Notas iniciais
Olá meninas, está ai mais um capítulo.
Você vão adorar essa Bella descontraída.

FINAL DO CAPÍTULO ANTERIOR

- Você já esteve alguma vez no apartamento de Jéssica Stanley, Cullen?

Ela cortou os pensamentos dele com essa pergunta.

Ela era durona, mas ia descobrir a maciez que existia por dentro dela, ou ele não se chamava Edward Cullen.

— Não, nunca estive lá durante o período que ela esteve morando por lá, talvez nem antes disso que eu me lembre. Mas vou verificar isso para você também, afinal de contas você deve saber que eu sou o dono daquele prédio.

— É verdade. Já tenho essa informação.

Droga, ela perdeu o trunfo que tinha nas mãos. Não era para ele saber que eu sabia! Droga Bella.

Ele a ouviu bufando do seu lado e sorriu.

*****

Bella passou o resto do dia zangada com a atitude do suspeito. É isso mesmo, de agora em diante ela só iria se referir a ele como suspeito, só iria falar o nome dele quando fosse estritamente necessário. Por que ele tinha que ser tão gentil?

Bella não gostou nem um pouco de se sentir tão vulnerável perto dele.

O desgraçado ainda ousou oferecer uma carona para mim naquele carrão sensacional para leva-la até a Central. Exibido de uma figa.

Bella terminou o relatório que o Comandante McQueen solicitou e seguiu direto para sua casa.

Ao chegar em casa foi para sua cozinha e solicitou para que o seu AutoChef preparasse um café para ela.

— Meu bom Deus que lama é essa? – Ela falou quando provou um gole do café. – É Bella, sua vida se resume em antes e depois daquele café. Mas se eu só tenho você laminha é com você eu tenho que me contentar.

Ela seguiu para a sala para trabalhar mais um pouco. Mesmo fora do horário de trabalho ela não parava até achar um fio solto nos casos que pesquisava. Era isso que a tornava a melhor.

— Liberação para Swan. Conexão ao Código Cinco, senha 36177R. Abrir o arquivo Stanley.

Comando de voz e senha reconhecidas, Swan. Pode prosseguir com a pesquisa.

A voz do computador soou clara e perfeita.

— Agora abra a subpasta Cullen. O suspeito era conhecido pela vítima e segundo a fonte A, Consultor de beleza, a vítima mantinha um desejo pelo suspeito. Ele tinha todas as qualidades necessárias para ser um parceiro sexual para a vítima. Portanto a possibilidade de um envolvimento emocional entre o suspeito e a vítima era relativamente elevada.

Ela ia recitando enquanto o computador ia mostrando os dados já existentes e gravava o que ela ia acrescentando.

— Ele tinha uma ótima oportunidade de cometer o crime. – Ela continuou sem quebrar seu raciocínio. – Ele era dono do prédio no qual a vítima residia e tinha acesso tanto ao apartamento quanto a estrutura de segurança do local. Não possui um bom álibi para a noite do crime, para as horas antes e depois. Isso o deixa livre para sair e cometer o crime e ainda alterar os discos das câmeras de segurança. O suspeito também possui uma enorme quantidade de armas, incluindo o modelo que foi usado para matar a vítima. Ele ainda afirma que é um perfeito atirador.

Ela parou para massagear o pescoço e pensar sobre a personalidade dele.

— O suspeito possui uma personalidade forte. É arredio, possui uma confiança incrível e uma inteligência enorme. Possui uma linha muito fina que liga uma agressividade capaz de qualquer coisa e uma capacidade de se manter calmo e sutil.

— Um motivo...

Bella não conseguia pensar em um motivo que fizesse um homem como Edward Cullen assassinar Jéssica Stanley. Ela começou a andar em círculos pela sala tentando clarear seus pensamentos. Por que um homem como ele mataria alguém? O que o levaria a tal ato? Dinheiro? Não. Ele tinha muitas maneiras de conseguir dinheiro e um bom status. Ela teve prova disso hoje.

— O suspeito acha que a moral é algo pessoal e não legal, ou seja, algo que a justiça possa intervir. — ela continuou. – Sexo, álcool, drogas, armas, tabaco. Tudo isso foi banido na sociedade. Assassinar uma acompanhante licenciada, neta de um Senador bastante conservador. Usar uma arma que foi proibida na sociedade para cometer o crime. Esses seriam bons exemplos das falhas que existem no sistema de acordo com o suspeito.

Ela parou de circular pela sala e sentou novamente de frente para o computador.

— Autoindulgência. – falou sorrindo para o computador. – É esse o motivo. Por favor, qual a probabilidade de Edward Cullen ser o assassino de Jéssica Stanley após todas essas informações?

O computador fez um barulho que a lembrou de que ela tinha que trocá-lo o mais rapidamente possível. Ela na verdade estava precisando de um computador novo para sua sala lá na Central também. E claro, um carro bem melhor, que não a deixasse na mão sempre.

Probabilidade de Edward Cullen ser o autor do crime, considerando os dados e as suposições apresentados: 88,7%.

É isso Bella, é possível sim que ele seja o assassino, mas, por que não entra na sua cabeça? Por que você não consegue vê-lo atrás daquela câmera apontando uma arma para aquela garota? Ele teve os meios para fazer aquilo, teve todas as oportunidades.

— Mas por que droga eu não acredito que ele tenha feito isso? – Ela se perguntou derrotada.

Mas ela não podia parar por causa disso. Se ela conseguisse mais dados ela poderia solicitar uma avaliação psiquiátrica dele. Seria um tanto quanto interessante ter a mente de Edward Cullen invadida. Quais segredos seriam descobertos naquela mente?

Ela repensava todo o caso quando a campainha toca interrompendo seus pensamentos.

— Quem seria uma hora dessas? Será que eu não posso ficar em paz nem na minha casa? Arquivar dados pesquisados e desligar computador por comando de voz. Código Cinco, Swan. Desconectar.

O computar salvou os dados e apagou automaticamente.

Bella deu uma olhada na tela de segurança que havia do lado da porta e no mesmo instante sorriu. É incrível como ela tinha o poder de expulsar toda a tensão que ela sentia por causa do trabalho.

— Oi, Rose. – Bella falou sorrindo para a amiga e dando espaço para que ela entrasse.

— Fala sério. Você esqueceu Bella. – Rosálie Hale entrou como um furacão na casa e foi direto se jogar em cima do sofá. Ela estava cheia de pulseiras que faziam um barulho irritante toda vez que ela mexia os braços. Os cabelos estavam com um tom de roxo, totalmente diferente do vermelho brilhante da ultima vez que tinha visto a amiga. Ela jogos os cabelos lisos para trás enquanto olhava com cara de raiva para Bella.

— Claro que eu não esqueci Rose. – Bella falou indo sentar perto da amiga. – Mas, do que mesmo que eu não esqueci? – Ela perguntou com cara de boba.

— Ah Bella. A gente tinha combinado de jantar fora, dançar, se divertir, tirar o atraso com gatões por ai. – Rose falou enquanto levantava e ia até a cozinha para ver se tinha algo para beber. Voltou com uma garrafa de vinho de se jogou no sofá de novo. Cinquenta quilos cobertos com uma roupa colada que brilhava mais do que todas as estrelas.

Mesmo depois de alguns anos de amizade, Bella ainda não conseguiu se acostumar com a forma espontânea da sua amiga.

— Bella, para tudo. Você não ousaria sair de casa com esse conjunto brega que você está usando?

Bella olhou para a roupa que usava e se sentiu completamente feia. Ela sempre se sentia assim quando sua amiga estava por perto.

— Não. Eu não sairia de casa com essa roupa. – Bella falou derrotada.

— Eu sabia. Você esqueceu mesmo do no encontro.

— Desculpa Rose. Mas, você está linda com essa... roupa. – Ela falou enquanto avaliava se aquilo era mesmo uma roupa.

Sem dúvida. Fazia exatamente seis anos que Bella havia prendido Rosálie Hale quando esta roubava os turistas na cidade. Ela era boa com as mãos, mas Bella era melhor com os olhos e assim a levou para a prisão. Desde aquela época Rose sempre esbanjou beleza. Elas se tornaram grandes amigas desde então.

Bella não tinha muitos amigos civis e aquela amizade era uma das coisas que ela mais prezava em sua vida.

— Bellinha, você parece está exausta. – Rose falou olhando atentamente para a amiga. Não escondeu na voz a preocupação.

Bella a havia salvado. Ela nunca ia ter como pagar por isso.

— Amiga, nessa sua roupa feia está faltando um botão.

As mãos de Bella automaticamente foram parar na blusa e ela constatou que estava realmente faltando um botão.

— Inferno. Eu sabia que essa porcaria ia acabar caindo.

Bella tirou a blusa a jogando para bem longe e ficou com uma camiseta simples que estava por baixo

— Olha só Rose, eu realmente esqueci nossa saída para dar uns pegas nos gatões por ai. Eu peço que você me desculpe, mas eu estive muito ocupada hoje.

— Isso tem alguma coisa a ver com o meu casaco que você pediu emprestado para usar hoje?

— Sim. Obrigada amiga, ele quebrou um galhão.

— Então era assunto de polícia. E eu aqui pensando que você tinha perdido esse botão dando um amasso por ai com algum Deus grego. Bella você precisa parar de se envolver com marginais amiga ou você vai acabar surtando.

Bella pegou a garrafa de vinho e colocou um pouco para ela em um copo. Sentou no chão perto da amiga.

— Bem que eu tentei sair com aquele fotógrafo que você me apresentou. Ele não era criminoso, mas era uma babaca de carteirinha. – Bella falou rindo.

— Ai amiga isso faz mais de quatro meses. Você é muito exigente sabia?

— Considerando que ele queria que eu fizesse uma tatuagem na bunda e que eu fotografasse para ele pelada na sala onde eu trabalho, quatro meses é um período bem curto. — Ela falou olhando para amiga que segurava o riso.

— Sério Bella, ia ser tão engraçado! Você precisa de mais diversão na sua vida. – Ela falou não conseguindo mais segurar a gargalhada.

— Se é de diversão que eu preciso, eu vou lá trocar de roupa para a gente poder sair. – Bella falou levantando.

— Escuta só Bellinha, eu sei que você não está com nem um pouco de paciência para sair e se esfregar com os gatões por ai, por isso eu vou pedir comida mexicana pra gente comer aqui. Vai lá tirar essa saia horrorosa.

— Sério mesmo Rose, você faria isso por mim?

— Claro. Vai lá tomar um banho e trocar de roupa.

Bella foi correndo para o quarto para tirar aquela roupa com cheiro de cemitério. Como adorava aquela amiga louquinha. Ela seria capaz de qualquer coisa para fazer Rose feliz, até encarar uma boate lotada de pessoas gritando e se espremendo. Mesmo depois de chegar de uma viagem para assistir o enterro de uma pessoa.

— Sabe Bella, eu estou precisando mesmo sentir outros ares. Já passo tempo demais dentro de uma boate cantando. Tudo bem que eu amo o meu trabalho, principalmente agora que eu assinei contrato por mais um semestre na boate. – Ela berrava para a amiga que estava tomando banho. – Sou uma mulher de negócios agora.

— Tá certo mulher de negócios – Falou após sair do banho e ir para sala com uma roupa bem leve. – Agora me diz você ainda está envolvida com aquele massagista?

— Não mesmo. Tudo bem que ele tinha umas mãos me faziam sentir um orgasmo só de tocar em mim. Mas, Bella ele queria casar, você acredita nisso?

— Bandido. – Falou tomando um gole de vinho.

— Os homens são uns porcos mesmo. – Rose falou indo em direção à porta para pegar a comida que tinha chegado. – Enquanto a você? Está suando muito a camisa para manter a ordem na cidade?

— Você nem imagina o quanto. Rose, você trancou a porta direito? Acionou o alarme?

— Ai Bellinha. Claro que sim, você está muito nervosa hein.

— É que o caso que eu estou trabalhando está me deixando tensa.

A campainha tocou novamente e isso deixou a Tenente mais alerta do que nunca. Ela pegou a arma que estava na mesa e se postou atrás da porta. Pediu que a amiga olhasse na câmera para ver quem era.

— É o entregador. – Rose falou.

— Abra a porta bem devagar. – Bella falou ainda empunhando a arma.

Rose abriu a porta e demorou alguns minutos em uma conversa. Bella abaixou a arma e saiu de trás da porta e viu quando o garoto estava vermelho de vergonha por causa da sua amiga.

— Ah Rose, deixa o garoto em paz. – Ela falou enquanto segurava o pacote que ele trouxe.

— Você veio de brinde junto com o pacote coisa linda? – Rose perguntou para o garoto que se afastava morrendo de vergonha.

Bella puxou a amiga para dentro e trancou a porta lingando os alarmes logo em seguida.

— Você é uma pervertida Rose. – Ela falava enquanto ria da cara de tristeza feita pela amiga.

— E você é uma estraga prazeres. Eles são uns fofos nessa idade não são? – Ela falou sonhadora. – Vai, olha logo o cartão e vê quem mandou esse presente?

Bella pegou o cartão e leu o que estava escrito. Ficou pasma com o que leu.

— Edward Cullen. – Rose leu e soltou um grito histérico. – Edward Cullen, aquele que é extremamente lindo, gostoso, sexy, podre de rico e que possui trinta por cento de tudo que existe na face dessa terra e em seus satélites?

— Eu só conheço um. Então só pode ser ele. – Bella falou bufando de raiva.

— Bella, Bellinha, Bellão! Nossa como eu me enganei com você. Enganei-me completamente. É por isso que você não dá chance para nenhum reles mortal. Você está saindo com o Edward Cullen. Conta-me tudo, todos os detalhes. Você está fazendo sexo com ele?

— Ok. Você venceu. Há exatamente dois anos eu estou saindo com ele e fazendo um sexo ardente, que você nunca pensou em fazer nesses seus sonhos pervertidos. E nessas nossas noitadas delirantes acabamos por encomendar nosso filho que por sinal esta agora morando fora do planeta sendo educado por padres franciscanos.

Bella falou e como viu que a cara da sua amiga demostrava que ela estava quase acreditando, resolveu desmentir.

— Te controla mulher. Claro que eu não estou saindo com ele. Eu o conheci por causa do caso em que eu estou trabalhando. – Ela falava e balançava o embrulho tentando identificar o que havia ali dentro. – E antes que você me faça qualquer pergunta, o caso é assunto confidencial.

— Tá bom. Mas me diz uma coisinha só. Ele é tão bonito pessoalmente quanto falam? – Ela perguntou sonhadoramente se jogando no sofá.

— É sim. Ele é tudo e um pouco mais. – Ela falou lembrando o rosto dele.

— Ai meu bom Deus. Acho que acabei de ter um orgasmo. – Rose falou gargalhando com a cara que a amiga fez.

— Quer parar de ser palhaça por um minuto apenas. – bela falou com raiva e jogou o embrulho em cima da mesa. Ficou olhando para ele como se só com o olhar fosse capaz de descobrir o que tinha ali dentro. – Agora me Rose. Como foi que ele descobriu onde eu moro? Sim, por que pelo que eu saiba o endereço de policiais não é tão fácil de descobri assim não. O que ele que com isso? Me mandando presentes como se eu fosso sua mulherzinha.

— Ai Bella, para de ser chata e abre logo esse negócio. Vai ver ele te mandou uma joia, isso mesmo. Uma joia linda. Vai ver ele achou você atraente. Sabia que existem homens que gostam de mulheres frias, duras e misteriosas assim como você. – Rose pegou o embrulho impaciente e rasgou o papel que o envolvia sem nenhum pingo de remorso.

— Que porcaria é essa? – Rose perguntou olhando o que tinha nas mãos.

Bella já conseguia sentir o aroma que invadia toda sua sala. E não conseguiu resistir. Pegou o embrulho das mãos da amiga e sorriu abertamente.

— É café! – Ela falava e cheirava o pacote, enquanto rodopiava pela sala. – É café, café.

— Para tudo. O cara tem mais dinheiro do que todo ser humanos juntos na face dessa terra e manda pra você a droga de um saco de café? Bella, uma mulher precisa de joias, precisa de brilho.

— Não eu Rose. Não essa mulher aqui. O presunçoso sabia direitinho como me fazer balançar. – E conseguiu. Foi o que ela pensou.

******

Bella se presenteou com um gole daquele líquido divino logo pela manhã antes de ir trabalhar. Seguia para a Central com o aquecedor do carro sem funcionar e fazendo um barulho irritante, mas nem isso tirava o sorriso que aquele café colocou no seu rosto.

O sorriso ainda estava presente no seu rosto quando encontrou o seu parceiro Charlie e seguiam juntos para a sala dela.

- Posse saber o que a minha dedicada parceira tomou hoje no café da manhã para está tão alegrinha agora?

- Pode sim parceiro. Eu simplesmente tomei café. – Falou sorrindo. – Agora me fala, você conseguiu encontrar algo novo?

- Fiz uma pesquisa detalhada sobre os pais de Jéssica Stanley e sobre o restante da família. – Ele entregou para ela um disco com todos os dados da pesquisa. – Dei uma fuçada também na vida do tal assessor, o Michael. Também não achei nada que o comprometa. Ele fazia parte de um grupo militar denominado Rede de Controle.

- Eu já ouvi falar desse grupo, mas não estou bem lembrada. – Falou ela sentando próxima a sua mesa.

- Deve ter ouvido durante as aulas de história. Esse grupo já não existe há muito tempo.

- É verdade. Você acha que o Michael pode está envolvido ainda com um grupo dessa espécie?

- Não. Acho que agora ele só quer sugar o poder do Senador. – falou Charlie pensativamente.

- Bom. Mas o desgraçado tem um álibi, que é dado pelo próprio Senador. Eles estavam trabalhando juntos na noite do crime. – Bella acessava os dados que o Charlie entregou. – Tem mais algo pra mim?

- Damon Salvatore. Dei uma pesquisada sobre ele também, mas ele está tão limpo como um bumbum de neném após o banho. Vou continuar olhando os registros da vítima para ver se encontro algum fio solto.

- Se encontra Charlie, agarre bem firme e puxe.

- Pode deixar Swan. Eu ainda estou trabalhando em Edward Cullen, mas nunca encontrei tantas barreiras na minha vida. Ele tem uma vida bem obscura para querer mantê-la assim tão escondida. Mas vou continuar tentando. – Falou ele segundo em direção à porta.

Quando ele saiu da sala ela colocou o computador para pesquisar mais dados.

- Continua Charlie, cave por cima que eu me encarrego de cavar por baixo dele.

Bella colocou para pesquisar o nome e o endereço de seu prédio. A seguir perguntou quem era o proprietário. E a foi bem a que esperava: Edward Cullen.

Notas finais
E ai? O que vcs acharam?
Comentem...você gostaram da Rose? Vcs ainda vão se divertir muito com ela.
Bjos e até mais.