Novos Heróis - 3ª Temporada [Interativa]
5 Capítulo 5 - Juntos novamente
Notas iniciais
Como estavam ficando sem tempo, Marlena deu a ideia de se dividirem em grupos. Dean, Summer, Chiara e Renata seriam um grupo, enquanto Damian, Marlena e Carol seriam outro.
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– Eles ficaram com o trabalho mais fácil! — Dean reclamou.
– Eu acho que não. Se eles não forem mortos quando chegarem na porta, com certeza vão ser quando entrarem. — Chiara riu.
– Por que nós temos que ir atrás dos três cabeças de gelo e da esquentadinha que gosta de acertar as pessoas/eu com sua espada? — Dean ficou emburrado.
– Você mereceu. — Summer disse, enquanto dirigia. — Chegamos. — ela estacionou o carro ao lado de uma cafeteria que tinha na rua, então, os quatro desceram e entraram no local.
***
– Eu não sabia que faculdade era tão difícil! — Austin reclamou, se sentando a mesa com Natalie, Leena e Lyra.
– Bem-vindo ao meu mundo. — Lyra falou.
– A minha não é tão difícil assim. — Leena disse, tomando um gole de café.
– Pois eu mal posso esperar para as ferias. — ele colocou o braço em volta de Lyra.
– Você estão namorando? — Natalie perguntou.
– Sim. — ele disse.
– Não. — Lyra olhou para ele.
– Decidam-se. — Leena falou, confusa.
– Ele ainda não me pediu. — Lyra disse, então, bebeu um gole do seu chocolate quente.
– Nós já ficamos tantas vezes que eu achei que nem precisava pedir. — ele riu.
– Acha que eu sou fácil assim? — Lyra tirou o braço dele do seu ombro e ficou emburrada. Leena e Natalie deram risadinhas abafadas.
– Você não sabe mesmo lidar com mulheres Austin. — Leena disse, entre risos. De repente, viu quatro figuras familiares entrarem na cafeteria. — Só pode ser piada. — quando ela disse isso, todos se viraram para a porta.
– Uau. Por essa eu não esperava. — Austin se levantou e cumprimentou Dean. — O que fazem aqui? — ele disse, animado por ver o amigo.
– Acho que ele foi o único, até agora, que não está com raiva de mim. — Dean sorriu.
– Chiara? — Leena disse, indo na direção da loira. — Faz tanto tempo! Você está enorme, garota! — ela a abraçou.
– Você também está ótima! — Chiara disse.
– O que fazem aqui? E juntos? — Natalie perguntou.
– Vamos reunir a equipe. — Renata falou, e isso deixou todos surpresos.
– Eu topo. Estava mesmo entediado. — Austin disse.
– Espera, o Dean e o Damian vão estar na mesma equipe? — Lyra se levantou e andou até eles.
– Sim ... Mas eles não estão mais brigando. — Summer mentiu.
– Até parece. — Chiara cochichou.
– Por mim, está tudo bem. — Leena se aproximou de Summer. — Natalie?
– Vocês ficariam perdidos sem mim. — ela sorriu.
– Só falta você Lyra. — Renata olhou para a semi-deusa.
– Não vai rolar. Da última vez ...
– Nós sabemos o que aconteceu da última vez! Eu estava lá! Porque todo mundo fica lembrando disso?! — Dean disse, em um tom mais alto do que ele esperava.
– Se você se lembra do que aconteceu, sabe que essa equipe é um bomba relógio. Literalmente! Se vocês querem colocar a segurança do mundo em risco se unindo novamente, não contem comigo. — ela pegou sua bolsa e saiu da cafeteria.
– Plano B? — Dean olhou para Summer, com um sorriso no rosto.
– Você estava louco para fazer isso, não é? — a ruiva olhou para ele, séria.
– Claro! Ela me acertou com uma espada. Eu guardo muito rancor. — ele andou até o lado de fora. — Ei! Lyra! — ele gritou, a fazendo parar, e quando ela fez isso, ele levantou sua prótese de ferro e um gás saiu dela. Assim que Lyra respirou o gás, desmaiou. Dean a pegou, antes que caísse e a colocou no carro. — Pronto. — ele sorriu, com satisfação.
Summer e os outros saíram da cafeteria e entraram no carro, que era quase uma mini vã, fazendo com que sobrasse espaço com eles lá dentro.
– Damian, conseguímos. Só temos um pequeno probleminha. — Renata disse pelo comunicador.
– Que probleminha? – ele disse.
– Na verdade, vamos ter um probleminha, quando a Lyra acordar. — Dean corrigiu.
– Acho que não vou querer saber sobre o que ele está falando. Já falei com o Henry, e ele vai nos encontrar lá.
– Ótimo. Nos vemos na antiga sede. — Summer disse, voltando a dirigir o carro até o aeroporto.
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Assim que estacionaram o carro na rua, os heróis viram um brilho verde descendo do céu, e quando chegou perto o bastante, Damian viu ser Henry.
– Não esperava receber sua ligação, mas assim que vi o que você queria, vim correndo de Oa. — o Lanterna Verde disse.
– É bom que ver Henry. — Marlena o abraçou, assim como Carol. — Vamos lá. Entrar na toca do inimigo.
– Tem certeza de que temos que entrar ai? — Carol olhou para a casa enorme, mais parecendo uma mansão, na sua frente.
– Só falta ele. — Damian caminhou pelo jardim e parou na varanda, de frente para a porta. Assim que Marlena tocou a campainha, eles viram a porta se abrir, e quem a abrira, olhou para eles com raiva.
– O que fazem aqui? — ela disse, com nojo na voz.
– Viemos falar com o Franklin. — Carol disse.
– O que foi? Vão tentar reunir aquele fracasso de equipe? — ela riu. — Se fizerem isso, podem destruir mais cidades em meu nome? E que o trabalho não me dá muito tempo para ser vilã. — ela continuou rindo. Damian fechou o punho, mas antes que fizesse alguma coisa, alguém apareceu na porta ao lado da mulher.
– Já disse para não ser má com as visitas Elena. — Franklin disse.
– Não são visitas. São seus amiguinhos estranhos.
– Precisamos falar com você, Frank. — Damian disse.
– Claro. Podem entrar. — ele tirou Elena da porta e deixou que os heróis entrasse.
– Deixa eu adivinhar, querem formar a Legião novamente. — o loiro disse.
– Isso. — Marlena confirmou.
– Vocês são uma piada. — Elena disse. — Estou de saída amor. Depois a gente se fala. — ela deu um beijo em Franklin, pegou uma bolsa que estava ao lado de Damian e saiu.
– Por mais que eu odeia admitir, ela tem razão. — Frank se sentou no sofá. — Não que eu não confie mais em vocês, mas é que as possibilidades de você e o Dean brigarem de novo é a mesma de antes.
– Nós não temos escolha. Tem um grupo de assassinos que está matando vilões. — Marlena explicou. — Damian quase foi morto só de lutar com uma deles. Não podemos resolver isso sozinhos. — Frank pensou um pouco, então, olhou para Damian.
– A minha pergunta é: Você vai estar pronto para agir em equipe de novo? — Frank perguntou, mas Damian não respondeu.
– Eu me garanto por ele. Damian e eu nos conhecemos à anos, e eu tenho certeza que o que aconteceu à cinco anos foi só algo provocado pela dor que todos sentimos com o nosso primeiro fracasso. — Henry disse.
– Ele está certo. Tanto a Liga, quando os Vingadores já fracassaram antes, e nós também, porque somos humanos e as vezes, erramos. — Marlena olhou para Damian.
– Tudo bem, eu volto. Por onde começamos? — Frank disse e se levantou do sofá.
– Vamos começar olhando o local para onde a sua noiva foi. — Damian pegou um aparelho em seu bolso e começou a examiná-lo.
– Noiva? Você está noivo e nem me conta Frank?! — Marlena disse.
– Eu ia fazer uma surpresa para vocês, mas já vi que nada consegue surpreender aquele cara. — ele apontou para Damian. — E do que você está falando? Como sabe para onde a Elena foi?
– Eu coloquei um localizador na bolsa dela. — o herói respondeu, calmamente. — Ela foi para Nova York. Na antiga sede da Liga dos Assassinos. Tudo indica que todos eles estarão lá.
– O que você quer que a gente faça? Vá até lá e ofereça a nossa ajuda? — Carol disse, cruzando os braços.
– Eu não vou oferecer ajuda, mas vou avisar que eles tomem cuidado até que tenhamos resolvido tudo. — Damian andou até a porta.
– Eles não vão nos ouvir. Provavelmente vão lutar com a gente. — Marlena falou, seguindo o namorado.
– É por isso que todos nós vamos juntos. — ele pegou o comunicador em seu pulso e disse: — Pessoal, mudança de planos. Vamos para Nova York.
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