Nova Hogwarts
20 Tudo estava acabado.
Babs estava atrás de uma pilastra pensando num jeito de destruir a Ruína, ela sabia que mesmo que a cortasse toda a maldita poderia se transformar em pedra e depois em cimento e se reconstruir de novo. Basicamente a Ruina era uma espécie de Majimbu do Dragon Ball, vc poderia tentar destruí-la que ela voltaria ao seu estado normal. A pouco a Babs tinha conseguido jogar uma pilastra na cabeça dela, amassou-a porém a desgraçada tinha voltado a vida, isso se podemos chamar isso de vida.
– Babs querida, saia dai de trás, eu sei que você está ai querida. — Disse Ruina parada olhando para a pilastra.
– CALA A BOCA VAGABUNDA. — Babs já estava se irritando. Olhou para o lado e ...
Ruína aparecerá ao seu lado e lhe dera um tapa que fez Babs ser arremessada para o meio do pátio da escola. Pela força do tapa era pra ela ter sido jogada para além da ponte da escola, porém Babs conseguiu girar no ar e usar suas garras que cresciam para segurar-se no chão.
– MINHAS UNHAS... MINHAS UNHAS ... AGORA VOCÊ FERRADA COMIGO. — Disse Babs olhando para suas unhas e olhando de volta para Ruina e correndo até ela.
Ruina fechara a mão para dar um murro quando Babs se aproximasse, mas quando ela deu o soco Babs conseguiu se desviar pulou nela, entrelaçou suas pernas no imenso pescoço da criatura e desferiu vários arranhões na cara da inimiga, arranhões não, Babs cravava suas unhas na face gorda dela. Tomou impulso dando um mortal e antes de completar este mortal deu um chute na cara dela fazendo ela ser arremessada na pilastra que estava escondida pensando a pouco.
– Isso é por ter estragado as minhas unhas, como eu usei sua cara para lixa-las agora podemos voltar a luta. — Disse Babs olhando para o corpo caído da Ruína.
Ruína se levantou do meio de entulhos e sua cara voltou ao normal. Seu pescoço que a pouco tinha quebrado retornou também. Ela sacou sua varinha de pedra. Babs sacou a dela e antes que Ruína pudesse usar um feitiço Babs se adiantou.
– BOMBARDA MÁXIMA — Apontou a varinha para a inimiga — SUA VAGABUNDAAAA.
Ruina tentou desviar do feitiço, mas fora arremessada para a porta da escola. Se reconstruiu novamente. Ergueu sua varinha para as criaturas de pedra.
– Piertotum Locomotor.
– Mas pera, eu achava que as criaturas da escola defendiam a escola. — Disse Babs olhando para seis criatura de pedra que iam ao seu encontro. Quatro guerreiros e dois leões.
– Não quando as intenções de quem faz o feitiço são outras querida. — Disse Ruina com um sorriso estampado em seu rosto.
O primeiro guerreiro tentou da uma espadada na Babs que desviou do golpe, apontou sua varinha e um feitiço saiu dela destruindo a primeira criatura de pedra. Nisso um leão veio e deu uma patada em sua mão fazendo a varinha cair no chão, Babs puxou sua mão rápido antes que ele viesse a abocanha-la. O leão pulou em cima dela. Babs agachou, tomou impulso ... Pulou e deu um chute na cabeça do leão. Quebrou a cabeça dele e subiu no seu corpo. Tomou outro impulso no e no ar deu um giro para fugir da lança do segundo guerreiro chutou a cabeça dele e usando o corpo do guerreiro como impulso ( pense no guerreiro como o chão, Babs agachou no guerreiro em pé ) e com os dois pés deu um chute no terceiro guerreiro passando por dentro dele e indo em direção ao leão de pedra. Sentou em cima dele que ficou pulando feito um touro nervoso. Cavalgou nele por uns instantes e depois fez com que ele pulasse em cima do ultimo guerreiro. Parou em frente a Ruína ainda montada no leão. Apoiou os ante-braços na nuca no leão com as suas palmas no rosto.
– Só isso que você tem pra mim ? — Disse Ela com a sua voz totalmente baixa.
Ruína correu até o pátio com os olhos pegando fogo. Quando ela pulou para cima do leão Babs tomou outro impulso com as mãos segurando a nuca do leão de pedra, girou no sentido horário ( pernas dela subindo de costas para o céu ) e sentou o leão na cabeça da Ruína, usando ele como um martelo. Babs caiu agachado no chão feito a mulher gato. E quando viu que a Ruina estava levantando, correu em direção a ela e quando Ruina ia dar novamente um soco Babs pulou no chão. Ruina estava olhava para o chão sem compreender como Babs tinha feito aquilo. o Chão começou a tremer. Como se fosse um terremoto. Ruina olhou para o buraco onde Babs descera. E logo ela ermegiu de um buraco ainda maior formado com o seu montada numa minhoca gigante.
– Ei Ruina, essa é a Inhoca. Seu maior pesadelo. — Disse Babs dando um tapinha na cabeça da sua amiga que foi em direção a Ruina com a sua enorme boca aberta.
Ruina tentou virou e tentou correr para as escadas da escola e tentaria ir para dentro dela. Mas era tarde, a Inhoca levou sua boca para a cabeça da Ruina e a medida que a engolia ia se aterrando novamente ao chão. Quando sua cabeça encontrou com a de Ruina, Babs desceu da Inhoca como se fosse um escorredor, olhou para o novo buraco formado no chão, sorriu e deu um chauzinho.
Sentou-se no chão exausta e depois deitou-se olhando para o céu estrelado. Pouco tempo depois Finatti chegou.
– O que é que aconteceu aqui Bárbara ? — Perguntou ela olhando todo aquele estrago.
– Vou te contando no caminho Finatti, cadê o Tom e a Mary ? Não os vejo a tempos ? — Perguntou Babs levantando-se.
– Éeee ... Tom e Mary estão protegendo a escola junto com os alunos da Corvinal. Juntos eles criaram uma barreira de banimento.
– Com os alunos ... oi ? Barreira de quê ? — Disse Babs sem entender muito.
– Tipo assim ...você sabe que a escola possui uma barreira mágica — disse Finatti apontando para cada canto da escola — e essa barreira proibi a entrada de pessoas indesejáveis. Porém ela fi rompida e só o Milord pode retornar ela, mas como ninguém sabe onde ele ta a Mary e o Tom tiveram a ideia de criarem uma nova barreira, capaz de proibir qualquer ser indesejável na escola.
– Ah ta, mas como que eles fizeram isso a tempo ? — Perguntou Babs se interessando pelo assunto.
– Bom, a pouco a Vike, a nova namorada do Edu chegou na escola para ajudar e ela ficou naquela hora que os Basiliscos estavam atacando lendo livros e livros na biblioteca. E encontrou um feitiço antigo que fora usado nas pirâmides do antigo Egito. Um feitiço que protegia os faraós. Vike explicou para Mary e para o Tom e eles sentaram com os alunos da Corvinal. Cada um teria um papel importante nessa barreira. Mary e Tom ficariam no centro da escola, apontando suas varinhas para o meio. Alguns alunos ficariam defendendo eles caso alguma criatura aqui dentro tentasse atrapalha-los enquanto Rafa, Vike, Kecin e Breno ficariam nos quatro pontos cardeais usando o mesmo feitiço apontados para o ponto em comum do feitiço no meio da escola. Do mesmo jeito outros alunos da Corvinal ficariam ajudando para que nenhuma outra criatura aqui dentro interferisse.
– Nossa, quem diria hein ... Vou passar a dar mais créditos para a Corvinal depois dessa. — Disse Babs.
– Éeee... Na verdade todos nós, eles poderiam ter fudido ou se escondido em algum lugar, porém se reuniram e criaram um modo de ajudar todos aqui na escola. Mas enfim, vamos ver se encontramos os outros ?
– Vamos. — Disse Babs e ambas saíram dali.
– x -
– Ah você só pode ta brincando comigo. — Adiantou-se Isa olhando para a figura que levantava seu Bff ali na frente.
– Oi Isa :) — Disse ela.
A criatura que segurava o Milord tinha partes do corpo da lider dos basiliscos e parte do seu antigo corpo. Suas veias estavam altas e negras.
– O QUE TA CONTENDENDU MEU MERLIM. — Dissera Quez olhando para a criatura. — Vc não tinha morrido ?
– Eu ? Morrido ? Que nada. Eu sabia que vocês iriam planejar algo ... Na verdade, eu sabia que ele ia planejar algo e antes de ir ao encontro da minha filha eu criei uma nova Horcruxe. :)
– VOCÊ O QUE ? Dissera todos.
– Pera, uma nova Horcruxe ? — Perguntou Finatti segurando a Babs que fitava a antiga amiga com os olhos. — Como ?
– Da mesma maneira que eu criei a Amenda no dia que eu a beijei na frente do Deivisu. — Disse Cretina.
– Ela beijou a Carol. — Disse Mai por sua vez.
– Sim, eu beijei ela. Eu tenho que matar uma pessoa aleatória e depois tenho que beijar alguém. :)
– Pera, quem que você matou para criar uma horcruxe em mim ? — Dissera Amenda saindo do seu estado de transe.
– Ah, olá gasparzinho ... Na epoca eu matei a Patricia, ou você já se esqueceu que naquele dia que vc estava chorando no meu colo sobre o sumiço dela da sua vida era porque ela tinha te esquecido ? Não, eu a matei.
– Nossa, então você me fez um favor fsndiufhsidufhdf
Cretina ficou olhando para cada um até encontrar seu antigo namorado.
– Oi amor, como vai a fala ?
– Batata ¬¬ — Disse Victor e Isa o segurou.
– Pelo jeito minha maldição continua intacta. Que lindo. kkkkk Como vocês não perceberam que mesmo com a minha suposta morte ele ainda estaria assim ? Pobre de vocês. Todos uns tolos.
– Pera. Você amaldiçoou ele ? — Perguntou Leo.
– Amaldiçoou, essa coisa aê deixou uma maldição nele depois de ter destruído a vida do coitado. — Disse Isa
– De coitado esse ai não tem nada, um dia você vai acabar descobrindo isso. — Disse Cretina.
– BA- TA — TA
– '' Eu mudei ''. — Disse Cass traduzindo para todos ali as palavras do Veec.
Antes que Cretina pudesse falar alguma coisa, Panda se adiantou.
– LARGA MEU PAI.
– Isso mesmo larga meu pai. — Disse Quez e Amenda juntas.
– Ta bom. — Cretina largou o Milord no chão e pisou nas costas dele. Um jorro de sangue havia saido.
Nisso Isa se enfureceu e uma energia forte emanava de seu corpo.
– '' Isa Sayadin ''- Dissera Mai para ninguém em específico.
Isa correu para cima da cretina e esbofeteou a cara dela. Leo e Rick foram e pegaram Milord.
Cretina deu um tapa na Isa que a jogou do outro lado do cômodo. Cretina sacou sua varinha e lançou um feitiço. Um avada. Victor pulou na frente da Isa e todos ficaram ali olhando aquela cena. O feitiço não funcionou. Victor de aproximou de Cretina correndo e com as palmas das suas mãos a jogou longe. Isa chegou perto dele e o jogou em direção a porta.
– Não se mete. — Disse ela. — Pode vir desgraçada.
Cretina se levantou e ambas começaram a se bater. Todos ficaram ali olhando. Ambas sacaram suas varinhas.
– Mobili Corpus — Disse Isa arremessando a Cretina para cima e pela diagonal jogando ela lá para fora. Fazendo ela romper a parede do cômodo. — Vamos resolver isso lá fora.
Todos foram lá para fora e encontraram várias criaturas. Babs viu então o outro John e seu sorriso ficou estampado. Ela foi pra cima dele.
Cretina e Isa trocavam feitiços.
Alguns estavam cuidando do Milord que não parecia muito ferido. Apenas drenado. Cretina estava drenando seu sangue para algum propósito.
– Ela ficou olhando para dentro dos meus olhos. Queria que eu morresse aos poucos enquanto perdia meu sangue gota a gota. — Disse Milord que estava deitado no colo do Leo. Kika estava limpando seu rosto enquanto Finatti usava algum feitiço que aprendera com Snape para curar seu amigo e irmão.
Ale tinha criado um buraco negro com a energia das sombras. Um buraco negro enorme. Cada membro do Xablau levava cada criatura para aquele buraco.
– Você acha que é digna de lutar comigo sua quatro olhos ? — Disse Cretina.
– Nunca serei digna, porque para ser digna a outra pessoa deve estar no mesmo patamar o quase e você minha queridinha não chega nem perto disso eu sou muito melhor. — Respondeu Isa envolvendo Cretina numa bolha de agua.
Cretina conseguiu evaporar a água e arremessava bolhas de ar quente na Isa.
– Glacius...- Isa apontou para cada uma das bolas de ar quente que viam na sua direção. — Aresto Momentum ... Mobili Corpus ... — Disse Isa e as bolas, agora de gelo foram em direção a Cretina, atingindo a cara dela.
– Ai sua vagabunda. — Disse Cretina.
– Não ouvi, repete, não sou fluente em mimimi queridinha. — Retrucou Isa.
Ambas voltaram a lançar feitiços uma na outra.
– Trip Jinx. — Cretina apontou para Isa e ela tropeçou. — Expelliarmus
Isa perdera a varinha, Cretina apontou a varinha para Isa.
– Ultimas palavras ? :)
– TAMIRIS — Gritara Milord do outro lado.
Todos ficaram olhando para ele. Cretina ainda apontava a varinha. Babs acabara de esquarteja o idiota que tinha matado seus pequenos.
Milord se levantara.
–x-
A cozinha estava uma bagunça, algumas criaturas estavam dentro da escola. E na cozinha Damiani dava seus gritos.
– VOCÊS PODEM INVADIR A ESCOLA. INVADAM. DESTRUAM. MAS MINHA COZINHA NÃO.
Para vocês terem uma ideia, tinha um trasgo na cozinha, vários diabretes nas panelas, aranhas enormes e a Jade em cima da mesa gritando histericamente e tento espasmos em tudo que chegara perto dela. A pouco Ellen foi ajudar ela a ficar calma e Jade deu-lhe um tapa sem perceber arremessando ela para o chão. Zimmer está ali cuidando da sua Rainha.
– Arania Exumai. — Falava ele apontando sua varinha para cada aranha que chegasse perto da bancada onde Jade estava.
– ACABA COM ELAS LOGO. — Disse Jade de olhos fechados e distribuindo tapas nos diabretes. Um deles estava puxando o seu cabelo.
– Calma Jane, tem muita aranha aqui ainda. — Respondera Zimmer.
Aron estava do outro lado da cozinha cuidando do trasgo que era lerdo.
– Porra mano, que bicho estranho. Ele só fica parado segurando essa clava e balançando essa merda pra lá e pra cá. — Disse Aron para a Adrila que era uma das novas elfas domésticas contratadas da escola. E filha do Milord.
– Pera Aron, como vamos abate-lo ? — Perguntara ela.
– Adri, a unica coisa que eu estou pensando agora é desviar dessa clava, olha o tamanho disso.
Lá no centro Damiani gritava estericamente e apontava sua varinha para cada Diabrete ou criatura que estivesse mexendo na comida.
– EU VOU FAZER GUIZADO DE VC SUA ARANHA VAGABUNDA. SAI DE PERTO DESSA GELADEIRA. — Disse e apontou sua varinha fazendo ela desmaiar. — ZIMMER DESGRAÇA DE PAU GOSTOSO, PARA DE MANDAR ESSES BICHOS PRA CÁ.
– Ah Damiani, não dá, to fazendo de um tudo para tirar esses bichos de perto da Jade. — Ele olhou para Jade. — Jane, tem um diabrete entrando dentro da sua blusa. E com um dedo ele apontou para ela.
Jade ainda com os olhos fechados começou a distribuir tapas nela mesmo. Ficou parada por um tempo abriu os olhos e olhou em direção a sua blusa. Local aonde estava o sutiã. Dele saiu um diabrete.
– Olá — Disse ele.
– AHHHH — Disse ela fechando novamente os olhos e distribuindo tapas nela mesmo de novo.
Iasmin e sua namorada Ana Flávia chegaram na porta da cozinha e olharam uma para o outra sem entender o que estava acontecendo ali.
– Velho, que ta acontecendo aqui ? — Disse Ana Flávia olhando para a cozinha.
– Ana, por favor, ajuda a gente com esses bichos. — Disse Zimmer que lançava feitiços meio que rebolando na cozinha.
Ellen e Emília estavam cuidando dos diabretes que estavam distribuindo travessuras do outro lado da cozinha.
Iasmin olhou bem para o fundo da cozinha.
– Gente.... Saiam dai de dentro agora. — Disse ela apontando para um diabrete que estava com um isqueiro na mão em cima da válvula do botijão de gás. Ele olhou para todos e deu um sorrisinho endiabrado.
Zimmer puxou Jade para seu colo, como de se esperado recebeu vários tapas. Ellen e Emilia correram para a fora da cozinha. Aron e Adri deixaram o trasgo de lado e foram em direção a porta, o trasgo virou e veio atrás acertando tudo, sua vabeça também pois existiam coisas suspensas no teto, como panelas. Damiani veio em seguida porque no caminho fora arrastado pelo Aron. O trasgo parou no caminho porque um Diabrete estava dentro do seu nariz, com parte do corpo balançando as pernas do lado de fora. O trasgo olhou para o botijão, fez uma cara de pateta e o diabreto acendeu o fogo após arrancar a válvula do botijão.
~~ Explosão ~~
Iasmin apontou sua varinha para a porta da cozinha.
– Element Circa — Disse ela e começou a controlar a explosão. Com um aceno da varinha arremessou a explosão para baixo, como existia mais andares acima preferiu jogar a explosão para o chão pois abaixo não existia outro andar.
– Amim, que feitiço foi esse ? '-' — Perguntou sua namorada e todos ficaram espantados. Zimmer mesmo estava de pernas abertas, segurando a Jade e boquiaberto com aquilo.
– Eu aprendi ele com o Edu um dia desses, eu tive uma certa curiosidade de como os elementos poderiam ser controlados, ai perguntei pro Edu e ele me explicou como usa-lo. — Respondeu Iasmin.
– Veiiiiiiii, você é tipo um avatar. — Disse Zimmer.
– Ava... o que ? — Disse Ellen.
– Por isso ninguém nunca te da bola menina, como assim você não conhece avatar ? — Disparou Zimmer, ele sempre era um doce de pessoas, mas quando o assunto em particular feria seus sentimentos sobre animações ele ficava invocado.
Ellen pensou em responder, mas se calou quando Aron interrompeu-os.
– Gente, a conversa ta boa, o feitiço foi otimo Iasmin, mas temos alguns problemas maiores, tipos os gigantes lá fora, algumas aranhas — Jade começou a estapear o Zimmer novamente — e o Milord.
– O Milord que se dane, e minha cozinha ? Olha só o estado dela. Damiani olhou e viu que existia um buraco nela, caminhou até a borda e viu que o mesmo deveria ter uns oito metros de diâmetro e uns cinco de altura. — Olha só esse cheiro de carne de trasgo podre. Ah nem.
– Então vamos neh gente. — Disse Aron quando viu o Edu chegando.
– Gente, vocês vão ficar ai parados ? Assim não dar, quero um relatório sobre cada criatura que invadiu essa escola amanhã na minha mesa. — E saiu sem obter uma resposta, pulou numa aranha, a maior de todas e calvalgou nela até lá fora. — IUUUUUUPIIIIII ARARINHA.
Foi Zimmer quem quebrou o silêncio.
– Ele sabe que nós não somos alunos dele ?
– Sei lá, o Edu é doido. Disse Ana Flávia e todos caíram na risada.
– x-
Existiam cinco dedos em cima da mesa. Dois dedões, dois dedos do meio e um dedo indicador. Thamer estava sentado numa cadeira olhando para a figura na sua frente.
– Então, você não possui mais nenhum dedo no meio pra mandar me ferrar, você vai dizer o que eu quero saber ou será que eu vou ter que partir para a parte que eu levo seu sofrimento a sério ?
Camila estava ali no chão, toda ensanguentada, sem seus dedos e com partes do seu corpo dilaceradas.
– Você se acha o bomzinho, mas na verdade é o vilão, nunca que uma pessoa boa iria torturar alguém para obter algo. — Disse ela no chão sem fôlego.
– Pera, você acha que eu deveria ser o bomzinho ? Minha filha, isso aqui não é uma daquelas histórias de livros que você lê e tem o bem contra o mal, isso aqui é vida real, e já estou começando a achar que você não leva a sua a sério, logo eu não levarei também. Se não quer cooperar, tudo bem. — Dito isso Thamer pegou uma serra elétrica e a ligou. — Vamos apelar para o sofrimento sério.
– Não, para eu digo o que você quer saber. — Respondeu ela.
– Otimo. Diga.
– A pessoa que está lá fora não é a minha irmã, eu já tinha sacado isso a tempos, porém eu não liguei muito, fiquei na minha e só vim em busca de vingança contra os comensais e afins. A pessoa lá fora é a tal Cretina que vocês tanto falam.
– Só isso ?
– Sim, eu juro. Acredite em mim.
– Eu acredito em você. — Disse Thamer ligando a serra elétrica de novo.
– VOCÊ DISSE QUE NÃO ME MATARIA SE EU TE CONTASSE O QUE SABIA. — Gritou Camila.
– Sim, eu disse isso. Mas não me lembro de ter dito que não te mataria por ter matado minha amiga, como eu poderia te poupar disso ? — Dito isso Thamer pegou ela pelo cabelo, levantou-a e a cortou no meio. O grito dela foi agonizante. Deixou a cair no chão. Desligou a serra e foi na pia se lavar. — Droga, sujei minha camisa nova. — Foi até a geladeira do Xablau, abriu uma cerveja, fez seu cigarrinho especial e começou a fumar. Depois foi encontrar seus amigos.
– x-
Todos estavam olhando para Milord que andava em direção a Cretina. Ela olhava para ele enquanto mantinha a varinha apontada para a Isa.
– Tamiris, eu te perdoo. Eu quero você de volta. Estamos destinados a ficarmos juntos.
Ela olhou para ele e algo em seus olhos se acendeu. Talvez um lampejo de esperança em ter de volta a única pessoa que realmente demonstrou amor. Mesmo depois de tudo que ela fizera com ele.
– COMO QUE É — Gritou Panda. — Pai eu vou da na sua cara.
Milord apenas olhou para ela. E todos se mantiveram calados. Observavam tudo aquilo. Ele sacou sua varinha, não para usar um feitiço e sim para joga-la para Finatti.
– Cuide dela para mim Finatti. — Disse ele.
Caminhou sangrando em direção a Cretina. Quando chegou bem perto dela caiu em seus braços. Ela não tentou o deter. As mãos de Milord se entrelaçaram em seu pescoço. Ele a beijou e uma química se reacendeu entre eles. Tamiris largou sua varinha. Ela olhou para os olhos dele, ela sempre amou aqueles olhos. Ele olhou novamente para ela e percebeu que um brilho se acendia lá dentro.
– After all this time ? — Perguntou ela para ele.
– Always. — Respondeu ele. Olhou para o gramado que os cercava atrás e viu que o Edu vinha em sua direção montado em uma aranha. Ele trazia contigo o chapéu seletor. Jogou-o para ele.
Milord nem pensou em pegar o chapéu, foi logo enfiando a mão para dentro dele, Tamiris ainda estava abraçando-o sem perceber o inevitável.
– NÃOOOOOOOOOOOOOOO — Dissera todas as suas filhas ali presentes.
– Eu amo todos vocês. Disse e cravou a espada que segurava com as duas mãos pelas costas da Tamiris. A espada atravessou-os pela diagonal transpassando o coração de ambos. O corpo da Cretina se desfez novamente. E explodiu. Milord caiu morto no chão.
Tudo estava acabado.
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