Notas iniciais
Primeiramente quero dar Boas-Vindas as novas leitoras Anna L, e Carla Weasley.

E aos pedidos da leitora Isabella. Vou começar a fazer capítulos mais longos. *-*

Esse ainda não está tão longo, mais prometo que o próximo será mais.

Espero que gostem.

*Juro Solenemente Que Não Pretendo Fazer Nada de Bom*

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POV Julio.


Aquele olhar dela acabou comigo. Hermione havia se afastado de mim como se eu fosse um monstro... Talvez eu fosse mesmo. E Murta pela primeira vez havia me ajudado de verdade, convencendo Hermione de me deixar explicar.

Eu suspirei fundo e olhei para Hermione antes de começar a falar. Seus olhos derramavam lagrimas por mim, lagrimas que eu não merecia. – Eu suspirei mais uma vez.

– Se você percebe, eu não sou da Sonserina... Não como meus pais foram... E eu pensei que eu ficando na Corvinal tudo seria diferente, mas não foi, quando eles descobriram que eu fiquei na Corvinal e não na Sonserina como Malfoy, realmente não gostaram. Eu sinceramente nunca liguei para isso, pois eu não me orgulhava e nem me orgulho de ser filho deles, mas ele voltou. Lord Voldemort voltou, e eu primo de segundo grau dos Malfoy, morando na casa deles juntos com meus pais, foi o inferno da minha vida. Mione ele está morando lá, e eu e Draco fomos os escolhidos... – Eu olhei para ela, Hermione ainda derramava algumas lagrimas, talvez não olhando para ela seria mais fácil de continuar a história.

– Eu fui escolhido para te chamar para o outro lado, Tia Narcisa, Tia Bella e minha mãe Liany sabem quem é você! Draco falou para elas que você é esperta o suficiente para essa guerra, e que você era melhor amiga de Harry Potter, e eu fui escolhido para fazer você se separar deles, e isso se tornou real ao momento que eles colocaram isso em mim! – Eu levantei a manga, Hermione deu um grito fino de susto, eu abaixei rapidamente.

– Eu realmente não queria Mione, nunca quis, mas meus pais me lançaram tantos Crucios que eu tive que aceitar se eu não aceitasse, eu morreria... Mas então eu te conheci, e aquela semana que eu fiquei perto de você eu percebi tão doce você era, e eu não tive mais coragem, eu não podia mais fazer você se afastar deles e morrer depois... Eu realmente comecei a gostar de você Mione, você foi a única amiga aqui que eu pude realmente contar... E a confiança que você colocou em mim, me derrubou ainda mais, me deixando incapaz de fazer mau a um fio de cabelo seu... Me perdoe. – Eu acabei a história, todas aquelas palavras eram reais, e eu sem aguentar voltei a chorar, e algo que eu não esperava. Hermione me abraçou, eu retribui o abraço dela.

– Eu te perdôo. – Ela falou ao meu ouvido. E me soltou. – Ela pegou novamente em meu braço qual estava a marca e subiu a manga, pegou sua varinha e encostou em meu pulso, um pouco abaixo da manga. — simul aeternum – ela falou e uma luz azul enrolou meu braço e desapareceu.

– O que foi isso? – perguntei.

– Sempre que um de nós dois estivermos em perigo, a luz vai acender, tanto a minha quando você tiver, e quanto a sua, quando eu tiver, e ela ficara verde e irá se desfazer a partir do momento que um não se importar mais com o outro... E da minha parte isso nunca irá se desfazer... Eu realmente me importo com você Julio, e não quero ver meu amigo mal. – Eu sorri para ela. Como Hermione podia ser tão meiga como era? Dessa vez eu a abracei.

– Obrigado. – Falei. – Você se importa de guardar segredo dos outros... Que bom... eu sou... – ela não me deixou terminar de falar.

– Eu guardo! – Eu sorri. Eu podia contar com Hermione e isso era o que mais me importava agora,



POV Hermione.


Minha cabeça doía. Já havia horas que estava a biblioteca estudando e não conseguia me concentrar. Essa semana havia passo a maior parte do tempo sozinha, pois todos meus outros amigos passavam a maior parte do tempo treinando para o jogo Corvinal e Grifinória.

Rony cada dia parecia mais nervoso e muitas vezes dava nos nervos a falta de confiança que ele tinha de si. Gina estava mais confiante do que nunca, e ansiosa para o jogo. Fred e Jorge nem se fala, os dois não paravam de conversar de Quadribol, e Harry, tinha sua cabeça como a minha, não sabia se marcava os treinos ou se tentava falar com nosso professor Slughorn.

Fred e eu bom... Conversávamos agora quando podíamos, Angelina grudava nele, mais do que uma lagartixa. Eu joguei o livro que estava na minha mão longe. Droga quanta matéria! E o Natal está para chegar... – Bobagem pensar em estudar logo pelo o que está por vir... – Eu sorri Hermione nunca pensei que me ouviria pensar isso. Arrumei os livros e decidi sair da biblioteca, estava voltando pelo corredor do segunda andar, quando ouvi uma voz conhecida.

– Você está louco! Como ainda não conseguiu! – Malfoy estava conversando com Julio, mas dessa vez eu sabia porque, queria muito ir até lá e perguntar o que estava acontecendo, mas eu prometi pro Julio que guardaria segredo, e por enquanto ele fingia ainda estar fazendo seu plano.

– Olha já falei que ela é difícil, sempre que falo alguma coisa dos amigos dela ela fica furiosa. – Eu me segurei para não ir a direção de Malfoy e lhe dar um soco no meio da cara.

– Você precisa ser melhor nisso ou sua mãe vai pagar! – Malfoy deu meia volta. E tentou sair, mas Julio o segurou.

– Vocês não fariam nada com minha mãe. – sua voz era rouca.

– Eu não a mataria, mas ele não teria piedade.

– Não Draco, por favor, eu vou conseguir não faça nada com minha mãe...

– Se você não conseguir Julio sua mãe vai...

Eu entrei a uma sala do meu lado e fechei a porta. Eu não queria ouvir aquilo. Julio estava sofrendo por isso, por minha culpa, e a mãe dele poderia sofrer por ele querer me proteger. Eu sentei a uma pequena escada no começo as sala e comecei a chorar. Chorar por saber pelo o que meu amigo estava passando por minha culpa.

– Mione? – ergui meus olhos e me deparei com Fred e Angelina me olhando. Droga porque eu não olhei se a sala estava fazia. – pensei.

– Oi. – Falei em sussurro., limpando meus olhos...

– Você está bem? – Fred estava um pouco descabelado e Angelina também. Tentei tirar de minha mente o que eles poderiam estar fazendo até eu chegar.

– Estou...

– Viu ela está bem Fred vamos. – Angelina o puxou pelo braço, mas ele não saiu do lugar.

– Angelina ela não está bem! Vai indo depois a gente se fala. – Ele falou com uma voz um pouco seria. Ela olhou para mim com olhos semi-serrados como se fosse me matar, e saiu da sala pela outra porta. Fred a viu saindo e depois veio a minha direção.

– Então... – Ele sentou do meu lado. – Quem lhe fez isso.

– Ninguém. – respondi. Ele sorriu e pegou em minha mão me puxando para cima.

– Venha comigo, vamos te animar um pouco.

Fred ia a minha frente me puxando pelos corredores, eu o seguia, até que chegamos ao sétimo andar parando na frente de uma imensa parede. Ele fechou os olhos e logo uma porta apareceu. Fred me puxou para dentro.

– O que é isso? – perguntei. Havia um lago, e um imenso gramado por todo o lado.

– Bonito não é?

– Pra que você me trouxe aqui. – Eu olhei sorrindo. A imagem era bonita mesmo.

– Eu sempre venho aqui quando quero pensar... Ou fugir de tudo. – Fred me puxou para sentar a ponta do lago com ele. Eu sentei de mau grado e ele passou o braço por meu ombro me grudando a ele. E como na casa dele, eu senti todos meus problemas indo embora.

Ficamos alguns segundo em silêncio, eu olhando o lago e Fred acariciava de leve o canto de meu rosto. Fred era tão fofo comigo, tão lindo... E eu me odiava por isso... Eu gostava mesmo de Fred Weasley, e diferente de Rony eu sentia algo realmente forte quando estava com ele... Era como se ela estivesse segurando todo o meu mundo...

Mas ele já segurava o de outra pessoa... Eu me levantei e fui para um lado daquele gramado.

– O que foi? – Ele me virou. Fiquei alguns segundos olhando seus lindos olhos, mas esse tranze foi temporário.

– Olha Fred eu.. eu realmente... – Uma lagrima caiu de meus olhos. Eu devia falar a verdade? Ou deveria continuar escondendo dele.

– Droga eu sou realmente burro. – Ele me soltou e deu de costas. – Eu lhe trago aqui para te deixar feliz e faço você chorar...

– Não! – Eu peguei o braço dele. – Eu estou ótima, e... estou feliz que você esteja aqui comigo... – Fred sorriu. – Sobre tudo que está acontecendo e que pode acontecer, eu acho que eu precisava de um lugar calmo assim para recolocar minha cabeça.

– Pare com isso... – Ele falou. – Mione você precisa se animar com o agora, com o que você pode aproveitar. – Fred apontou para o lago. – E se animar um pouco. – Ele agora soltou um sorriso, aquele sorriso não em enganava, ele planejava alguma coisa. – Ou tomar um banho no lago... – Antes que pudesse censurá-lo, ele lançou um de seus braços pela minha perna e o outro em minha costas, ele correu paro o lago.

– Fred você não ousa fazer... – Apenas o que eu senti depois foi minha boca se encher de água e meu corpo completamente encharcado. – Eu comecei a nadar para cima... Para um lago na sala precisa ele realimente era fundo. – Cheguei a superfície, não avistei Fred.

– Quando você aparecer... – Alguém puxou meu pé por de baixo d’água e logo eu afundei novamente. Abri meus olhos Fred me olhava. Eu o olhei com censura e em vez disso ele sorriu e olhou para baixo. Minha vestes estavam flutuando. Droga Fred! Eu nadei rapidamente até a superfície, e me coloquei sentada a beira do lago, Fred veio em seguida, mas não saiu da água e sim continuou dentro apenas apoiado a grama.

– Eai melhor?

– Eu ainda te mato! – Eu o empurrei e me levantei.

– Vai sair assim molhada? Não acha que ninguém irá perceber não? — Fred tinha razão. Eu olhei para ele, ele tinha minhas varinhas a mão.

– Fred me devolva!

– Venha pegar. – Ele sorriu e se afastou até o meio do lago. Dessa vez eu tirei a capa ficando apenas com o suéter e a calça. Tirei meu sapato, e corri pulando no lago. Uma guerra ficou entre eu e Fred até ele se render e me devolver a varinha.

– Obrigada. – Falei saindo do lago. Ele também saiu e tirou sua camiseta. Percebendo que ele fechou os olhos do meu lado direito, apareceu roupas limpas e secas. Eu o olhei assustada mais ao mesmo tempo rindo.

– O que posso dizer, sou profissional nisso. – Ele sorriu e fechou os olhos novamente, e outra coisa se fez, dois provadores. Peguei a roupa seca e fui me vestir. Logo depois eu e Fred parecíamos que nem tínhamos entrado no lago.

Ele pegou na minha mão e saímos da Sala Precisa.

– Obrigada Fred... Me sinto melhor. – Ele sorriu.

– Eu também... – Descemos a escada e paramos a frente do quadro da mulher gorda. Eu ia falar a senha, mas ele não deixou.

– Mione... Eu, Gina, Harry e Rony, estávamos pensando nesse Natal podíamos todos passarmos juntos então é...

– Eu topo. – Falei rapidamente.

– Serio? – o sorriso que eu amava apareceu novamente ao rosto dele.

– Sim... – eu me virei para o quadro. A mulher Gorda estava acordando e ao me olhar sorriu.

– Enfim achou uma pessoa melhor para sair. – Eu revirei os olhos.

– Cuspidor de Fogo. – Ela assentiu e abriu a entrada do Salão da Grifinoria.

– Eu pensei nesse Natal, que eu e Harry podíamos sei lá levar vocês a Londres Trouxas, e até alugar uns filmes o que você acha? – Falei enquanto passávamos pelo quadro, mas Fred apenas conseguiu sorrir, pois segundos depois deparamos com uma Angelina furiosa.

– Qual é a sua Fred?! – Ela gritou. Alguns alunos que estavam na Torre começaram a olhar e entre eles Gina também que se já se aproximava. – Porque estão me falando que acabaram de ver vocês dois saindo de mãos dadas de uma sala? – Eu suspirei a ela não citar a Sala Precisa.

– Angelina todos estão olhando. – Gina chegou falando.

– Não estou dando à mínima que todos estão olhando. ACABOU! – ela gritou e saiu chorando a direção da escada que dava ao dormitório Feminino. Todos me olhavam com olhar de reprovação. Que Ótimo agora eu era a estraga relações.

Eu olhei para Fred que olhava em direção de onde Angelina havia desaparecido.

– Fred eu...

– Tudo bem Mione, eu já estou cansado disso! – Ele se virou de costas e saiu pelo quadro.

– Ora se já iria sair porque me acordou? – eu consegui ouvir a mulher gorda falar antes do quadro tornar-se a fechar.

Gina que estava do meu lado tentou falar alguma coisa, mas eu não iria ficar ali, não com aqueles olhares de reprovação para mim. Virei-me e sai pelo quadro, a procura de qualquer lugar que eu ficaria calma novamente, mas dessa vez longe de todos.



Era sexta. O jogo de Corvinal contra Grifinória seria no dia seguinte, e isso era o único assunto que circulava pelos corredores. Com todos os alunos entusiasmados, a biblioteca estava fazia, assim me ajudando a me concentrar apenas no estudo...

– Oi Mione posso me sentar? – eu olhei para o lado. Julio estava lá, seus olhos um pouco vermelhos.

– Claro Julio. – Eu tentei sorrir, mas percebi que não adiantou.

– Eu sabia que ia te achar! – ele falou.

– Por quê?

– Bom é... – ele olhou para os lados e levantou sua manga. Em baixo da Marca Negra estava uma luz azul piscando. – Esse feitiço é realmente bom...

– Mas eu não estava em apuros... Quer dizer talvez estivesse... – Eu lembrei da briga que acabara de ocorrer na minha frente. Eu encostei na Marca Negra dele. – Doi? – Que pergunta idiota, mas era algo que eu realmente queria fazer...

– Bom é...

– Eu não acredito! – Fred olhava a minha mão e a Marca Negra de Julio com a boca aberta.

– Fred calma... Abaffiato. – lancei o feitiço em nossa volta.

– Você está saindo com ele... você... sabia... traição... eu... – Fred falava coisas sem nexo. Eu me levantei e Julio também.

– Fred não é nada disso. – falei.

– Como não é nada disso! – eu nunca havia visto Fred gritar tanto.

– Deixe ela falar! – Julio falou atrás de mim.

– Cale a Boca filhote de Comensal. – Fred gritou. Olhei para Julio rapidamente, que já fechava o punho e ia a direção de Fred, eu me coloquei na frente.

– Pare já vocês dois! – Fiquei impressionada com a minha voz. – Vamos sair daqui. – Julioassentiu com a cabeça e foi a nossa frente. Fred que olhava ainda impressionado continuou parado, eu o puxei com força pelo braço. Era minha culpa que ele havia descoberto sobre Julio.

Entramos em uma sala, e eu joguei o abaffiato apenas para prevenir. Julio se sentou a uma cadeira, mas Fred apenas continuou em pé. Eu fiquei ao lado dele.

Demorou um pouco para ele contar a historia. E ao acabar a boca de Fred estava tão aberta que eu nunca imaginaria se era possível ficar tão aberta assim.

– Eu é... – Fred não sabia o que falar... – Eu ainda não gosto de você. – Eu sorri. O tom brincalhão na voz de Fred havia voltado, mas eu ainda percebia que ele estava assustado.

– Eu e não de você! Achpo que estamos quites cenoura!

– É também acho Filho de Comensal. – Julio sorriu.

– Mione eu acho que vou deixar você falar com ele agora... Acho que irei saber se você precisar de ajuda. – ele sorriu e deu uma piscadela. Ele dizia de novo feitiço. Eu também sorri e esperei ele sair da sala.

Fred me olhou com um olhar de reprovação.

– Por favor não conte para os outros...

– Não contar Mione. Ele tem um trato ainda dizendo que você está no meio. Você não sabe como isso é perigoso pra você?! – Fred continuava a me olhar com olhar de reprovação. – Precisamos falar com Dumbledore.

– Não! – Eu falei rápido. – Será que você não entende? A mãe dele está em perigo, se falarmos alguma coisa...

– Mione você também está! E se você não percebeu acho que eu sou o único preocupado nessa história! – Fred se aproximou de mim.

– você não é o único... Julio também...

– Mione... Mas será que você não entende – Fred se aproximou ainda mais e colocou as duas mãos em meu rosto. – Eu quero proteger você, eu quero cuidar de você... Eu sou apaixonado por você!

Minha boca abriu e em seguida já estava tomada pela de Fred. Meu mundo novamente estava sendo segurado.

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*MalfeitoFeito*

Notas finais
Mais um capitulo hoje *-*

Bom.. Como disse antes gosto de ir direto ao ponto, e como já está chegando o Natal deles...

Mas me digam o que estão achando da Fic até agora? Algo para ser melhorado? Está bom? A opinião de vocês me importa muito *-*

Beijão. Obrigada pelas Reviews e até o proximo capitulo.