Novos Heróis - 3ª Temporada [Interativa]
4 Capítulo 4 - Ataques
Notas iniciais
Eu estou tão ocupada com isso que nem tenho tempo de responder os comentários, mas saibam que eu li todos e fico feliz que estejam gostando da estória.
Logo a CaleidoscópioGold vai voltar e escrever mais capítulos. Espero que gostem desse, com a aparição especial da personagem enviada por SamuelJr.
– Já chegamos? — Dean perguntou, mais uma vez. Damian, que dirigia o carro que eles alugaram, já estava perdendo a paciência.
– Isso não teve graça nas últimas quinze vezes, imagina agora! — ele disse.
– Estamos nesse carro a duas horas! Por que não fomos de avião? — Dean reclamou.
– As passagens estavam esgotadas e nós não temos tempo a perder. — Marlena disse. Ela, Dean e Damian iam em um dos carros, enquanto Renata, Summer e Chiara iam no outro. As meninas queriam que Damian e Dean voltassem a ser amigos, mas toda vez que os colocavam juntos, eles brigavam.
Quando chegaram a um enorme prédio no centro da cidade, eles desceram e adentraram no local. Lá, tinham várias pessoas que entravam e saiam a todo momento. Os heróis demoraram para encontrar o elevador, por conta do local ser muito grande, e quando acharam, subiram para o último andar.
– Nossa, nunca imaginei que ela estivesse aqui. — Renata disse.
– Ela trabalha aqui desde que a saiu da equipe. — Damian falou.
– Será que ainda está com raiva de mim? — Dean disse, um pouco amedrontado.
– Eu estaria. — Summer disse. Quando as portas se abriram. eles viram uma garota loira conversando com alguns homens de terno. Quando os olhos dela pararam nos heróis, sua expressão mudou. Ela andou na direção de Dean com os punhos cerrados.
– Calma, calma! — ele saiu correndo pela sala e ela foi atrás dele.
– Idiota! — ela gritou.
– Alguém concorda comigo. — Damian riu. Marlena andou até ela e a segurou.
– Carol! Mantenha a calma! — a heroína falou.
– O que vocês estão fazendo aqui? — Carol gritou, ainda com raiva.
– Vamos conversar sobre isso quando estiver mais calma. — Renata falou.
– Vou ficar calma quando acabar com a raça desse Iron bobo!
– Oh menininha pra guardar rancor. — Dean disse.
– Percebi que todos da equipe vão reagir da mesma forma quando encontrarmos com eles. — Chiara comentou. Eles foram para o escritório de Carol.
– Como conseguiu trabalhar aqui? Só tem vinte e dois anos. — Summer perguntou.
– Eu sou só uma assistente. Quando terminar a faculdade de administração vou ser promovida. — Carol disse, se sentando em um sofá que tinha na sala. — Então, podem começar a se explicar.
– Vamos reunir a equipe de novo, e queremos você nela. — Marlena disse.
– Nem morta! — Carol se levantou bruscamente. — Vocês sabem o que aconteceu da última vez, e eu não achei nada legal.
– Damian descobriu um grupo de assassinos que está matando vilões. — Renata disse.
– O seu namorado é um vilão, vai querer que ele morra? — depois que Dean disse isso, Carol fuzilou ele com o olhar.
– Ele não é mais o meu namorado. — ela respondeu, friamente.
– Mandu bem. — Chiara disse, ironicamente, e Dean deu língua para ela. Quando Summer ia falar alguma coisa, alguém entrou na sala.
– Desculpem, eu não sabia que estava ocupada. — a pessoa entrou, e quando ela fez isso, Damian e Dean ficaram de queixo caído. Era uma mulher, alta, com cabelos longos e pretos, olhos azuis e um corpo perfeito.
– Sem problemas Samantha, eles já estavam de saída. — Carol virou as costas para os heróis e se aproximou de Samantha.
– Eu só preciso que me ajude a preencher essa papelada. — ela disse. Carol começou a assinar alguns papéis, e enquanto isso, Samantha acabou olhando para Damian e deu um sorriso tímido. Marlena percebeu isso e deu um tapa na cabeça do namorado. — São seus amigos?
– Não. — Carol respondeu.
– Não pode ficar chateada com a gente para sempre. — Dean disse. Antes que Carol respondesse, Damian interferiu.
– Vocês ouviram isso? — ele se aproximou das janelas.
– Não temos super audição. — Chiara falou.
– Isso parece ... — ele olhou para frente na janela e viu um pequeno míssil, como um tiro de bazuca, vindo na direção deles. — Abaixem! — ele gritou. Todos se jogaram no chão e o míssil passou voando pela sala e explodiu a porta.
Segundos depois, homens armados e trajando preto, entraram na sala e começaram a atirar para todos os lados. Dean protegia o rosto colocando sua prótese de metal na frente dele, enquanto Marlena fez um campo de força em volta dela, Summer e Renata.
Um dos homens apontou a arma para Samantha e ao ver isso, Damian correu para frente dela e recebe o impacto da bala, que não fez nenhum estrago. Em seguida, o herói pegou a arma do homem e a dividiu ao meio.
Carol derrubou alguns dos homens, apenas com socos. Chiara estava no chão, atrás do sofá, quando viu Dean se aproximar.
– Tudo bem? — ele perguntou.
– Estou. Quer ver uma coisa muito legal? — ela sorriu. Ele a encarou, confuso, e então, Chiara se levantou e seu corpo assumiu uma colocação azulada, como se fosse energia pura. Ela parecia ter se transformado em um raio. Logo, se distribuiu em partes menores, atingindo cada homem armado e os fazendo tomar um choque enorme.
Quando viu que tinha derrubado todos, voltou a sua forma normal.
– Desde quando você faz isso pirralha? — Dean disse, boquiaberto.
– Descobri isso à dois anos. — ela riu.
– Quem eram eles? — Renata perguntou, olhando um dos homens caídos no chão.
– Provavelmente assassinos. Do mesmo grupo que o Damian viu naquele galpão. — Marlena disse.
Damian ajudou Samantha a se levantar, e quando fez isso, ela o abraçou com força, deixando o herói surpreso.
– Muito obrigada por me salvar. — ela disse.
– É todos estamos agradecidos. — Marlena separou os dois. — Agora que ela sabe que somos super-heróis vamos ter que matá-la.
– Menos Marlena. — Damian disse.
– Vocês são a Legião! — Samantha falou, animadamente. — Eu era uma grande fã de vocês.
– Estamos ficando sem tempo! Carol, concorda em voltar para a equipe, ou não? — Marlena disse, irritada.
– Depois disso, acho que a coisa está mesmo séria. — a loira pensou um pouco. — Eu volto, mas só até resolvermos isso. Depois, eu não quero mais ver a cara desse babaca de lata! — ela apontou para Dean.
– Grossa! — ele disse, saindo da sala.
– Vamos logo, ainda temos que encontrar os outros. — Summer também saiu da sala e foi seguida por Carol, Chiara e Renata. Samantha deu um beijo na bochecha de Damian e depois deixou a sala. Marlena ficou de braços cruzados olhando para ele.
– O que foi? — ele perguntou.
– Não fala comigo. — dizendo isso, ela saiu da sala.
– Marlena ... — ele foi atrás dela.
***
Samantha pegou um celular que tinha no bolso e ligou para Ryan.
– Eles caíram na sua atuação? – ele perguntou.
– Sim. Os homens que você mandou eram muito incompetentes. Vamos ter que fazer o trabalho com as nossas próprias mãos. — ela falou. — Espero que não me decepcione mais uma vez.
– Não vou. Mandei alguns dos nossos para matar a Sombra e o Devastador. Eles já devem ter feito o serviço.
– Assim espero. Vou seguir esses heróis. Parece que consegui deixar alguém com raiva. — Samantha sorriu, então desligou o telefone.
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Nova York
– Vamos logo! — Devastador disse.
– Espera, eu já vou! — Sombra falou, enquanto terminava de passar o rímel.
– A reserva é para as oito, já são sete e cinquenta. — ele foi até o banheiro e ficou parado na porta.
– O restaurante é aqui do lado. — ela colocou a maquiagem na bolsa e andou até o lado de fora. Eles saíram do apartamento e andaram até o restaurante mais próximo.
– Sabe o que estão dizendo? — Devastador disse, se sentando a mesa.
– O quê? — Sombra perguntou.
– Que tem um grupo de assassinos que mata vilões. — ele riu.
– Acha que é mentira?
– Acho que é bobagem. Vou fazer questão de matar cada um deles.
– Tem medo de morrer primeiro? — Sombra sorriu.
– Só não gosto que roubem o meu posto de assassino. — ele também sorriu. — Sabe que estão nos seguindo.
– Desde que saímos lá de casa. — Sombra olhou discretamente para o lado, onde viu dois homens vindo na direção deles. — Posso cuidar deles?
– Vamos ver se consegue. — Devastador se acomodou na cadeira e ficou olhando para ela. Quando um dos homens chegou perto o bastante e apontou uma arma para a cabeça dela, Sombra empurrou a cadeira no pé dele e em seguida, tomou a arma de suas mãos, tirando a munição e a acertando na cara dele e o assassino caiu na mesa ao lado.
O segundo tentou dar um soco nela, mas a vilã se esquivou e bateu com a cabeça dele na mesa. Depois lhe deu um cotovelada nas costas e o jogou para o lado.
– Nada mal. — Devastador disse, então pegou uma pistola e atirou em um cara que estava no fundo do restaurante, que a essas alturas já estava vazio, segurando uma metralhadora apontada para Sombra. — Esqueceu de um.
Sombra revirou os olhos, então pegou um dos homens pelo colarinho e o ergueu acima do chão.
– Quem te mandou? — ela perguntou, em um tom ameaçador. O homem mordeu algo em sua moca e uma espuma branca começou a sair dela. Isso também aconteceu com o outro.
– Eles se auto envenenaram. — Devastador olhou para os assassinos. — Estamos lidando com profissionais.
– Eles tentaram nos matar. Desgraçados! — Sombra largou o corpo do homem no chão.
Devastador pegou um comunicador articular e o colocou no ouvido.
– Temos problemas. — ele disse.
– O que é dessa vez? – uma voz irritada disse do outro lado da linha.
– Tentaram nos matar. — ele respondeu.
– Uma pena não terem conseguido. — ela riu.
– Convoque uma reunião da Liga dos Assassinos e vamos decidir o que fazer com esses idiotas que se acham bons o bastante para tentarem me matar. — ele falou, com raiva.
– Eu já ia fazer isso. O babaca do Corvo está me perturbando a semanas dizendo que aconteceria isso. Eu vou falar com os outros.
– Estarei esperando Elena. — dizendo isso, ele desligou.
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