Not So Perfect

5 Capítulo 5 - Nem saiu das fraldas!


Notas iniciais
lá em baixo amooras!

Boa Leitura!

John Mayer – Daughters — http://www.youtube.com/watch?v=f2AzaOQllBQ

POV Edward

- Vou levar essa mesmo – falei colocando a câmera perto do olho e tirando uma foto, olhei a imagem e sorri – perfeita!

- Ótima escolha querido – a senhora de idade falou.

Resolvi todas as burocracias da minha compra e saí pela cidade.

Eu tinha um sorriso faceiro no rosto, mas não tinha como ficar de outro jeito, essa cidade deixava você leve, todos sorriam e brincavam, logo ao meu lado tinha um casal tocando violão e cantando livremente. A minha frente tinham crianças brincando com bolhas de sabão e casais sentados nos bancos da praça ora conversando ora se abraçando demonstrando carinho. Quase senti inveja, se não estivesse adorando tudo aquilo.

Parei em um poste me encostando e tirei uma foto de um garotinho que apontava a câmera pra mim, dei zoom para visualizar melhor a foto e me surpreendi ao ver Bella atrás com um semblante arrasado, então levantei a cabeça para olhar o banco em que ela estava sentada e a vi de costas partindo para alguma direção aposta da minha.

Segurei a câmera firmemente desligando as pressas e corri ao seu encontro.

- Qual é a dessa cidade? – falei quando estava ao seu lado, ela me olhou com curiosidade, sorri – Todos são tão felizes o tempo todo – ela sorriu um sorriso morto, mas ainda sim lindo.

- E não são felizes em Los Angeles? – falou colocando a mão no bolso e olhando pra frente, debochada.

- Não assim – notei que olhava pra frente mordendo o lábio – isso parece a Disneylândia da Patagônia – ela riu e eu a acompanhei – vai ver todos usam algo – ela soltou o ar parecendo uma risada – ouviu de cidades inteiras tomando Prozac*? – ela balançou a cabeça ainda com o semblante abatido.

(*Prozac – algo relacionado a antidepressivo)

- Parece ótimo, quando me mudo? – olhou pra baixo.

- Dia ruim? – puxou o ar com força.

- Nada bom – olhou pra mim mexendo a boca num sorriso, mas voltando ao normal em segundos.

- O que houve?

- Uma onça me atacou – rimos.

Depois de alguns segundos em silêncio olhei pra ela.

- É sério?

- Mais ou menos – olhou pra baixo – eu... – paramos de andar e fui ficar na sua frente – tenho uma coisa pra você – falou abrindo a bolsa e procurando alguma coisa. Achou uma camiseta, cheirou e a olhou – era do Mike, achei que iria querer – nesse momento fiquei a encarando e exultando por ela ter se lembrado de mim sem ter algo relacionado a me matar ou coisa parecida, acho que ela entendeu errado porque começou a guardar a camiseta – se não quiser, não...

- Obrigada – ela parou de guardar e peguei de sua mão colocando a roupa logo em seguida por cima da minha, ficou um pouco justa já que Mike era menor que eu, mas por sorte essa era maior, olhei pra estampa e vi que era do colegial, quando eu era capitão do time de futebol, está explicado o motivo de a camiseta ser maior, Mike era mais sarado nos tempos de colégio.

Bati em minha barriga e alisei sorrindo.

- Informal – ela falou tentando soar divertida, depois me encarou comum sorriso de boca fechada, depois de alguns segundos coçou a testa – preciso voltar ao trabalho – deixou a mão cair ao lado de seu corpo.

- Tragédia pessoal? – suspirou – Não é? – ela sorriu triste e lambeu o lábio inferior em seguida concordando com a cabeça – Se não matar trabalho agora, quando? – ela riu com mais vontade e olhou para o lado, pra depois olhar novamente pra mim.

(...)

Eu amava esse lugar, era afastado e silencioso, apenas o barulho da água corrente do rio raso batendo nas pedras e os barulhos da floresta. Era algo que eu realmente apreciava.

- Eu vivia tirando fotos – falei e depois de apertar o botão da máquina fotografando um cardume de peixes pequenos e laranjas.

- Por que parou? – depois de visualizar a fotografia me virei pra ela.

- Porque começaram a me pagar por isso, perdeu a graça – ela riu e jogou uma pedra na água, depois olhou pra baixo com uma expressão abatida e brincou com outra pedra entre seus dedos – Hey, eu... – abaixei pegando também uma pedra, ela jogou mais uma sem olhar pra mim – te devo um pedido de desculpas – ela me olhou com um sorriso irônico.

- Só um? – eu ri olhando pra baixo, voltando a encara-la.

- Eu falo sobre o funeral – ela se abaixou pegando outra pedrinha, mas me olho quando falei – desculpe por ter estragado tudo – ela bufou.

- Yeah, se não fosse por você – apontou pra mim e olhando pra frente – com certeza teria sido um dia ótimo – jogou a pedra – sorri.

- Eu só – me virei jogando também – eu não queria estar lá, queria estar em qualquer lugar, menos lá, sabe como é – ela balançou a cabeça.

- Eu sei – olhou novamente pra baixo – se outro garçom não fosse gay, quem sabe? – começou a andar sobre as pedras – Eu teria feito a mesma coisa – olhou pra cima puxando o ar.

- Provavelmente não!

- Yeah, provavelmente não – veio até mim indo até a trilha para irmos embora, mas antes parei e tirei uma foto sua.

(...)

- Então, o que vamos fazer amanhã? – já estávamos na civilização – Trilhas a pé? Bicicleta? – ela me olhou com certo ultraje.

- Não posso faltar no trabalho por dois dias seguidos.

- Claro que pode, você pode fazer o que você quiser!

- Eu não sei – falou balançando a cabeça.

- Eu sei, confie em mim! A vadiagem lhe cai bem! – ela gargalhou.

Howie Day – Longest Night — http://www.youtube.com/watch?v=Vs3e8YywbjM

POV Narrador

Jacob quando estava na porta de sua casa, retornando de sua corrida matinal, se abaixa e pega o jornal que recebe toda a manhã e entra em casa logo em seguida.

- Olha só, Mike ganhou dez milhões – falou alto para Emmett quando entrava na cozinha, uma piadinha já que se encontrava irritado com a omissão do falecido amigo.

- Essa foi... Boa – sua voz estava grogue e um pouco enrolada.

Jacob olha a mesa e se assusta com o frasco vazio de remédio e a garrafa de pinga vazia.

- O que você está fazendo? – o olha e percebe que ele estava praticamente dormindo, pois sua cabeça cambaleava pesada.

- Uma... Pequena... Festinha – funga o nariz.

- Cristo! – ele pegou o frasco vazio e o leu, vendo o nome de Bella escrito – Você tomou isso aqui? – praticamente esfregou na cara do amigo, que apenas fechou os olhos deixando a cabeça balançar mais um pouco – Quantas você tomou? – não obteve resposta – Seu imbecil – joga o frasquinho e vai até suas costas tentando fazê-lo levantar – Levanta Emmy, vamos, levanta – tentava fazê-lo levantar, mas Emmett era muito grande e seu corpo estava completamente e mercê – vamos caramba – com mais força ele consegue levanta-lo – pesa...do – mas quando conseguiu levantar o corpo praticamente largado, suas forças falharam e Emmett acabou caindo e batendo a cabeça na quina da pia.

POV Bella

Eu realmente não gostava desse ambiente, tudo da mesma cor, branco deprimente, amarelo vômito e azul sem cor. Batia o pé freneticamente de nervosismo, ansiedade e preocupação com meu amigo deitado na maca. Suspirei. Emmett sempre foi muito amigo de Mike e agora eu via o quanto aquilo mexeu com ele.

O barulho de bips e o cheiro de álcool inundavam meu ser me causando vertigens. Abaixei a cabeça e apoiei os pés na beirada do banco colocando a cabeça entre as pernas e respirando fundo. Já estava naquela posição há algum tempo quando me sobressaltei com a frequência dos bips se tornou maior, levantei a cabeça abraçando minhas pernas.

- Aqueles remédios eram meus Emmy – ele me encarou e olhou pra baixo com o olhar envergonhado – se alguém deveria se matar com eles, esse alguém sou eu – ele soltou um suspiro.

- Eu sei, desculpe-me – olhei para o lado apoiando a testa na mão, que se encontrava sobre meu joelho – Sabia que era má ideia.

- O que? – olhei-o em curiosidade, que encarava o teto e agora lágrimas escorriam ao lado de seu rosto – A vodka? As pílulas? Ou ter combinado as duas? – falei baixinho apoiando a testa no joelho me causando desconforto, mas nem liguei.

- A viagem – olhei-o tensa – eu quase avisei a ele! – olhei pra baixo deixando minhas pernas descerem do banco – Tantas vezes, faltou isso para eu dizer: “Olha cara, aquele desfiladeiro numa balsa?” “Nem você, é loucura de tão perigoso” “Não faz isso!” – olhei para a janela balançando a cabeça – E quem sabe, só dessa vez ele dissesse “Tem razão Emow, vamos deixar a natureza nesse fim de semana e jogar Playstation” – as lágrimas vieram com mais força e ele olhou para a direção oposta a minha, levantei ficando perto da cama.

- Não é a sua culpa – coloquei minha mão na sua tentando reconfortar, ele soluçou e me olhou desesperado.

- Eu sinto tanta falta dele – fechou os olhos tentando se recompor – ele era o cara, né? – tampou o rosto com uma mão que não estava à intravenosa.

- Dá lugar – ele me olhou e foi um pouco para o lado me deixando deitar, deixando um braço embaixo da minha cabeça. Peguei e acariciei sua cabeça.

Ficamos um tempinho assim e ele já estava recomposto respirando tranquilamente.

- Não fica nervosa – parei de fazer carinho enquanto ele dizia calmamente e baixo – mas você soltou a agulha.

- Oh merda – olhei pra sua mão e vi que era mentira, ela me olhou de canto de olho e gargalhamos – só você mesmo grandão!

[...]

Durante o caminho para casa, o silêncio só era quebrado pelo barulho do motor velho e problemático do carro do Emmett e as sacolas de comida que ele atacava de segundo em segundo. Paramos na frente da casa e saímos trancando, tranquei a porta e entramos na casa sendo recepcionados por um Edward preocupado dando um super abraço no amigo, sorri com a cena.

- Seu inconsequente! – deu um soco de leve no braço de Emmy e depois um abraço. Eu e Emmett gargalhamos. Logo em seguida ele me deu um abraço de comprimento, mas não sei o que houve, nossos corpos ficaram tensos e logo nos afastamos um pouco envergonhados.

- Então – falei colocando as mãos no bolso – vamos deixar essas coisas em seu quarto logo – Emmy me olhou e percebi que nem tinha notado o clima já que se concentrava nos doces que pegava no pacote.

Fomos indo para seu quarto, mas entrei no meu antes para colocar minha bolsa na cama.

- Deus, você pintou – Emmett falou olhando as paredes do quarto.

- Yep, estavam nojentas – disse passando por ele na porta, saindo do meu quarto.

- Nem parece mais o quarto dele – ignorei a dor e a raiva de Mike que me invadiram – parece uma caixa de Tampax (*absorvente íntimo)! – eu gargalhei.

- Calado!

[...]

Bem Harper – Amen Omen — http://www.youtube.com/watch?v=3NNj-T4Tqkk

- É normal ficar meio lerdo Jake – falei para ele que bufava irritado com a preguiça de Emmett, enquanto pegava sua carteira e chave do carro para fazer o Jardim da Paz para Mike.

- E egoísta? O médico disse que era normal ele ficar egoísta? – pegou algo cheio de frases, de madeira, não fazia idéia do que era, apenas sei que escrevi uma frase naquilo há alguns dias atrás.

- Vamos pegar leve, ele tentou se matar! – me abaixei pegando alguns livros jogados no chão. Escutei passos e vi que era Edward quem entrava na sala.

- Um ou dois soníferos não é suicídio – eu ri – ele só quer se livrar do Jardim da Paz – Edward riu atrás de mim eu apena balancei a cabeça – se ele quisesse se matar, compraria uma arma sabe, aqui é a América, conseguimos isso facilmente – falava indignado.

- Vão lá, vejam como estão as coisas e eu já vou com Sam – Jake bufou, puxando a madeira, mas sem querer ela bateu no abajur que caiu quebrando, eu segurei a risada.

- Mas puta que o pariu – grunhiu, Edward gargalhou – cala a boca merda – disse irritado se encaminhando para a porta sendo seguido pelo amigo que a fechou.

POV Edward

Eu via a irritação de Jake, era normal, ele é irritado sempre, ri com o pensamento e ele bufou abrindo a carro e colocando a viga de madeira no meio dos nossos bancos, resolvi fazer uma piadinha para acalma-lo.

- Me responda uma dúvida – falei quando sentamos nos assentos.

- Que?

- Esse Jardim da Paz, já deu alguma paz a sua vida? – ele ligou o carro pensando e depois riu.

- Essa foi boa men – engatou a primeira – foi hilária – rimos e ele pisou no acelerador.

POV Bella

Emmett estava demorando no banheiro e isso já estava me irritando.

- Emmy, está pronto? – bati na porta que se abriu e revelou um musculoso homem deitado e dormindo no chão como um bebê usando uma toalha como travesseiro. Bufei e fui em direção à varanda onde guardava minha bicicleta e desci correndo para a calçada, já que a casa dos garotos ficava em cima de uma colina.

Estava ajeitando a bicicleta para me sentar e ir em direção ao Jardim quando fui interrompida por uma loira esbelta de vestes vulgares, um garoto pequeno, com a aparência um tanto familiar, estava ao seu lado.

- Com licença – falou gentilmente – Oi, procuro alguém que tenha informações sobre Mike Newton – e foi como se a minha cabeça desse um estalo, era ela e aquele garotinho, com os mesmos olhos azuis de Mike.

- Eles não estão aqui – falei olhando o garoto que se entretinha com um videogame.

- O quê? – ela falou deixando os ombros caírem de descontentamento – oh – soltou uma lufada de ar erguendo a cabeça e olhando pra cima e depois pra mim – Quem é você? – perguntou cansada.

- A empregada – pensei rapidamente.

- Ok – ela coçou a cabeça – poderia avisar aos donos daqui que eu preciso muito falar com eles – dizia já colocando a mão na bolsa – me deixa pegar meu cartão – e se abaixou colocando a bolsa barata e grande no chão e procurando avidamente, não pude não perceber que tinha um corpo torneado e cheio de curvas, destacando mais com sua saia curtíssima e sua regata decotada – sabe, bolsa grande é terrível para encontrar as coisas – ri forçada – toma, sou Rosalie – me entregou o cartão que nem fiz menção de ler e coloquei no bolso traseiro de minha calça.

Enquanto ela fazia tudo isso, eu observava o garotinho e um sorriso bobo veio meus lábios, Mike estava ali, em todas as partes de seu rosto, e uma coisa me incomodou, ele era pequeno demais para ter oito anos.

- Esse jogo vai acabar ou dura pra sempre amor? – ela falou tirando o joguinho e colocando na bolsa, saindo parte de um sutiã, que ela nem se importou e colocou na bolsa de novo – Então é isso, estou hospedada no hotel ao final da rua principal – assentiu e ela começou a se afastar – obrigada – e pegou a mão do garoto – Vem Erik.

Antes que conseguisse segurar minha língua, as palavras já tinham saído de minha boca.

- Ele não tem oito anos, tem? – ela parou e me encarou com dúvida.

- O quê?

- O seu filho, não é pequeno demais para oito anos? – ela me olhou engraçada.

- Não, ele vai fazer quatro em outubro, por quê? – apenas neguei ela deu de ombros e foi embora.

Raiva. Era isso que eu sentia agora.

- Filho de uma puta – grunhi subindo na bicicleta e pedalando violentamente.

Já avistava o campo e as obras do Jardim, logo vi Edward tirando fotos dela, joguei a bicicleta de qualquer jeito e corri em sua direção, dando um tapa em seu ombro fazendo ele se assustar.

- Oito? Merda, o garoto mal largou as fraldas – eu praticamente gritava e percebi que todos olhavam pra nos dois, ele me olhou assustado e pegou meu cotovelo, me afastei.

- Venha comigo – dessa vez apenas ergueu a mão em minha direção.

Hesitei, mas acabei o seguindo até uma guarita abandonada. Logo que entrei ele fechou a porta e colocou a câmera numa mesa. Sem me conter virei um tapa na sua cara quando ele se virou pra mim.

Seu olhar prendeu no meu e senti minha respiração acelerar, fui dar outro tapa, mas fui impedida com ele segurando meu pulso. Fui então dar o tapa com a esquerda, mas ele segurou também e as prendeu contra a parede, deixando seu corpo praticamente colado ao meu.

Nossas respirações vinham altas e desregulares. Seus olhos prendiam os meus como se olhasse minha alma com um pouco de irritação, creio que por conta do tapa.

Então em segundos ele me olhava de um jeito que não conseguia decifrar, apenas sei que com esse olhar meu corpo agiu por conta própria e me inclinei tomando seus lábios.

Katy Perry – Thinking of You — http://www.youtube.com/watch?v=hnE-h4aPVIg

Ele ficou rígido, mas logo retribuiu apertando mais meu corpo contra a parede e avançado contra minha boca, pedindo passagem de sua língua, que logo foi permitida.

Minhas mãos agora entrelaçavam os seus dedos e quando o beijo aprofundou elas soltaram as minhas, indo pra meus cabelos e cintura, enquanto as minhas abraçavam seu pescoço. Cada toque seu queimava em minha pele e me fazia soltar pequenos gemidos.

Logo seus braços estavam me abraçando à cintura e me erguendo, levando a alguma mesa ou sei lá o que e me sentando lá. Abracei seu corpo com minhas pernas e agarrava seus macios cabelos desesperadamente, enquanto ele me abraçava cada vez mais forte.

Quando respirar se fez necessário nos separamos ainda de olhos fechados, apenas roçando nossos lábios entreabertos. Estávamos extasiados pelo beijo e nossas respirações totalmente alteradas.

Abri os olhos e a realidade me caiu, eu estava agarrando um dos melhores amigos de Mike e de quebra o que mais me irritava. Ele pareceu acordar quando soltei minhas pernas e soltei seus cabelos, deixando meus braços caídos ao lado de meu corpo, ficamos nos encarando, como se desvendássemos o que tinha acabo de acontecer e senti meus olhos ficarem úmidos de vergonha, ele percebeu e abriu a boca pra falar alguma coisa, apenas sacudi a cabeça pedindo para que não falasse nada. Edward então se afastou devagar, ainda com as mãos em minha cintura, soltando devagar, como se quisesse prolongar o toque, e foi pegar sua câmera indo em direção da porta logo em seguida. Antes de sair parou e me olhou, desviei o olhar e logo em seguida escutei o barulho da porta sendo fechada.

Droga! Que merda eu fiz?

Notas finais
aaaaaaaaaaaaaaaaaaah, finalmente *ergue os braços e faz um prece* o 5º cap veio, primeiro cap do ano, não me matem, apenas fiquei tão atolada de coisa e as outras fics me tomam tanto tempo que quase não consegui trazer mesmo e desistir, maaas não irei fazer isso com vocês nunca!

boom, então esse fds entrei de cabeça *aproveitando a folga do serviço* na história e que o filme já nem demora mais pra carregar! *risos*

perdão pela demora, eu realmente não queria que demorasse tanto.

aaaah, passem nas minhas outras histórias, quem sabe se interessam por elas e tem elas como maneira de passar o tempo? *sorri sem graça e leva um tomate na cabeça*

fuui, até o próximo cap, beeeijos!!