Era hora do jantar quando Michelle perguntou aos filhos:

—E a escola? Como foi?

Os três se entreolharam e Adam respondeu quase simultaneamente a Felicity:

—Mais ou menos!

O dia realmente teve seus altos e baixos, Adam estava feliz por conhecer Bárbara, aliás muito feliz. E Felicity... Bom, Felicity estava feliz por não ter tipo uma punição severa em seu primeiro dia, o que aconteceu muitos anos seguidos.

—Conheci uma garota – falava Adam – ela é muito meiga e bonita

O resto da família já percebera que o garoto sentia algo por Bárbara, algo forte.

—Legal filho! – dizia a mãe interessada – Quando vamos comhece-lá?

—Calme Michelle, não está acontecendo nada entre eles, só amizade – falava o pai que parecia nem estar ouvindo a conversa

—É mãe não apresse as coisas entre os dois – falava Felicity

—Não importa! Gostaria de conhecê-la, chame-a para jantar com toda nossa família qualquer dia desses Adam, vai ser divertido, podemos fazer jogos e...

A fala da mãe era interrompida pela campainha.

—Eu atendo – falava o pai.

Na porta estavam dois policiais, procuravam exatamente que os atendera.

—Sr. Queen, testemunhas disseram que viram você em uma "negociação" bem suspeita no fim da rua Gedorn. Era você mesmo ou um engano.

—Tenho certeza que eu não estive neste local, desculpe vaze-los perder seu tempo, mas é um engano.

—Claro! Desculpe encomoda-lo a esta hora.

—Sem problema Sr. – respondia Peterson assustado.

Os policiais logo saíram e Peterson voltou para sala de jantar.

—Quem era amor? – perguntava Michelle.

—Eram só algumas pessoas pedindo dinheiro para caridade – dizia o Pai ainda chocado com o que acabara de acontecer.

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—Você acha que é verdade Adam? – dizia Felicity entrando no quarto do irmão – Acha mesmo que eram pessoas esmolando?

—Se o papai diz, acho que devemos acreditar nele.

—É, é, pode ser que sim, mas ele estava com uma cara tão estranha quando disse aquilo, fiquei até preocupada com ele.

—Não há com o que se preocupar, está tudo perfeitamente bem, pelo menos, o que é da nossa conta está bem.

Adam também não achava o que o pai disse verdade, mas fazer o que? Todos têm seus segredos, e não há nada que possamos fazer quanto a isso.

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Primmmm. Soava o toque da primeira aula, dizendo quando o dia estava para começar. E começar bem para Adam que logo na primeira aula de Sociologia, se encontrou com Bárbara, e lembrando dos pedidos da mãe disse:

—Oi! Bárbara, é que, é... – falava ele atrapalhado – que tal você ir qualquer dia ir jantar lá em casa, vai ser divertido.

—Claro Adam que tal... Sexta à noite? Tudo bem para você?

—Sexta? Sexta ta bom, sexta ta ótimo! – falava o garoto animado.

Felicity estava nessa mesma aula que o irmão no fundo da sala, como sempre, só observando o que Adam falava para a garota aparentemente "santa" que todos chamavam de Bárbara. Então, uma voz grossa enterrompe os pensamentos da garota:

—E ai, gatinha, beleza?

Felicity olhou para trás e estava diante dela um garoto alto e forte de cabelos pretos, e olhos castanho

—Oi... Tudo bem? – falava a garota tentando ser o mais meiga possível.

—Tudo sim, que tal a gente...

—Desculpe o atraso alunos, senten-se ja! – falava o professor que entrava na sala com cinco minutos de atraso – Bom, vamos começar.

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Felicity estava indo para o campo de futebol ver os garotos jogarem quando uma voz a interrompeu:

—Então fofa, deixa eu terminar, que tal a gente sair sexta a noite?

Felicity estava nervosa, e odiava quando a chamavam de "fofa".

—Sim! Você me pega as 7:00? Então até lá...? – a garota não termino a frase por não saber o nome no rapaz que estava à sua frente.

—Enzo, e você é?

—Felicity – falava ela sorrindo.

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Ao chegar em casa, a primeira coisa que Adam fez foi contar as "novidades" para sua mãe:

—Mãe, chamei Bárbara para jantar aqui, sexta a noite

—Que ótimo filho, vai ser uma honra receber sua namo...

—Mãe! Pare eu e ela não temos nada.

—Desculpe filho, isso não se repetirá! – afirmava a mãe.

Adam adoraria que a mãe terminasse a frase, e terminasse como kuma afirmativa.

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Já era sexta-feira na casa dos Queens. Felicity, se arrumava para se encontro que esperara a semana toda.

—Aonde você pensa que vai mocinha? – reclamava a mãe

—Para meu encontro mãe! E da licença – reclamava a garota, já quase pronta.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.