Nosso Pequeno Kuroko
11 Capitulo 11
Notas iniciais
– A quanto tempo Tatsuya. – disse sorrindo.
Himuro sentiu um arrepio.
– Oi Derek. – cumprimento Himuro.– A quanto tempo mesmo, você sumiu. – ironizou.
– Não precisa ser mau Tatsuya, assim você me machuca. – disse fazendo bico.
– Entra Derek. – disse dando passagem para o maior.
– Obrigada. – respondeu entrando e observando o apartamento arrumado, mas com brinquedos, desenhos e ursinhos de pelúcias espalhados pela casa. – Aqui mudou bastante, esta mais alegre. –disse olhando para Himuro que estava encostado na porta.
–Você sumiu por quase cinco anos e também agora tem uma criança em casa. – respondeu.
– Entendo. Qual o nome dele? – perguntou Derek pegando um porta-retrato com uma foto onde Himuro estava brincando com Murasakibara.
– Murasakibara Atsushi. – respondeu sorrindo ao ver a foto.
–Nome bonito. –respondendo colococando a foto no lugar. – e onde ele está?
– Na casa do Taiga. – respondeu. – Eu não achei apropriado ele estar aqui. – completou.
– Eu entendo.
Ficaram se encarando.
– O jantar deve estar pronto. – disse Himuro quebrando aquele silêncio constragedor. – Vamos?-perguntou seguindo para a cozinha.
– Sim. – respondeu indo seguindo o moreno.
Derek se apoiou no balcão observando Himuro terminando de preparar o jantar.
– Derek. – chamou Himuro.
–Sim. – respondeu.
– Prepara as bebidas, por favor? – pediu.
– Claro. – disse e levantando e indo para a geladeira. – Margueritas, Sangria, Caipirinha ou só vinho? – perguntou.
– Sangria. – respondeu preparando a mesa.
– Ok.
Minutos depois...
Himuro e Derek estavam sentados à mesa conversando. A conversa fluía normalmente pareciam dois amigos que se reencontravam depois de muitos anos.
– Tatsuya. – chamou Derek.
– Sim? — perguntou Himuro olhando para o maior.
– Me desculpe. – disse abaixando a cabeça.
– Derek o que vo-
–Não. Deixa-me acabar. – interrompeu Derek. – Me desculpe por tudo que eu fiz. Eu não deveria ter te deixado, te xingado, te humilhado e te abandonar. Desculpe-me Tatsuya. Eu ainda te amo e quero esquecer tudo isso que aconteceu e seguir em frente. – disse segurando a mão de Himuro.
– Derek e-eu não posso. – disse soltando sua mão. – Tudo bem que você possa ter mudado, mas eu ainda não esqueci o que você me fez passar, o tanto que eu sofri por sua causa, o quanto eu chorei por você. Eu passei tantos dias chorando e desejando que você entrasse por aquela porta e me pedisse desculpa e que nós iríamos seguir nossa vida como sempre sonhamos. – lágrimas escorriam por sua face.
– Tatsuya eu estou aqui agora. – Disse Derek.
– É eu sei. Eu passei 5 anos esperando esse “agora”. – Himuro sorriu triste. – Mas eu não posso ficar com você. E-eu .-colocou uma mão em sua cabeça, estava se sentindo tonto.
– Que pena você pensar assim Tatsuya. – Derek se levantou olhando para Himuro que o olhava com uma cara confusa. – Mas essa noite eu te farei pensar diferente. – sorriu maliciosamente.
Himuro sentia sua cabeça girar e logo perdeu os sentidos, desmaiou e Derek o pegou no colo antes que caísse no chão e o levou para o quarto.
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Kagami e Aomine estavam no sofá assistindo um filme, Kuroko e Murasakibara já dormiam.
– Você esta bem Taiga? – perguntou Aomine.- Parece que está voando.
– Hm estou. É que eu to preocupado com o Tatsuya. – respondeu encostando a cabeça no ombro do namorado.
– Não fique ele sabe se cuidar. — disse abraçando o ruivo.
– Eu sei, é q- foi interrompido com um beijo.
– Não fique Bakagami.- disse Aomine sorrindo. – Ele sabe se cuidar, e também se algo acontecer ele vai ligar não é? –perguntou segurando o rosto de Kagami.
– É. – respondeu abraçando o moreno. – Obrigado.
– De nada. – respondeu retribuindo o abraço e acariciando os cabelos ruivos de Kagami.
Ficaram abraçados, até que Murasakibara apareceu na sala chorando e segurando um ursinho de pelúcia.
–T-tio mine-chin e tio Kaga-chin. – Chamou Murasakibara chorando, parando na frente dos dois.
– O que aconteceu pequeno? – perguntou Aomine pegando o menor no colo.
– M-muro-chin. – seu choro aumentava.
– O que tem o Himuro? – perguntou Aomine tentando acalmar a criança.
– Ele ta d-dodoi. – respondeu fazendo Aomine e Kagami se entre olharem confusos.
– Ei pequeno. – chamou Aomine colocando Murasakibara em pé em seu colo. – O Papai Himuro está bem e ele vem te pegar amanhã. – disse limpando as lagrimas que continuavam a cair.
– M-mas o muro-chin. – disse chorando.
– Vamos fazer assim, vamos voltar a dormir e amanhã nós vamos comer um bolo bem gostoso na padaria que tal? — perguntou sorrindo.
– Serio? – Murasakibara parou de chorar. – E o muro-chin pode ir? – perguntou sorrindo e dando pulinhos no colo de Aomine.
– Claro. – disse rindo da reação do menor. – Mas agora vamos dormir porque se não amanha não tem bolo.
– Hai. – respondeu animadamente e pulou do colo de Aomine e voltou para o quarto.
Kagami olhou para Aomine e sorriu.
– Que foi? – perguntou o moreno.
– Nada. – respondeu e virou e rosto soltando uma pequena risada.
– Fala logo. – disse Aomine segurando o rosto de Kagami fazendo o olhar para si.
– É que você fica tão bonitinho assim. – respondeu sorrindo.
– Assim como? – perguntou sentindo seu rosto esquentar.
– Quando fica todo amoroso com uma criança. – disse dando um selinho em Aomine.
– Bakagami. – respondeu retribuindo o beijo.
– Vamos dormir. – disse Kagami se levantando e puxando Aomine junto.
–Claro. — disse Aomine abrindo um sorriso malicioso.
–Dormir Daiki, dormir. — rosnou Kagami.
– Ta bom. – disse Aomine soltando uma pequena risada, e agarrando a cintura do ruivo e beijando seu pescoço. – Mas bem que poderíamos fazer outra coisa né?
– Não. – respondeu se virando e dando um beijo no moreno. — Boa Noite Ahomine. – falou quando se separaram.
– Boa Noite. – falou com um sorriso bobo no rosto.
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Himuro recobrava seus sentidos aos poucos, abriu os olhos e a luz do local o incomodou.
– O-onde estou? – perguntou lentamente por causa da droga que estava perdendo efeito. – Meu quarto? – perguntou observando o quarto. – O que? – estava sentando em sua cama, nu e com as mãos amarradas.
– Até que enfim você acordou. – disse Derek entrando no quarto.
– O que? – perguntou.
– Você dormiu bem em cinderela? – perguntou sorrindo maliciosamente.
– Derek me solta. – disse Himuro tentando se soltar das amarras.
– Me desculpe, mas não posso. — disse se sentando na cama de frente para Himuro.
– Eu achei que você tinha mudado. – disse Himuro abaixando a cabeça.

– Mas eu mudei meu amor. – Disse segurando o rosto do moreno.
– Se você mudou mesmo prova e me solta. – falou.
– Não posso. – disse fingindo estar triste.
– Por quê?
– Ora porque- disse Derek se levantando da cama e retirando suas roupas ficando apenas de Box. – você está tão sexy e também eu te darei uma noite inesquecível. – disse voltando para a cama e ficando sobre Himuro.
– Para Derek, por favor. –implorava Himuro sentindo seus olhos marejarem.
– Porque amor você vai gostar. – disse dando beijos no pescoço do outro.
– Não, por favor, para. – falava se debatendo.
–Fica quieto Tatsuya. – disse dando um tapa no rosto de Himuro.
Himuro começara a chorar enquanto Derek ria ao ver a situação do menor.
– Desculpa. Doeu? – perguntou ironicamente.
Himuro chorava e tremia.
Derek deixava marcas fortes na pele branca quase pálida do menor, beijava e mordiscava o pescoço de Himuro, foi descendo pelo torso até chegar aos mamilos.
–Ahhh. – gritou Himuro, quando Derek mordeu seu mamilo fortemente fazendo-o sangrar. – PARA POR FAVOR!! – gritou chorando mais ainda, ele não sentia nenhum prazer naquilo e sim nojo.
Derek deu outro tapa em seu rosto. – Shhh cala a boca. – disse segurando apertando o pescoço de Himuro. –Ou você quer que os vizinhos escutem? – perguntou soltando uma risada. — E agora a melhor parte. – disse se levantando e retirando a cueca exibindo seu membro ereto.
Voltou para a cama e ficou entre as pernas de Himuro, que se debatia. O penetrou em uma estocada forte e seca fazendo-o menor gritar de dor e com a força da estocada acabou machucando o menor que sangravav, Derek nem esperou Himuro se acostumar e já o estocava fortemente.
Derek desamarrou as mãos de Himuro, pois sabia que o moreno não fugiria mais.
–Para, por favor, isso dói. – disse tentando empurrar Derek.
– Não, e para com esse chororô. – disse dando uma estocada mais violenta e segurando seus braços. – Você continua tão apertado Tatsuya. – comentou.
Himuro virou o rosto. Estava com nojo daquilo, seu coração estava despedaçado, nunca sentira aquela dor nem quando foi humilhado quando tinha engravidado. Aquele não era o homem que um dia amou e sim um monstro.
– Hmm, já estou quase lá. – disse aumentando as estocadas. – Eu fico pensando será que você pode ter outro filho? – abriu um sorriso maldoso.
Himuro olhou para ele assustado.
– Vamos tentar? – soltou uma risada de deboche.
– Não, por favor, eu to implorando, não faça isso. – disse Himuro desesperado, era quase impossível ele engravidar de novo, mas ainda tinha uma chance de isso acontecer e a ultima coisa que ele iria quer era ter outro filho desse monstro. Tinha Murasakibara amava o menor incondicionalmente. Mas ter outro filho do homem que o machucou, humilhou, e agora estava o estuprando, ele não queria isso.
– O desculpa amor, mas não vou conseguir segurar. – disse sorrindo maliciosamente, dando mais algumas estocadas e gozando no interior de Himuro.
Derek retirou seu membro e se deitou na cama ofegante, Himuro virou de lado e abraçou se braços ficando em posição fetal, chorava e soluçava seu choro aumentava cada vez mais, estava se sentindo sujo e violado.
Derek se levantou da cama e saiu do quarto. Himuro olhou para a porta entreaberta e ouviu um barulho vindo da cozinha. Era a sua chance de ligar para Kagami se levantou, mas suas pernas fraquejaram e Himuro caiu no chão, com dificuldade conseguiu se levantar sentia dor pelo corpo inteiro, pegou seu celular que estava em cima da cômoda e ligou para Kagami.
– Vamos Taiga atenda. – dizia baixou observando a porta.
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Taiga e Aomine estavam dormindo abraçados, quando o celular de Kagami começa a tocar.
– Atende essa porra logo Bakagami. – resmungou Aomine largando o ruivo e virando para o outro lado.
– Tá. – disse meio sonolento. Pegou o celular e viu o nome de Tatsuya um arrepio passou por sua coluna, para o Tatsuya estar ligando para ele 03:30hrs da manha coisa boa não era.
– Tatsuya?-atendeu ao telefone.
–T-taiga graças a deus. – disse o moreno.
– O que aconteceu? – perguntou a voz de Tatsuya estava estranha.
– Taiga, o Derek.. – disse chorando.
– Tatsuya se acalme. – disse Kagami se sentando na cama. – Me explique o que aconteceu.
– Nós estávamos jantando, aí ele me dro- AAh. – Himuro deu um grito de dor e a ligação ficou muda.
–Tatsuya?Oe Tatsuya? – Chamou Kagami aflito, Aomine acordou por causa do ruivo.
– Hello Taiga.
Kagami congelou ao escutar aquela voz.
– Derek. – sussurrou.
– Acertou. – disse o arroxeado, soltando uma risada. — Há quanto tempo Taiga, estava com saudades.
– Seu filho da puta. – Kagami rosnou. – O que você fez com Tatsuya? – perguntou se levantando da cama e indo para a sala.
–Caalma Taigazinho.-disse Derek, ao fundo dava para escutar o choro de Tatsuya.
– O que você está fazendo com ele? – Uma veia saltava na testa do ruivo.
–Nada demais. Estamos fazendo vários bebezinhos. – respondeu soltando uma risada histérica.
– Seu doente. – disse Kagami.
Derek ria do outro lado da linha.
–Adorei conversar com você Taiga, mas agora eu vou desligar eu ainda tenho assuntos a tratar com o meu Tatsuya, então Tchau. – desligou o telefone.
– Filho da puta. –Rosnou Kagami jogando o celular no sofá.
– O que aconteceu?- perguntou Aomine, escorado na parede do corredor.
–Aquele desgraçado do Derek fez alguma coisa com o Tatsuya. – disse se sentando no sofá e com as mãos na cabeça. – Eu não posso ficar parado aqui, eu tenho que ir lá. — Disse respirando fundo e se levantando passando pelo moreno indo para o quarto trocar de roupa já que estava apenas de Box.
Aomine ficou no corredor. Minutos depois Kagami voltou e pegou as chaves do carro e seu celular.
– Você não quer que eu vá? – perguntou Aomine.
–Não Obrigado, as crianças não podem ficar sozinhas, eu ficarei bem. –respondeu indo em direção a porta.
–Taiga. –chamou Aomine.
Kagami se virou e viu o moreno com os braços abertos, convidando-o para um abraço que foi aceito. Kagami abraçou o pescoço de Aomine que agarrou sua cintura colando seus corpos.
– Não faça nenhuma besteira. – sussurrou em seu ouvido. — E se algo acontecer me ligue Ok?-completou.
–Ok. – respondeu se soltando do abraço e dando um selinho em Aomine.
Kagami saiu do apartamento, pegou o elevador desceu até o estacionamento e pegou o carro e saiu rapidamente.
Demorou em torno de 15 minutos até chegar ao prédio de Himuro.
Entrou rapidamente no prédio, cumprimentou o porteiro que já conhecia o ruivo muito bem. Apertou o botão do elevador varias vezes como se isso fizesse ele andar mais rápido( o que por sinal não faz ¬.¬). Quando as portas se abriram a ultima pessoa que queria ver no mundo estava na sua frente e com um sorriso debochado no rosto.
O sangue de Kagami ferveu ao ver Derek na sua frente.
– OH Taiga. – fingiu surpresa. – Que saudades de você.
–Desgraçado. – rosnou Kagami transferindo um soco no rosto de Derek que caiu no chão. — O que você fez com o Tatsuya?-perguntou segurando Derek pela gola da camisa.
–Porque você não vai lá vê-lo? – perguntou rindo e limpando o sangue no canto da boca.
– FILHO DA PUTA NUNCA MAIS APAREÇA AQUI!!-Gritou dando outro soco e um chute em sua barriga e entrando no elevador.
Kagami queria matar Derek na porrada, mas ele tinha que ver como Himuro estava e saber o que aquele monstro fez com seu irmão.
As portas do elevador se abriram e Kagami saiu correndo até o apartamento de Himuro, a porta estava trancada, mas o ruivo tinha um copia da chave. Entrou no apartamento, a cozinha e sala estavam normais, ao entrar no quarto do moreno Kagami congelou, a cama estava bagunçada e tinham uma grande mancha de sangue e sêmen. Mas Himuro não estava na cama e nem no banheiro da suíte. Mas quando ia saindo do quarto escutou um gemido vindo do quarto.
– Tatsuya.. Meu Deus.. – Kagami estava horrorizado com o que via, Himuro estava deitado em posição fetal no chão ao lado da cama, desacordado, seu rosto tinha alguns hematomas roxos e um filete de sangue escorria por seu lábio, o seu corpo estava cheio de marcas roxas e algumas vermelhas e tinham cortes por todo corpo, e na coxa esquerda tinha um corte mais profundo em formato de um “D”, suas pernas estavam sujas de sangue e sêmen.
Kagami pegou Himuro no colo e o colocou na cama, o mesmo fazia caretas de dor a cada movimento. Pela quantidade de machucados Kagami decidiu ligar para Midorima.Pegou o celular e ligou para o esverdeado.
–Hm ..OI? – atendeu uma voz sonolenta.
–Midorima. –respondeu Kagami.
– Kagami? Aconteceu alguma coisa? – perguntou Midorima, se sentando na cama.
– Me desculpe te ligar uma hora dessas, mas.. é que o Himuro sofreu um acidente e está machucado. Será que você poderia examiná-lo? – explicou um pouco aflito.
– Claro, mas o que aconteceu? É muito grave? – perguntou se levantando da cama e se arrumando.
– Resumindo. Um filho da puta o estuprou e bateu nele e o cortou. – disse em um só fôlego.
–E-entendi. – respondeu o esverdeado. — Mas tem um problema. – completou.
– O quê? – perguntou Kagami.
– Eu não posso deixar Takao sozinho. – disse Midorima, observando o menor dormindo.
– Você pode deixar ele com o Daiki, lá no nosso apartamento. – respondeu o ruivo.
– Ok. Em 20 minutos eu chego ai. – disse o esverdeado.
– Ta bom, mas e os ferimentos ele estão sangrando muito.- disse Kagami observando Himuro que ainda estava desacordado.
– Tem algum corte muito profundo?
– Não, eles são mais superficiais, mas tem um corte na perna que é mais profundo. –respondeu.
– Talvez precise levar pontos. — disse mais para si do que para o rapaz. – Kagami. – chamou.
–Sim?
–Preciso que faça uma coisa. – pediu.
– O que? – perguntou.
– É preciso limpar os ferimentos e estancar o sangue, então vá ao banheiro e pegue uma toalha limpa molhe-a e limpe os ferimentos. -explicou.
– Ok eu farei isso. – respondeu.
– Esta bem, chegarei o mais rápido possível. – disse o esverdeado já no carro e Takao dormindo na cadeirinha.
–Ok, eu vou ligar para Aomine para avisar ele. – disse indo para o banheiro.
– Esta bem, estou indo.
– Ok. – disse desligando o celular.
Kagami ligou para Aomine, enquanto molhava a toalha.
–Taiga?
– Oi. – disse o ruivo.
– E ai?O que aconteceu? E o Himuro? – perguntou Aomine.
– O desgraçado do Derek o estuprou e o cortou. – respondeu kagami, saindo do banheiro com a toalha e se sentando na cama ao lado de Himuro. Começou a limpar os ferimentos.
– Meu Deus. – disse.
–Daiki. –chamou.
–Sim?
– Midorima vai deixar Takao ai com você está bem? – perguntou.
– Sim. – respondeu soltando uma risada
– Qual o problema?- perguntou Kagami estranhando a reação do outro.
– Nada. É que você e a Satsuki falaram que eu não conseguia cuidar de um bebê direito agora eu estou cuidando de três sozinho. – disse em tom de superioridade.
Kagami soltou uma risada. – Obrigada.
– Pelo quê? – perguntou Aomine.
– Por me fazer sorrir em uma hora dessas. – respondeu sorrindo.
– Estarei sempre que precisar. — disse.
– Depois eu te ligo, está bem? Provavelmente eu ficarei aqui. – explicou Kagami. –Te amo. – sussurrou.
– Ok, mas me avise. – Disse. – Também te amo.
–Tchau.
–Tchau.
Desligou o celular e continuou limpando os ferimentos do moreno, que ainda estava desacordado, parecia que estava dormindo, mas seu rosto demonstrava medo,tristeza, sofrimento e dor.
25 Minutos depois ..
O Interfone toca.
–Sim? – atende Kagami.
– Sr.Kagami o Dr.Midorima está na porta. – disse o porteiro.
– Ah sim pode o mandar subir. – respondeu.
–Esta bem. – disse desligando o interfone.
Minutos depois a campainha toca. Kagami abre a porta e vê Midorima com o cabelo todo despenteado, vestindo uma camisa e calça de pijama e segurando uma maleta.
– Pode entrar, ele está no quarto.- disse Kagami dando passagem para Midorima.
Kagami fechou a porta e segui para o quarto.
–Obrigado, ele acordou? – perguntou seguindo o ruivo.
–Não. –disse abrindo a porta.
Quando Kagami abriu, Midorima ficou horrorizado com o estado de Himuro.
–Meu Deus. – disse Midorima, mesmo sendo medico nunca tinha visto um estado como o do moreno.- Você limpou os ferimentos?
–Sim, mas alguns ainda continuam sangrando, principalmente o da perna. – respondeu.
Midorima examinou os ferimentos não eram graves, mas o da perna teria que levar pontos.
–Isso é um “D”? – perguntou Midorima examinando o ferimento na perna.
–Sim. O nome do desgraçado é Derek. – respondeu.
–Entendo.
Minutos depois...
Midorima já tinha cuidado de todos os ferimentos de Himuro, deu pontos no ferimento da perna.
–Pronto, não haverá mais problemas, mas eu aconselho a ele ir ao hospital para fazer alguns exames básicos, e também um teste de AIDS e DST já que o agressor não usou camisinha, quando ele acordar coloque gelo nos ferimentos do rosto e dê esses analgésicos para a dor. – respondeu dando ao ruivo uma caixinha de remédios.
– Esta bem. Muito Obrigado e me desculpe pela hora. – agradeceu Kagami, se curvando.
– Imagina, sem problema nenhum. – disse bocejando. – Então vou indo. Tchau. – disse saindo do apartamento.
– Tchau Midorima. – respondeu fechando a porta e indo para o quarto.
Quando estava no corredor, escutou um grito e correu para o quarto. Quando chegou ao quarto viu Himuro chorando compulsivamente.
–T-taiga. –disse Himuro.
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