Nosso Pequeno Kuroko
17 17. Especial: Primeira Vez
Notas iniciais
Já ia fazer 5 mês que estavam juntos.
– Você ainda está com ciúmes? – perguntou Kagami entrando em seu apartamento seguido pelo moreno.
–Claro aquele cara não parava de te olhar. – o moreno sentou emburrado no sofá.
– Deixa de besteira. Vou tomar um banho. – falou indo para o quarto. – Se você quiser pode tomar um também.-Jogou umas roupas para Aomine.
–Tá. –bufou entrando no banheiro.
Kagami sorriu e foi tomar banho.
Minutos depois ...
– Para de fazer essa cara. — falou vendo o moreno emburrado no sofá.
–Não. –aumentou o bico.
–Parece uma criança. –parou na frente do azulado.
–Não pareço não. – disse puxando Kagami pelo braço fazendo-o sentar em seu colo.
–Parece sim. – foi-se levantar, mas Aomine agarrou sua cintura.
–Fica aqui. — pediu.
–Não vou, se você continuar com essa cara. – apertou a bochecha do maior.
– Mas quem mandou aquele idiota ficar te olhando. – virou o rosto emburrado.
– Pra quê tanto ciúme? – virou seu rosto fazendo-o olhar para si.
– Porque eu não gosto que fiquem de olho no que é meu. – respondeu abraçando o ruivo.
Kagami corou e retribuiu o abraço.
–Quem disse que eu sou seu? –perguntou.
–Quando você aceitou namorar comigo era a mesma coisa de falar que agora você era meu e que ninguém podia ficar com você além de mim. -sorriu brincalhão.
– Se eu soubesse disso. –fingiu estar indignado.
–Até parece você aceitaria de qualquer jeito.
–Convencido. –resmungou.
Aomine riu. – Mas você ainda não é totalmente meu. – disse olhando nos olhos do ruivo.
–Como assim?- fez uma cara confusa.
Aomine sorriu às vezes Kagami era ingênuo demais.
– Nós ainda não fizemos. – respondeu.
–A-aquilo? – gaguejou. Aomine já tinha tentado algumas vezes, mas Kagami sempre dava uma desculpa parecia uma garota virgem com medo de sentir dor, mas era o que ele sentia.
–Sim. Mas não precisa se preocupar eu não vou te estuprar ou algo do tipo, quando você quiser fazer nós vamos fazer. – respondeu acariciando o cabelo do ruivo.
–Eu quero fazer. –sussurrou, mas Aomine ouviu e paralisou.
–O qu- foi interrompido pelos lábios do ruivo.

–O que você disse? – perguntou surpreso.
– Eu disse que quero fazer. –respondeu com um pequeno sorriso. –Mas não agora e nem assim, posso correr o risco de parecer uma garotinha, mas eu quero uma coisa especial tá?- perguntou com o rosto corado.
–C-claro. –gaguejou.
Beijaram-se e deitaram no sofá.
Dia seguinte ...
– Daaaai-chan~-gritou a garota pulando em Aomine.
– Porra Satsuki, não da pra você ser mais discreta não? – falou retribuindo o abraço da garota.
– Não. –resmungou.
–Oi Hideki. – cumprimentou o garoto que estava com a rosada.
–Oi Aomine. – cumprimento de volta. -Satsuki eu já vou pra sala ta? – deu um selinho na garota.
–Ok Ken, eu já vou. -respondeu sorridente.
Hideki foi para a sala, Aomine e Momoi se sentaram em um banco no pátio da escola.
–Você esta vermelha. –disse apertando a bochecha da garota.
–Aii Daí-chan isso dói. –resmungou esfregando a bochecha. – E eu não estou vermelha.
–Está sim. Parece um pimentão. – Riu. – Você gosta dele né?
–Hai. –seu rosto ficou mais vermelho.
–O meu deus minha garota macho está crescendo. –brincou.
–Quem é garota macho baka? – perguntou dando um tapa no braço do maior que ria.
–Seu tapa deve doer mais que meu soco. – ironizou.
– A culpa não é minha se você bate igual uma mulherzinha. – colocou a língua pra fora.
–Eu tenho dó do Hideki.
– E eu do Ka-chan.
– Em falar no Taiga, eu queria te pedir um favor? –parou de rir e olhou para a garota.
– O que? – perguntou curiosa.
– Eu nunca achei que te pediria isso, mas você pode arranjar um encontro para mim?
– Como assim?
– É que o Taiga quer fazer aquilo. – Os olhos da garota brilharam. – Então eu pensei em sair com ele para um restaurante ou algo do tipo deixaria um clima mais romântico e depois iríamos para minha casa ou para o apartamento dele. Só que eu não sei nada sobre essas coisas.
– Eu te ajudo, só com uma condição. – abriu um sorriso malicioso.
– Qual? – perguntou receoso, odiava aquele sorriso pervertido da garota.
– Só se você me deixar filmar a noite de amor de vocês?
– O QUÊ?? NÃO! – gritou com o rosto vermelho.
– Sem graça. – bufou cruzando os braços. – Mas eu vou te ajudar mesmo assim.
– Obrigado. Depois nós conversamos melhor sobre isso, minha aula já vai começar. – deu um beijo na bochecha da garota e se levantou. – Tchau. –seguiu para a sala.
–Tchau. – respondeu. – Daí-chan! –chamou.
– O quê? – parou no meio do caminho.
– E com uma câmera escondida você deixa? – perguntou.
–NÃAO! – gritou seguindo para a sala.
A garota sorriu e foi para a sua sala.
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Dias depois ...
– Eu já fiz a reserva do restaurante para você tá? – perguntou a garota ajeitando a blusa do maior.
– Ta, obrigado. – respondeu abraçando a garota.
– De nada, você sabe o que fazer né? – perguntou.
– Sei, flores, carro, ser eu mesmo, ser carinhoso, beijos e sexo. – respondeu.
–E? –perguntou esperançosa.
–Não Satsuki. Eu não vou deixar você filmar. – respondeu dando um tapa na cabeça da rosada.
–Baka. – bufou. – Seus pais estão viajando? –perguntou se sentando na cama do azulado.
–Sim, e por isso você pode ir embora ta? Hoje a casa é só minha. – sorriu malicioso.
–Seu chato. Eu já vou embora. – botou a língua para o maior. – Boa sorte e espero que goste da surpresa. – sorriu saindo do quarto.
–Como assim? – perguntou.
–QUANDO VOCÊ SAIR SABERÁ. – gritou descendo as escadas.
– O que ela aprontou? – sussurrou para si.
Minutos depois...
Aomine saiu de casa com o buque de rosas vermelhas na mão e paralisou ao ver um carro luxuoso em frente a sua casa.
– Quem é você? – perguntou ao homem que estava em pé ao lado do carro.
– Boa Noite senhor Aomine, eu serei seu motorista essa noite. – se curvou.
– Mas por quê? –perguntou confuso.
– A senhorita Momoi pediu que eu viesse. -respondeu. –Por favor. – abriu a porta traseira do carro.
– Eu vou matar aquela garota. –sussurrou entrando no carro. – Obrigado.
O motorista fechou a porta traseira e entrou no carro.
– Você sabe já sabe o endereço? –perguntou.
–Hai, a senhorita me deu todo o itinerário do encontro. – respondeu ligando o carro e seguindo para o apartamento de Kagami.
Minutos depois...
A campainha do seu apartamento tocou. Foi abrir a porta, mas ficou sem palavras ao ver Aomine com um buque de rosas.
–Para você. –entregou as rosas com um sorriso no rosto.
– Quem é você e o que vez com o Ahomine? –brincou recebendo as rosas. –Obrigado.
– Eu sei ser romântico ta? – fingiu indignação.
– Ok. –riu dando um selinho no maior. – Elas são lindas. – entrou no apartamento e colocou as rosas no jarro com água.
–Você está lindo. – disse observando o ruivo, Kagami usava um calça jeans um pouco colada, uma blusa branca e por cima uma camisa xadrez dobrada até o cotovelo com um all-star preto.
Kagami corou com elogio.
– A Momoi tem um bom gosto. E você também está. – sorriu. Aomine usava uma calça jeans branca e uma blusa de manga comprida azul marinho e com gola v e all-star vermelho.
– Obrigado. Mas espera ai, a Satsuki escolheu sua roupa? – perguntou confuso.
– Hai. No inicio eu também achei estranho quando ela veio aqui, mas eu gostei da roupa que ela escolheu. –sorriu.
– Ela tem um bom gosto mesmo. – respondeu passando o braço pela cintura do ruivo.
Saíram do prédio,o motorista abriu a porta para os jovens entrarem.
–Você caprichou em?-disse Kagami entrando no carro.
– Para falar a verdade agradeça aquela coisa rosa, porque eu só ia te levar a um restaurante seria um encontro normal, sem esse luxo todo. – sentou ao lado do ruivo.
Kagami riu. – Tenho certeza que não seria o pior encontro de todos. –brincou.
Aomine fingiu indignação se olharam e começaram a rir. Minutos depois chegaram ao restaurante italiano que Momoi tinha feito a reserva.
– Espero que goste de pizza. – sorriu saindo do carro.
– Como você descobriu isso era segredo. – brincou saindo do carro.
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– Eu tinha que pelo menos pagar a conta. – brigou Aomine saindo do restaurante de mãos dadas com Kagami.
– Mas o garçom disse que a conta já tinha sido paga. – respondeu tentando acalmar o moreno.
– Mesmo assim, eu vou esganar aquela garota. – rosnou.
Kagami sorriu e abraçou o maior.
– Eu gostei foi ótimo. – selaram seus lábios.
Aomine concordou.
–Você ficou esse tempo todo aqui? –perguntou Aomine ao motorista.
–Hai. O passeio ainda não acabou. –abriu a porta do carro.
–Como assim? –perguntou entrando no carro seguido de Kagami.
–Logo o senhor saberá. — ligou o carro.
Minutos depois, o carro parou em frente a um hotel luxuoso.
–Aqui, a senhorita Momoi pediu para deixar os senhores aqui.
–Mas por quê? – perguntou confuso.
–Não tenho esse tipo de informação senhor. — respondeu abrindo a porta do carro, os dois jovens saíram do carro e entraram no hotel.
– Boa Noite senhor Aomine, senhor Kagami. – disse um rapaz na portaria. – Por favor, me acompanhem. – seguiu até a recepção.
Os dois rapazes se entreolharam confusos e seguiram o rapaz.
–Vocês estão na cobertura, ultimo andar, quarto 105. – disse a recepcionista entregando um cartão ao moreno.
–Obrigado, eu acho. – seguiram para o elevador.
–A Momoi caprichou. – disse Kagami abraçando Aomine dentro do elevador. – Não faça essa cara. –Aomine era muito orgulhoso. — Vamos aproveitar e depois você briga o quanto quiser com ela pode ser? – sussurrou em seu ouvido, fazendo-o se arrepiar.
–o-ok. –apertou a cintura de Kagami se selou seus lábios.
O elevador chegou ao ultimo andar e eles saíram abraçados, entraram na cobertura e ficaram deslumbrados com a decoração. Rosas e velas decoravam o enorme quarto de tons pastel, uma enorme cama no centro com pétalas de rosas e ao lado uma mesa com champanhe, morangos e chocolates. Foram até a sacada e ficaram maravilhados com a visão da cidade. Aomine abraçou Kagami por trás e sussurrou em seu ouvido.
– Eu vou tomar um banho ok? – sussurrou sedutor fazendo Kagami se arrepiar.
Kagami sorriu e se virou.
– Ok. – deu um selinho no maior. — Pode ir lá.
–Você não quer vir? – perguntou maliciosamente.
– Não. – respondeu rindo da cara do maior.
– Por quê? – fez bico.
– Vai logo. – riu dando um selinho mais demorado.
Aomine colocou a língua para fora e seguiu para o banheiro.
Quando o moreno entrou no banheiro, Kagami suspirou e colocou a mão no peito, seu coração estava acelerado, estava muito nervoso para o que iria acontecer ali naquela noite. Sentou-se na cama sentindo a maciez da mesma e percebeu uma caixa preta com um laço vermelho e um envelope vermelho em cima da caixa. Kagami pegou o envelope e leu a carta.
Carta:
“Oi aqui é a diva maravilhosa que vocês amam. Espero que tenham gostado da surpresa que eu preparei com muito amor ‘3’. Dentro da caixa tem tudo que vocês precisam. Aproveitem bastante o fim de semana nessa cobertura M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-A. Dai-chan não machuca o Ka-chan viu? Aproveitem bastante façam amor ou talvez um sexo selvagem, eu vou querer saber todos os detalhes depois ta? E Ka-chan não deixa o Aho me matar ta? Beijos ja- nee.
Ps :Não tem nenhuma câmera escondida (¬.¬)
Momoi Satsuki ♥
Kagami riu da carta, abriu a caixa quando viu o conteúdo da caixa ele corou até sua ultima geração.
Aomine saiu do banheiro com uma toalha amarrada na cintura e viu Kagami corado andando de um lado para o outro.
– O que foi? – perguntou confuso.
– N-nem ouse em u-usar aquilo e-em mim. – Gaguejou apontando para a caixa em cima da cama e entrando no banheiro.
Aomine sem entender nada abriu a caixa e viu o conteúdo e riu. Kagami até que tinha um pouco de razão em estar daquele jeito. Dentro da caixa tinha camisinhas, lubrificante, 3 vibradores um parecia um penis , os outros dois eram menores, tinha um par de algemas, uma venda e um chicote.
– A SATSUKI CAPRICHOU NÉ? – gritou o azulado lendo a carta.
– VAI PRO INFERNO. – gritou Kagami do banheiro.
Minutos depois ...
Aomine estava escorado na sacada admirando a vista privilegiada da cidade, Kagami saiu do banheiro de roupão e foi até Aomine abraçando-o por trás.
–Oi. –Aomine se virou e o abraçou. – Taiga. – chamou fazendo o ruivo olhar para si.
– O que? – deu um selinho no maior.
– Você quer mesmo fazer? – sentiu o menor tremer com a pergunta.
Kagami acenou positivamente e escondeu seu rosto na curva do pescoço de Aomine.
Ficaram alguns minutos abraçados, gostavam de sentir o calor dos corpos juntos.
– Não precisa ter medo. – sussurrou selando seus lábios.
Quando se separaram Kagami fechou a cara.
– O que foi? –perguntou confuso.
– Você me trata como se fosse uma garota com medo de transar pela primeira vez. – cruzou os braços fazendo bico.
– E você não é? – brincou.
– Claro que não seu idiota. – se largou dos braços do maior e se sentou na cama.
Aomine riu e se sentou na cama ao lado do ruivo.
– Eu pareço uma virgem? – perguntou abaixando a cabeça e corando.
– Um pouco. – brincou, acariciando os fios ruivos. Aomine adorava o quanto Kagami podia ser tão fofo e inocente.
– Eu vou te provar que eu não sou uma virgem ta? – falou se levantando.
– Como assim? – perguntou confuso.
– Você verá. –sorriu malicioso. Foi até a mesa, abriu o champanhe e encheu duas taças entregou uma a Aomine.
–O que você está aprontando? – perguntou tomando um gole da taça.
– Relaxa você já vai saber. – soltou uma risada brincalhona e virou a taça. Pegou a caixa e olhou o conteúdo dessa vez com certa malicia.
– Achei que você não iria quer usar a caixa. – terminou de tomar o champanhe e colocou a taça na cômoda ao lado da cama.
–Não quero tudo, só isso. – mostrou o lubrificante e a venda.
Aomine sorriu malicioso, gostava do Kagami inocente e fofo, mas estava amando o Kagami sexy e pervertido isso ele não podia negar.
– Vamos começar? – perguntou se sentando no colo do maior.
Aomine balançou a cabeça confirmando e abraçou sua cintura colando seus corpos.
– Não. – tirou as mãos do moreno de sua cintura.
– O que foi? – perguntou confuso pela ação do ruivo.
Kagami sorriu malicioso e colocou a venda nos olhos de Aomine. – Você não faz você só sente ta? – sussurrou sensualmente, mordiscando sua orelha.
Um arrepio passou por todo seu corpo, podia ter gozado só com aquilo.
Kagami selou seus lábios em um beijo quente e necessitado, se separaram e desceu dando beijos e mordidas no pescoço, queixo, peitoral. Passeava suas mãos pelo corpo moreno do rapaz, a cada toque das mãos macias e da boca quente de Kagami seu corpo se arrepiava, sua ereção já estava mais que dura e Kagami rebolando em cima dela não estava ajudando em nada a manter seu autocontrole.
– Daiki, Porque aqui está duro? – perguntou fingindo inocência e tocando a ereção do maior por cima da toalha.
– Ah merda Taiga .. não me provoca.. – rosnou.
–Eu nunca faria isso meu amor. – brincou se levantando e ajoelhando no chão entre as pernas do maior. Retirou à toalha revelando o membro de Aomine, Kagami engoliu a seco ao ver o tamanho do moreno sabia que Aomine era grande, mas precisava ser tanto? – pensou.
Segurou o membro iniciando um movimento de vai-e-vem, lambeu a cabeça levando Aomine a loucura.
–Ohh merda. – gemeu levantando a venda.
– Não olhe. – repreendeu parando os movimentos.
– Mas eu quero ver. – falou.
–Mas eu não quero. – inflou as bochechas. – Se você não colocar a venda eu não vou fazer. –virou o rosto emburrado.
–Anda logo. — bufou e colocou a venda novamente.
Kagami sorriu vitorioso, abocanhou o membro novamente, mordiscava a ponta, lambia a glande, fazia movimentos de vai-e-vem, se engasgava com o volume em sua boca, mas continuava os movimentos. Segurou as mechas ruivas do menor aumentando um pouco a velocidade dos movimentos.
Aomine não resistindo retirou a venda, quase gozou com o que via. Kagami com os olhos marejados e corado fazendo um oral em si.
– Você fica lindo assim. – acariciou a face rubra do rapaz. Kagami fechou a cara, mas continuou com os movimentos. – Aaah ... merda.. – gemeu gozando na boca do ruivo.
Kagami se levantou e sentou no colo de Aomine novamente, selou seus lábios.
–Eu te disse que não era para tirar a venda. – sussurrou puxando o cabelo azulado do moreno fazendo-o erguer a cabeça e dando beijos em seu pescoço.
– Eu sei por isso vou te recompensar. – deu um selinho no ruivo e inverteu suas posições ficando por cima de Kagami.
–É bom mesmo. – sorriu, abraçando seu pescoço, colando mais seus corpos e selando os lábios em um beijo calma e apaixonado, não precisavam de pressa para nada, aquele momento era só deles e eles sabiam disso, então iriam aproveitar bastante.
Aomine abriu o roupão de Kagami expondo seu corpo nu. Desceu uma mão ao peito do ruivo sentindo a maciez de sua pela, desceu a mão pelo peitoral, pela barriga definida, pelas coxas grossas. Dava pequenos beijos no pescoço do ruivo, descendo trilhando um caminho pela clavícula até chegar aos mamilos já eriçados. Lambeu o direito e beliscava delicadamente o esquerdo fazendo-o arquear as costas. Não demorou muito tempo nos mamilos, foi descendo dando beijos pela barriga definida do ruivo até chegar ao membro já desperto, sem hesitar o abocanhou.
–Aaah .. hm. – gemeu ao receber o oral.
Aomine aumentou os movimentos levando o ruivo à loucura. Kagami arqueou as costas gozando na boca do moreno. Kagami ofegava tentando se recuperar do orgasmo recente.
–Está pronto? – Perguntou Aomine pegando o lubrificante, despejando um pouco em seus dedos. Introduziu o primeiro dedo na entrada do ruivo.
–N-não precisa f-fazer isso. –fechou os olhos ao sentir sua entrada ser alargada pelo segundo dedo.
– Não quero te machucar. – respondeu sério, dando um beijo na testa do ruivo.
Virou o rosto corado. Aomine introduziu o terceiro dedo fazendo Kagami soltar um gemido de dor.
–Posso? – perguntou retirando seus dedos de sua entrada.
Kagam bufou e abraçou o pescoço do maior colando seus corpos.
–Para de fazer perguntas idiotas e anda logo. – sussurrou ofegante.
–Hai. – abraçou a cintura do ruivo erguendo suas pernas fazendo-as circundar sua cintura. Direcionou seu membro á entrada de Kagami e penetrando-a devagar.
–aah .. d-doi. – gemeu choroso.
–Se quiser eu paro. – disse culpado se afastando, mas Kagami apertou sua cintura com as pernas o impedindo de sair.
–Não.. s-só espera um p-pouco. –respondeu escondendo o rosto com lagrimas na curva do pescoço do moreno.
–Ok. –apertou o abraço, acariciando os cabelos ruivos do menor. Penetrou mais até seu membro estar totalmente dentro do ruivo que soltou um gemido mais alto.
–Daiki .. d-dói. – gemeu arranhando as costas morenas do rapaz deixando-as vermelhas.
–Calma já vai passar. – dava beijos em seu rosto e pescoço tentando acalmá-lo.
–Pode s-se mover. – gemeu rebolando, a dor dava lugar ao prazer.
Aomine se movimentava lentamente , dando estocadas profundas.
–aah .. mais rápido .. aaaaaah. – gritou ao sentir sua próstata ser atingida violentamente causando um prazer indescritível.
– Parece que eu achei.. – sorriu, aumentando a velocidade. – aah Taiga .. tão apertado.. – gemeu.
– Aho .. n-não diga i-isso ... hmm. – gemia, estava indo a loucura. – aah eu v-vou ...
–Juntos .. aah. – gemeu sentindo o orgasmo próximo.
Kagami ao sentir Aomine atingindo precisamente seu ponto de prazer e seu membro sendo pressionado pelo corpo do outro, gozou lambuzando ambos os corpos. Aomine gozou dentro de Kagami ao sentir sua entrada estrangular deliciosamente seu membro levando-o a loucura.
Caiu em cima do ruivo, tentando recuperar a respiração.
–Sai de cima de mim.. você é pesado. — disse empurrando o moreno.
–Eu vou tomar uma ducha. — deu um selinho no ruivo e se levantou.- vem? — perguntou da porta do banheiro.
–Vou. — se levantou mas suas pernas falharam e caiu de joelhos no chão.
– Que foi? -perguntou preocupado, ajudando-o a se levantar.
–eu n-não consigo a-andar. -gaguejou corando.
–Não aguentou o poder do negão foi? -brincou pegando Kagami no colo tipo princesa.
–Idiota. -riu, abraçando seu pescoço e selando seus lábios, seguiram para o banheiro.
Minutos depois ...
–Não precisa mais disso, eu consigo andar. — disse saindo do banheiro ainda no colo do azulado.
–Não, eu quero assim. — Fez bico.
–Bebezão. -apertou suas bochechas.
Aomine o colocou com cuidado na cama e deitou-se ao seu lado.
–Você não quer fazer de novo? — perguntou se deitando no peito moreno.
–Quero, mas vamos descansar um pouco. -sorriu acariciando os cabelos ruivos.
–v-você gostou?- gaguejou escondendo o rosto corado no peito moreno do maior.
–É obvio que eu gostei. — riu abraçando-o e passando uma perna por cima das do ruivo impedindo-o de se mover.
–Que bom. — sussurrou mais para si, mas Aomine ouviu e sorriu.
– Você sabe que agora definitivamente você é meu. — falou.
–Talvez isso não seja tão ruim. — brincou apertando o abraço.-Daiki.. eu tenho uma pergunta. -disse levantando o rosto e olhando o maior.
–Qual?
–Como a Momoi pagou por isso tudo?- perguntou.
–Na verdade ela não deve ter pagado nada. -respondeu pensativo.
–Como assim?
–Satsuki é de uma familia bem rica, você percebeu o nome do hotel?
–Eu acho que é MS ou algo assim.
–Essas iniciais te lembram algo?
–Momoi Satsuki?
–Isso mesmo. Os pais delas são donos de uma das maiores redes de hoteis do mundo. Por isso a cobertura, o motorista trabalha para o pai dela e o restaurante dá cortesia para a familia já que os pais dela e os donos do restaurante são amigos á anos.
–Uau. Eu nunca ia imaginar isso, para mim ela parece uma garota normal.
– Os pais dela viajam muito, só ficam na cidade uma semana por mês, quando ela tinha 12 anos se mudou para perto da minha porque nossos pais são amigos e como os pais dela viajam eles queriam alguem de confiança para cuidar dela. A casa dela é ao lado da minha mas ela praticamente mora lá em casa. A Satsuki não importa com o dinheiro que os pais dela têm, ela só quer ser feliz como uma pessoa normal.- explicou.
–Entendo. — respondeu pensativo.
–O que foi? — perguntou acariciando seus cabelos.
–Nada.. é coisa besta. — abaixou a cabeça envergonhado.
–Fala logo. — ergueu seu rosto.
– É q-que vocês j-já tiveram a-algum coisa? — gaguejou.
Aomine não se aguentou e caiu na risada.
–Que foi?- Kagami tava pasmo com a reação do maior.
–hahaha .. nada ... Você fica tão fofo assim. — selou seus labios. — Mas respondendo sua pergunta, não eu nunca fiquei e nem ficaria com a Satsuki ela é minha irmã, eu conheço ela desde que mamava no peito da minha mãe. Eu amo ela, mas não dessa forma. — sorriu.
–Entendo.- dei um selinho no maior e se aconchegou no abraço. — Você me deixou com vergonha, então eu vou dormir. — mordeu o pescoço do maior causando-lhe um arrepio.
– Você não deveria ter feito isso. — sussurrou, mudando a posição ficando por cima do ruivo que sorria.
– Porque você vai me castigar por acaso? — sorriu malicioso, passando os braços por seu pescoço e cruzando suas pernas na cintura do moreno colando seus corpos.
– Vou sim. — respondeu apertando forte a bunda de Kagami que soltou um pequeno gemido.
Manhã seguinte ...
–Ahomine .. Atende a porra do celular. — resmungou se virando na cama.
– Hai ..- murmurou levantando sonolento da cama e pegando o celular que estava em cima da mesa próximo ao champanhe. — Al ..- antes de terminar foi cortado com um grito.
–Daaaaaaaaaaaaaaaai-chan. — gritou a garota do outro lado.
–Porra Satsuki. — xingou indo para a varanda.- Cala a boca.
–Seu grosso. -choramingou. — E ai? como foi? Deu tudo certo? gostou da surpresa? Você não machucou o Ka-chan né? Você fizeram quantas vezes? Vocês usaram a caixa? — perguntava animada.
–Satsuki cala a boca. — resmungou.- Depois eu te conto tudo.
–Tá, você promete?
–Prometo. -respondeu. -Se eu não falar você arranca de mim mesmo, nem que seja com uma faca. — resmungou baixo.
–Eu ouvi tá? e ainda bem que você sabe. — riu. — Então tá depois você me liga ok ? Aproveite e faça bastante sexo selvagem.
Aomine riu.- Nee Satsuki. — chamou.
–Que foi? — estranhando a voz seria do amigo.
–O-obrigado p-por tudo. — gaguejou.
–Awnnnn .. Eu até fico emocionada. — brincou. — De nada, aproveite bastante tá? tchau..
–Hai. tchau.- desligou o celular e ficou admirando a vista.
–Quem era ? -perguntou Kagami sonolento abraçando o azulado por trás.
– A Satsuki, querendo saber tudo. -respondeu fazendo-o outro soltar uma risada. Se virou abraçando a cintura do ruivo fazendo com que ele abraçasse seu pescoço, selando seus labios em um calmo e apaixonado.
Kagami deu um pequeno impulso e pulou abraçando a cintura de Aomine com as pernas, o maior segurou suas pernas.
–Nee Daiki.. — falou ofegante ao se separem do beijo.- Eu te amo. — sorriu encarando as orbes azuis do moreno.
Aomine ficou paralisado com a beleza do ruivo, seu sorriso pelo qual tinha se apaixonado, como podia sentir um sentimento tão grande igual sentia por aquele garoto.
– Eu também te amo Taiga. — sorriu, dando um selinho no ruivo. Kagami corou e o abraçou. Aomine riu e seguiu para a cama.
Afinal eles tinham o fim de semana inteiro para aproveitar.
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