir. Hermione o olhou tentando faze-lo calar a boca. E os restantes do grupo ficou sem entender, menos por Harry que corou mais ainda.
– Sim! — Gina falou confiante, encarando o irmão e com um sorriso no rosto. — Foi realmente maravilhosa... Espero repetir isso logo logo...
– Gina! — Hermione e Harry a repreenderam. E todos os olharam.
– Foi ele que começou. — Gina se fez de inocente e pegou uma bolacha para comer, como se não tivesse dito nada de mau.
– Eu ainda não entendo como ela conseguiu nascer tão pequena, mas com tanta malicia. — Fred falou ao ouvido de Hermione e a puxou para perto novamente. Beijando o alto da cabeça dela.
– Do que Gina, Fred e Mione falavam? — Rony perguntou a Harry desconfiado.
– Não faço a minima ideia... — Harry se fingiu de desentendido e mudou de lugar sentando ao lado de sua namorada, para evitar mais perguntas desconfortavel do amigo.
Acabaram de comer e voltaram ao Salão Comunal da Grifinória. Se sentaram perto da lareira, e Mione entediada começou a ouvir Jorge e Fred conversando sobre a loja...
– Mione? – Harry chamou ela da escada do dormitório masculino. – Pode subir aqui por um minuto? – Ela olhou para Fred e Jorge que discutiam sobre a loja e não pensou duas vezes, logo seguindo seu melhor amigo.
Ele fechou a porta e Rony também estava lá esperando os dois.
– Eu estava pensando sobre a visão que preciso de Slughorn, e eu preciso de sorte, uma sorte que eu consiga de vez arrancar aquilo dele.
– É claro Harry! Como não pensamos nisso antes... Felix Felicis! – Hermione falou e olhou sorrindo para os amigos que retribuíram o sorriso.
– Você é brilhante Mione. – Rony falou.
– É eu sei. – ela fingiu se gabar e os três riram.
Harry tirou o frasco de seu bolso e antes de beber combinou o plano com seus amigos, que ficariam no Salão esperando por ele. – Ele tomou apenas um gole.
– Bom Harry, então você vai até a sala de Slughorn e tenta conversar com ele o.k? – Rony falou.
– Claro! – Harry se levantou sorridente e foi a direção da porta. – Vou ir ver o Hagrid...
– O que? – Hermione falou perplexa, mas não havia passado nem um minuto que fizeram o plano...
– Eu não sei... Sinto que preciso ir ver o Hagrid, — Harry sorriu e virou-se novamente. – A gente se vê. – Ele falou e saiu pelo quarto. Rony e Hermione se entreolharam sem entender nada.
Harry estava realmente maluco.
Mansão Malfoy.
Voldemort estava a sala da mansão Malfoy. Alguns de seus Comensais estavam enfileirados a sua frente, ao meio deles Narcisa, Carla, e uma menina chamada Angel Michaelis, sobrinha de Narcisa e Carla. Ela tinha olhos pretos, qual se destacava a sua pele branca, e seus cabelos escorriam pelos ombros. Angel olhava para Voldemort com um olhar de nojo, raiva e reprovação, alias, seus pais haviam sido mortos por culpa dele.
– Devem estar se perguntando por que eu escolhi vocês para essa missão pouco importante nesse momento. Mas hoje vocês irão a Askaban, tiraremos Lucius e Nathan de lá. – Voldemort soltou um olhar a Narcisa e Carla. – E de muitos Comensais, eu resolvi escolher vocês exatamente vocês!
Muitos dos comensais sorriram, sorrisos realmente pavorosos. Angel estremeceu ao meio de sua tia Narcisa e Carla. Ela havia acabado de voltar do Japão, seus pais também eram comensais, mas haviam morrido tentando completar uma missão a Voldemort. Angel como Julio nunca gostou desse lado, mas aceitou a morar com seus tios, pois os dois tinham algo em comum: A esperança de que tudo isso acabaria, e que não precisassem, mas fazer parte desse lado que realmente eles ODIAVAM.
– Ana Dolohov! – Voldemort falou com a voz preponderante e sua Comensal deu um passo a frente. Ana diferente das outras Comensais, parecia não ter sido torturada, e nem ter passado anos em Askaban. Ela era alta, olhos castanhos, cabelos na altura dos ombros lisos e pretos, diferente de sua parceira Bellatrix, qual nenhuma das duas se davam bem. – Sabe que a admiro em sua habilidade de escapatória. – Ana sorriu junto com Voldemort. – Ajudará na libertação de Lucius, ao lado de seu marido! – Ana concordou com a cabeça, fazendo uma pequena reverencia voltou ao seu lugar.
– Alaires! – ele falou e a menina deu um passo para frente. Alaires há pouco tempo havia se tronado Comensal, mas Voldemort gostava que ela ficasse como sequestradora, igual seu marido Scabior. Alaires também tinha olhos castanhos escuros, era morena, alta, os cabelos como de Bellatrix, mas com apenas uma coisa diferente, era um castanho lindo que poderia ser passado como ruivo... – Você e Scabior, ajudaram na libertação de Nathan, mas a uma pequena diferença.
Carla que mantinha o olhar para frente, olhou assustada a Voldemort, que não percebeu a reação dela.
– Nathan ainda não terá a 100% de chance que teria, se seu filho já tivesse completado a missão, mesmo sendo uma missão extremamente medíocre e inútil...
– Mi Lorde... – Carla falou e Voldemort virou para ela sorrindo.
– Sim Carla.
– A missão está em andamento, creio que Julio está tentando de todos os jeitos, passará a Páscoa com a menina para tentar colocar ainda mais completar sua missão, não será necessário culpar Nathan por isso.
– Culpar Nathan? – Voldemort sorriu e andou até Carla. – Nathan não está sendo culpado, apenas está pagando pelo o que fez. – ele sorriu e voltou novamente ao lugar que estava. – Alaires, suas ordens ainda são as mesmas e...
– Por favor, Mi Lorde, não deixe Nathan nem mais um minuto lá, eu lhe imploro Mi Lorde. – Narcisa e Angel olharam assustadas a Carla que já tinha lagrimas aos olhos. – Julio não falhará em sua missão... Por favor...
– Levem-na daqui! – Voldemort ordenou, e Narcisa, Angel e Scabior, levaram uma Carla, extremamente fraca e chorando para o andar de cima.
– Alaires, Ana? – Voldemort olhou sorrindo para ela. – Tenho outra missão a vocês. – As duas Comensais se entreolharam sorrindo, o sorriso mais medonho que poderia se ver ao rosto das duas.
– Se controle Carla! – Narcisa falou colocando a prima dentro de seu quarto e expulsando Scabior de lá
– Narcisa! Você sabe que Julio não vai conseguir! Ele mesmo nos falou isso no Natal! Ele vai matar meu filho e meu marido vai morrer em Askaban! – Carla deitou a sua cama chorando profundamente. Angel sentou ao seu lado e começou a acariciar a cabeça de sua tia.
– É por isso mesmo que venho ensinando oclumência a Julio! Carla, Julio não precisa conseguir, Voldemort não vai matar ele!
– Ele é apenas um menino...
– Draco também! E acha que eu não estou preocupada? – Narcisa sentou ao lado de Angel. – Você precisa se controlar, ou vai acabar morrendo... Você está fraca, e Voldemort em nossa questão não tem piedade. Por favor, se controle. – Narcisa levantou da cama e saiu pelo quarto.
Carla continuou chorando e olhou a sobrinha que ainda acariciava a cabeça.
– Tia não se preocupe, Julio vai ficar bem.
– É o que eu espero. – Carla se levantou e abraçou a sobrinha, a única pessoa que restava de sua família e não estava em perigo... Por enquanto...
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*MalfeitoFeito*
Notas finais
A leitora Alaires, Ana, e a prima de Julio que é a leitora Tsuki *-* Espero que tenham gostado.
Mas o que acharam Bom? Ruim? Comentem, amo saber sobre o que estão achando da Fic.
Beijão. Obrigada por lerem até aqui. Até o proximo capitulo ♥
PS: Ainda tem mais uma leitora que entrará na Fic, e creio eu que será nos proximos capitulo *-*
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