Nosso Pequeno Kuroko
8 Capitulo 08
Notas iniciais
Chegaram ao apartamento de Himuro eram por volta de 20:00hrs.
– Desculpa a demora Tatsuya, foi culpa dessa mula aqui que sumiu as chaves do carro. – disse Kagami entrando no apartamento junto a Aomine.
– A culpa não é minha se ele “descansou” demais. – ironizou.
Kagami lançou um olhar mortal para Aomine.
– Eu vejo que se divertiram bastante hoje. –disse Himuro fechando a porta do apartamento.
– Sim... Não. – responderam juntos.
Himuro sorriu. – Sentem-se. – disse se sentando no sofá.
– Kuroko deu muito trabalho? – perguntou Kagami se sentando no sofá ao lado de Himuro.
– Não, eu achei que daria mais. Ele esta lá no quarto dormindo. – respondeu. – Ele é bem tranqüilo, deve ser porque ainda é novinho. – completou.
– Muro-chin ele que é a mamãe do Kuro-chin? – perguntou Murasakibara entrando sonolento na sala apontando para Aomine.
– O QUÊE?- Aomine se assustou.
Kagami e Himuro começaram a rir.
– Não Atsushi ele é o papai, ele que é a mamãe. – disse apontando para Kagami.
– O QUÊE? – foi a vez de Kagami gritar.
Todos começaram a rir.
– Prazer mamãe do Kuro-chin. – disse levantando a mãozinha para Kagami.
Kagami sorriu e apertou a mão de Murasakibara. – Prazer eu sou o Kagami Taiga.
Murasakibara sorriu e se virou para Aomine. – Prazer Papai do Kuro-chin. – disse levantando a mãozinha novamente.
– Prazer eu sou o Aomine Daiki. – disse apertando a mãozinho do menor.
Murasakibara sorriu e se sentou no colo de Himuro.
– Porque vocês não ficam e jantam aqui? – perguntou Himuro.
– Claro, porque não. – disse Kagami olhando para Aomine que concordou.
– Ótimo vamos para a cozinha, eu vou fazer Lasanha. – disse se levantando com Murasakibara no colo e o colocando na cadeirinha.
– Taiga. – chamou Himuro.
– Sim?
– Porque você não faz a torta de chocolate? – perguntou lavando as mãos.
– É uma boa idéia. – disse indo lavar as mãos.
Aomine se sentou no balcão e observou os dois rapazes preparando a comida, Murasakibara chupava um pirulito.
Continuaram conversando,brincando, contando piadas, todos riam juntos. Minutos depois Kuroko começou a chorar, Aomine se levantou.
– Eu vou lá. –disse indo para o quarto.
– Ei pequeno. – disse pegando o menor colo. – O que foi? – perguntou vendo o menor chorando, sentiu um cheiro estranho. – Já sei o que é. – disse indo a sala.
– O que foi? – perguntou Kagami.
– É só a fralda. – respondeu. – Himuro onde está a bolsa dele?
– No carrinho, ao lado do sofá.
– Ok, vou lá trocar e já volto. – disse pegando a bolsa e voltando ao quarto.
– Ok. – responderam os rapazes voltando a cozinhar.
Aomine colocou Kuroko na cama e tirou sua fralda. – Nossa, como alguém tão pequeno consegue fazer isso?- disse, Kuroko deu uma pequena risadinha, como se entendesse o que Aomine falou. – Você gosta né seu danadinho. – disse soprando a barriguinha de Kuroko que soltou uma risadinha gostosa. Embalou a fralda jogou-a no lixo, limpou Kuroko e colocou a fralda nova.
–Pronto, agora está de fralda limpa vamos para a cozinha Mamãe Taiga e Tio Himuro estão cozinhando. – disse pegando o menor no colo. – Quando você crescer vai poder comer a comida divina da Mamãe Taiga, porque a da Mamâe Momoi é um horror. – sentiu um calafrio ao lembrar da comida da Momoi.
– Pronto está de fralda limpa. – disse Aomine entrando na cozinha.
– Que bom. – disse Kagami. – Ei pequeno. – disse dando um beijo na testa de Kuroko.
– Eu também quero. –disse Aomine fazendo bico.
– Você não merece. – disse virando as costas e continuando fazendo a torta.
– Você ta vendo né Himuro .- disse Aomine em tom choroso. – Como Kagami é malvado comigo, nem pra me dar um beijinho depois de eu ter trocado a fralda de Kuroko.
– Pois é Taiga, seu malvado. – repreendeu o ruivo.
– Ata deu pra defender ele agora é? – perguntou indignado, apontando uma colher pra Himuro.
– Não estou defendendo ele. –disse levantando os braços.- Só acho que ele merecia um beijo por ter trocado a fralda direitinho.- completou.
– Eu até daria.- disse Kagami. – Mas depois daquele chá eu to de greve por uma semana. – apontou a colher para Aomine.
– O QUÊE? — gritou assustando Kuroko em seu colo.- Isso não é justo. – abaixou o tom de voz, enquanto acalmava Kuroko.
– É claro que é justo, quem mandou me dar aquele chá. – respondeu virando as costas.
– Alguém pode me explicar o que aconteceu? – pronunciou Himuro.
– Claro. É que esse Tarado aí. – apontou para Aomine. – Ele me deu um chá hoje que me deixou de pau duro por umas 3 horas se não for mais.
Himuro começou a rir. – Agora eu entendo. Você também não facilita né?- perguntou a Aomine.
– A culpa é dele por querer fazer greve. – disse fazendo bico.
– A culpa é sua por ter tirado aquelas fotos. –rosnou Kagami.
– Que fotos? – perguntou Himuro.
– Essas. – respondeu Aomine tirando o celular do bolso e mostrando a Himuro.
Himuro começou a rir novamente. – Mas elas ficaram tão fofas Taiga.
– Nunca mais diga isso. – disse apontando para Himuro.
– Hai, Hai.
– E você apaga essas fotos. – disse para Aomine.
– Nunca!- mostrou a língua para Kagami.
– então uma semana e três dias de greve.
– Só quero que saiba que eu tenho mais daquele chá viu? – abriu um sorriso malicioso.
– Seu Idiota. – rosnou virando as costas.
Continuaram conversando, rindo.Quando a lasanha ficou pronta se sentaram todos a mesa, Kuroko no carrinho e Murasakibara na cadeirinha.
– Hmm~ o cheiro ta delicioso Himuro. – elogiou Aomine.
– Está mesmo. – concordou Kagami.
– Obrigada.
Quando terminaram de comer a Lasanha, se sentaram todos na sala e continuaram conversando.
– Eu vou pegar a Torta. – disse Kagami se levantando.
– Ok , Ok. – disseram os dois rapazes sentados.
Aomine olhou os portas-retratos de Himuro e uma foto chamou sua atenção, era uma foto de Himuro e Kagami quando eram crianças e com uma marca de batom na bochecha, Kagami estava emburarrado e que aos olhos de Aomine estava muito fofo e estrupavel.

– Vocês se conhecem desde pequenos não é? – perguntou para Himuro.
– Na verdade somos irmãos. – respondeu vendo Aomine observar a foto.
– Serio? Eu achei que vocês eram só amigos.
– Ele é filho da minha mãe com outro homem. – respondeu.
– Hm, entendo. – sorriu – Vocês não se parecem muito.
– É mesmo, nós saímos aos nossos pais. Não nos parecemos nada com a nossa mãe, só o amor pelo basquete.
Aomine sorriu.
– Aomine, desculpa a pergunta mas Kuroko é filho de quem? – perguntou Himuro.
– Da Satsuki. – respondeu. – Minha melhor amiga, ele é modelo teve que viajar a trabalho. – completou.
–Mas porque ela não o deixou com o pai?
– O pai dele morreu. – respondeu. – Ele teve câncer de pulmão.
–Ah eu sinto muito.
– Não tem problema.- sorriu. – Mas e Murasakibara?
Himuro começou a tremer nervoso. – A-ah ele eu adotei quando ainda era novinho. – gaguejou.
Aomine estranhou a reação do rapaz. – Porque vo-
– Aqui está a Deliciosa torta de chocolate. – interrompeu Kagami trazendo a Torta.
Todos se serviram e continuaram conversando.
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– O jantar estava ótimo. – disse Aomine saindo do apartamento com Kuroko no carrinho.
– Obrigado, volte sempre.
– Voltarei.
– Tchau Himuro. – disse indo para o elevador.
– Tchau.
– Tchau Tatsuya. – disse Kagami o abraçando. – Obrigado por não contar a verdade a ele. – sussurrou em seu ouvido.
– Não tem problema. Mas você deve contar a ele Taiga. – respondeu.
– Eu tenho medo, ele pode achar estranho, eu sei o quanto você sofreu.- separou o abraço.
– É mas eu sofri por culpa daquele idiota, mas o Aomine não é igual ele.
– É pode até ser, eu vou pensar.
– Vamos logo Bakagami !! – disse Aomine quando o elevador abriu.
– Eu já vou Ahomine.
– Depois nós conversamos melhor Taiga.
– Ok, Tchau. – disse indo para o elevador.
– Tchau. – disse fechando a porta do apartamento, encostou no porta e escorregou sentando no chão. – Porque ele fez isso comigo. – sussurrou começando chorar.
– Muro-chin, porque está chorando? – pergunto Murasakibara.
– Não é nada meu pequeno. – abraçou o menor.
“ Porque você se parece tanto com ele? ..” pensou ao observar a face triste do arroxeado.
Murasakibara tirou o pirulito de sua boca e o colocou na boca de Himuro. – Pra você Muro-chin, não fique triste. – sorriu e limpou as lagrimas do rosto de Himuro.
Himuro sorriu com a atitude de Murasakibara.
“ Você pode parecer ele, mas não é igual a ele...” – pensou.
– Não estou mais triste. – sorriu. – Eu tenho você não é pequeno? – começou a fazer cócegas no menor que começou rir descontroladamente. — Agora vamos dormir. — disse se levantando com o menor no colo.
– Mas eu não queroooo- disse em tom choroso.
– Então amanhã não tem nada de panqueca para você mocinho. — disse apertando a bochecha de Murasakibara.
–Muro-chin mau. — disse fazendo bico e abraçando o pescoço de Himuro.
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