Nosso Destino Começa

9 Como estariam?


Notas iniciais
Estou chateada, chateada, saibam que estou com dó de quem comentou, mas continuem nesse nível de não comentar pra vocês verem se eu vou postar! Gente, já falei, se está ruim me avisem que eu tento fazer coisas novas e melhorar a história! Espero que gostem!!!

POV NARRADOR

—Conte de novo, como foi que vocês ficaram assim, mesmo? –Perguntava Pedro olhando os irmãos enquanto gargalhava por dentro.

—Já falamos. –A Jennifer falou comendo uma garfada de comida.

—Nós fomos atacados pelo time rival de basquete. –Continuou Daniel bebendo um gole de suco de laranja em seguida.

—E vocês fugiram? –Pedro continuava zombando dos irmãos mais velhos.

—Tudo bem, chega desse assunto, né? –Violetta os interrompeu. –Pedro termine de comer e vá terminar a lição de casa.

Pedro rosnou e ficou emburrado, enquanto sua irmã ria baixinho, mas, Pedro percebeu.

—Mãe a Daniele está rindo de mim! –Pedro dedurou a irmã.

—O quê? Mentira dele, mãe!! –Daniele se defendeu.

—Eu vi, para de mentir! –Pedro falou e mostrou a língua em seguida.

Daniele mostrou logo em seguida.

—Chega! –Violetta os interrompeu. –Os dois, pro quarto, agora! –Violetta apontou para cima.

Daniele com raiva levantou da mesa e foi batendo o pé (lindamente sem perder a postura) e foi para seu quarto, enquanto Pedro foi de braços cruzados e emburrado.

Ambos bateram as portas do quarto quando entraram.

Na mesa de jantar estavam todos em silêncio pela situação que passaram.

—Estou feliz de estar em casa. –Disse Jennifer.

—Bem vinda. –Daniel disse. –É sempre assim.

—Esse dois não tem jeito. –Disse Violetta.

Eles terminaram o jatar e foram se deitar.

...

—Eu sei Cami.

—Você já tentou falar com ele? –Camila perguntou para a amiga.

—Não e não quero! –Respondeu Violetta. –Ele me mandou uma mensagem, pra mim isso já está ótimo.

—Você tem que contar pra ele pelo menos sobre os bebês. –Insistiu Camila. –Quem sabe se ele souber ele volta com você?

—Cami entenda, eu não quero que ele fique comigo se ele não quiser, se ele não me amar. E ele comentou que não quer ficar com as crianças.

—Eu não entendo, vocês sempre se deram bem e de repente ele surta e vai em bora, fica estranho. –Camila se sentou e olhou o ginásio. –Isso é muito estranho, ele sempre se dedicou muito a família, e te mandar uma mensagem assim de uma hora para outra sem muita explicação? Eu acho muito estranho, Vilu, eu ligaria pra ele.

Violetta ficou pensando no que Camila disse, mas não tinha “coragem” para ligar para o marido. Camila insistia a amiga para que ela ligasse e tentasse pedir explicações a Leon, ela até queria, só não conseguia.

Violetta e Camila estavam lá para assistir ao torneio de karatê dos filhos, bom, ambos passaram ganharam novas faixas. Seus filhos pela idade aproximada estavam na mesma faze de querer destruir as coisas e estavam na mesma escola, era melhores amigos desde sempre.

Violetta e Pedro voltavam para a casa, estavam no carro parados em um farol, estava no fim da tarde, mas já estava escurecido, a rua estava deserta, apenas eles ali. Bom, por pouco tempo. O farol estava prestes a abrir, mas antes disso, cinco homens apareceram perto do carro, todos armados e com a cara tampada, Violetta sabia quem eles eram, e não acreditava que tinha se encontrado com eles novamente depois de anos.

—Mamãe. –Pedro disse ao reparar.

—Fica calmo, amor. –Violetta falou baixo tentando acalmar o filho.

Pedro olhava pela janela e via um homem aramado se aproximando de sua porta, o menino estava em pânico, lagrimas começavam a escorrer de seus olhos. Eles entraram no carro, empurraram Pedro para o banco do meio, ficou um em cada porta do banco de trás com as armas apontadas para Pedro, e um no banco do passageiro ao lado de Violetta.

—Nos encontramos de novo, gatinha. –Disse o homem do banco do passageiro.

—Nos deixe em paz. –Pediu Violetta pediu –Pelo menos meu filho.

—Seu filho? –O homem riu. –Eu lembro dele, menino forte, tentei mata-lo duas vezes e ele está vivo, bom, vamos ver se ele sobrevive dessa vez. –Ele falou mando um sinal ao homem do banco de trás, o mesmo pegou a arma e atirou no pé de Pedro.

—Mamãe... –Pedro começou a gritar e chorar de dor e desespero.

—Não machuque mais ele. –Pediu novamente Violetta em lagrimas.

—Dirija. –Mandou o homem. –Vai!

Sem hesitar Violetta começou a dirigir o carro sem saber onde estava indo. O homem ao seu lado estava dando as coordenadas e elas as seguia, tentava se concentrar, mas queria ao mesmo tempo cuidar de seu filho que chorava desesperadamente de dor no banco traseiro.

Chegaram em uma casa, foram obrigados a sair do carro.

—Vamos. –Empurraram Violetta e Pedro para dentro da casa.

—Mamãe... –Pedro chorava.

—Me deixem cuidar dele. –Pediu Violetta vendo o filho com dor.

—Vai, continua!

Não deixavam Violetta encostar em Pedro, o que os deixava com mais medo. Os homens os levaram para dentro da casa.

—Fiquem aí e sem gritar! –Empurraram Violetta e Pedro para dentro de um quarto. –Se gritarem, qualquer um dos dois, o próximo lugar em que eu vou atirar no seu filho, vai ser na cabeça!

Terminou sua fala, saiu do quarto e o trancou em seguida.

—Meu amor. –Violetta abraçou Pedro. –Deixa eu ver.

Pedro mostrou o pé a mãe.

—Tá doendo... –O menino chorou.

—Eu sei querido. –Beijou a testa do filho.

Violetta tirou seu casaco e o enrolou no pé do filho. Pedro chorava alto de dor, mas mesmo assim Violetta enrolava em seu pé para tentar parar o sangramento.

—Pronto. –Ela o abraçou. –Está tudo bem, querido. –Violetta abraçou o filho.

...

A noite como todos os dias chegou, Violetta e Pedro não ouviam nada na casa, nem um ruído. Estavam com medo, frio e fome.

—Eu quero ir pra casa. –Disse Pedro chorando.

—Eu sei, amor. –Violetta o abraçava. –Eu também.

—Vamos fugir. –Ele disse. –Pela janela.

Violetta olhou para trás vendo uma janela. Eles andaram até a janela tentaram abri-la, mas como Violetta imaginou, a janela estava fechada. Violetta olhou em volta e viu uma chave de fenda jogada em um canto do quarto. Ela a pegou e começou a bater na fechadura tentando quebra-la, bateu na fechadura durante meia hora, até a fechadura se quebrar. Ambos abriram a janela e olharam para baixo, era muito, muito alto e não daria para pular, ainda mais com o pé de Pedro machucado.

Eles olharam tentando achar uma saída, tinha apenas a casa ao lado, dava para ver uma janela, era um quarto com uma parede rosa e móveis brancos, era só o que eu conseguia ver.

—Temos que ficar de olho. –Falou Violetta. –Se alguém aparecer nós damos sinal.

Pedro assentiu.

Ambos tiveram que dormir no chão pois não havia nada lá. Violetta dormiu no canto abraçado com seu filho em um dos braços e o outro por cima da barriga, Violetta dormiu enquanto fazia cafuné na cabeça de Pedro e acariciando os bebês em sua barriga. O quarto estava gelado, o que a não deixou dormir muito bem.

Violetta acordou, não sabia o horário, deixou Pedro dormindo e foi até a janela ver se tinha alguém, nada. Ela olhou para o horizonte, o solo ainda estava nascendo, era sábado, a pessoa não devia ter acordado ainda. Ela pensava em seus filhos, como os trigêmeos estariam?

Notas finais
#Comentarnãocaiobraço!!! Sem comentários sem capítulos!