Notas iniciais

O treco de Reviews 6, leitores 66 me assustam seguidamente formando o 666 G_G' Isos me dá medo, gente x.x'

Ta aí o capítulo 2, espero que gostem ! o// Brevemente aparece dois novos do GazettE, nosso faixudo e o chibi

Traição

Somente descansei quando finalmente peguei a borboleta, a prendendo entre minhas patinhas no chão. E também somente me toquei sobre o que estava fazendo quando a vi quase morta entre minhas patinhas...

\"O que que eu to fazendo?\" Perguntei-me mentalmente, pensando se soltaria a borboleta ou não. Ela era tão bonitinha e interessante... Por que eu não queria soltá-la logo? Não entendia o porque...

— Aoi, você ainda tá em casa...? — ouvi a voz da minha noiva, mas mal me mexi — Uhn. . . um gatinho.

Então me pegou no colo, fazendo assim com que eu libertasse a linda borboleta em minhas mãos — quero dizer, patinhas peludinhas e fofas... Inicialmente me deu vontade de bater na minha noiva, mas só o que consegui fazer foi arranhá-la com minhas mais novas úteis garras. Mas logo me arrependi... foi um ato impensável.

“Me desculpa, meu amor... desculpa.\" Tentava me desculpar, enquanto ela afagava o local arranhado e eu caía de pé sobre nossa cama.

— Nossa, que gatinho atentado! — reclamou, sorrindo enquanto me acariciava — Vou pedir pro Shiroyama te adotar... Quem sabe seu nome não pode ser Aoi, mesmo?

\"Eu sou o Shiroyama, sua bobinha.\" Só tentava transmitir esse pensamento a ela, mas eu era apenas um gato, e não possuía contatos telepáticos com os humanos... Mas ela logo sentiria minha falta, não é mesmo??

— Vou te dar um pouco de leite... – me sorriu, indo para a cozinha.

Meio que sorri — se é que gatos sorriem... Mas estava feliz, já que pelo menos ela me daria leite...

A segui até a cozinha, onde ela deixou uma tigela de leite. Fui até esta e logo estava apreciando o belo sabor de leite fresco. O mais estranho é que eu nunca fui afim de leite e agora estava amando.

Que tal irmos no petshop? – perguntou-me, como se eu pudesse responder.

Pegando a chave do carro, ela me pegou em seu colo e decidiu me levar ao... Petshop? Não, não... Esse não é o lugar que os animais aos filmes odeiam ir? Deve ser terrível pra eles, eu não quero ir... Não!!!

Tarde demais... Porque os carros de hoje tem ar condicionado?! Ela fechou, todos os vidros e eu nem pude fugir pelas janelas. Minha. noiva realmente era do mal com os animaizinhos.

— Akira... — dizia ela para o dono esquisito e loiro do petashop – Bom dia.

— Olá... Comprou um gatinho? – perguntou, enquanto ela me colocava sobre o balcão.

— Não, ele apareceu lá em casa... – sentia-me estranho, recebendo o carinho dos dois – Voltei para casa pra pegar uma ficha que esqueci, e o gatinho estava lá, no meu quarto. Acho que não tem dono, não é mesmo?

— Também acho que não... Não tem coleira. – afirmou o loiro estranho, enquanto me perguntava porque ele usava uma faixa na cara. Será que tinha alergia aos animais com quem trabalhava?

— Então, eu gostaria de comprar uma, e por um nome escrito, tem como?

— Claro, enquanto isso podemos ver como anda a saúde desse gatinho fofo... Ou melhor, gatinha, nee? — riu Akira.

— Ah... é uma gatinha e eu, nem vi... — percebeu minha noiva, enquanto eu tentava, entender.

\"Gatinha? Como assim... gatinha?? Eu sou macho, man!!\" Foi ai que tentei me olhar e percebi que... “Ai, Kami sama, que pesadelo é esse? Eu virei uma... Gatinha? Socorro... Ágüem me salve!

Eu ainda tentava me conformar por ser um animal, ainda mais do sexo feminino... Minha noiva comprou uma coleira com o nome “AOI” escrito... Era meio irônico, porque Aoi era mesmo meu apelido... Era como se ela soubesse... Mas duvidava que, se ela soubesse, se casaria com um gato... ou melhor, uma gatA!

Vida de gato não é fácil, e eu tentava a a qualquer custo no momento, me esquivar de Akira, que tentava me dar uma injeção contra Raiva... E raiva era o que eu tinha agora...

— Nossa, que gatinha agitada... — ria Akira, enquanto eu tentava.. fugir, o arranhando e mordendo.

— Posso dar um jeito nele, se quiser... — dizia o ajudante dele, um baixinho que me era alto... Ele me lembrava o demônio, então me aquietei, só pra não chegar perto dele...

Ao me olhar no espelho, agora... me sentia bem GAY.

Com aquela coleirinha rosa, com um lacinho onde estava, escrito Aoi... A tarde era uma incheção de saco, e eu estava morrendo de preguiça ao me deitar sobre meu sofá, onde na época em que eu era um humano, não deixaria em hipótese alguma algum animal com pêlos deitar.

— Onde está o Shiroyama que não chega? – perguntou minha noiva, como se eu soubasse... E na realidade eu sabia, mas ela não sabia disso... — Vou na casa do Kai enquanto ele não chega...

\"Como assim? Na casa do macumbeiro? Fazer o que lá?\" Eu só me perguntava mentalmente, enquanto decidia ir atrás dela.

— Ei, ei... você fica... — avisou, enquanto tentava fechar a porta antes de eu passar, mas fui mais rápido.

Andando, ela foi até o prédio do desgraçado, e eu fui a seguindo. Não era muito longe, então nem me cansei. Pelo jeito ele morava no primeiro andar, e eu fiquei abismado quando Yutaka convidou minha noiva a entrar no seu apartamento como se ela fosse quase dona de casa.

— Muito bem, meu amor... Você trouxe uma gatinha... — parecia ele impressionado ao tentar passar a mão em mim — Bem bonitinha, e ainda se chama Aoi, que irônico...

Ela riu junto com ele, enquanto eu encarava os olhos daquele macumbeiro que me fez ficar assim — mesmo que eu ainda achasse que fosse um sonho... Um pesadelo.

— É, e Shiroyama nem sabe, vou dar de presente pra ele... — dizia minha noiva, enquanto abraçava Yutaka e lhe dava um selinho.

Que intimidade toda era aquela? Eu só queria entender...

— Já estou te esperando no quarto... — dizia minha noiva.

— Okay... Só vou pegar algumas coisas na cozinha... – avisou Yutaka, enquanto eu os observava, minha noiva indo pro quarto daquele sacana...

— Muito bem, Shiroyama, agora somos somente nós dois... – começou Kai, me pegando no colo. Fui deixando afinal, queria arranhá-lo e tirar aquele maldito \"sorriso lindo” dele – Gostou de virar uma linda gatinha?

Somente esperei ele rir, para me pendurar em suas malditas trancinhas do belo cabelo. Dread o nome daquilo? Sei lá, mas ao fazer isto, consegui arranhar seu rosto pelo menos...

— Tá nervoso por descobrir que sua noiva agora é minha? — riu alto, se direcionando até a janela ainda me segurando – Pois fique sabendo, ela sempre foi!

Então, rindo, me jogou da janela. Encarei seu rosto sem sequer ver ou imaginar o chão. Podia ser alto, mas eu tinha certeza de duas coisas no momento: Voltaria para o apartamento dele para ter vingança e...

GAT0S SEMPRE CAEM DE PÉ.

Notas finais

O que acharam ? Reviews ? Tem gente que esquece que essa fic é YAOI, mas éé ta ?? rs' É que o Aoi não reparou que é mais feminino que parece -Q

http://i38.tinypic.com/2eycdg7.jpg - Dreads do Kai por ti Luiza Paulita <3

amo voces

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.