Nurarihyon + Vampire
6 INTRODUÇÃO: Demonstrações de Afeto
Notas iniciais
CAPITULO VI
INTRODUÇÃO
Demonstrações de Afeto
*
Impressionantes olhos verdes cintilantes corriam por cada palavra impressa sobre as folhas pálidas de seu livro.
Rikuo pegou o apagador e começou a limpar a lousa tentando manter-se ocupado.
A linda garota de longos cabelos rosados sedosos virou outra pagina do livro e franziu a testa, aparentemente em profunda concentração.
O menino continuo com seu trabalho, os kanjis escritos no quadro negro lentamente foram desaparecendo...
A moça mordeu o lábio inferior e virou outra pagina, enquanto lia um fio lustroso de cabelo rebelde caiu sobre seu rosto pálido. A bela jovem colocou-o atrás da orelha.
Rikuo soltou um suspiro indistinguível e continuou apagando a lousa sem perceber que estava limpando o mesmo lugar há longos segundos, seus olhos nunca deixaram a jovem ruiva sentada numa carteira, vários metros de distância.
Soltando um suspiro animado, a primeiro anista sorriu brilhantemente com a compreensão iluminado suas feições angelicais. Seu sorriso radiante fazia o brilho das estrelas parecerem pálidos.
Um ligeiro tom rosado aparece em seu rosto, mas o moreno não percebeu.
– O QUE ESTÁ FAZENDO NURA?
Tanto Moka quanto Rikuo foram surpreendidos pela voz ampliada de Morioka Ginei. A menina soutou um pequeno gritinho e seu livro caiu aos seus pés. Rikuo saltou surpreso e o apagador escapou de seus dedos voando pra cima então aterrissou dolorosamente no topo da cabeça do adolescente antes de escorregar pelos fios de cabelo castanho e cair no chão com um pequeno baque.
– Senpai!- Gemeu com lagrimas de dor nos olhos. Rikuo esfregou a ferida na têmpora com uma careta, ele já podia sentia uma dor de cabeça do tamanho do Monte Tengo começando a se formar.
Gin soltou uma risadinha debochada.
– Não e hora de ficar sonhando acordado, o clube vai começar! Ou... – Gin sorriu maliciosamente para o menino mais jovem que se mexeu desconfortavelmente sobre o olhar perverso do senpai. — Será estava pensando coisas indecentes sobre Moka-san? Pervertido!
O tom de púrpura no rosto do adolescente se aprofundo.
– É-É claro que não! – Respondeu tentando ignorar o constrangimento. – Eu não quero ouvir isso de você! – Acrescentou.
Morioka Ginei apenas riu girando o alto falante que usou para chamar atenção do adolescente mais jovem e colocou-o sobre a mesa. Como sempre, era muito divertido provocar o seu rival! Seus olhos castanhos, finalmente caíram sobre Moka que havia voltado para seu livro, como se nunca estivesse estado lá à seriedade e dignidade do moreno foi completamente esquecida substituída por uma expressão tola de cachorrinho apaixonado, o que era aquilo?
Ele estava...
Babando?
Rikuo não se surpreendeu, quando no meio milésimo de segundos depois o menino lobo estava ao lado (quase em cima) de uma Moka muito desconfortavel.
– Isso e um livro que ensina a pintar Moka-San?! Você está pintando alguma coisa Moka-san?
A garota corou.
– N-Não! Eu... Ha. E-Eu só...
– Incrível! Moka-san ficaria tão sexy só... – E o lobisomem começou a divagar sobre como a menina de cabelos compridos ficaria sexy só com um avental manchado de tinta enquanto pintava um retrato extravagante de Gin. – Eu realmente te amo, baby!
– Kyaa.
Moka soltou um grito quando Gin tentou beijá-la, ela se esquivou e fugiu rapidamente do alcance do menino lobo fan-boy que começou a persegui-la em volta da carteira gritando em altos pulmões “Eu te amo” ou “Saia comigo Moka-san!”, Gin nem notou sua calda abanando animadamente em suas costas.
Rikuo sinceramente não sabia se revirava os olhos ou ria da situação francamente cômica. Então ele simplesmente cruzou os braços e encostou-se na mesa de Nekonome-sensei tentando ignorar a estranha fisgada em seu peito. Isso era muito estranho, será que estava ficando doente? Talvez devesse procurar a enfermaria!? Afinal pontadas no coração não deveriam ser tomadas de animo leve.
Moka deu outro grito quando Gin quase a agarrou.
O ¼ youkai suspirou. De alguma forma misteriosa, ele sempre se surpreendia e (não que fosse admitir) ficava um pouco impressionado como a facilidade do lobisomem manifestar tão abertamente seus sentimentos românticos por Moka, mesmo quando era obvio que estava sendo rejeitado.
Gin-sempai deve ser muito corajoso...
Não. Provavelmente apenas um pervertido muito cara de pau!
– RIKUO-KUN!!!
O adolescente moreno não teve a mesma sorte de Moka. Num minuto ele se voltou para a porta sendo aberta e no próximo houve um borrão azul e seu rosto estava sendo esmagado impiedosamente nos seios almofadados de Kurumu, a succubus de cabelos azuis parecia bastante animada hoje.
–Yeah! Mais um dia com você, Rikuo-kun. Eu, te a–m-o!
Parece que Gin não era o único com facilidade de expressar seus sentimentos. Rikuo suspirou exasperado, quando Kurumu que se recusava a desgrudar-se dele não importa o quanto tentasse escapar.
– Há! Esperem um pouco.
Uma carteira se levantou no ar e despencou sobre a cabeça de Gin, fazendo Moka gritar e se afastar. O nariz do menino mais velho escorria sangue, mais a expressão tola que enfeitava o seu rosto não se abalou.
– Eu não deixarei ninguém colocar as mãos no Rikuo-san e na Moka-san. Irei lutar com qualquer um usando a minha magia.
Kurumu foi tratada com a mesma cortesia, quando uma pá de metal (que Rikuo usara para limpar a sala de aula) se materializou sobre sua cabeça e despencou com um som oco. Rikuo suspirou de alivio quando o aperto de morte da succubus afrouxou e ele foi capaz de respirar novamente.
– Porque eu quero ambos!
Parece que todo mundo por aqui eram muito bons em expor seus verdadeiros sentimentos. Rikuo gemeu e se esquivou quando Kurumu, ainda tonta tentou agarrá-lo novamente.
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