Nossos Mundos
1 Piloto
Notas iniciais
Leiam as notas finais, tem umas coisinhas importantes lá.
Beijocas! Boa leitura.
E sobre aquele universo negro cercado por infinitos pontos de luz, acontecia um duelo interplanetário em que aquelas duas criaturas saídas de dentro de um dos milhares buracos negros, lutavam compondo um panorama irreal em pleno Universo ExtraSolar.
As criaturas flutuavam sobre o infinito negro.
Eram separados por anos-luzes de distâncias, que diante da rapidez ao qual se moviam pareciam que estavam apenas a centímetros de distância. O castanho ergue seus braços tentando focalizar as energias absorvidas da imensidão de estrelas, porém antes que pudesse concluir tal façanha é atingido por uma carga de energia azulada vinda do seu oponente.
O castanho fora arremessado em direção ao sol.
_ Esse é o seu fim, loudra¹.
O impacto era tão grandioso, que o castanho nada podia fazer.
O moreno assistia à situação do rival com seus olhos verdes de serpentes vidrados de satisfação. A criatura então se contenta com que ver, e guarda uma espécie de sabre de luz no suporte do cinto, dando as costas para o outro. Erguendo a mão esquerda, apontou em direção ao nada e alí se formou um buraco negro.
No entanto, o típico espaço negro e mudo. Do nada. Converte-se em luz, e por um reflexo a criatura se volta a sua origem e se depara com o seu adversário que ardia como uma tocha.
_Seu oponente é um dominador da luz e você o atira ao sol? Quanta tolice! _ zombou aquele em chamas_ Adeus, loudra!
“Maldição! ”
E em segundos, uma correte solar altamente destrutiva, surge engolindo tudo o que encontrava. As possibilidades daquela criatura de olhos verdes escapar eram quase nulas. E é quando em completo desespero o moreno fechas os olhos entregando-se ao primeiro buraco negro a sua frente. Seu corpo imediatamente é transportado.
Seu corpo planava pela nova dimensão, e seus olhos esmeraldinos fitavam a gloriosa estrela Salã² envolvida pelos seus oito planetas guardiões. Queria se refugiar em Marte, lá estaria seguro e teria tempo o suficiente para recarregar-se. Mas era limitado pelo cansaço sem sequer conseguir se mover. Exausta, a indômita criatura rende-se ao cansaço ficando inconsciente. Seu corpo desfalecido flutuava pela Via Láctea até ser sugado pela gravidade de um planeta qualquer.
O planeta Terra.
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Moscou (12:08)
_Droga! Por que eu não fiz educação física?_ Indagava uma mulher negra, arrancando a risada do seu companheiro e também agente da Roscosmos³.
_Agora que está divertido, Cátia_ comentava o homem loiro analisando uma sequência binaria no gigantesco computador a sua frente_ A explosão dos raios gama, definitivamente, chegou para salvar meu dia.
_Preciso de férias- disse a mulher envolvendo os braços ao redor do homem de costas, que a puxa para o seu colo.
_Você tem toda a razão _ sussurrou o loiro roçando no pescoço da mulher_ Que tal uma lua de mel em Paris?
_Lua de mel?_ Indagou a mulher quase em um gemido_ Assim eu teria que casar com você.
_E por que não casa?
_Por que eu não sou maluca, quer dizer... Ainda _Disse se libertando dos braços do homem, _Tem alguma coisa estranha, Yvo.
_O quê?
Cátia digita alguns códigos no grandioso teclado do computador o direcionando ao monitoramento do satélite. _Tem alguma coisa passando pela atmosfera terrestre.
Ela pergunta ao computador qual seria a identificação do elemento, e ele a responde com uma simples declaração, “Nenhuma identificação possível a se processar”.
E então homem e mulher se encaram confusos.
_Yvo, informe as autoridades! -Disse se sentando na cadeira de frente digitando mais uma cadência de códigos
_Cátia..
_Agora não, Yvo!
_Desapareceu!_ Disse o loiro apontando para o grande monitor.
_ Como assim?
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Quebec (00:19)
Ela caminhava pelo cômodo escuro se esbarrando em qualquer coisa. Podia ouvir o ronco cansado do pai vindo do quarto, ao final do corredor. Procurava pelo interruptor até encontra-lo ao lado do Freezer. Ligou-o e agora Klarize podia ver toda a cozinha. Abriu a geladeira e retirou um pedaço de bolo de cereja e depois voltou com uma lata de soda na mão. Reuniu todos os itens em cima de uma bancada americana de madeira. Onde fez sua refeição. Quando terminou, limpou toda a bagunça que havia feito e seguiu para o seu quarto.
O quarto de paredes rosadas estava tão congelante que a ruiva se preocupou em procurar o controle do aquecedor. Estava tarde e passara pela cabeça de Klarize a ideia da vantagem que teria a encontrar o controle com a luz acesa. Liga a luz e se depara com a sua janela estranhamente aberta, e o que mais lhe chamava atenção eram as cortinas brancas manchadas por alguma coisa que Klarize deduziu que fosse lama.
_Mas o que é isso? _ disse examinando o tecido manchado. E então escuta um pequeno ruído por trás de si.
Seu coração falha e então mãos comprimem o pescoço obstruindo-lhe a passagem de ar. A garota debatia-se ao encontro do seu assassino, mas estava completamente rendida.
Notas finais
Salã² Reverencia Solar
Roscosmos³ Agência Federal Espacial Russa
E aí mereço? ^-^
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