Notas iniciais
Desculpem pelo inconveniente da outra fic, mas aqui está o primeiro capítulo da fic que vocês me ajudaram a criar. Se tiverem alguma reclamação, podem me mandar pelos comentários ou por MP.

Pov — Damian

– Por favor pai! — eu disse, enquanto descíamos para a batcaverna.

– Já disse. A resposta é não. — eu detestava quando ele era tão teimoso. Preferia quando minha mãe estava aqui, ela conseguia deixar ele bem menos rígido.

– Você está ferido! Não pode lutar, mas eu posso. — apontei para o grande corte profundo em sua perna, resultado da última briga com o Coringa. Ele já tinha enfaixado, mas continuava sangrando.

– Não vou deixar você lutar contra ela sozinho. — ele falou, se sentando na frente do grande computador.

– Se não fizermos nada ela vai roubar todo o dinheiro do banco! Você sabe que eu posso ajudar. — Ele pensou um pouco e assentiu com a cabeça. Eu sorri, então vesti a roupa e vigilante que eu mesmo tinha feito. Uma roupa parecida com a do meu pai (sem a capa), só que cinza e com um morcego preto contornado de azul no peito.

– Se as coisas começarem a dar errado, quero que volte imediatamente para a caverna — ele me entregou uma máscara que cobria meus olhos. Eu, então, peguei minha moto preta e fui na direção do banco nacional de Gotham.

Bruce era do tipo "pai super protetor", algo que muita gente duvidava. Ele e minha mãe eram e ainda são colegas de equipe. São um dos sete membros fundadores da Liga da Justiça. Muitos nunca poderiam imaginar que meu pai, o Batman, se apaixonaria pela Mulher-Maravilha, mas aconteceu, e aqui estou eu. Thomas Damian Wayne. Filho de Diana Price e Bruce Wayne. Apesar de ter herdado os poderes da minha mãe, eu só os uso em último caso. Não gosto de dizer que estou acima das pessoas normais. Quero que ela pensem que eu sou igual a ela, e que não precisem ter medo de mim.

Assim que cheguei, vi que o local já estava cercado por policiais. Como não quis chamar atenção, entrei pelos fundos, sem deixar que ninguém me visse. Assim que entrei, vi algumas pessoas amarradas e vários homens apontando armas para suas cabeças. Ele usavam máscaras de palhaço, típico dela.

– Achei que o Bat-bobo viria — ouvi a voz de Ás bem atrás de mim. Assim que me virei, levei uma martelada. Eu detestava aquele cavalinho de chumbo que ela usava como martelo. — Eu aposto que ele ainda está bem machucadinho depois da última brincadeira com o meu papai, não é? — ela se aproximou de mim, com aquele sorriso psicótico que ela tinha herdado do Coringa. — Eu queria matar o Batman, mas acho que vou ter que me contentar em matar você B-boy HáHáHáHáHá!!!

– Vamos ver se consegue. — eu me levantei, jogando cinco batarangues em Ás. Ela desviou todos com seu martelo, então tentou me acertar mais uma vez, sem sucesso. Eu segurei o martelo e a forcei a solta-lo.

– Ah! Não pegue meus brinquedos sem a minha permissão! — ela pegou um bule de chá de metal, então o apontou para mim. Não entendi muito bem o que era aquilo, até que a tampa se abriu e, de lá, um pequeno míssil foi lançado. Por conta dos meus reflexos, consegui desviar, mas foi por um triz. — Fique parado para que eu possa te acertar fedelho! — ela gritou, colocando outro míssil no bule de chá.

Eu estava pronto para lançar uma corda de arame nela, quando vi alguém entrar pela janela. Era uma menina de cabelos loiros, alta e usava uma roupa preta com uma capa. Nunca havia a visto em lugar algum. A garota misteriosa apareceu do meu lado, e sorriu para mim.

– Quem é você? — perguntei, um pouco confuso.

– Blackbat. E você?

– Nighbat. — eu disse, friamente. Esse lado eu puxei o meu pai. — O que pensa que está fazendo aqui? Eu posso cuidar disso sozinho!

– Eu vi um tumulto, então resolvi vir ajudar. — ela sorriu. Eu não precisava da ajuda daquela amadora. Ela só me atrasaria. E poderia se machucar se continuasse ali. De repente, vi Ás apontando o bule de chá para Blackbat e joguei um batarangue na mão dela, fazendo com que ela soltasse a arma.

– Aie! Isso não é justo! Palhaços! — ela se virou para os capangas — Eu quero purê de morcego para o jantar! — ao ouvirem isso, ele começaram a atirar em nós. Blackbat levantou voo e estendeu a mão para que eu fosse também, mas eu mesmo conseguia voar. Nós ficamos atrás de uma pilastra.

– Qual é o plano? — ela perguntou.

– Você fica fora do meu caminho e eu cuido da Ás.

– Por que você é tão arrogante, garoto?!

– Eu? Arrogante? A única arrogante aqui é você! Quem te deu o direito de se intrometer na minha cidade? — eu comecei a ficar com raiva dessa menina abusada.

– Não é sua cidade! Eu posso fazer o que eu bem entender! Observe — ela saiu de detrás da pilastra e andou na direção dos capangas de Ás, que ainda atiravam em nós. Tive quase certeza de que ela seria metralhada, mas ao invés disso, as balas recocheteavam.

– Campo de força — eu disse a mim mesmo. Ela chegou perto de Ás, então lhe deu um soco. A menina caiu no chão, inconsciente. Logo depois, ela derrubou todos os capangas da Ás apenas com socos e chutes. Eu nunca vi ninguém lutar tão bem assim, mas é claro que eu não iria falar aquilo para ela.

– Ainda acha que eu não sirvo para a sua cidade? — ela disse, com um sorriso no canto dos lábios.

– Hump. — eu peguei Ás no colo e a levei para o lado de fora. Ela foi levada direto para o Arkham, e não sairia de lá por um longo período de tempo.

– O que vai fazer agora? — Blackbat se aproximou de mim.

– Patrulhar a cidade. — eu falei, friamente.

– Posso ir junto?

– Não.

– Ótimo, então eu vou — ela sorriu, então levantou voo. Eu não tive escolha, se não deixar que ela me acompanhasse.

Pov — Lily/Ás

Eu estava desenhando um arco-íris na parede da minha cela. Eles tinham me dado giz de cera para passar o tempo. Era bem divertido, mas não tinham todas as cores. Eu queria ter o vermelho, mas eles não me deram o vermelho.

Eu ouvi alguns barulho vindos do lado de fora da cela. Vi luzes azuis e gritos. Então uma moça alta e com uma roupa engraçada entrou na minha cela.

– Lily Quinzel? — ela perguntou.

– Sou eu — eu disse, sem parar de desenhar na parede.

– Eu me chamo Elena Lokidottir, filha de Loki Laufeyson. Vim lhe fazer uma proposta irrecusável. — eu notei que ela tinha uma grande espada na mão. Andei na direção dela, peguei a espada, então fui até o lado de fora da cela e cortei a garganta de um dos guardas. Andei na direção da parede, com a espada ensanguentada e passei o sangue pelo meu arco-íris.

– Vermelho! — eu disse, dando pulos de alegria. Ela pareceu não ter entendido nada. — Tudo bem. Que proposta é essa?

– Você gostaria de se juntar a minha Liga de Assassinos?

– Parece ser divertido! Estou dentro!

– Então venha comigo. Hora de encontrar os outros. — ela estendeu a mão para que eu segurasse.

– Outros?

– Os mais perigosos vilões que o mundo já viu.

Notas finais
Nightbat/Damian: http://images.buddytv.com/Mix-94-1-presents-Th/btv/1/-99713473/1/434/593/0.jpg Blackbat/Marlena: http://weheartit.com/entry/64783265?pgx=InfiniteScroll Roupa: http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/1/1d/Batgirl_film.jpg Às/Lily: http://www.procosplay.com/images/image/201205/Alice3.jpg Armas: http://2.bp.blogspot.com/-ouJGBFDeh5I/TwfUqDHbwvI/AAAAAAAAALM/D3xG6qEebZE/s1600/AMR-weapons.png Elena/Fênix de Gelo: http://hqcelebrity.org/displayimage.php?album=70&pid=401168#top_display_media Roupa: http://images2.wikia.nocookie.net/__cb20121214121931/newmarvel/images/2/25/Lady_Sif_(HoA).jpg (sem a tiara).