Nossa História de Amor

13 Capítulo 13 - A Festa parte final


Notas iniciais
Aleluia voltei né pessoal... Eu sei que mereço morrer pela imensa demora e eu não tenho desculpa, bem eu fiquei viciada no twitter conversando com uma pessoa que começa com A e termina com RI e também minha criatividade saiu voando pelos ventos de São Paulo. Maaaaas agora a parte feliz: CAAAAARAAAAA 2 RECOMENDAÇÕES DE UMA VEZ SÓ.. SÉRIO, CHOREI QUANDO VI.. - Vanussa, ameeeeiii, perfeita, me deixou com um sorriso que dava pra ver até de costas. Obrigado pelos adjetivos que me atribuiu e fico muito feliz por estar amando a fic. - Ari (minha miguxa virtual) fiquei VERY CRAZY AND HAPPY com sua recomendação, e sim eu sei que você me ama.. kkk to zuando, também te amo sua fofa, obrigado pela recomendação e pelos adjetivos que me descreveu e eu não sou louca (finge que aqui eu sou normal) .. Fiquei com um sorriso bobo por uma semana ... e ja viu que eu não sei agradecer a recomendação .. Então né ¬¬' Também fiquei muito feliz com os comentários de vocês MLBVC Portugal Analu Forever baixinhadoblanco Jorge Blanco é lindo Vanussa Stoessel Blanco Camil Ari Dominguez cris blanco stoessel leonettalovtini jeny stoessel blanco 69 Mari Jonas Swag 1D Leonettaevida Luh Sério gente, amo vocês e me desculpem mais um vez... Boa leitura.. Esse capítulo ta com 2 notas finais okay? Uma está no capítulo e outra no lugar que sempre está.

Naty, é... Eu sou meio tímido mais agora eu vou falar tudo o que sinto aqui. – disse colocando minha mão no meu peito esquerdo, onde fica o coração. Ela assentiu. – Desde a primeira vez que ouvi seu nome me encantei, nem te conhecia visualmente, mas já tinha sentido algo. Quando nos esbarramos em frente à sala de música eu sabia que era você porque a Vilu me falou de você, eu e a Vilu somos bem amigos. – ela riu. – Quando você tropeçou e eu te segurei confesso que fiquei perdido no seu olhar. Uma vez me falaram que a gente se apaixona em menos de um segundo e foi nesse menos de um segundo que me apaixonei por você. – saia rios de lágrimas dos olhos da Naty. Isso é um bom sinal. – Naty, eu sei que a gente se conhece apenas uma semana , mas você quer tentar algo comigo? Puxa, nem deixei você falar né? – ela riu e assentiu – É... Você quer dizer algo antes de dar a resposta?

Pov’s Ludmila

Sabe como é realizar um sonho ou conseguir algo que você quer a muito tempo? Então é como me sinto agora. Eu dancei com meu ídolo super divo, OMG. Eu estava morrendo por dentro okay? Estávamos dançando, e sorrindo...

– Ludmi, eu vou no banheiro ok? Já volto, me espere aqui. – disse um pouco alto, pois a música tava alta e blá blá blá.

– Ta-ta. – assenti nervosa, ainda não caiu a fixa que estou dançando com meu ídolo, ou pelo menos estava. Pelo meus cálculos, ou minhas centenas de revistas de adolescentes, quando um garoto fala que vai ao banheiro é porque ele te deu um fora. Ótimo, estava bom demais para ser verdade. Eles sempre falam ''me espere aqui'' só pra te iludir. Fiquei esperando 5 minutos, 10 minutos, 15 minutos, mas como eu não sou Luan Santana pra esperar 10, 20, 30 anos eu resolvi voltar pra mesa. Cami estava lá.

– Olá! – disse sentando-me ao seu lado.

– Oi Ludmi, curtindo a festa?

– É... Mais ou menos. – respondi desanimada. Levar um fora não é uma coisa que te deixe feliz.

– Por que mais ou menos, pois pelo que vi você aproveitou muito bem ao lado do Federico. – falou em um tom... malicioso? Esse povo é tudo estranho, mas quem sou eu pra julgar.

– Ah... Estava, até ele me dar um fora. – ela me olhou assustada.

– Como assim?

– Pelas minhas diversas revistas de adolescentes, quando um garoto fala que vai ao banheiro quer dizer que sua companhia está chata e ele está te ''deixando'' dando uma desculpa ridícula. – expliquei.

– Eu não acho que o Fede seja capaz disso. Eu conheço ele, não há muito tempo, um dois anos mais ou menos, mas ele é um garoto muito legal e pode ter certeza que não faria isso com você. – que as palavras da Cami se tornem verdade... Amém.

– Mas eu já estou esperando ele já tem uns quinze minutos e nada, nenhum sinal de vida.

– Ludmi, nós estamos em uma festa. Aqui tem muita gente, ele pode ter se perdido ou sei lá, muitas coisas pode ter acontecido.

– Ta bom. – bufei derrotada. – E cadê o brasileirinho?

– Foi pegar refri pra mim, e a proposto, ele odeia quando você chama ele assim.

– Ele te disse isso? – ela assentiu. – Fazer o que, ele me chama de loira do banheiro, loirinha, loira oxigenada, etc. – dei de ombros. Ela riu, é porque não é ela que sofre de bullying.

– Falando no mesmo, olha ele ai. – disse ela apontando pro garoto que se aproximava da mesa.

– Eae loirinha, o cantorzinho te deixou foi? – falou quando chegou, ele estava caçoando de mim. Geralmente eu nem ligo, mas nesse momento como estou extremamente NERVOSA eu liguei.

– Escuta aqui brasileirinho de meia tigela, se você tem amor a sua vida é melhor você calar essa boca. – falei em um tom ameaçador. Vish, até eu fiquei com medo de mim.

– Nossa Ludmi, desculpa, só estava brincando. Depois dessa vou até ir embora. – disse com as mãos pra cima, ele colocou os copos na mesa. – Vem comigo Cami? – perguntou se dirigindo a mesma. Cami estava assustada com minha reação, haha eu toco terror aqui, mas mesmo assim ela assentiu. Ela deu um sorriso pra mim tipo falando ''boa sorte'' mas o que eu entendi foi ''espero que ele volte e acalme a fera que você se tornou, boa sorte amiga''

Peguei minha bolsa, só eu de menina que trouxe bolsa, peguei meu celular e fiquei mexendo. Estava no twitter quando ouço uma respiração forte atrás de mim. Não, não estava tão perto a ponto de iniciar um contato comigo, mas estava tão alta e ofegante que dava pra ouvir de longe.

– Até... Até que fim... Te achei. – pra quem quer saber quem era, era o Federico falando. Coitado, nem conseguindo falar estava. Ele se sentou do meu lado, estava recuperando o fôlego.

– Fe-fede, o que aconteceu? Por que demorou tanto? — peguntei assustada. Olha o estado do garoto.

– Pri-primeiro fui ao banheiro. – disse já com a respiração melhor. – A fila estava enorme que até parei pra assistir Xuxa. – disse zoando, tá gente. – Depois que finalmente usei o banheiro, fui para o lugar onde te deixei e você não estava lá. Sai procurando você pela pista de dança, mas não te achei, ai fui no barzinho e você não estava lá, fui lá fora e depois que me toquei que você podia estar na mesa. Ai vim pra cá e te achei. Desculpa a demora, tá?

– Você ficou esse tempo todo me procurando? – perguntei pasma, ele assentiu. Confesso que não me segurei. – Awn, brigada Fede e eu pensando mal de você, achando que você tinha me dado um fora. – disse abraçando ele bem forte. Tecnicamente eu voei em cima dele.

– Hey, eu posso ser qualquer coisa, menos um babaca destruidor de corações. – falou brincando. Nós rimos.

– Deixa eu te soltar antes que você morra asfixiado. – ele deu um sorriso, que de imediato eu retribui.

– Então, quer fazer o que?

– Sei lá, vamos... Beber alguma coisa? — sugeri.

– Eu topo. – e fomos pro barzinho.

Pov’s Naty

Opa, para tudo. Um garoto acabou de se declarar pra mim. OMG, estou soltando fogos de artificio, igual no clipe Firework...

– É... Hum... E-eu não sei bem o que-que falar... Obrigado!? – disse dando um sorriso torto. Ele soltou uma risada fraca pelo nariz.

– Pode ser. – falou sorrindo. – Mas fale o que está sentindo aqui. – apontou para o lugar onde deve estar meu coração. Eu respirei fundo.

– Bom, isso nunca aconteceu antes comigo, já fiquei com um garoto que gostava, mas não senti isso que estou sentindo agora. Meu coração bate de uma forma acelerada desde aquela vez que você me segurou, toda vez que te vejo parece que meu coração vai saltar pela boca, é isso que eu sinto e nesse momento ele não está diferente.

– Então, mesmo que nós não nos conhecemos muito, aceita começar algo comigo?

– O que você sugere Maximiliano Ponte? – disse arqueando uma das minhas sobrancelhas.

– Posso considerar isso como um sim? – assenti. Só de ver o sorriso que brotou em seus lábios faz valer a pena ter aceitado essa proposta. – Que tal namorados?

– Acho muito... compromisso. Proponho que sejamos menos que namorados, mais que amigos.

– Hum... Que tal amigos coloridos? – disse olhando pra cima, fingindo que está pensando. – 'Cê' topa? – falou olhando diretamente nos meus olhos

– Eu topo amigo colorido.

– Que bom amiga colorida. – ele ficou em silencio, fitou em volta e voltou a atenção pra mim – Amigos coloridos podem se beijar, certo?

– Eu acho que sim senhor Maxi. – disse rindo pela sua pergunta.

– Ótimo senhorita Naty, porque eu to louco pra fazer isso de novo. – dito isso ele me beijou.

Era um beijo parecido com aquele, só que tinha mais alegria, paixão e carinho.

– Pra... Pra oficializar o inicio... Da nossa amizade colorida tenho que tirar uma foto. – Falou ofegante, ele pegou seu celular, colocou a câmera frontal e bateu a foto, a foto não, As Fotos. Ficamos um tempão tirando foto, estávamos mais fazendo caretas e brincando.

Pov’s León

– LEÓN! VOLTA AQUI... – gritou ela. Ok, vamos recapitular essa parte:

Estávamos na festa, depois fomos beber algo, eu joguei ela na piscina, depois ficamos brincando e agora estou indo para a parte mais funda da piscina onde ela não dá pé.

– Vai ter que me pegar. – falei mostrando a língua pra ela. Ela aproximou mais, já dava pra ver que ela não dava pé e pelo que eu me lembre ela não sabe nadar.

– León, é sério, volta aqui... – disse chorosa recuando alguns passos pra trás.

– Vem cá que eu te seguro. – ela olhou desconfiada pra mim, eu inclinei minha cabeça pro lado direito e fazendo bico.

– Ta bom, vou tentar, mas não me deixa afundar ou se afogar.

– Nunca. – disse sorrindo, ela ficou corada.

Ela estava vindo até mim, eu também estava me aproximando dela, mas devagar, quando ela não dava mais pé ela deu um impulso tão rápido e forte que veio parar em cima de mim, sério, não faço ideia de como ela fez isso.

– Como você fez isso garota? – disse... Surpreso. Para ajudar, segurei ela pela cintura.

– Não sei. Só sei que fiquei com medo, vi você e dei um impulso em sua direção. – falou me apertando mais. Ela estava pendurada em meu pescoço.

– Uau... – falei sorrindo. – Mas agora você será minha refém. Muahahaha. – tentei fazer uma risada maléfica, mas sem sucesso, não sou muito bom nisso.

– Ai nossa! Que medo, fui capturada pelo mocinho. – disse entrando na brincadeira.

– Na verdade eu sou o vilão disfarçado de mocinho. – disse caminhando mais pro fundo. Estava um peso no meu corpo, jaqueta jeans super encharcada + uma Violetta medrosa que está parecendo enfeite de natal. Eu sou a arvore de natal e ela é aqueles enfeites pendurados. A Violetta não estava pesando quase nada, o que estava pesado era minha roupa toda molhada. – Vilu, se segura mais forte que eu vou te soltar.

– Por quê? – disse assustada me segurando mais forte.

– Vou tirar minha jaqueta.

– Ok. – quando percebi que ela estava mais firme eu tirei minha jaqueta e joguei perto da borda.

– Pronto. – já tínhamos chegado no fundo. – Agora que tal brincarmos de outra coisa? – disse colocando ela sentada na borda.

– O que o você sugere?

– Que tal pega-pega? – disse saindo da piscina e correndo em direção a outra.

– LEÓN, VOCÊ É MUITO INFANTIL... VOLTA AQUIIIII. – nisso ela veio correndo atrás de mim.

– Que isso. Deixa a criança que está dentro de você ser liberta Vilu. – falei rindo. Ficamos assim, eu saia de uma piscina e pulava em outra (aqui tem 3 piscinas) e ela atrás de mim fazendo a mesma coisa. Depois de uns quatro minutos brincando, ela disse:

– Cansei. Será que podemos parar? – falou um pouco alto, porque estávamos um pouquinho longe.

– Ta bom. Espero que não esteja com a intenção de me enganar Castillo. – olhei desconfiado pra ela.

– Juro que não, mas e agora? Vamos ficar molhados esperando a lua secar a gente? – falou irônica.

– Claro que não, né. Eu pensei antes e trouxe toalhas.

– Merece palmas Vargas.

– Obrigado, obrigado. – falei fazendo reverencia, ela riu.

– Vamos logo que estou ficando com frio. Olha meus pêlinhos, estão tudo arrepiados.

– Nossa como você é peluda. – disse zoando com ela porque ela não tem pêlo nenhum nessa pele lisinha e cheirosa... Opa, parou aqui.

– Idiota.

– Linda!

– Trouxa.

– Perfeita.

– Babaca.

– Diva.

– Mané.

– Sua toalha senhora! – estendi uma toalha pra ela.

– Hãn? – falou rindo e provavelmente estranhado minha ultima fala, tive que quebrar esse dialogo super fofo porque... Não posso contar, quem sabe no futuro.

– Nossa amizade é estranha né? – perguntei.

– Sim. Muito. Eu tenho a Fran de amiga, mas você supera qualquer um. Você é muito louco Vargas. – respondeu.

– Eu sei disso Castillo. – dei uma piscadinha pra ela.

– Que bom que você sabe. – disse fazendo uma careta. Eu apenas ri. Depois disso ficamos dando voltas e mais voltas pelo acampamento inteiro.

(...)

Pov’s Narradora

A festa passou das três da manhã. Nosso querido monitor Jason arrasou no papel de DJ, mas vou contar uma coisa, sua namorada o ajudou bastante. A noite de todos que compareceram na festa foi bem divertida, principalmente dos nossos casais.

O casal Marcesca aproveitou o resto da festa dançando e bebendo, Fran bebeu um copo de vodka, mas não passou disso, Marco bebeu dois copos de vodka, porém também não passou disso. Eles foram embora da festa ás duas e meia da manhã. Marco levou Fran para seu quarto.

O casal Fedemila, depois de ficarem conversando minutos e minutos no barzinho, resolveu dançar mais um pouco. Quando deu duas e quinze da manhã, Ludmila disse que estava cansada, Fede resolveu levar Ludmi para seu devido quarto (quarto da Ludmila). Assim que chegaram em frente ao mesmo, Fede despediu-se de Ludmila com um beijo na bochecha. A loira ficou corada, mas muito feliz, pois não é todo dia que se ganha um beijo do seu ídolo.

Já o casal Camiduey (N/A: Creio que é isso... Camila + Broduey), depois que saíram da mesa onde estava o tornado rosa, mais conhecido como Ludmila, foram para perto da pista de skate, ficaram conversando bastante sobre coisas aleatórias e também rindo bastante. Quando deu uma e cinquenta da manhã, Cami resolveu voltar para seu quarto. Broduey disse que estava um pouco cedo, mas a ruiva disse que estava muito cansada. Broduey aceitou e acompanhou Camila até seu quarto.

Nossos novos e queridos amigos coloridos, após tirarem 484145415 fotos ou selfie’s, como você preferir, com o celular de Maxi ficaram colorando mais um pouco. Ambos estavam muito felizes e não viam a hora de contar a nova noticia a seus amigos, porém decidiram esperar até o dia seguinte. Depois de ficarem colorando (lê-se namorando, mas como eles não são namorados e sim amigos coloridos eu inventei esse ''colorando''... Julgue-me, eu sou estranha) bastante, resolveram voltar aos seus devidos quartos. Maxi, sempre gentil e fofo, levou sua amiga colorida até seu quarto.

Agora vamos falar do Diego. Diego, que é um pouquinho festeiro aproveitou bem a festa ao lado de uma garota que conheceu por lá mesmo. A garota, a qual se chamava Ariadne (não fiquem com raiva dela, ela não vai atrapalhar em nada em relação a Diecesca, okay?) era bem legal. Eles conversaram, compartilharam interesses e também o número de celular. Ambos estavam gostando da companhia. Em um momento da festa, Francesca acabou tropeçando no pé de seu companheiro Marco e indo parar em cima de Diego. Depois desse pequeno e engraçado incidente, Diego voltou a dançar com sua parceira, ambos riram bastante do que acabou de ocorrer. O moreno convidou a bela moça com quem estava compartilhando a festa para tomar algo e após isso ambos iniciaram uma conversa muito empolgante e só encerrando a tal ás duas e vinte e cinco da manhã. O moreno resolveu levar sua parceira até o quarto dela. Sei não hein... Acho que vai rolar uma grande amiz... Ops, não posso falar... Ainda não.

Quem ta curiosa ou curioso pra saber o final da noite do nosso casal mais que perfeito??

Então vamos lá... Após darem um milhão de voltas por todo o acampamento, acompanhados de uma conversa contagiante e empolgante, ambos cessaram seus passos em frente ao lago e ficaram admirando o belo luar que estava naquela noite especial.

– Muito lindo, né? – falou Violetta quebrando o silencio que pairava no ar.

– Perfeito. Ainda mais com você. — disse León mirando Violetta, que ficou corada com o que seu amigo acabou de dizer. – Você me desculpou né Vilu? — continuou, dava pra perceber certa preocupação em sua voz.

– Pelo que?

– Hoje mais cedo... Sei que fui insensível. – disse em um tom engraçado, o que provocou uma pequena risada em Violetta.

– Sim e me desculpa também pela minha sensibilidade. – disse fazendo uma careta, provocando uma risada nos dois. Os dois melhores amigos ficaram em silencio levando suas miradas para o céu onde estava aquele belo luar que formava naquela noite.

– Espero que tenha gostado da noite. – falou León olhando para Vilu.

– Na verdade eu amei. – respondeu, Vargas abriu um lindo sorriso em retribuição. Uma pequena brisa, porém gelada, passou por eles. Violetta, que ainda estava bem molhada, sentiu um frio invadindo seu corpo. Em resposta seu corpo começou a tremer na tentativa de se aquecer novamente. León vendo a situação da Vilu soltou um pequeno riso. – Que foi León? Ta rindo do que?

– De você!

– Idiota. – disse Violetta virando o rosto pro lado oposto onde se encontrava León.

– Ah... Fica assim não. – falou León abraçando sua amiga na tentativa de aquecê-la, e dessa vez tentativa bem sucedida. Violetta, que estava ''irritada'' com León, até pensou em se afastar, mas estava tão bom e quente que desistiu dessa ideia.

(...)

Depois de ficarem menos molhados, León acompanhou Violetta até seu quarto.

– É isso.

– É isso. – repetiu Violetta. – Amei a noite... E a maneira Vargas também, pena que acabou. – proferiu a garota fazendo uma expressão de tristeza.

– Pois é e valeu. – os dois sorriram. – Melhor você entrar e tomar um banho quente. Não quero que você pegue um resfriado por minha causa.

– Ta bom. Tchau Lê. – desse Violetta dando um beijo na bochecha do León.

– Tchau Vi. – disse León fazendo a mesma coisa, só que nela. Assim que Violetta entrou em seu quarto, León girou seu corpo para a saída do dormitório feminino. Assim que estava lá fora rumou para seu quarto, lembrou-se das ultimas frases que Violetta proferiu, mas precisamente essa frase ''Amei a noite... E a maneira Vargas também, pena que acabou'' .. – Você que pensa Vilu. Ela mal começou. – murmurou para só ele mesmo ouvir.

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E agora a pergunta que todos devem estar ansiosos pela resposta, O QUE ACONTECEU COM A JAQUETA DO LEÓN? Bem, antes deles irem dar as milhões de voltar pelo acampamento, León pegou sua jaqueta e amarrou em voltar da sua cintura... É isso... Esse capítulo ta parecendo um epílogo, mas relaxem que não é... Ainda temos muitas coisas pela frente e pessoal, eu também quero pedir que vocês deixem sugestões nos review's por favor, isso vai me ajudar muito com o futuro da fic.. É isso Bjss..

Notas finais
Gente.. espero que tenham gostado do capítulo e por favor comentem, certo? Ah.. bem vindos novos ou novas leitoras, espero que gostem da fic =) Pessoal, eu ganhei meu 'WhatsApp' de novo, então quem quiser me add só pedir por MP, eu sei que ninguém quer, mas pelo menos uma pessoinha XD Não sei que dia posto o próximo porque minhas provas vão começar.. :( Peshos pra vcs